terça-feira, 20 de junho de 2017

Pesquisa indica mudança no consumo de embalagens de café - Notícias - Mercado - CaféPoint


Da redação

A pesquisa "Avaliação de Embalagens e Métodos de Armazenamento para Cafés Especiais", coordenada pelo professor Flávio Meira Borém, da Universidade Federal de Lavras (UFLA/MG), indica uma mudança no consumo de embalagens pela indústria cafeeira, comprovando que é possível manter a qualidade dos grãos de café durante longos períodos de armazenamento, com a embalagem de papel de alta barreira sendo a mais eficiente nesse processo. 

Foto: Gui Gomes/ Café Editora
                                      Foto: Gui Gomes/Café Editora

Apresentado pela primeira vez no Brasil durante o 7° Coffee Dinner & Coffee Summit, no dia 09 de junho, em São Paulo, o estudo avaliou oito tipos diferentes de embalagens para dois tipos de cafés especiais nos mercados nacional e internacional, durante 18 meses. O relatório final mostrou que a embalagem de papel com alta barreira atingiu o maior nível de pontuação na preservação das características originais dos grãos, acima de 82 pontos, enquanto as embalagens a vácuo ficaram em 81 e as de juta em 73 pontos. 

Além disso, as embalagens de papel também são consideradas financeiramente mais vantajosas pelo mercado, quando comparadas às embalagens a vácuo.  

A análise teve o apoio da Klabin, maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil, e com as parcerias: Brazil Specialty Coffee Association (BSCA), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), a VideplastBourbon Specialty Coffees e a Carmocoffees



Pesquisa indica mudança no consumo de embalagens de café - Notícias - Mercado - CaféPoint

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Moto Royal Enfield chega ao Brasil com visual retrô, mas potência modesta - Rodas | Sobretudo Folha




A onda das motocicletas retrô chega de vez ao Brasil com a abertura da primeira concessionária da Royal Enfield, em São Paulo.
A marca surgiu em 1901, na Inglaterra, mas passou a produzir na Índia em 1949. O estilo permanece quase o mesmo desde então, com poucas mudanças visuais.

Royal Enfield

Motocicleta Classic é avaliada em evento promovido pela Royal Enfield, em São Paulo Por: Divulgação 24/04/2017
[2 de 6]
Trazida não oficialmente para o Brasil há algum tempo, a marca chegou à capital paulista com três modelos: Bullet (R$ 18,9 mil), Classic (R$ 19,9 mil) e a "cafe racer" Continental GT (R$ 23 mil). Todas já vêm com garantia de dois anos.
Segundo Rudratej Singh, presidente da Royal Enfield, a aposta no Brasil se deve a um hiato de opções entre os modelos de baixa e alta cilindrada. "Muitos acabam comprando motocicletas grandes e sentem uma sobra de desempenho. É justamente nesse nicho de média cilindrada, para uso diário ou lazer, que nossas motos têm obtido sucesso mundo afora", explica.
Outros predicados das indianas, nas palavras do executivo, são a robustez e a manutenção sem mistérios.
MESMA BASE
Folha avaliou os modelos Classic 500 e Continental GT 535, ambos com a mesma base mecânica: motores monocilíndricos com cabeçote de duas válvulas, refrigerados a ar e alimentados por injeção eletrônica. A potência é de modestos 27,5 cv na Classic e de 29,5 cv na GT.
Em movimento, sente-se a vibração característica dos motores grandes que têm apenas um conjunto de pistão e cilindro. Apesar disso, a máquina tem no bom torque seu destaque, com bastante força e elasticidade em baixas rotações.
Diferente das Royal feitas para o mercado asiático, mais rústicas, os modelos importados para cá têm acabamento esmerado e pintura bem cuidada. As peças plásticas, no entanto, poderiam aparentar maior qualidade.
Com chassi e todos os detalhes feitos de em aço, o peso não é dos menores: 195 kg na Classic e 184 kg na GT.
A "gordura" não atrapalha. As motos são ágeis, com guidões que esterçam bastante. Qualquer voltinha atrai diversos olhares. Afinal, aparentam ser relíquias de fato. A Classic em especial, com seu estilo de moto da 2ª Guerra Mundial.
A embreagem a cabo poderia ser mais macia, enquanto a suspensão tradicional (bichoque traseiro e garfo telescópico dianteiro) se revelou suave e adequada a pisos maltratados.
O sistema de freios, composto por disco dianteiro e tambor traseiro, tem reações um pouco letárgicas na Classic. A GT é mais eficiente nesse quesito. Ambas podem ser equipadas com ABS (que evita o travamento das rodas em caso de frenagens de emergência), item que custa R$ 1.000 extras.
Na GT, o painel traz conta-giros e marcador de combustível, ausentes na Classic. A Continental também oferece dois tipos de assento: monoposto ou para duas pessoas, com uma capa que cobre o espaço do garupa.
A espuma do banco agrada, com um toque adicional de conforto (e nostalgia) na Classic, graças às molas que o sustentam. Essa moto relembra os modelos usados durante a guerra.
Ao final do passeio, nota-se que a Royal Enfield cumpre o que propõe: uma tocada nostálgica e prazerosa, sem correr. Pressa parece não combinar com esse tipo de motocicleta.




