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quinta-feira, 25 de julho de 2013

SPBC: Como fabricar tijolos com maior eficiência energética

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Com informações do INT - 24/07/2013
SPBC: Como fabricar tijolos com maior eficiência energética
Durante a reunião anual da SBPC, pesquisadores do Instituto Nacional de Tecnologia (INT) estão mostrando como a energia pode ser melhor aproveitada e causar menos danos ao meio ambiente.

Após beneficiar 140 indústrias cerâmicas da região do Seridó - o Seridó compreende municípios do Rio Grande do Norte e da Paraíba -, o INT vai iniciar uma nova fase de disseminação da tecnologia, expandindo sua ação a todo o Nordeste brasileiro.
Além do melhor uso da energia, a técnica visa reduzir as emissões de carbono e diminuir o impacto ambiental da atividade, difundindo um modelo sustentável de produção de tijolos e telhas.
A primeira ação a ser adotada durante a nova fase visa a troca dos fornos atuais das olarias e cerâmicas de pequeno porte por outros mais eficientes, de modo a promover o melhor aproveitamento do calor e a melhor qualidade da queima, reduzir as emissões e respeitar a legislação ambiental.
Outra iniciativa consiste em fomentar o uso de ventiladores para a combustão, promovendo a economia e o controle da queima.
Serão ainda divulgadas boas práticas, como arranjos mais eficientes das peças no interior dos fornos, correta secagem das peças e controle da temperatura.
As ações devem abranger um universo de 800 empresas, fomentado também o uso de biomassa renovável, como lenha de manejo florestal ou de poda de cajueiro, para substituir o uso de biomassa nativa, que hoje responde por 25% do combustível queimado nas olarias.
Embalagens evitam desperdício de frutas
Outro trabalho que o INT expõe em seu estande na 21ª ExpoT&C, que ocorre paralelamente à reunião da SBPC, são as embalagens que reduzem as perdas de frutas.
Com base dobrável e retornável, uma das soluções substitui os caixotes descartados nos mercados. Padronizada no comprimento e largura, com alturas e bandejas variáveis para diferentes formas de frutos, essa estrutura se empilha perfeitamente sem amassar ou abafar o conteúdo, preservando melhor as frutas.
Há ainda caixas específicas para morangos e palmito de pupunha, que garantem a integridade desses produtos.
O resultado final é o aumento da vida útil dos frutos em até 50% em relação às embalagens atuais.


SPBC: Como fabricar tijolos com maior eficiência energética

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Tijolo à vista, no chão, é a dica de decoração desta quinta | Casa em Ordem - Correio do Estado

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na construção de estruturas verticais, não é mesmo? E no chão? Os blocos podem assumir a função de revestimento horizontal, deixando os ambientes muito mais resistentes e rústicos. Se você gosta de uma ideia nova, ...

Tijolo à vista, no chão, é a dica de decoração desta quinta | Casa em Ordem - Correio do Estado

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Utilização de telhas brancas auxilia na redução da temperatura em ambientes | Segs.com.br Portal Nacional

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Alternativa potencializa eficiência de sistemas de climatização em cerca de 20%

Com a chegada do verão, é comum o aumento de desconforto em ambientes fechados em decorrência das altas temperaturas. Mesmo com a utilização de sistemas de climatização, edificações que possuem telhas mais escuras exigem mais tempo para reduzir a temperatura interna, ocasionando desperdício de energia elétrica. O uso de telhas brancas proporciona a redução do consumo de energia elétrica de 30% em áreas pequenas e 20% em locais maiores, além do ganho em conforto térmico.

- Telhados brancos tornam mais eficiente o uso de aparelhos de refrigeração, pois as cores claras refletem com mais eficiência a radiação emitida pelo sol, enquanto as mais escuras absorvem com mais intensidade a radiação. O resultado é o maior conforto das pessoas presentes no ambiente, e a redução do consumo de energia elétrica de 30% em áreas pequenas e 20% em locais maiores - conforme o diretor de ensino e treinamento da Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação (ASBRAV), Paulo Beyer.

Porém, segundo o Gerente Comercial da CEUSA Revestimentos Cerâmicos, João Constante, essa alternativa passa quase despercebida pelas pessoas, que se preocupam mais com a qualidade estética das edificações.

- Nós disponibilizamos telhas de linha escura por uma questão de gosto dos clientes. Atualmente, o ideal para se colocar em uma casa seriam as telhas claras, porque a quantidade de calor absorvida é menor. Sendo assim, elas reduzem o impacto sobre o meio ambiente, bem como a temperatura dos edifícios, que podem cair entre de 3 a 14 graus - disse Constante.

