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segunda-feira, 19 de junho de 2017

Moto Royal Enfield chega ao Brasil com visual retrô, mas potência modesta - Rodas | Sobretudo Folha




A onda das motocicletas retrô chega de vez ao Brasil com a abertura da primeira concessionária da Royal Enfield, em São Paulo.
A marca surgiu em 1901, na Inglaterra, mas passou a produzir na Índia em 1949. O estilo permanece quase o mesmo desde então, com poucas mudanças visuais.

Royal Enfield

Motocicleta Classic é avaliada em evento promovido pela Royal Enfield, em São Paulo Por: Divulgação 24/04/2017
[2 de 6]
Trazida não oficialmente para o Brasil há algum tempo, a marca chegou à capital paulista com três modelos: Bullet (R$ 18,9 mil), Classic (R$ 19,9 mil) e a "cafe racer" Continental GT (R$ 23 mil). Todas já vêm com garantia de dois anos.
Segundo Rudratej Singh, presidente da Royal Enfield, a aposta no Brasil se deve a um hiato de opções entre os modelos de baixa e alta cilindrada. "Muitos acabam comprando motocicletas grandes e sentem uma sobra de desempenho. É justamente nesse nicho de média cilindrada, para uso diário ou lazer, que nossas motos têm obtido sucesso mundo afora", explica.
Outros predicados das indianas, nas palavras do executivo, são a robustez e a manutenção sem mistérios.
MESMA BASE
Folha avaliou os modelos Classic 500 e Continental GT 535, ambos com a mesma base mecânica: motores monocilíndricos com cabeçote de duas válvulas, refrigerados a ar e alimentados por injeção eletrônica. A potência é de modestos 27,5 cv na Classic e de 29,5 cv na GT.
Em movimento, sente-se a vibração característica dos motores grandes que têm apenas um conjunto de pistão e cilindro. Apesar disso, a máquina tem no bom torque seu destaque, com bastante força e elasticidade em baixas rotações.
Diferente das Royal feitas para o mercado asiático, mais rústicas, os modelos importados para cá têm acabamento esmerado e pintura bem cuidada. As peças plásticas, no entanto, poderiam aparentar maior qualidade.
Com chassi e todos os detalhes feitos de em aço, o peso não é dos menores: 195 kg na Classic e 184 kg na GT.
A "gordura" não atrapalha. As motos são ágeis, com guidões que esterçam bastante. Qualquer voltinha atrai diversos olhares. Afinal, aparentam ser relíquias de fato. A Classic em especial, com seu estilo de moto da 2ª Guerra Mundial.
A embreagem a cabo poderia ser mais macia, enquanto a suspensão tradicional (bichoque traseiro e garfo telescópico dianteiro) se revelou suave e adequada a pisos maltratados.
O sistema de freios, composto por disco dianteiro e tambor traseiro, tem reações um pouco letárgicas na Classic. A GT é mais eficiente nesse quesito. Ambas podem ser equipadas com ABS (que evita o travamento das rodas em caso de frenagens de emergência), item que custa R$ 1.000 extras.
Na GT, o painel traz conta-giros e marcador de combustível, ausentes na Classic. A Continental também oferece dois tipos de assento: monoposto ou para duas pessoas, com uma capa que cobre o espaço do garupa.
A espuma do banco agrada, com um toque adicional de conforto (e nostalgia) na Classic, graças às molas que o sustentam. Essa moto relembra os modelos usados durante a guerra.
Ao final do passeio, nota-se que a Royal Enfield cumpre o que propõe: uma tocada nostálgica e prazerosa, sem correr. Pressa parece não combinar com esse tipo de motocicleta.




Moto Royal Enfield chega ao Brasil com visual retrô, mas potência modesta - Rodas | Sobretudo Folha

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Yamaha MT-03 2016 - Motokando




mt 03



Novidades -

Motos 2016



Publicado por motokando.com

  