Moto Royal Enfield chega ao Brasil com visual retrô, mas potência modesta - Rodas | Sobretudo Folha

Fazer faculdade pode não ser a melhor saída para obter emprego - 19/06/2017 - Mercado - Folha de S.Paulo


A meeting by a group working to preserve scientific data on government websites, at the Tisch School of the Arts Building, New York University, in New York, Feb. 4, 2017. Reports that the administration is proposing deep budget cuts for government agencies including the National Oceanic and Atmospheric Administration and the Environmental Protection Agency have fueled new fears of databases being axed. (Sam Hodgson/The New York Times)



Quando Levi Hall viu o anúncio para um programa de treinamento de 12 semanas que oferecia um estipêndio a estudantes dotados apenas de diplomas de ensino médio e ajuda para colocá-los em bons empregos de período integral no fim do curso, ele achou que fosse uma pegadinha. Leia mais (06/19/2017 - 02h00)





Fazer faculdade pode não ser a melhor saída para obter emprego - 19/06/2017 - Mercado - Folha de S.Paulo

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Alternativa de fertilizante é meta de parceria da USP com Dinamarca – Jornal da USP


Uma aproximação entre a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, e instituições de ensino e pesquisa da Dinamarca pode resultar na oferta de uma alternativa de fertilizantes naturais para a agricultura orgânica brasileira. O envolvimento ocorre a partir do trabalho de docentes e pesquisadores do Departamento de Ciência do Solo, que atuam nas áreas de Mineralogia, Geologia, Fertilidade do Solo e Adubação, que receberam no último dia 12 de junho representantes da University of Copenhagen e do Natural History Museum of Denmark.
Parceria pode analisar aplicação de resíduos de rochas da Groenlândia na agricultura tropical orgânica brasileira
A parceria ocorreu a partir de uma demanda dos dinamarqueses, que procuraram a Esalq a fim de estabelecer uma parceria na realização de estudos de avaliação do uso de resíduos provenientes de rochas da Groenlândia em condições tropicais. “Com o encontro dessa semana, estamos fechando um memorando que prevê, além da avaliação desses produtos, a troca de conhecimento e intercâmbio de estudantes”, aponta Paulo Sergio Pavinato, professor da Esalq. “Temos aqui hoje estudantes de pós-graduação, pois é importante estabelecermos canais de intercâmbio internacional que valorize e troca de conhecimento científico”, completa.
O engenheiro agrônomo Rafael Cipriano realiza seu pós-doutorado no Departamento de Ciência do Solo, com supervisão do professor Antonio Carlos Azevedo. Seu projeto já ocorre no âmbito dessa parceria. “Já estão em andamento dois experimentos, um de curta duração, no qual avaliamos a ação desse remineralizador em pastagens com cultivo de braquiária”, explica. “Até o momento o resultado é positivo, pois a aplicação de grandes doses promoveu um pequeno incremento no pH do solo, o que é favorável para o caso brasileiro.”
Os dinamarqueses retornam ao seu país no final da semana, mas até lá visitam, em companhia dos professores da Esalq, propriedades rurais na região que já viabilizam a agricultura orgânica. “Essa técnica até pode ser aplicada na agricultura convencional, mas como a liberação de nutrientes é lenta, nosso foco principal é a agricultura orgânica, que, antes de projetar uma produção em larga escala, valoriza um modelo ecologicamente sustentável”, define Pavinato. Foram recepcionados pelos professores da Esalq os dinamarqueses Minik Thorleif Rosing (Natural History Museum of Denmark), Andreas de Neergaard (University of Copenhagen, Faculty of Science, Department of Plant and Environmental Sciences), Klara Cecilia Gunnarsen (University of Copenhagen), Rebekka Johanne Knudsen (Natural History Museum of Denmark) e Nicholas Rose (Natural History Museum of Denmark).
Da Divisão de Comunicação da Esalq




