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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Primeiras florestas verticais da Ásia produzirão 60 kg de oxigênio por dia - Mega Curioso

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments




Não é novidade que a China sofre as consequências da enorme poluição. Para resolver o problema, a cidade de Nanquim está com um grande projeto de arquitetura ecológica em vista, que deverá ficar pronto em 2018.
Basicamente, a cidade contará com florestas verticais com mais de 3 mil plantas que, juntas, serão capazes de converter dióxido de carbono em 60 quilos de oxigênio por dia.
As Torres Nanquim, como são chamadas essas florestas verticais, serão pioneiras no estilo em todo o continente asiático. O projeto foi criado pelo arquiteto italiano Stefano Boeri, e as duas torres previstas terão 200 e 108 metros, respectivamente, repletas de árvores e arbustos de 23 espécies.

Solução sustentável

A maior das torres terá salas comerciais, um museu, uma escola de arquitetura sustentável e um clube na cobertura. Já a torre mais baixa será um hotel com uma piscina na cobertura. Além de sustentável, o projeto será visivelmente atraente e a ideia é que as torres sirvam também de apelo turístico para a cidade.
Boeri é responsável ainda por duas torres desse mesmo estilo que existem em Milão, além de projetos de prédios semelhantes para a cidade de Lausanne, na Suíça – pelo jeito, esse tipo de estrutura será cada vez mais comum.
Você também acredita que florestas verticais são uma saída estratégica e bonita para um mundo cada vez mais vítima da poluição? O que achou dessa ideia? Deixe sua opinião nos comentários!


Primeiras florestas verticais da Ásia produzirão 60 kg de oxigênio por dia - Mega Curioso

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Agrotóxicos ameaçam colônias de aves da Antártica | Blog do Pedlowski

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

BIRD
Estudo identifica contaminantes orgânicos no sangue de petréis-gigantes (Foto: Colônia de petréis gigantes na ilha Elefante, no arquipélago das Shetland do Sul, na Península Antártica/Fernanda Imperatrice Colabuono)
Peter Moon | Agência FAPESP 
Pesquisadores confirmaram a presença de contaminantes orgânicos no sangue de petréis-gigantes do sul de diversas colônias na Península Antártica. Estudos de carcaças e outros tecidos já tinham dado sinais da contaminação, agora confirmados a partir de amostras de sangue em que foi detectada a presença de diversas substâncias nocivas, entre as quais o DDT, pesticida banido nos Estados Unidos em 1972, quando se constatou que seu uso ameaçava a sobrevivência de diversas espécies de aves de rapina.
A pesquisa foi realizada pela bióloga Fernanda Imperatrice Colabuono, do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP). Ela estudou os animais das colônias de petréis-gigantes das ilhas Elefante e Livingston, no arquipélago das Shetland do Sul, na Península Antártica, com bolsa de pós-doutorado e bolsa de estágio de pesquisa no exterior da FAPESP.
A pesquisa teve apoio também da Universidade do Vale do Rio dos Sinos e do National Institute of Standards and Technology dos Estados Unidos, com o apoio logístico do Programa Antártico Brasileiro.
O petrel-gigante-do-sul (Macronectes giganteus) é um animal magnífico e um importante predador de topo no Atlântico Sul e Oceano Austral. Com envergadura de asas de cerca de 2 metros, é uma das maiores aves voadoras do planeta, menor apenas que o albatroz e o condor. São também longevos. Petréis-gigantes podem viver mais de 50 anos. Passam a vida nos céus dos mares do Sul do planeta, à procura de comida.
Na época do acasalamento, durante o verão antártico, os petréis-gigantes retornam à mesma colônia onde nasceram. Para os biólogos, essa é uma vantagem para o estudo da espécie. Uma vez identificado e marcado, um indivíduo pode ter sua vida estudada por vários anos.
Nos verões antárticos de 2011/2012 e 2012/2013, Colabuono coletou amostras de sangue de 113 indivíduos e constatou a presença de contaminantes orgânicos como bifenilos policlorados (PCBs), hexaclorobenzeno (HCB), pentaclorobenzeno (PeCB), diclorodifeniltricloroetano (DDTs) e derivados, o pesticida clordano (banido nos Estados Unidos em 1988) e o formicida Mirex (banido nos Estados Unidos em 1978 e recentemente no Brasil).
Segundo Colabuono, todos esses poluentes orgânicos são persistentes no meio ambiente, têm ação cancerígena, causam disfunção hormonal e problemas reprodutivos. Os resultados foram publicados num artigoem Environmental Pollution.
Colabuono afirma que, comparado aos níveis de contaminação nas aves do hemisfério norte, os níveis de contaminação detectados nas colônias de petreis na Península Antártica ainda são baixos. O objetivo agora é monitorá-los no longo prazo, para se “ter um indicativo da tendência de aumento ou decréscimo desses contaminantes ao longo dos anos no ambiente em que estas aves vivem”, diz a bióloga.

