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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Notícias ao Minuto - Sete hábitos que prejudicam a saúde do seu intestino


Sete hábitos que prejudicam a saúde do seu intestino



POR VÂNIA MARINHO



Gases, inchaço e dor abdominal, prisão de ventre? Provavelmente não está a dar a devida atenção ao seu intestino, o órgão que, apesar de poder não parecer, regula o funcionamento de todo o organismo.O intestino não só é essencial para a absorção dos nutrientes, como tem uma estreita relação com o sistema imunitário, por isso é preciso cuidar bem dele. Não, não é normal ter sempre a barriga inchada e gases, nem só defecar duas vezes por semana. A culpa pode ser de certos hábitos que acabam por todos os dias prejudicar a saúde do seu intestino. A revista Boa Forma revela quais são:

1. Comer ‘fast-food’. Não tem tempo para cozinhar e acaba por comer muitas vezes hambúrgueres, pizzas, lasanhas, etc? Um dos grande problemas deste tipo de alimentos é a falta de fibras. As fibras estimulam a contração do intestino, reduzindo o tempo de trânsito dos alimentos, e como absorvem água, amolecem as fezes. As fibras são ainda importantes no controlo do colesterol e dos níveis de açúcar no sangue. Recomenda-se que consuma 25 gr de fibras por dia.
2. Passar o dia sem beber água. Se até consome fibra, mas se esquece de beber água, a ‘cura pode ser pior do que a doença’. Sem líquidos as fibras deixam o intestino ressequido, dificultando a saída das fezes. Deve beber dois litros de água por dia.
3. Comer muitas barras de proteína. É muito prático fazer estes snacks antes e depois do treino e ainda ao lanche ou sempre que apetece, mas em excesso a proteína prejudica os rins e perturba os intestinos. Por isso, nada de exageros.
4. Evitar gordura a todo o custo. Faz bem evitar as gorduras saturadas e provenientes de fritos e óleos, mas as gorduras saudáveis, provenientes de alimentos como azeite, abacate ou peixes gordos, é essencial para o corpo conseguir absorver as vitaminas lipossolúveis - como as A, D e E, que são importantes para a saúde da pele, do cabelo e dos ossos. No entanto também não precisa de exagerar.
5. Querer ser saudável ao ponto de exagerar. Só tem os olhos postos em alimentos com excelentes propriedades nutricionais? Ótimo, mas isso não quer dizer que os possa comer em excesso. Alimentos saudáveis como a batata doce ou os hidratos de carbono integrais podem provocar muitos gases quando consumidos em excesso.
6. Atrasar as idas à casa de banho. Mesmo quando tem vontade, evita defecar quando está no local de trabalho ou fora de casa e por isso ‘aperta’ até que a vontade passe? Atenção: a prisão de ventre pode ‘atacá-lo’. Quanto mais tempo as fezes forem retidas, mais água perdem e endurecem, o que pode tornar as idas à casa de banho bastante dolorosas. O ideal é ir sempre que tem vontade.
7. Passar o dia sentado. Vai para o escritório de carro, passa a maior parte do dia sentado à secretária e mal chega a casa atira-se para o sofá? Agora faça as contas para perceber quantas horas é que os seus intestinos e outros órgãos passam comprimidos. Passar tanto tempo sentado incentiva o mau trânsito intestinal, gases e prisão de ventre. Tente levantar-se mais da cadeira e andar a pé sempre que tiver oportunidade, o seu intestino e toda a sua saúde agradecem!
Notícias ao Minuto - Sete hábitos que prejudicam a saúde do seu intestino

terça-feira, 18 de abril de 2017

Especialista em intoxicação alimentar revela quais alimentos não consome - Mega Curioso





Você não precisa fazer muito esforço para listar uma série
de programas culinários, sejam eles de receitas, competição ou sobre
alimentação saudável. Mesmo que estejamos cada vez mais abertos a
experimentar novas receitas e a dar uma chance a ingredientes e preparos
nunca antes imaginados, não sabemos ainda muita coisa sobre alimentos
que, por algum motivo, podem nos fazer mal.


O IFL Science
falou com o advogado Bill Marler, que há mais de 20 anos trabalha com
questões alimentares e atende pessoas que ficaram doentes depois de
comer alguns determinados alimentos. Com tantos anos de carreira, Marler
elegeu alguns itens que estão simplesmente fora do seu leque de
escolhas alimentares e explicou seus motivos para isso. Confira a
seguir:


1 – Ostras cruas




Pois é – má notícia para quem gosta de frutos do mar. De
acordo com Marler, os últimos cinco anos foram recheados de casos de
pessoas que ficaram realmente doentes depois de consumir esse alimento
e, de acordo com ele, a culpa disso está no aquecimento global, que
aumentou a temperatura das águas da Terra. Essa variação é ideal para a
proliferação de microrganismos que acabam contaminando as ostras.


2 – Frutas e verduras que são vendidos já lavados e cortados




Marler é categórico nessa questão e diz evitar esses
alimentos como evitaria uma praga. Ele explica que, apesar de parecerem
mais práticos e convenientes, alimentos previamente cortados e lavados
são manuseados por outras pessoas e ficam expostos a todo tipo de
contaminação. Para ele, não vale a pena o risco.


3 – Brotos crus




As últimas duas décadas foram recheadas de casos sobre
bactérias presentes nesses tipos de alimentos, principalmente salmonela e
E. coli. Marler diz que simplesmente não consegue comer esses produtos, especialmente se estiverem crus.