Um projeto de lei que tramita na Câmara de Vereadores da cidade de São Paulo visa a pintura dos telhados das edificações de branco. O objetivo é conscientizar a população e reduzir as ilhas de calor nas grandes cidades, causadas pela absorção dos telhados escuros.

ASBRAV

A ASBRAV desempenha importante papel na defesa dos interesses de seus associados, empresas e profissionais dos setores de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação, na Região Sul. A qualificação profissional é um dos maiores objetivos da entidade. Oferece permanentemente cursos básicos e de atualização profissional na área, e ainda cursos de gestão empresarial para o desenvolvimento gerencial de seus associados. Também estabelece parcerias e cooperação técnica com entidades de ensino no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Utilização de telhas brancas auxilia na redução da temperatura em ambientes | Segs.com.br Portal Nacional

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Indústria da construção prevê equilíbrio no mercado

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Indústria da construção prevê equilíbrio no mercado:
Mariana Branco

Repórter da Agência Brasil
Brasília - Impulsionada pela demanda por moradia, obras públicas e estímulo ao crédito, a indústria da construção cresceu acima da média nos últimos quatro anos. Mas, agora, emite sinais de desaceleração.
Para a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e a Associação das Pequenas e Médias Empresas da Construção Civil de São Paulo (Apemec) a queda tem relação com a crise financeira internacional, que inibe investimentos. Além disso, há uma acomodação, após período de crescimento intenso.
A retração do setor da construção civil reflete-se em números. O último boletim do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), mercado considerado termômetro para o cenário nacional, mostrou recuo de 20% na venda de unidades e de 43% na quantidade de lançamentos em julho deste ano, ante o mesmo mês de 2011.
A produção de asfalto registrada pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) – que ajuda a avaliar o desempenho das obras de infraestrutura – cresceu 2,5% no acumulado de janeiro a julho. Em 2010, o crescimento foi 53% comparado ao ano anterior.
A Sondagem da Indústria da Construção divulgada em setembro pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostrou que agosto foi o quarto mês consecutivo em que o indicador de atividade no setor ficou abaixo da linha divisória dos 50 pontos. Está linha espelha o pessimismo ou otimismo dos empresários. O índice cravou 48,1 pontos na avaliação geral, e 46,4 na medida específica para pequenas empresas.
“No último semestre do ano passado e primeiro deste ano, houve depressão, uma queda significativa no ritmo de contratações de novas obras, admite Paulo Safady, presidente da CBIC. “Com a crise internacional, grandes incorporadoras recuaram [no investimento]. Estamos buscando uma nova dinâmica para o setor, tratando com o governo”, acrescenta ele.
Segundo Safady, as alterações feitas pelo governo no Minha Casa, Minha Vida ao longo do ano - entre elas, redução do valor da prestação mensal e ampliação o subsídio da Caixa Econômica Federal – tornaram o programa de mais atrativo para o comprador e elevaram a atratividade para receber investimentos.
O presidente da CBIC diz que o setor da construção tem boas expectativas em relação às estratégias para ampliar a infraestrutura da malha ferroviária, aeroportos e portos.
O presidente da Apemec, Luiz Alberto de Araújo Costa, destaca que, além de ter sido impactado pela crise, o setor da construção caminha para um equilíbrio após uma expansão fora do comum. “No mercado de São Paulo, nos últimos cinco anos, houve alta de até 500% no preço do metro quadrado. Isso é fora dos padrões”, diz.
Segundo ele, esse crescimento acelerado trouxe dificuldades para o setor, entre elas a carência de mão de obra, principalmente especializada, e a de gerenciamento. A Apemec estima um cenário de retração para 2013, com queda de 20% nas contratações.
A previsão do economista Paulo Neves, da LCA Consultoria, é em sentido contrário. Ele acha que o próximo ano será de retomada do fôlego para o setor da construção. Diz que 2012 corre atípico, com muita cautela por parte de investidores, que aguardam os desdobramentos da crise financeira.
Neves destaca que o potencial comprador de imóveis se mostra mais cuidadoso. “As pessoas relutam em assumir compromissos de longo prazo”, comenta.
Para ele, os investimentos, que tiveram ritmo tímido este ano, tendem a melhorar em 2013. “Muitos estímulos adotados em 2012 terão um efeito mais prático a partir do ano que vem, entre eles a redução da Selic [taxa básica de juros da economia]”, acredita. Neves destaca que em 2011 o PIB da construção civil cresceu 3,6%, e que a projeção da LCA Consultoria é que o indicador encerre 2012 com variação positiva de 1,8%.