Alternativa de fertilizante é meta de parceria da USP com Dinamarca – Jornal da USP

Notícias ao Minuto - Sete hábitos que prejudicam a saúde do seu intestino


Sete hábitos que prejudicam a saúde do seu intestino



POR VÂNIA MARINHO



Gases, inchaço e dor abdominal, prisão de ventre? Provavelmente não está a dar a devida atenção ao seu intestino, o órgão que, apesar de poder não parecer, regula o funcionamento de todo o organismo.O intestino não só é essencial para a absorção dos nutrientes, como tem uma estreita relação com o sistema imunitário, por isso é preciso cuidar bem dele. Não, não é normal ter sempre a barriga inchada e gases, nem só defecar duas vezes por semana. A culpa pode ser de certos hábitos que acabam por todos os dias prejudicar a saúde do seu intestino. A revista Boa Forma revela quais são:

1. Comer ‘fast-food’. Não tem tempo para cozinhar e acaba por comer muitas vezes hambúrgueres, pizzas, lasanhas, etc? Um dos grande problemas deste tipo de alimentos é a falta de fibras. As fibras estimulam a contração do intestino, reduzindo o tempo de trânsito dos alimentos, e como absorvem água, amolecem as fezes. As fibras são ainda importantes no controlo do colesterol e dos níveis de açúcar no sangue. Recomenda-se que consuma 25 gr de fibras por dia.
2. Passar o dia sem beber água. Se até consome fibra, mas se esquece de beber água, a ‘cura pode ser pior do que a doença’. Sem líquidos as fibras deixam o intestino ressequido, dificultando a saída das fezes. Deve beber dois litros de água por dia.
3. Comer muitas barras de proteína. É muito prático fazer estes snacks antes e depois do treino e ainda ao lanche ou sempre que apetece, mas em excesso a proteína prejudica os rins e perturba os intestinos. Por isso, nada de exageros.
4. Evitar gordura a todo o custo. Faz bem evitar as gorduras saturadas e provenientes de fritos e óleos, mas as gorduras saudáveis, provenientes de alimentos como azeite, abacate ou peixes gordos, é essencial para o corpo conseguir absorver as vitaminas lipossolúveis - como as A, D e E, que são importantes para a saúde da pele, do cabelo e dos ossos. No entanto também não precisa de exagerar.
5. Querer ser saudável ao ponto de exagerar. Só tem os olhos postos em alimentos com excelentes propriedades nutricionais? Ótimo, mas isso não quer dizer que os possa comer em excesso. Alimentos saudáveis como a batata doce ou os hidratos de carbono integrais podem provocar muitos gases quando consumidos em excesso.
6. Atrasar as idas à casa de banho. Mesmo quando tem vontade, evita defecar quando está no local de trabalho ou fora de casa e por isso ‘aperta’ até que a vontade passe? Atenção: a prisão de ventre pode ‘atacá-lo’. Quanto mais tempo as fezes forem retidas, mais água perdem e endurecem, o que pode tornar as idas à casa de banho bastante dolorosas. O ideal é ir sempre que tem vontade.
7. Passar o dia sentado. Vai para o escritório de carro, passa a maior parte do dia sentado à secretária e mal chega a casa atira-se para o sofá? Agora faça as contas para perceber quantas horas é que os seus intestinos e outros órgãos passam comprimidos. Passar tanto tempo sentado incentiva o mau trânsito intestinal, gases e prisão de ventre. Tente levantar-se mais da cadeira e andar a pé sempre que tiver oportunidade, o seu intestino e toda a sua saúde agradecem!
Notícias ao Minuto - Sete hábitos que prejudicam a saúde do seu intestino