4 – Carne mal passada




Essa vai deixar muitas pessoas  – entre elas, muitos chefs
de cozinha – tristes, mas a verdade é que, de acordo com Marler, a carne
precisa ser cozida a 160 ºC para que salmonela e E. coli sejam
mortos e não façam mal a quem está comendo. Infelizmente para alguns,
isso significa não consumir carne que esteja muito vermelha.


5 – Ovos com a gema crua




É, galera, esse advogado veio mesmo para causar polêmica. Se
você é do tipo que gosta daquele ovo frito com a gema crua, pode
separar o lencinho e ir chorar no canto da cozinha. Infelizmente, quando
comemos o ovo dessa forma, ou de qualquer outra maneira em que ele não
esteja totalmente cozido, aumentamos signif

icativamente as chances de ficar com alguma intoxicação alimentar.


6 – Sucos e leites não pasteurizados




É verdade que muitas linhas de estudo nutricional defendem a
ideia de que a pasteurização do leite e de alguns tipos de suco é um
processo capaz de reduzir o valor nutricional desses produtos. No
entanto, Marler afirma que o que faz mal mesmo é consumir esses itens em
seu estado natural, já que o risco da proliferação de bactérias, vírus e
parasitas é bem maior nesses casos. Para ele, não há qualquer benefício
que faça o risco do consumo desses produtos valer a pena.


***

Sempre bom lembrar, nesses casos, que a relação acima foi
feita por uma pessoa que trabalha com o ramo e que, por causa disso, tem
suas preferências e exigências alimentares. Você tem todo o direito de
concordar ou não com elas – aliás, se você se preocupa com a qualidade
dos alimentos que come, o ideal é buscar suporte de um especialista em
nutrição, sempre.


***



Especialista em intoxicação alimentar revela quais alimentos não consome - Mega Curioso

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Exageros na academia podem levar a problemas de saúde; saiba mais




Anualmente, em 19 de fevereiro, comemora-se no Brasil o Dia do Esportista ou Dia do Esporte. A data tem o objetivo de incentivar, conscientizar e homenagear a prática de esportes, como meio para o desenvolvimento de uma vida mais saudável.
Embora a atividade física seja fundamental para saúde, muitas vezes o esforço físico extenuante pode ser prejudicial. Para ganhar uma medalha, troféu ou competição de alto rendimento, além de muita coragem e força de vontade, o atleta precisa superar desafios. O treinamento diário, em várias modalidades, é rigoroso e demanda horas de dedicação.
Apesar da existência de novas técnicas e tecnologias, em muitos casos, com a intensa rotina de treino, o corpo acaba sentindo a sobrecarga e chega um momento no qual os limites físicos tornam-se adversários do esportista. De acordo com Nabil Ghorayeb, médico especialista em Cardiologia e Medicina do Esporte, da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP), “treinos intensos por longos períodos provocam uma queda da defesa imunológica do organismo, representada pela redução dos glóbulos brancos e dos marcadores da imunidade, os linfócitos chamados CD3, provocando riscos de ocorrência da chamada “síndrome do excesso de treinamento (SET)”.
Embora a doença atinja mais os atletas de alto rendimento, porque eles treinam com mais frequência e o período de repouso é curto, o cardiologista ressalta que ela pode acometer praticantes comuns que não procuram orientações antes de realizarem atividades físicas.
Segundo o médico, a síndrome pode ser prevenida por meio da orientação de especialistas. Ele ressalta que, no caso dos praticantes amadores, é importante perguntar-se qual a razão para passar dos limites.
“Se a prática esportiva for para saúde, é desnecessário passar dos limites. Se o caso é competir, é necessário consultar um profissional que organize o treinamento sem pôr a saúde em risco”.
Ghorayeb ainda ressalta a importância da realização de consultas prévias e acompanhamento com uma equipe médica que poderá traçar o perfil metabólico do esportista iniciante ou profissional, realizando exames de cunho clínico e esportivo para indicar a intensidade, periodicidade e tempo de cada exercício, pois conforme alerta, o início de quaisquer atividades físicas sem monitoramento pode trazer diversos riscos à saúde, principalmente a do coração.




Exageros na academia podem levar a problemas de saúde; saiba mais

Estresse pode ser herdado dos pais - Superinteressante


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Que criança bonita! Tem os olhos da mãe, o nariz da avó e… o estresse do pai. É isso mesmo que você leu: o estresse pode ser herdado.
Biólogos da Universidade do Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, colocaram filhotes de lagarto em uma situação difícil que eles nunca haviam enfrentado na vida: um ataque de formigas lava-pés, cuja ferroada é dolorosa. Outro grupo ficou no sofá descansando, para servir de referência. Todos esses répteis cresceram e, depois de adultos, foram submetidos novamente ao ataque. Conclusão? Os animais atacados na infância não reagiram de maneira mais intensa que o normal à ameaça só porque ela já era conhecida. Ninguém ficou traumatizado.
Foi uma outra variação nos resultados que surpreendeu os pesquisadores. Alguns dos bebês répteis eram descendentes de uma colônia de lagartos que é atacada pelos insetos há pelo menos 30 gerações. Outros eram de famílias que nunca tinham tido contato com as formigas. E isso sim fez diferença: foram os filhos de pais traumatizados que reagiram muito mais intensamente à ameaça, mesmo que não tivessem experiência particular com ela.
Em outras palavras: o estresse transmitido pelos pais foi maior e mais influente que o estresse que surge durante a própria vida.
“Quando os pesquisadores pensam na resposta de um organismo ao estresse, eles nem sempre consideram a experiência prévia com a situação estressante”, explicou Gail L. McCormick, uma das autoras do estudo, ao Psypost.org. “E quando ela é considerada, eles pensam na experiência do próprio indivíduo em seu tempo de vida, e não na de seus ancestrais.”
Segundo McCormick, ainda não há uma explicação definitiva para essa herança indesejável. Ela pode ter a ver com a seleção natural ou mesmo com epigenética – características adquiridas durante a vida que podem ser transmitidas de pai para filho, mas que não estão associadas a modificações no código genético.
A pesquisadora alerta que a influência relativa do histórico dos pais pode não se conservar de espécie para espécie. Em outras palavras, não há nada que comprove que o ser humano sofra do mesmo fenômeno dos lagartos. De qualquer maneira, o estudo é um passo importante na compreensão do estresse, que antes era considerado um fenômeno individual.