Edição Beto Coura

terça-feira, 7 de agosto de 2012

PINIweb.com.br | Anicer realiza estudo do ciclo de vida de produtos cerâmicos | Construção Civil, Engenharia Civil, Arquitetura

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Pesquisa comparou telhas e paredes de cerâmica com seus equivalentes em concreto

A Associação Nacional da Indústria Cerâmica (Anicer) realizou um estudo de avaliação do ciclo de vida dos produtos cerâmicos, comparando-os com seus equivalentes em concreto. O objetivo da pesquisa é analisar os impactos ambientais durante todo o ciclo de vida de telhas e blocos cerâmicos, desde sua extração até o descarte.


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PINIweb.com.br | Anicer realiza estudo do ciclo de vida de produtos cerâmicos | Construção Civil, Engenharia Civil, Arquitetura

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Parceria qualifica indústria da cerâmica nacional - Globo Rural

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Parceria qualifica indústria da cerâmica nacional - Globo Rural:

Globo Rural


Parceria qualifica indústria da cerâmica nacional
Globo Rural
Até sábado (23), a Associação Nacional da Indústria Cerâmica (Anicer) ... De estudante a empreendedora: a história de uma brasileira no Vale do Silício ...

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Ceraflame anuncia participação na 25ª ABUP SHOW - Revista Fator

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Ceraflame anuncia participação na 25ª ABUP SHOW - Revista Fator:

Ceraflame anuncia participação na 25ª ABUP SHOW
Revista Fator
... na fabricação de cerâmicas refratárias atóxicas e 100% resistentes a choques térmicos – acaba de confirmar participação na 25ª edição da ABUP SHOW, tradicional feira de utilidades e presentes para o lar promovida pela Associação Brasileira das ...

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Indústria pagará 22% a mais pelo gás - MSN

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Indústria pagará 22% a mais pelo gás - MSN:

Indústria pagará 22% a mais pelo gás
MSN
O presidente da Associação Paulista das Cerâmicas de Revestimento (Aspacer), Heitor Ribeiro de Almeida Neto, afirma que foi avisado pela concessionária de que as tarifas terão aumento entre 20% e 22%. 'Conversamos com Comgás e Arsesp, ...

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Sustentabilidade na construção civil com tijolo verde - Paraná-Online - Paranaense como você

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endência em diversos setores, a sustentabilidade também encontra espaço na construção civil. Para agradar o mercado, é cada vez maior o número de empresas que aderem princípios sustentáveis desde a concepção do projeto até a oferta ao cliente. Para o mestre em Sistemas de Gestão e coordenador do MBA em Construção Civil da FGV, Pedro Seixas, "a legislação ambiental e a sustentabilidade têm um impacto cada vez maior no empreendimento imobiliário, desde a compra de um terreno até as questões ambientais que vão influenciar no produto".
Prova disso, as certificações do Green Building Council são bastante cobiçadas por grandes empresas na hora de escolher sua localização física. Muitas vezes, estas edificações são capazes de reciclar seu próprio lixo, possuem sistema de captação de água da chuva e são projetados para aproveitar ao máximo a luz solar.
Outro ponto interessante é a utilização de materiais mais "verdes" na construção. De olho nesta tendência, o mestre em Engenharia Civil, Ricardo Ribeiro, e professor doutor Vsevolod Mymrine criaram a Risetech - Soluções Ambientais. Incubada no Centro de Inovações Empresariais do ISAE/FGV, a empresa é pioneira na produção de um novo conceito de tijolo, que vem para concorrer com o bloco de concreto, tijolo tradicional e tijolo solo cimento, comumente utilizados na fundamentação de construções.
Tecnologia brasileira, o Tijolo Ecológico Risetech tem como matéria prima os resíduos da construção civil e areia. Além disso, seu diferencial é a capacidade de seqüestrar CO2 da atmosfera durante seu processo de fabricação. Segundo o consultor de gestão da empresa, Almir Neves, o foco é oferecer os tijolos para lojas de materiais de construção. "A empresa ainda está em fase de estruturação, mas nossa meta é começar com 1% da produção da Região Metropolitana de Curitiba, em média 326,59 milheiros". A Risetech está em fase de estruturação e no momento busca investidores. "Temos e tecnologia necessária e o plano de negócios montado, agora é ir atrás de capital".

sexta-feira, 23 de julho de 2010

UEM estará presente na Feira Metal Mecânica

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A Universidade Estadual de Maringá (UEM) estará presente, entre os dias 21 e 24 deste mês, na quinta edição da Mostra Tecnológica, evento realizado dentro da nona Feira Metalmecânica. Será a quarta participação da UEM na Mostra, idealizada para disseminar o conhecimento científico e as inovações tecnológicas e também aproximar pesquisadores de empresários e empreendedores.