Cadeia de contaminação

O DDT é transportado pelo ar e pela chuva. Uma vez em rios e lagos, se acumula na cadeia alimentar. Os insetos contaminados são comidos por peixes e estes por outros predadores. Em cada patamar da cadeia alimentar o nível de acúmulo de DDT nos tecidos aumenta.
Seus efeitos nocivos se tornam mais visíveis quando se atinge o ápice da cadeia, nos predadores de topo. O petrel-gigante é um deles. Ele se alimenta de peixes, lulas e até de carcaças de outras aves. Ou seja, no trajeto de uma longa vida, ao comer centenas de quilos de peixes contaminados, a quantidade de contaminantes nos tecidos do petrel sempre aumenta.
Foi o que aconteceu nos Estados Unidos com os falcões-peregrinos e os condores da Califórnia. Nos anos 1960, suas populações começaram a declinar dramaticamente. Os condores chegaram a contar apenas umas poucas centenas de indivíduos. Estavam a um passo da completa extinção.
Foi quando se descobriu o papel do DDT naquela tragédia. Ao se acumular no corpo das fêmeas adultas, o DDT era repassado à casca de seus ovos, que se tornavam finas e frágeis, partindo com grande frequência. A reprodução da espécie estava ameaçada. Em 1972, a produção, comercialização e o uso do DDT foram banidos nos Estados Unidos. Com o tempo, as populações de falcões e condores começaram a se recuperar.
O Brasil é atualmente o maior consumidor mundial de agrotóxicos. O uso proibido do DDT foi proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apenas em 2009 – mas, como ele persiste no meio ambiente, sua presença ainda é detectada nos tecidos de animais como o petrel. A preocupação de Colabuono em acompanhar a vida de seus petréis-gigantes tem fundamento.
O artigo de Fernanda I. Colabuono, Stacy S. Vander Pol, Kevin M. Huncik, Satie Taniguchi, Maria V. Petry, John R. Kucklick, Rosalinda C. Montone, Persistent organic pollutants in blood samples of Southern Giant Petrels (Macronectes giganteus) from the South Shetland Islands, Antarctica, publicado em Environmental Pollution, pode ser acessado no endereço http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0269749116304298. 
FONTE: http://agencia.fapesp.br/agrotoxicos_ameacam_colonias_de_aves_da_antartica_/23668


Agrotóxicos ameaçam colônias de aves da Antártica | Blog do Pedlowski

quarta-feira, 27 de julho de 2016

O “New York Times” faz matéria devastadora sobre a poluição da Baía da Guanabara e dá conselho aos competidores olímpicos: fechem suas bocas! | Blog do Pedlowski

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

O jornal estadunidense “The New York Times” publicou ontem uma matéria devastadora sobre as condições ambientais em que se encontra a Baía da Guanabara às vésperas das competições relativas aos Jogos Olímpicos de Verão de 2016 (Aqui!). Um dos méritos do jornalista Andrew Jacobs é apresentar um quadro completo dos problemas que afligem esse importante ecossistema, dando espaço a autoridades, pesquisadores, técnicos e lideranças comunitárias que deram depoimentos contundentes sobre a situação, suas causas e prognósticos.
NYT Jacobs
Como vivi às margens da Baía de Guanabara por quase 10 anos entre 1980 e 1990, já naquele período era possível verificar a manifestação dos mesmos fatores que estão descritos na matéria assinada por Andrew Jacobs.  Então por que chegamos a essa situação desastrosa após quase três décadas, e mesmo após gastos bilionários com o suposto estabelecimento de medidas de controle das fontes de poluição?
A resposta mais rápida seria a de que boa parte da fortuna gasta acabou sendo consumida em esquemas de corrupção ao longo dos anos. Mas ainda que eu não desconheça a a existência deste problema, não considero que o mesmo seja a causa principal do que está sendo agora escancarado para o mundo. 
Para mim, o problema é mais agudo, pois como afirmou Alexandre Anderson, liderança dos pescadores artesanais que ainda resistem no interior da Baía da Guanabara, o que temos é um projeto voltado para manter o ecossistema poluído de forma a torná-lo apto para usos que desprezem a multiplicidade social e cultural que sempre caracterizou historicamente a sua existência.
De quebra, temos o fato de que as formas de expansão da mancha urbana dos municípios que circundam a Baía da Guanabara consolidam um processo de segregação sócio-espacial que desconsidera a necessidade de preservar o ambiente. Em outras palavras, para que proteger e conservar, se os ricos não estão expostos aos riscos da degradação que seu modo de vida causa?
Por outro lado, não há como deixar de apontar um aspecto particularmente vexaminoso em tudo isso. É que, mais uma vez, a mídia corporativa brasileira foi pega de calças curtas, já que estamos tendo que assistir o show de cobertura que a mídia internacional está dando até para sabermos mais sobre a condição em que a Baía da Guanabara está a partir de um conjunto mais democrático de vozes. É até por isso que agora o sempre glacial secretário estadual do Ambiente, André Correa, está tendo que dar respostas mais objetivas à situação em que se encontra o ecossistema, em vez de lançar mão de pirotecnias ridículas como foi o caso do mergulho que ele deu num dos pouquíssimos pontos  não poluídos da Baía da Guanabara como ele fez em  Maio de 2015 (Aqui!).
Finalmente, não custa nada lembrar que no dia de hoje (27/07) será lançado o relatório especial preparado por uma comissão especial da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro sobre a situação da Baía da Guanabara (Aqui!). Esperemos que a partir das lições assimiladas neste relatório, possamos sair do caos em que nos encontramos para a busca de soluções efetivas. Até lá, não apenas os competidores olímpicos mas todos os que vivem no entorno da Baía da Guanabara devem ser seguir o conselho de Andrew Jacobs e manter as bocas fechadas toda vez que se aproximarem das suas águas. Triste, mas inevitável!