Estresse pode ser herdado dos pais

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Noticias ao Minuto - Leite materno ajuda no desenvolvimento cardíaco de prematuros



A amamentação afeta o desenvolvimento cardíaco de bebês prematuros, que podem apresentar anormalidades com certa frequência

Cientistas da Universidade de Oxford obtiveram dados de participantes de um estudo anterior (iniciado em 1982), no qual os efeitos de diferentes regimes alimentares haviam sido analisados depois de partos de bebês prematuros. Este é o resultado de um estudo britânico publicado na revista “Pediatrics”. Dentre os mais de 900 participantes, 102 entraram para um novo estudo como adultos jovens e foram submetidos a um exame cardiovascular abrangente. Outras 102 pessoas de idades semelhantes nascidas a termo foram incluídas no grupo controle, revela a Sociedade Brasileira de Obstetrícia e Ginecologia da Infância e Adolescência.
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É fundamental, para o desenvolvimento cardíaco, a amamentação de bebês prematuros. Comparado ao grupo controle, o grupo pré-termo apresentava volumes cardíacos reduzidos e menor função cardíaca. Contudo, a diferença entre o grupo controle e os indivíduos que receberam aleitamento materno exclusivo foi consideravelmente menor comparada àqueles alimentados exclusivamente com uma fórmula láctea. Dentre os participantes que receberam uma combinação de leite materno e fórmula láctea, quanto maior a quantidade de leite materno que recebiam, melhor a estrutura e função cardíacas.
“Até mesmo na melhor fórmula láctea para bebês, faltam alguns fatores de crescimento, enzimas e anticorpos que o leite materno fornece aos bebês em desenvolvimento. Estes resultados mostram que até no caso de pessoas cujo nascimento prematuro tenha afetado seu desenvolvimento de modo inevitável, o aleitamento materno pode melhorar o desenvolvimento cardíaco”, enfatizou o autor do estudo Adam Lewandowski.



Noticias ao Minuto - Leite materno ajuda no desenvolvimento cardíaco de prematuros

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Professor José Costa - 36 anos dedicados à Educação: 5 dicas da ciência para uma vida longa e saudável


5 dicas da ciência para uma vida longa e saudável

Para muitas pessoas, a perspectiva de envelhecimento é assustadora e desconfortável. Mas não precisa ser assim.

Dawn Carr, professora da Universidade Estadual da Flórida, nos EUA, afirma que a pesquisa científica tem algumas dicas que podem melhorar nossas chances de ter uma vida longa e saudável.

Como gerontóloga, Carr estuda os processos biológicos, cognitivos e sociais envolvidos no envelhecimento e as formas como as sociedades constroem sistemas para acomodar a população idosa.

A especialização em gerontologia social de Carr significa que ela presta especial atenção para a ideia de “envelhecimento bem-sucedido”, ou as maneiras como as pessoas podem continuar a levar uma vida emocionalmente satisfatória à medida em que envelhecem.

Carr, que anteriormente realizou pesquisas no Centro sobre Longevidade da Universidade Stanford, nos EUA, já publicou extensivamente sobre o tema. “O que eu estou tentando entender é o que podemos fazer para manter o desempenho cognitivo e a saúde por tanto tempo quanto possível”, disse a cientista ao portal Medical Xpress.

Logo, entre as várias coisas que você pode fazer, estão:

1. Obter um diploma universitário
Não existe variável mais importante na fórmula do envelhecimento bem-sucedido do que a educação. A pesquisa tem demonstrado repetidamente o valor indispensável de experiências educacionais significativas e, especialmente, de obter um diploma universitário.
“A educação tem sido o maior preditor de resultados bons de envelhecimento”, disse Carr. “É difícil para mim imaginar que a educação não seria benéfica para a saúde e bem-estar”.

2. Comer de forma saudável
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Comer bem pode ter efeitos significativos e mensuráveis sobre o envelhecimento. É importante encontrar uma dieta saudável que funciona para o seu estilo de vida.
“Há um monte de dietas que funcionam bem, mas nenhuma envolve comer uma tonelada de fast food”, explica Carr. “É importante usar a nutrição de uma forma que não leve a resultados ruins como doenças cardíacas e diabetes, mas isso pode variar de pessoa para pessoa”.

3. Praticar exercícios físicos
Não há nenhum substituto para uma rotina de exercícios físicos consistente.
“O exercício é crucial a longo prazo”, argumenta a cientista. “Você pode começar a qualquer momento em toda a sua vida, mas é importante continuar por tanto tempo quanto possível. O exercício físico parece ser uma das poucas coisas que, para a pessoa média, mantém o desempenho cognitivo mais tarde na vida”.