Como fazer o frango frito perfeito (em diversos estilos) - Paladar - Estadão


Sam Sinfton
The New York Times 
Para um prato incrivelmente fácil de preparar, nos Estados Unidos, o frango frito é o centro de muitas disputas culinárias.
Discute-se se a carne deve ser salgada ou não e como isso deve ser feito. Há polêmica sobre o que se usa para cobrir o frango, o tipo de gordura em que deve ser frito e a temperatura ideal para isso. Brigam até em relação ao acompanhamento certo: molho cremoso? Mel com pimenta? Nada, só uma polvilhadinha de sal?
Não há certo, nem errado. O importante é que o resultado seja o que o grande chef sulista Bill Neal descreve como "frango com gosto de frango, com uma casquinha que quebre e esfarele com fragilidade". Aqui vai um guia de como conseguir exatamente isso. Se quiser pular as dicas e ir direto para a receita, clique aqui

O frango

Um frango inteiro em dez pedaços.
Um frango inteiro em dez pedaços. Foto: Karsten Moran|NYT
Um frango frito delicioso começa com a ave. Se ela pesa entre 1,5 e 2 kg pode ser cortada em dez partes: 2 sobrecoxas, 2 coxas, 2 asas e as 2 metades do peito que, por sua vez, podem ser cortadas em dois, e os ossos descartados. Dá tranquilamente para quatro pessoas, mas, se preferir, pode comprar as peças já cortadas.

A salmoura

Salgar o frango significa deixá-lo de molho em uma solução de água e sal, às vezes temperada com outros ingredientes para realçar o sabor e deixar a carne macia. É claro que você pode fritar sem salgá-la, mas não recomendo. Além de dar um mínimo de trabalho, deixa a carne muito mais saborosa.
Salmoura básica: dissolva 4 colheres (sopa) de sal em 4 xícaras de água morna e coloque os pedaços de frango nessa solução. Cubra e leve à geladeira durante algumas horas, no máximo de um dia para o outro. (Se quiser, acrescente umas colheres (sopa) de açúcar, ervas frescas e/ou alho picado.)
Salmoura de buttermilk (leitelho): para muitos fãs do prato, a única salmoura aceitável para o frango é feita com buttermilk, um tipo de creme de leite com textura mais grossa e leve sabor ácido, muito comum nos EUA. Para fazer buttermilk em casa, misture uma xícara de leite integral a 1 colher de sopa de suco de limão ou vinagre branco e deixe descansar por cerca de 10 minutos para o leite talhar. Outra possibilidade é misturar 2/3 de iogurte desnatado a 1/3 de leite desnatado. Com ele pronto, faça a salmoura: basta dissolver 2 colheres (sopa) de sal em 4 xícaras de buttermilk fresco e acrescentar uma pitada generosa de pimenta moída na hora. Coloque aí os pedaços de frango e leve à geladeira por, no mínimo, algumas horas e, no máximo, de um dia para o outro.
Marinada de buttermilk.
Marinada de buttermilk. Foto: Karsten Moran|NYT
Salmoura de picles: use o líquido em que marinam picles para marinar o frango. Coloque 2 xícaras do líquido em uma tigela grande junto com os pedaços de frango. Cubra e deixe na geladeira por algumas horas ou, no máximo, de um dia para o outro, virando a carne algumas vezes. O resultado é um frano increvelmente saboroso e suculento. 
Salmoura de refrigerante: em uma tigela grande, misture 2 xícaras de refrigerante de cola, 1 colher (sopa) de sal, 4 dentes de alho picados, 8 ramos de tomilho fresco e 1 colher (sopa) ou mais de molho de pimenta. Coloque os pedaços de frango, cubra e leve à geladeira por algumas horas, virando a carne de tempos em tempos. O refrigerante dá nuances de caramelo e notável doçura ao frango, mas deixá-lo marinando por muitas horas pode estragá-lo. Vá com cuidado! 
Salmoura de sidra: para um frango frito adocicado, quase outonal, dissolva 4 colheres (sopa) de sal em 2 xícaras de sidra de maçã. Coloque o frango, cubra e deixe na geladeira por algumas horas ou até de um dia para o outro. 