O evento será realizado no Parque Internacional de Exposições de Maringá. A UEM participa com um estande de 160 m², no qual irá apresentar 17 projetos de pesquisa. Cerca de 70 pessoas estarão envolvidas na discussão de temas como: Vidros Ópticos; Certificação de Alimentos; Hidrogênio Energético; Tijolo Acústico; Câmara Orgônica; Própolis em Ração Animal; Própolis na Odontologia Endodontia; Novas Formulações de Geléia; e Farinha de Carcaça de Peixe.

Além disso, a Universidade vai promover workshops, nos dias 22 e 23, às 19 horas. Os temas foram escolhidos a partir de um longo trabalho de pesquisa realizado pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Codem), em parceria com a Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PPG/UEM), junto ao empresariado maringaense, que tentou diagnosticar quais eram as principais deficiências existentes e demandas requeridas dentro das suas empresas. São dois grandes temas: Metalmecânica e Sucroalcooleiro, com enfoque em novos equipamentos, certificação de peças e tratamento de efluentes; e Construção Civil, com enfoque na gestão de empresas e manejo de resíduos sólidos.

A Feira Metalmecânica é um evento de grande porte e projeção, organizado pelo Sindimetal Maringá, Senai/PR e Alcopar, cujo objetivo principal é o de oportunizar à comunidade Industrial regional/nacional o contato com novas tecnologias. Esse objetivo comunga com a missão da UEM em promover o desenvolvimento e a transmissão de tecnologia e inovação. A Instituição estará ao lado de cerca de 150 marcas, nacionais e internacionais, que estarão reunidas na Feira Metalmecânica 2010. Para participar é preciso fazer a inscrição através do sitewww.feirametalmecanica.com.br. 

Fonte: Assessoria de Comunicação da Universidade Estadual de Maringá

FatecSenai reforça conceitos de inovação com alunos de curso

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A Coordenação Pedagógica da FatecSenai Campo Grande desenvolveu, no fim de semana passado, atividades para reforçar os conceitos de inovação junto aos alunos do curso de gestão e estratégicas da inovação, que é realizado em parceria com o IEL. A primeira atividade foi realizada na noite da sexta-feira passada (02/07) nas dependências da faculdade com o analista de desenvolvimento industrial da unidade de inovação e tecnologia do Senai Nacional, Mateus Simões de Freitas, que ministrou uma palestra sobre inovação e tecnologia.

Na oportunidade, Mateus de Freitas apresentou aos alunos os conceitos e as estratégias de inovação, além de reforçar a importância que a inovação tem, atualmente, para a competitividade das empresas. “Hoje, temos várias fontes para as empresas buscarem financiamento com o objetivo de inovar, seja nos processos administrativos, seja no lançamento de novos produtos no mercado. O importante, principalmente, é garantir por meio de uma análise de mercado que o produto tenha demanda para ser comercializado”, declarou.

O analista de desenvolvimento industrial da unidade de inovação e tecnologia do Senai Nacional informou ainda que os projetos a serem encaminhados às agências e instituições que fomentam a inovação devem ser bem escritos. “Uma das razões de não aprovação de projetos com bons produtos é que a estruturação e detalhamento dos mesmos, muitas vezes, não atendem aos requisitos de análise para avaliação”, reforçou, pregando uma maior aplicação por parte dos profissionais dessa área de atuação.

Visita

Já no sábado passado (03/07), no período matutino, os alunos, juntamente com a coordenadora pedagógica da FatecSenai Campo Grande, Gilka Trevisan, visitaram a Ecomáquinas, que fica no Pólo Empresarial Norte Miguel Letteriello. “No local, eles verificaram os processos e produtos inovadores da empresa, que foram demonstrados pelo diretor-presidente da indústria, Luclécio Festa”, detalhou Gilka Trevisan.

Ainda durante a visita a Ecomáquinas, o diretor-presidente mostrou para os acadêmicos as inovações nos processos e produtos que a empresa já instituiu e estão em planejamento. “A nossa empresa possui uma cultura organizacional voltada à inovação, o que contribui para o seu bom desempenho”, disse, acrescentando que o carro-chefe da indústria é a máquina que produz tijolos ecológicos em pequena, média e grande escala.

Segundo Anne Bonatto, diretora de marketing da empresa, a Ecomáquinas também produz equipamentos para fabricação de blocos e pisos ecológicos há 12 anos e no ano passado foram produzidas 500 máquinas. “Apenas para o mês de junho deste ano, recebemos a encomenda de mais 300 máquinas. Mais de 90% desses equipamentos saem do Estado, inclusive para países como Venezuela, Angola e Peru”, detalhou, informando que a menor máquina custa R$ 13 mil e tem a capacidade de produzir 1,6 mil tijolos por dia, enquanto a maior custa R$ 86 mil e chega a produzir 4 mil unidades por dia. 
Fonte: MSNoticias