4. Ficar conectado socialmente
A qualidade da conexão social é um dos indicadores mais confiáveis de bem-estar em indivíduos mais velhos. Isto é particularmente importante para homens, que tendem a ter mais dificuldade em forjar relações significativas à medida em que envelhecem.
“Conexão social é a coisa a que as pessoas provavelmente prestam menos atenção”, disse Carr. “Manter envolvimentos significativos com outras pessoas através da duração de sua vida é crucial, e os homens não são tão bons nisso, o que é um problema. Por exemplo, a pesquisa mostra que homens mais velhos que são casados tendem a se sair melhor do que aqueles que não são, por isso sabemos que há algo importante em ter ligações estreitas mais tarde na vida. Porém, é difícil ter alguém próximo mais tarde na vida se você nunca passou tempo cultivando relacionamentos significativos com os outros”.
Carr recomenda participar de grupos comunitários como forma de garantir conexões constantes à medida que envelhecemos. “Incorporar-se a organizações formais, como igrejas, programas de voluntariado ou clubes pode ser uma ótima maneira de cultivar relações”, sugere.

5. Se planejar financeiramente
Nunca é cedo demais para começar a fazer arranjos financeiros para a terceira idade. Embora as estruturas de desigualdade econômica muitas vezes tornem difícil para alguns se planejar a longo prazo, a coisa mais prudente a se fazer é considerar coisas como poupança e aposentadoria.
“Ser pobre mais tarde na vida não é bom para a sua saúde”, disse Carr. “Muitas pessoas não têm controle sobre isso, mas uma coisa que sabemos ser verdade é que, se você tem uma renda suficiente, isso é muito crítico para obter bons resultados na velhice. Há muita coisa contra você se você não tiver o dinheiro para manter o seu bem-estar ao longo do tempo”. [MedicalXpress]










Professor José Costa - 36 anos dedicados à Educação: 5 dicas da ciência para uma vida longa e saudável: Para muitas pessoas, a perspectiva de envelhecimento é assustadora e desconfortável. Mas não precisa ser assim. Dawn Carr, professora...

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Mais de 80% de crianças não come o suficiente para desenvolver o cérebro | Rádio das Nações Unidas


Unicef revela que melhor nutrição infantil pode salvar 100 mil vidas por ano; agência alerta que potencial do grupo não é atingido por falta de acesso à comida em tempo certo.
Metade de crianças entre seis meses e dois anos não tem o mínimo de refeições para sua idade. Foto: Banco Mundial/Dominic Chavez
Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.*
Cinco em cada seis crianças menores de dois anos não têm alimentação suficiente para apoiar o seu crescimento e o desenvolvimento do cérebro.
A informação foi dada pelo Fundo da ONU para a Infância, Unicef, que esta sexta-feira revelou que melhorar a nutrição para crianças menores poderia salvar 100 mil vidas por ano, em nota lançada por ocasião do Dia Mundial da Alimentação assinalado a 16 de outubro.
Variedade
Começar tarde a dar alimentos sólidos aos menores, ter refeições pouco frequentes ou pouca variedade de alimentos leva milhões de crianças com menos de dois anos a não atingir seu pleno potencial.
De acordo com a conselheira sénior para a Nutrição do Unicef "má nutrição numa idade tão jovem provoca danos físicos e mentais irreversíveis".
Para France Begin, bebés e crianças pequenas têm maiores necessidades de nutrientes do que em qualquer outro momento da vida. Mas os corpos e cérebros não atingem o seu total potencial porque estes recebem "muito pouca comida, muito tarde".
O Unicef revela que os menores esperam muito tempo para ter a primeira alimentação sólida. Um em cada cinco bebés não tem acesso ao tipo de alimentos antes de completar 11 meses.
Vitaminas 
Metade de crianças entre seis meses e dois anos não tem o mínimo de refeições para sua idade, aumentando o risco de nanismo. Menos de um terço de crianças nessa faixa tem uma dieta variada com quatro ou mais grupos alimentares diários o que causa deficiências em vitaminas e minerais.
O estudo revela que metade dos menores em idade pré-escolar sofre de anemia no mundo.
Um outro desafio é o custo dos alimentos de origem animal que dificulta a melhora da dieta das famílias mais pobres.
Os exemplos são a África Subsaariana e o sul da Ásia onde uma em cada seis crianças de famílias mais necessitadas, de idades entre seis e 11 meses, tem uma dieta minimamente diversificada. Nas famílias mais ricas a proporção é duas vezes menor.
*Apresentação: Michelle Alves de Lima.


Mais de 80% de crianças não come o suficiente para desenvolver o cérebro | Rádio das Nações Unidas

sábado, 24 de setembro de 2016

Bem Estar - Província argentina autoriza óleo de cannabis para tratar epilepsia


'Breezy' mostra folha de cannabis (Foto: AP Photo/David McFadden)





Substância será usada para casos de Síndrome de Dravet.
É a primeira província da Argentina a adotar uso medicinal da maconha.

A província argentina de Chubut, na Patagônia, autorizou o uso do óleo
de cannabis, a planta da maconha, para o tratamento da Síndrome de
Dravet, uma forma de epilepsia grave na infância, segundo o governo do
distrito informou nesta sexta-feira (23).

Trata-se da primeira província do país a adotar o uso medicinal da
maconha. O projeto foi votado pelo Parlamento regional em 12 de agosto e
ratificado nesta sexta pelo governo chubutense - opositor em nível
federal.


"Incorpora-se ao vade-mécum de Saúde Pública da província, como
tratamento alternativo, o Charlotte Web, ou óleo de cannabis, para o
tratamento da síndrome de Dravet e de outras patologias que o Ministério
da Saúde da província achar conveniente", indica a norma que entrou em
vigor hoje.


Chubut é uma província de cerca de 600.000 habitantes, com uma economia
baseada no petróleo, na pesca, no turismo e na exploração agropecuária.


O chamado óleo de maconha será fornecido nos hospitais públicos e será
incorporado ao seguro de saúde de funcionários da administração pública.