Qua, 26 de Agosto de 2015 11:30

mt03 2016A
Yamaha confirmou na Ásia o lançamento da naked Yamaha MT-03, que
compartilha a mesma estrutura da esportiva YZF-R3 recém chegada ao
mercado brasileiro. Com visual "Master of Torque", a pequena MT chama a
atenção pelo visual "street fighter" e pelo motor de 42 cavalos de
potência. Por enquanto, a novidade estará disponível apenas para o
mercado asiático.
Derivada da esportiva YZF-R3, a naked
está equipada com o mesmo motor 321cc quatro tempos de dois cilindros
alimentado por injeção eletrônica e de arrefecimento líquido que
desenvolve 42cv de potência. As motocicletas também dividem os mesmos
freios e outros componentes.
Apesar de ter o mesmo nome de sua irmã de 660cc fabricada no Brasil em
2008, a nova MT 03 não é uma evolução do modelo homônimo. A MT 03 de
2008 compartilhava o motor com a XT 660R e saiu de linha sem deixar
substituta. A nova nomenclatura foi necessária para enquadrar a gama de
modelos de diversas cilindradas.
mt 03

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Africa Twin - Motokando


Africa Twin

Publicado por motokando.com
  

Ter, 04 de Agosto de 2015 17:10

Africa TwinA
lendária Honda Africa Twin está de volta. O modelo, que sempre foi
sinônimo de aventura, chega em 2015 com a promessa de entrar mais uma
vez na história do motociclismo de aventura. A Africa Twin é equipada
com muita tecnologia, sendo destaque a suspensão invertida, o motor de
1000 cilindradas com injeção eletrônica e DCT, o sistema freios ABS e o
painel digital.
A novidade é movida por um motor quatro
tempos bicilíndrico paralelo de 998 cilindradas que produz 94 cavalos de
potência a 7.500 rpm. O quadro é de berço semi-duplo em aço. O tanque
de 18,8 litros garante autonomia para viagens, enquanto que as rodas
raiadas 21D/18T são ideias para enfrentar adversidades. Seu peso em
ordem de marcha é de 228 kg, o que pode ser considerado leve para uma
big trail. A transmissão primária é de seis velocidades, enquanto que a
secundária é realizada com corrente com retentores o-ring.
Os interessados poderão adquirir na
Europa a CRF 1000L por cerca de 12.400,00 euros. Isto significa que a
motocicleta deve custar um valor intermediário entre as médias big
trails e as grandes big trails. Em preço nacional a Africa Twin poderia
custar algo entre 40 e 50 mil reais.
Ainda não existe previsão para
lançamento no Brasil. Entretanto, espera-se que sua comercialização se
inicie em breve, uma vez que existe um suntuoso mercado de big trails no
Brasil.
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Africa Twin

segunda-feira, 27 de abril de 2015

A releitura japonesa da BMW K 1600 GTL | Tuning | Motos novas, usadas e seminovas para comprar e vender – Motonline


No ano passado, quatro customizadores japoneses “viajaram” na BMW R Ninet
e produziram quatro motos exclusivíssimas. Uma vez mais os engenheiros
alemães desafiaram os preparadores japoneses a pensarem a super-touring
alemã BMW K 1600 GTL, com seu motorzão de seis cilindros e 1.649
cc. Desta vez os escolhidos foram Kenji Nagai da “Ken’s Factory” e Keiji
Kawakita da “Hot-Dock Custom-Cycles”. As únicas partes que se
mantiveram originais na moto foram o motor e quadro, e, no caso da
criação de Keiji Kawakita “Juggernaut”, a suspensão dianteira Duolever.


As duas criações de Nagai e Kawakita: algo lembra uma BMW K 1600 GTL?
As duas criações de Nagai e Kawakita: algo lembra uma BMW K 1600 GTL?
A criação de Kenji Nagai praticamente fabricou uma nova suspensão
dianteira em vigas de alumínio depende de alumínio. A carenagem completa
foi substituída por uma pequena carenagem frontal de alumínio do farol e
o conjunto do assento e da rabeta formam uma única peça também em
alumínio.


“No começo eu pensei num estilo meio ‘bagger’, mas aos poucos migrei
para o estilo ‘tourer’. Porém, pensei numa abordagem diferente e fiquei
imaginando uma grande escavadeira, longa e fina e com o motorzão bem à
mostra, valorizando-a”, fala Nagai sobre sua criação. A ilusão do
assento bem baixo é ainda mais reforçado pela roda aro 23 na dianteira e
traseira de 20 polegadas. Várias peças manufaturadas em alumínio, como a
capa do tanque de combustível, no radiador e no guidão completam o
caráter artesanal da obra de Kenji Nagai.