A cobertura

Uma casquinha crocante e farelenta é a marca registrada de um frango frito perfeito. Para isso, é preciso cobrir a carne e a pele com algum tipo de farinha ou com uma massinha líquida. Há quem use os dois, mergulhando os pedaços em buttermilk, leite ou ovo batido antes de cobri-los com farinha ou amido de milho.
O melhor jeito para empanar é usando um saco de papel pardo.
O melhor jeito para empanar é usando um saco de papel pardo. Foto: Karsten Moran|NYT
O método mais fácil consiste em colocar o frango em um saco de papel grande com farinha temperada com sal, pimenta-do-reino e um pouco de páprica ou outra pimenta mais forte. Feche, sacuda bem e, ao retirar os pedaços, chacoalhe para retirar o excesso. Se preferir, use uma tigela grande em vez do saco, passando os dois lados das peças sobre a farinha temperada.
Nem todo mundo usa farinha de trigo comum: há quem goste/prefira alternativas como farinha sem glúten, de rosca – ou a versão japonesa dela, o chamado panko –, biscoito água e sal moído ou fécula de batata.

O fritura

Você pode fritar o frango por imersão, em um montão de óleo, ou usar o método da fritura rasa, que requer uma quantidade muito menor. Se essa for a sua preferência, a gordura tem que ficar a uma altura que cubra pelo menos a metade dos pedaços para garantir que frite bem dos dois lados. De qualquer maneira, use pinças para virá-los algumas vezes durante o processo. Não encha muito a frigideira. É preciso que o óleo cerque cada peça, mas não tanto a ponto de espirrar para todo lado e fazer uma bagunça.
A fritura é rasa, feita em uma frigideira com borda alta.
A fritura é rasa, feita em uma frigideira com borda alta. Foto: Karsten Moran|NYT

A temperatura 

O ideal é manter a temperatura constante a 176°C. Você pode usar um termômetro de doces para monitorar o óleo e, se for iniciante na arte da fritura, usar um termômetro de carnes para medir a temperatura interna do frango - ele estará pronto quando atingir 74ºC. O importante é: o óleo não pode estar muito quente para não queimar o exterior antes de cozinhar a carne, nem muito frio para deixar o frango encharcado. Então, sempre se certifique que o óleo voltou a 176ºC antes de adicionar uma nova leva de pedaços de frango.

A panela

Você vai precisar de uma frigideira larga e pesada com tampa. A de ferro fundido é a melhor porque gera e retém o calor de maneira uniforme. Ela deve ter de 28 a 30 cm de diâmetro e ser funda o bastante para deixar um espaço de pelo menos uns 2,5 cm acima da superfície, mesmo depois de cheia, para evitar que o óleo espirre.