A origem da lei foi uma mobilização de parlamentares da cidade de
Comodoro Rivadavia, comovidos com o caso de uma criança chamada Micaela
que tinha "fortes crises convulsivas, deterioração cognitiva, perdas de
marcos do desenvolvimento, dor intensa, problemas motores e sofrimento",
segundo um comunicado.


A Medicina tradicional não conseguiu resolver satisfatoriamente o
quadro clínico de Micaela, agora com 12 anos, e se começou a considerar
experimentar nela o uso de Charlotte Web. Os parlamentares se inspiraram
em um caso bem-sucedido de tratamento de uma menina na cidade americana
de Colorado Springs.


Alguns países já autorizam a utilização medicinal da maconha, embora ainda haja controvérsias do ponto de vista científico.

 











Bem Estar - Província argentina autoriza óleo de cannabis para tratar epilepsia

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Tratamento Alternativo – Vitamina D: a cura para doenças autoimunes


Olá, Pessoal! Hoje iremos falar de uma doença que afeta 121 milhões de pessoas no mundo: A Depressão. Essa é uma doença psiquiátrica, crônica e recorrente, que produz uma alteração do humor caracterizada por uma tristeza profunda, associada a sentimentos de dor, amargura, desencanto, desesperança, baixa autoestima e culpa, assim como a distúrbios do sono e do apetite.
sintomas depressão
Sintomas da Depressão
Os antidepressivos comumente receitados são eficazes no tratamento da depressão aguda moderada e grave, quer melhorando os sintomas (resposta), quer eliminando-os (remissão completa), entretanto, UM TERÇO DOS PACIENTES COM EPISÓDIO DEPRESSIVO COM REMISSÃO INICIAL RECAEM NO PRIMEIRO ANO, ALÉM DE QUE ESSES TRATAMENTOS PODEM APRESENTAR INÚMEROS EFEITOS COLATERAIS.
EFEITOS COLATERAIS ANTIDEPRESSIVOS
Efeitos colaterais dos principais antidepressivos
Quantos efeitos, não é?! Mas ainda temos esperança: ESTUDOS TÊM DEMONSTRADO QUE É POSSÍVEL PREVENIR OU TRATAR A DEPRESSÃO, SEM EFEITOS COLATERAIS, COM O USO DE VITAMINA D.
Em estudos clínicos, os níveis séricos reduzidos de 25-hidroxivitamina D [25 (OH) D], que é a forma de armazenamento de vitamina D no corpo, têm sido associados com a função cognitiva reduzida, ansiedade e depressão.
Existem vários mecanismos pelos quais a vitamina D pode afetar a função cerebral. Pode haver um efeito direto dessa vitamina sobre o cérebro, uma vez que receptores para a sua forma ativa foram encontrados no sistema nervoso central (SNC). Além disso, o efeito da vitamina D sobre a depressão pode ser de maneira indireta, visto que a vitamina D é importante para a função e suplementação muscular, levando a um aumento da atividade física e do bem-estar. Outro mecanismo ocorre através da redução nos níveis de PTH (devido à ingestão de altas doses de Vitamina D), pois elevados níveis desse hormônio têm sido associados com disfunção do SNC.
Na Reunião Anual da Sociedade de Endocrinologia, em Houston, foi apresentado um estudo em que três pacientes depressivos, do sexo feminino, apresentavam baixos níveis de Vitamina D, variando de 8,9 a 14,5 ng/mL (Valores normais estão acima de 30 ng /mL).
Então, ao longo de oito a doze semanas, essas pacientes receberam Vitamina D, por via oral, como terapia de substituição, restaurando os seus níveis normais. Após o tratamento, os seus níveis variaram de 32 a 38 ng /Ml, de acordo com o sumário do estudo.
Além disso, as três mulheres relataram uma melhora significativa em seu estado depressivo, como medido pelo Inventário de Depressão de Beck, um questionário de auto-relato com 21 itens de múltipla escolha, sendo um dos instrumentos mais utilizados para medir a severidade de episódios depressivos.
BECK DBI
Inventário de Depressão de Beck
De acordo com o BDI:
– 0 a 9: Depressão mínima;
– 10-18: Depressão leve;
– 19-29: Depressão moderada;
– 30 a 63: Depressão grave.
índices Beck antes e depois vitamina D
Pontuação de Beck das pacientes antes (azul) e depois (vermelho) do tratamento com Vitamina D
Isto é, AS MULHERES COM DEPRESSÃO MODERADA A GRAVE TIVERAM MELHORA SUBSTANCIAL EM SEUS SINTOMAS DE DEPRESSÃO APÓS RECEBEREM O TRATAMENTO ALTERNATIVO COM VITAMINA D. Podemos perceber também que, dada a alta prevalência de deficiência de vitamina D  e da depressão, uma associação entre essas duas condições teria implicações de saúde pública, especialmente porque a SUPLEMENTAÇÃO COM VITAMINA D É DE BAIXO CUSTO E SEM EFEITOS ADVERSOS SIGNIFICATIVOS.
Compartilhem com seus amigos!
Espero que tenham gostado! Até mais:)
OBS: Nunca faça automedicação. Procure um médico de confiança.
Parcerias: mariabbadari@gmail.com

Referências:
  1. https://www.sciencedaily.com/releases/2012/06/120625152358.htm
  2. http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1365-2796.2008.02008.x/full
  3. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-27302011000800010
  4. https://biodireitomedicina.wordpress.com/2013/04/04/sua-depressao-pode-ser-devido-a-deficiencia-de-d-de-vitamina/