Kenji Nagai e sua criação
Kenji Nagai e sua criação
Keiji Kawakita usa contrastes com luzes e escuridão para caracterizar
sua obra. “Procurei dar força e masculinidade para marcar a moto e nada
é minimalista. Ela se mostra forte e orgulhosa e em muitos olhares você
pode encontrar uma verdadeira cruiser no melhor estilo ‘Mad Max’, com
muito metal e peças à mostra”, explica Kawakita. Um esqueleto de tubos
de alumínio e os instrumentos colocados de cada lado do tanque de
combustível ampliam o chassi da K 1600 e oferecem um visual militar.
Alguns elementos da linha GS são utilizados, como os faróis duplos de
neblina e o bico da moto de trilha.


Kenji Kawakita e sua criação
Kenji Kawakita e sua criação
“Eu encontrei uma fotografia antiga do cockpit de um conversível que
parecia algo de um futuro próximo e eu tive a ideia de fazer uma moto
com esta cara. Mesmo quando estava terminada eu ainda não tinha certeza
se o trabalho estava concluído. Mas isso é a coisa de customização, não
é?”, fala Kawakita. Veja a galeria destas duas criações nipônicas e não
se espante se um dia elas aparecerem por aí, como um lançamento
especial.









A releitura japonesa da BMW K 1600 GTL | Tuning | Motos novas, usadas e seminovas para comprar e vender – Motonline

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Teste Honda Shadow 750: Uma moto para passear - MOTO.com.br


Paulo Souza

A velha conhecida Shadow, que por muitos anos figurou na liderança de vendas dos modelos custons ainda sobrevive e continua no line-up da Honda como a única nesta categoria. No entanto, com a chegada de outros concorrentes ela foi perdendo espaço no mercado e hoje ocupa a 7ª posição em número de vendas entre as custons de alta cilindrada.

Renovada em 2011, quando recebeu diversas modificações que a deixaram mais leve e prática, a Shadow também alterou alguns detalhes que podem fazer a diferença até hoje na escolha de uma moto custom, pois de lá para cá, houve apenas mudanças de cores. Confira nossa avaliação sobre este modelo da Honda!

Conforto
Quando falamos de motos no estilo custom uma das primeiras coisas a avaliar é o conforto que o modelo oferece, pois sua proposta é quase que totalmente voltada para pegar a estrada. Em relação à Shadow, a moto é bastante prazerosa de pilotar e conta com uma ótima posição de pilotagem devido à posição de seu guidão em conjunto com as pedaleiras avançadas, que proporcionam um encaixe perfeito.

Como a maioria das motos custom, a Shadow também peca no quesito garupa. Quem gosta de pegar estrada acompanhado é melhor instalar alguns acessórios, como o sissy bar, por exemplo, pois suas pedaleiras altas e seu banco estreito e caído para traz torna a viagem do acompanhante um tanto quanto cansativa. Não só a Honda como outros fabricantes deveriam dar mais atenção a este detalhe devido ao grande número de motociclistas que viajam acompanhados.

Desempenho
Seu propulsor é o mesmo dois cilindros em V com 745 cm³ de capacidade, capaz de gerar potência máxima de 45,5 cv a 5.500 rpm e torque de 6,5 kgm.f a apenas 3.000 rpm com refrigeração líquida. Tanto na cidade quanto na estrada não percebemos um aumento de temperatura que possa incomodar.

No trânsito da cidade ela até possui suas limitações devido ao seu porte, porém ela surpreendeu com um ótimo desempenho e boas retomadas. Digamos que é possível ir e voltar do trabalho com ela e principalmente curtir o fim de semana em pequenas viagens e passeios.

Um diferencial desta motocicleta é a sua transmissão final por eixo cardã, que garante boas respostas e menos manutenção. No entanto, um detalhe não nos agradou, se você optar pelo modelo sem ABS, igual ao que avaliamos, o sistema de freio traseiro é a tambor, onde poderia ter um disco simples. Isto pode ser um fato para justificar o seu melhor preço em relação a suas concorrentes.

A média de consumo da Shadow 750 ficou na casa dos 19,3 km/l variando entre cidade e estrada. Seu tanque é um pouco pequeno com capacidade de 14,6 litros, o que dá em média apenas 282 km de autonomia com um tanque de combustível.