A gordura

Alguns usam banha; outros, óleo ou uma combinação dos dois. O importante é usar um que tenha ponto de fumaça alto, ou seja, que pode ser aquecido a altas temperaturas sem queimar. O do azeite e o da manteiga são baixos; por isso, não são recomendados. Prefira o óleo de amendoim, canola ou soja.
O frango frito perfeito é bem cozido e suculento por dentro e super crocante por fora.
O frango frito perfeito é bem cozido e suculento por dentro e super crocante por fora. Foto: Karsten Moran|NYT

O descanso

Depois de tirar o frango da frigideira, deixe descansar um pouco antes de servir. Muita gente coloca sobre um saco ou toalha de papel, mas isso pode deixar a pele encharcada. Uma boa técnica é pôr os pedaços de frango em uma grade disposta sobre uma assadeira e polvilhar com um tiquinho de sal para destacar o sabor.

Variedade de opções

Aqui está a básica completa, passo a passo. Depois que você tiver dominado a técnica, pode se aventurar com estilos diferentes.
Frango frito à moda de Nashville
Esse frango frito é para lá de picante graças ao pó da Bhut Jolokia, conhecida como pimenta-fantasma, a mais ardida do mundo, e uma generosa porção de pimenta-caiena. Não se engane, esta receita vai fazer seus olhos se encherem de lágrimas e sua língua estalar. Para apaziguar o ardor, sirva com fatias de um bom pão branco. Uma cerveja bem gelada também não fará mal. Para fazer, basta adicionar 2 colheres (chá) de molho picante à salmoura de buttermilk. Antes de passar o frango na farinha, polvilhe-os com uma mistura de 3 colheres (chá) de pimenta-caiena, 1 colher (chá) de pimenta-fantasma em pó e 1 colher (sopa) de açúcar. Depois de fritar, polvilhe mais um pouco de caiena por cima. (Se você não achar Bhut Jolokia ou não quiser testar sua tolerância à pimentas tanto assim, use páprica defumada picante no lugar). 
Frango frito à moda de Nashville, super picante.
Frango frito à moda de Nashville, super picante. Foto: Ecan Sung|NYT
Frango frito coreano
Conhecido como yangnyeom dak, essa versão crocante tem um sabor bem pronunciado e apimentado graças à marinada com cebola e o molho que leva uma pasta de pimenta chamada gochujang. Esfregue os pedaços com a mistura de 1 cebola ralada, 2 dentes de alho picados, sal e pimenta e deixe descansar por uma hora. Cubra com uma combinação de farinha e maisena e frite. Misture 3 colheres (sopa) de gochujang, 3 colheres (sopa) de ketchup, 1/4 de xícara de açúcar, 2 colheres (sopa) de sementes de gergelim e o suco de meio limão e pincele os pedaços fritos ainda bem quentes.
Frango frito persa
Por conta do açafrão e da páprica, essa é uma receita muito aromática. É melhor quando feita com coxas desossadas, o que diminui o tempo de preparo. Primeiro, deixe 1/2 colher (chá) de açafrão de molho em 1 colher (chá) de água. Depois, bata a mistura em um miniprocessador com 2 xícaras de iogurte natural e 1 colher (chá) de alho picado. Deixe o frango marinando na geladeira de um dia para o outro. Quando chegar o momento de fritar, passe os pedaços de carne em uma mistura de 2 xícaras e 1/4 de farinha de trigo, 2 colheres (chá) e 1/2 de páprica, 1 colher (sopa) e 1/2 de hortelã desidratada e 1 colher (sopa) de sal. Sirva fatias de limão e nozes picadas. 
Frango frito adobo, de inspiração filipina.
Frango frito adobo, de inspiração filipina. Foto: Karsten Moran|NYT


Frango frito adobo
Inspirado no prato Filipino, a receita começa com um caldo feito com vinagre de vinho branco, alho, folhas de louro, molho de soja, pimenta calabresa, açúcar, sal e pimenta-do-reino em grãos. O frango é cozido neste caldo durante 15 minutos. Depois, ele é passado em uma mistura de buttermilk, farinha, páprica e pimenta-do-reino moída, antes de ser frito. Sirva com um molho à base de suco de limão, maple syrup, molho de peixe, molho de soja e pimentas. Veja a receita completa










Como fazer o frango frito perfeito (em diversos estilos) - Paladar - Estadão

sexta-feira, 9 de junho de 2017

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Vídeo mostra fábrica clandestina da Budweiser! Será verdade? | E-farsas.com – Desvendando farsas da web desde 2002!