Tratamento Alternativo – Vitamina D: a cura para doenças autoimunes

Usuários de novas drogas descrevem quadros de alucinação | Clínica Alamedas


Usuários de novas drogas descrevem quadros de alucinação
Jornal O Estado de S. Paulo
Foram 629,7 mil unidades encontradas no Estado, de um total de 894,5 mil no ano, segundo a Polícia Federal
Luiz Fernando Toledo, O Estado de S.Paulo
As novas drogas detectadas pela PF têm em comum uma característica: seus usuários não sabem a exata dimensão dos danos que provocam à saúde. O que explica esse fenômeno, além da presença recente delas no País, é a ausência de estudos científicos sobre seus efeitos.
A cozinheira Claudia (nome fictício), de 24 anos, já experimentou de tudo. Começou a provar substâncias diferentes aos 19 e não parou mais. A lista de siglas inclui LSD, DMT, 2c-B, 2c-i, NBOMe, etilona. “Já usei um pouco de tudo, menos cocaína, que não acho legal.”
A jovem conta que hoje usa apenas drogas importadas por amigos para evitar o contato com as novas substâncias “alternativas”. Quando experimentou o NBOMe, por exemplo, percebeu que se tratava de uma variação “falsa” do LSD. “Tomei na faculdade, e os efeitos não são nada parecidos com LSD. Causa uma confusão mental, o coração acelera e fica um rastro azul em tudo. Já ouvi até relatos de pessoas que passaram mal.”
Claudia diz que colegas compram a droga pela internet por R$ 3 cada papel e revendem por R$ 30. “Eles compram pelo correio, vem da Europa, por cartas embaladas em sachês de chá. Vem perfeito na caixa e, dentro de cada sachê, estão os papéis. Já vi dentro de CDs e até embalagem de bola.”
Com a etilona, ela diz que teve o mesmo problema. “Hoje em dia estão vendendo no lugar do MDMA. Mas os efeitos são muito diferentes. A etilona faz você ficar lá boiando, sem entender nada.” O uso contínuo do MDMA, segundo especialistas, pode provocar delírios e crises de pânico.
Hoje, depois de ter deixado a faculdade, Claudia diz que consome LSD e ecstasy. Médicos alertam que, embora não cause dependência química, há risco de o LSD provocar quadros de pânico, ansiedade e delírios no usuário.
Doce. O estudante de Psicologia Tiago (nome fictício), de 23 anos, conta que já foi usuário de NBOMe e outras substâncias. “Costuma ser vendido com o nome de ‘doce’, LSD. Sempre comprei de amigo, amigo de amigo ou traficante.”
Sua primeira experiência foi com maconha. Depois veio a curiosidade por outras substâncias. “Álcool, cigarro, cocaína, ecstasy. Mas fica difícil dizer quimicamente o que era, só sei que todas as ‘balas’ que usei têm um efeito semelhante, que é diferente do ‘doce’ (LSD).” Ele admite não saber exatamente se as substâncias que usou eram, de fato, o anunciado pelos traficantes. “Fomos todos na onda para experimentar.”
Entre os efeitos do NBOMe, Tiago destacou a “intensidade” dos sentimentos. Ele experimentou a droga pela primeira vez em um churrasco, com amigos. “Senti euforia e agitação muscular. Muito medo, pânico, alucinação, sempre alucinação.” A dosagem era sempre baixa. “São cartelas de 25 quadradinhos, de 1 cm por 1 cm. Quanto mais se compra, mais abaixa o preço. O preço varia de R$ 15 a R$ 40”, diz.
O jovem afirma que há pelo menos um ano e meio não faz uso de drogas. “Encontrei realidade nessas experiências e o autoconhecimento me bastou. E daí em diante nem há mais prazer em usá-las”, afirma o estudante.
Tráfico. Em 2015, 11.605 selos de LSD foram apreendidos pela Polícia Federal. A maior parte (5,1 mil) foi encontrada em Mato Grosso do Sul. Também no ano passado, foram apreendidos pela corporação 566 mil comprimidos de ecstasy. A Bahia teve o recorde de apreensões, com 50 mil cápsulas.




Usuários de novas drogas descrevem quadros de alucinação | Clínica Alamedas

terça-feira, 19 de julho de 2016

EMERGENTES: NOVAS TERAPIAS PODE DAR AOS PACIENTES UMA MAIOR ESCOLHA | Espaço de José Marcos- DOENÇAS REUMÁTICAS


Emergentes; novas terapias pode dar aos pacientes uma maior escolha

 A recente introdução de produtos biológicos e biossimilares está transformando a paisagem de tratamento da AR, oferecendo aos pacientes mais opções do que nunca.
Professor Peter Taylor
Professor Peter Taylor
Instituto Kennedy de Reumatologia, Universidade de Oxford
Joanna Mackenzie e sua família
A artrite reumatóide (AR) é uma condição inflamatória, em que o sistema imunitário do corpo ataca os tecidos em torno das articulações, causando dor e rigidez. Ele não pode ser curada, mas o tratamento com drogas anti-reumáticos modificadores da doença (DMARDs) pode aliviar os sintomas e retardar a lesão articular. Existem vários tipos de DMARDs. Estes incluem medicamentos orais (denominados DMARDs convencionais neste artigo) e uma nova classe de drogas conhecidas como agentes biológicos, os quais são administrados por meio de injecção.