Freios e suspensão
Para frear os seus 229 kg (peso seco), o sistema de freios da conta do recado, porém, andando em dia de chuva qualquer freada mais forte faziam as rodas travarem, ou seja, um ABS faz toda a diferença para uma moto desta categoria com este peso. Na dianteira seu disco é de 296 mm com pinça tripla e traseira com tambor de 180 mm.

E apesar de pesada, ela é muito fácil de ser pilotada, além de ser muito macia na estrada, onde se sai melhor. Dentro da cidade ou em vias mal pavimentadas o condutor e principalmente o garupa sofrem um pouco devido ao curso das suspensões serem baixos. A moto pula bastante quando pegamos ruas esburacadas. Na dianteira possui curso de 115 mm com garfo do tipo telescópico e na traseira apenas 90 mm com balança bichoque com dois amortecedores reguláveis em pré-carga e mola.

Conclusão
A veterana da Honda continua sendo uma boa opção para quem deseja um moto para passeios. Na estrada mantendo uma velocidade cruzeiro de 120 km/h possui um ótimo desempenho e conforto, mas não espere atingir altas velocidades com este modelo.

Seu estilo saudosista agrada boa parte dos amantes dos modelos custons puxando para o visual cromado. Com um motor conhecido e confiável, além de econômico, em conjunto com o eixo cardã a torna uma forte concorrente no mercado. Ideal para quem gosta de curtir e passear com uma motocicleta custom, ela possui o menor preço entre suas concorrentes.

O jornalista utilizou no teste capacete LS2, calça HLX, jaqueta, botas e luvas Alpinestars.

Ficha Técnica
Motor: 4 tempos / V2 a 52º / OHC 6V / 745 cc / refrigeração líquida
Alimentação: injeção eletrônica
Ignição: eletrônica
Partida: elétrica
Diâmetro x curso (mm): 79 x 76
Taxa de compressão: 9,6:1
Potência (cv a rpm): 45,5 a 5500
Torque (mkgf a rpm): 6,5 a 3500
Câmbio: 5 marchas, transmissão final por cardã
Chassi: Quadro: berço duplo tubular de aço
Suspensão: Dianteira: telescópica com bengalas convencionais, 117 mm de curso.
Traseira: balança bichoque com 2 amortecedores reguláveis em pré-carga de mola e 90 mm de curso
Freio dianteiro: disco de 296 mm com pinça tripla.
Freio traseiro: disco de 276 mm com pinça dupla
Pneu dianteiro: 90/90-21
Pneu traseiro: 160/80-15
Dimensões
Comprimento (cm) 243
Altura/largura (cm) 112,5/83,5
Entre-eixos (cm) 165,5
Peso (kg) 235 com ABS e 229 sem
Vão-livre (cm) 13
Altura do assento (cm) 65
Tanque (l) 14,6

Preço: R$ 28.880 (STD) R$ 31.380 (ABS)

Fotos: Ivan Araújo


Fonte:
Equipe MOTO.com.br


Teste Honda Shadow 750: Uma moto para passear - MOTO.com.br

Harley Davidson revela linha 2014 com novidades no motor - MOTO.com.br


A Harley-Davidson apresentou sua linha 2014 no último final de semana no EUA e trouxe novidades importantes. A principal delas foi a instalação de um sistema de refrigeração líquida na família Touring, a Electra Glide Ultra Limited que é comercializada no Brasil e o triciclo Tri Glide Limited foram quem receberam a nova tecnologia.

Após mais de um século sem modificar seus motores com refrigeração a ar, a marca norte-americana se rendeu e finalmente adotou um sistema mais moderno. Todos os modelos equipados com o propulsor Twin Cam 110, presente nas motos especiais da linha CVO também terão a refrigeração mista ar e água.

De acordo com a Harley, as modificações partiram do Projeto Rushmore, que ouviu a opinião de diversos motociclistas sobre o que poderia ser melhorado nas motos para oferecer melhor conforto. Segundo Mark-Hans Richer, Vice Presidente Senior e Chefe de Marketing da Harley-Davidson, “O Projeto Rushmore resultou em inovações fantásticas. Por anos, na Harley-Davidson, nós temos dito que pilotamos com você”.

Além do novo propulsor, que também esta mais potente e com cerca de 10,7% a mais de torque devido a nova tecnologia, novas cores e visual renovado estão presentes em toda a linha 2014.

Fotos: Divulgação


Fonte:
Equipe MOTO.com.br

Harley Davidson revela linha 2014 com novidades no motor - MOTO.com.br