Um vídeo denuncia uma fábrica clandestina da cerveja Budweiser, mas será que isso é verdade mesmo? Descubra aqui no E-farsas!
O filminho apareceu com força nas redes sociais no final de maio de 2017 e rapidamente se espalhou em vários sites e blogs. Nele podemos ver algumas pessoas no que parece ser uma fábrica “caseira” de cerveja. O que chama a atenção no vídeo é a total falta de higiene e as condições precárias do local, que estaria fabricando a cerveja Budweiser!
Algumas postagens sugerem que essa “empresa” seria brasileira e que a cerveja Budweiser falsa irá se espalhar pelo país!
Será que esse vídeo é real? Essa fábrica pirata de cerveja é brasileira?


Verdade ou farsa?

O vídeo é real, mas não foi filmado aqui no Brasil!
Na verdade, essa porcaria estava sendo feita em uma fábrica clandestina em Guangzhou, no sul da China. Segundo sites chineses, a Polícia fechou a fábrica – que produzia cerca de 600 mil caixas de Budweiser falsa por mês – após inúmeras denúncias.
Essa não foi a primeira intervenção contra esse tipo de pirataria na China. Em setembro de 2016outra fábrica dessa foi fechada e mais de 26.000 latas de cerveja falsa foram apreendidas!

Conclusão

O vídeo da fábrica de Budweiser falsa é verdadeiro, mas o caso aconteceu na China. A fábrica foi fechada pela polícia!  


Vídeo mostra fábrica clandestina da Budweiser! Será verdade? | E-farsas.com – Desvendando farsas da web desde 2002!

Pare o que está fazendo para ver a ventríloqua mirim que conquistou o mundo - Mega Curioso




A pequena e extremamente simpática Darci Lynne levou os jurados e a plateia do programa “America’s Got Talent” à loucura. Risonha e um pouco tímida, Darci foi, aos poucos, mostrando um talento espetacular em interagir e manipular uma coelha que usou para se apresentar como ventríloqua.
Ela explicou que decidiu participar do programa para mostrar seu talento, já que não é mais tão comum vermos ventríloquos por aí. Acontece que, além de ser ótima nisso, Darci canta muito bem e conseguiu fazer uma apresentação que deixou todos de queixo caído.

Emocionante

Já no começo de sua performance, Darci arrancou aplausos calorosos da plateia e conseguiu fazer com que o exigente Simon, do corpo do júri, demonstrasse estar surpreso com o talento dela.
A reação dos pais de Darci, visivelmente emocionados e orgulhosos, também foi algo que deixou a apresentação ainda mais fofa e surpreendente. Ao final do show, Mel B., também do júri, ficou tão emocionada que, na falta de conseguir se expressar com palavras, apertou o cobiçado botão dourado, que pode ser apertado por cada jurado apenas uma vez ao longo do programa e que aprova o candidato independente dos outros votos. Assista ao vídeo e depois nos conte o que achou.


Pare o que está fazendo para ver a ventríloqua mirim que conquistou o mundo - Mega Curioso

sábado, 27 de maio de 2017

Antigos Verde Amarelo: Cadillac Model 62 4-Door Sedan 1941 ...










Cadillac Model 62 4-Door Sedan de 1941 na cidade de São José dos Campos -SP, já nos anos 60.

Apresenta-se em bom estado para um carro com mais de 20 anos... será que sobreviveu?

guilhermedicin@hotmail.com








Antigos Verde Amarelo: Cadillac Model 62 4-Door Sedan 1941 ...