Biologics e biosimilares

Se DMARDs convencionais sozinho não funcionam, os pacientes podem se beneficiar de tratamento adicional com produtos biológicos. Tal como DMARDs convencionais, estes actuam interferindo com o processo da doença. No entanto, diferem na medida em que são feitas em células vivas, e tendem a actuar mais rapidamente porque podem alvejar moléculas específicas envolvidas no desenvolvimento da AR.
“Biologics provaram ser altamente eficazes para o tratamento de artrite reumatóide e pode poderosamente ajudar a prevenir o destruição progressiva das articulações “, diz o professor Peter Taylor, professor Norman Collisson das ciências músculo-esqueléticas no Instituto Kennedy de Reumatologia da Universidade de Oxford.
Biosimilars representam uma opção de tratamento alternativa para criadores biológicos.”Se a sequência genética que codifica para um produto biológico é conhecido, pode ser copiado,” explica Taylor. “O resultado é uma droga imitador, chamado um biológicos similares, que imita a função do biológico de origem, mas não é idêntico a ele.”
Biosimilars tem eficácia comparável e segurança para produtos biológicos, mas são menos caros, uma vez que só precisa de se submeter a uma conjunto reduzido de ensaios clínicos para demonstrar a sua semelhança com o produto biológico a partir do qual se originam

medicina estratificada e personalizada

Duas novas abordagens promessa de melhorar a resposta do paciente ao tratamento, permitindo que os médicos para adaptar as terapias RA às necessidades individuais: medicina estratificada, na qual o sangue, ou outro, os testes podem ajudar a determinar a probabilidade de que um paciente irá responder a uma droga, em vez de um outro; e medicina, que visa proporcionar o medicamento certo para o paciente certo, na hora certa personalizado.
Como Taylor observa, este último está a ser testado em ensaios clínicos e ainda não usados rotineiramente para a AR. Mas há exemplos de medicina estratificada nas clínicas. Por exemplo, sabemos que os pacientes com teste negativo para o fator reumatóide (uma proteína encontrada no sangue) são menos propensos a responder bem a célula AB esgotando drogas biológica.

maior escolha

Hoje em dia, as pessoas com artrite reumatóide têm uma ampla gama de opções de tratamento. “Muitas outras drogas estão na calha, incluindo medicamentos biológicos biossimilares e novos agentes orais que têm um completamente novo mecanismo de acção e devem ser tomadas apenas uma vez ou duas vezes por dia”, diz Taylor.
“Ao longo dos próximos cinco anos é provável que exista ser uma escolha alargada de medicamentos biológicos, em grande parte devido a um aumento no número de biosimilares disponíveis, o que é esperado para incentivar a concorrência de baixo custo. Se vamos ou não terão acesso a novos medicamentos orais no Reino Unido vai depender de como eles estão com preços. ”




EMERGENTES: NOVAS TERAPIAS PODE DAR AOS PACIENTES UMA MAIOR ESCOLHA | Espaço de José Marcos- DOENÇAS REUMÁTICAS

A LUTA CONTRA AS CÉLULAS “B” E LINFOMA DE CÉLULA “T” | Espaço de José Marcos- DOENÇAS REUMÁTICAS


A luta contra as células B e linfoma de célula T

 A luta contra o linfoma agora inclui tratamentos que ativam própria imunidade do corpo – e outros que interferem com os caminhos de crescimento de células malignas e impedi-los de se proliferando.
Dr Robert Marcus
Dr Robert Marcus
hematologista consultor no Hospital Kings College especializada em terapia linfoma
diagnóstico de linfoma
 
Tratamentos para combater o linfoma , ou câncer do sistema linfático, têm progredido nos últimos anos. Mas isso é principalmente por causa de inibidores de terapia e de crescimento de anticorpos – não a chegada de novos medicamentos.
“Existem vários medicamentos que usamos para os diferentes tipos tratar de linfoma”, diz o Dr. Robert Marcus, um hematologista consultor no Hospital Kings College especializada em terapia linfoma. “Mas nós não vimos quaisquer novas drogas de quimioterapia nesta área por muitos anos.” Atualmente, a quimioterapia ainda é o principal tratamento para praticamente todos os linfomas. “Mas agora, existem anticorpos que se ligam à superfície de células de linfoma e ajuda ao matá-los; e inibidores que interferem com as vias de sinalização em células malignas – especialmente em linfomas de baixo grau – que impedi-los proliferar “, diz Marcus.
Linfomas ocorrem quando as células sanguíneas e dos gânglios linfáticos, conhecidos como linfócitos, se tornam anormais e proliferar fora de controle ou deixar de morrer quando eles têm servido a sua função normal. Existem dois tipos principais de linfócitos no corpo: linfócitos B (células B) e linfócitos T (células T). As células T normais ajudar as bactérias do processo e aumentar ou suprimir respostas imunes; As células B, por sua vez, segregam imunoglobulina que se liga a – e ajuda a matar bactérias e vírus -.

tratamentos

Os dois principais tipos de linfoma são o linfoma Hodgkin e linfoma não-Hodgkin.Segundo dados da Macmillan, cerca de 1700 pessoas por ano são diagnosticadas com linfoma de Hodgkin. Nos jovens, o tratamento pode ser muito bem sucedida; em pessoas mais velhas, especialmente onde a doença é generalizada, as taxas de cura caem para menos de 50 por cento.
As estatísticas do NHS Direct mostram que mais de 12000 pessoas no Reino Unido são diagnosticadas com linfoma não-Hodgkin cada ano.
Há uma multiplicidade de tipos: alguns são de crescimento lento e tratamento pode não ser necessário durante meses, anos – ou nunca. Outros, incluindo linfoma de Hodgkin, o subtipo mais comum de linfoma de células B, e quase todos os linfomas de células T, são agressivos e necessitam de tratamento imediatamente após o diagnóstico.Clonalidade teste à base de PCR é utilizado no diagnóstico de linfomas de células B e de células T, aumentando a confiança no diagnóstico. Com o desenvolvimento da Next-Generation Sequencing tecnologias (NGS), análise de clonalidade facilita o monitoramento de pacientes, uma vez que permite o teste de doença residual mínima(MRD).
Um dos principais obstáculos na luta contra o linfoma é que os tumores segregam moléculas que os disfarçam de células-T-destruir tumores. Alguns novos agentes estão agora a ser utilizados para restaurar a respostas de células T – própria imunidade do corpo – para atacar determinados tipos de linfoma. “Estes têm sido eficazes no tratamento de linfoma de Hodgkin e estão a começar a ser usado em outros linfomas, muitas vezes em combinação com outras drogas,” diz Marcus. “Isso, eu acho, é o lugar onde a esperança para o tratamento futuro está.”





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segunda-feira, 4 de abril de 2016

Rio de Saúde: O que é o câncer? Como surge o câncer?




O câncer (para brasileiros) ou cancro (para o resto dos países lusófonos) é o termo usado para designar mais de 100 doenças diferentes, que apresentam em comum, o crescimento desordenado de células anormais que possuem capacidade de invadir tecidos e se espalhar para outras regiões do corpo através dos vasos sanguíneos.





Como surge o Câncer?

É um processo complicado, mas vou tentar escrever do jeito mais simples possível. Mais uma vez a descrição não será 100% exata, já que esse texto não é voltado para estudantes da área de saúde.

O ciclo básico de vida de uma célula é se multiplicar quando necessário e morrer quando se torna velha ou quando sofre alguma lesão na sua estrutura.

As nossas células são programas para se autodestruírem em caso de alteração da sua conformação original, principalmente se houver lesão no DNA (código genético da célula, que determina suas características), não passível de reparo. Esta autodestruição se chama apoptose. Este mecanismo evita que lesões no DNA possam ser perpetuadas através da multiplicação de células anômalas.


Lesões celulares ocorrem diariamente em nosso organismo e são amplificadas pelo cigarro, radiação e produtos químicos, todas substâncias com alto potencial de lesão do DNA (carcinógenos). Só o cigarro possui mais de 4000 substâncias comprovadamente carcinógenas.

 

Graças a apoptose, não desenvolvemos câncer a todo momento.

O processo de multiplicação celular e apoptose é controlado por um grupo de genes chamado de protooncogenes. São os genes supressores de tumor. O câncer começa a surgir quando ocorrem mutações nesses protooncogenes, fazendo com que suas funções sejam abolidas. Os genes alterados passam a se chamar oncogenes, e em vez de impedir a formação de tumores, passam a estimulá-los.

A partir desse momento as células com alterações estruturais não só conseguem se multiplicar, como estão protegidas da apoptose. Portanto, são células se proliferam rapidamente e não morrem. Estas são as células cancerígenas.

Existem vários tipos de protooncogenes, cada tipo de câncer está relacionado a um ou mais desses. Os diferentes tipos de oncogenes explicam porque algumas famílias apresentam tendência a desenvolverem alguns tipos de câncer e porque o cigarro causa câncer de pulmão em alguns, de boca em outros, de bexiga, rins etc… A ausência de ativação de oncogenes específicos também explica porque alguns fumantes nunca desenvolvem câncer.
 
Porque que o côncer leva á morte?

As células cancerígenas além de se multiplicarem, conseguem produzir seus próprios vasos sanguíneos, o que permite a elas receberem nutrientes e formarem as massas de células chamada de tumores. Outro fator determinante é a capacidade dessas células anômalas de alcançarem a circulação sanguínea e viajarem pelo corpo.

Quanto mais lesão tiver sofrido o DNA da célula, mais diferente ela será da célula que lhe deu origem. E se ela é diferente, não consegue despenhar as funções vitais que a original exerce. Então, passamos a ter um quadro onde células que não desempenham nenhuma função se multiplicam de modo muito mais rápido que o normal e passam não só a competir por alimento, como invadem e tomam o lugar das células normais.
Câncer - como surgem as metástases
Depois de um tempo passamos a ter um pulmão em que a maioria das células não consegue captar oxigênio, um intestino que não absorve nutrientes, um rim que não produz urina… Além disso, temos uma massa tumoral que cresce tanto que começa a esmagar e obstruir outros tecidos e vasos importantes. Um tumor do pescoço pode comprimir a traqueia e causar asfixia, um tumor de intestino obstrui a passagem das fezes, um tumor cerebral pode comprimir o cérebro contra o crânio, etc

A célula cancerígena tem a capacidade de invadir tecidos próximos e alcançar vasos sanguíneos, podendo viajar pela circulação e acometer outros órgãos distantes. Este processo se chama metástase. Os tumores benignos são aqueles que não tem capacidade de metastizar.

Alguns termos para melhor compreensão: 

Câncer – São células anômalas com capacidade de multiplicação, invasão a distância e de destruição. O câncer é sempre maligno. 

Tumor – É o aumento anormal de um tecido, pode ser maligno ser for criado por células cancerígenas, mas pode ser benigno se for por células sem características de câncer. 

Neoplasia – Semelhante a tumor. 

Carcinoma – Câncer originado das células epiteliais (tipo de células que recobre a pele e a maioria da superfície dos órgãos). 
 Sarcoma – Câncer originado de células de vasos, músculos, gordura, osso e cartilagem. 

Mesotelioma – Câncer originado de células do mesotélio, tecido que envolve alguns de nossos órgãos como a pleura, pericárdio e peritônio. 
 Leucemia – Câncer que se origina de células do sangue na medula óssea. 

Linfoma – Câncer que se origina das células de defesa do organismo



Rio de Saúde: O que é o câncer? Como surge o câncer?