O “New York Times” faz matéria devastadora sobre a poluição da Baía da Guanabara e dá conselho aos competidores olímpicos: fechem suas bocas! | Blog do Pedlowski

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Folha de S.Paulo - Ambiente - Agricultura moderna e urbanização levam à perda da biodiversidade do solo - 20/05/2013

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JIM ROBBINS
DO "NEW YORK TIMES"

Poucas coisas são mais vitais do que a saúde da terra. Nosso abastecimento alimentar começa lá. As plantas selvagens precisam de solo saudável para crescer bem. Os herbívoros, para que possam comer as folhas, sementes e frutos das plantas. Por fim, os predadores, para que possam comer os bichos que comem as plantas.

Um solo saudável evita doenças humanas e também contém a cura para outras enfermidades. A maioria dos antibióticos vem de lá. Os cientistas agora procuram na terra uma nova classe de remédios para enfrentar doenças resistentes a antibióticos. Jon Hrusa/Epa

Lavoura em Moçambique; más práticas agrícolas arruinaram cerca de metade do solo superficial na África


O solo supostamente desempenha um papel importante, mas pouco compreendido, na difusão do cólera, da meningite fúngica e de outros agentes infecciosos que passam parte do seu ciclo de vida na terra.

Novas tecnologias garantiram saltos na nossa compreensão sobre a ecologia dos solos, ao permitir que os cientistas estudem os genes de micróbios da terra e acompanhem minúsculas quantidades de carbono e nitrogênio em sua passagem por esse ecossistema.

Mas, à medida que os cientistas aprendem mais, eles percebem como sabem pouco.

Na última década, os cientistas descobriram que o "oceano de terra" do planeta é um dos quatro maiores reservatórios de biodiversidade. Ele contém quase um terço de todos os organismos vivos, segundo o Centro de Pesquisas Conjuntas da União Europeia, mas apenas cerca de 1% dos seus micro-organismos já foi identificado. As relações entre essa miríade de espécies ainda é mal compreendida.

Cientistas criaram recentemente a Iniciativa Global de Biodiversidade do Solo para avaliar o que se sabe sobre a vida subterrânea, para identificar onde ela está em perigo e para determinar a saúde dos serviços ecossistêmicos essenciais que o solo fornece.

Uma colherada de terra pode conter bilhões de micróbios (divididos entre 5.000 tipos diferentes), assim como milhares de espécies de fungos e protozoários, além de nematódeos, ácaros e algumas espécies de cupim.

"Há uma pululante organização embaixo do chão, uma fábrica com terra, animais e micróbios, cada um com seu próprio papel", disse a bióloga Diana Wall, da Universidade Estadual do Colorado, a presidente científica da iniciativa.

O ecossistema do solo é altamente evoluído e sofisticado. Ele processa o lixo orgânico, transformando-o em terra. Filtra e limpa grande parte da água que bebemos e do ar que respiramos, ao reter poeiras e agentes patogênicos. Desempenha importante papel na quantidade de dióxido de carbono na atmosfera, pois, com toda a sua matéria orgânica, é o segundo maior depósito de carbono do planeta, só atrás dos oceanos.

O uso de arados, a erosão e outros fatores liberam carbono na forma de CO2, exacerbando a mudança climática.

Um estudo de 2003 na revista "Ecosystems" estimou que a biodiversidade de quase 5% do solo dos EUA estava "sob risco de perda substancial ou completa extinção devido à agricultura e à urbanização". Essa foi provavelmente uma estimativa conservadora, já que o solo do planeta era na época mais inexplorado do que hoje e as técnicas do estudo eram bem menos desenvolvidas.

Há numerosas ameaças à vida no solo. A agricultura moderna é uma das maiores, pois priva a terra da matéria orgânica que a alimenta, resseca o chão e o contamina com pesticidas, herbicidas e nitrogênio sintético.

A impermeabilização em áreas urbanas também destrói a vida da terra, assim como a poluição e as máquinas pesadas. Uma ameaça já antiga, como a chuva ácida, continua afetando a vida subterrânea, pois deixa o solo mais ácido.

O problema é global. Em quase metade da África, por exemplo, o uso intensivo para lavouras e pastagens destruiu a camada superior do solo e causou desertificação.

O aquecimento global irá contribuir para as ameaças à biodiversidade do solo. A segurança alimentar é uma grande preocupação. O que irá acontecer com as lavouras à medida que o planeta se aquecer? Ligeiras alterações de temperatura e umidade podem ter impactos profundos, mudando a composição da vida no solo e os tipos de plantas que poderão crescer.

Algumas plantas devem gradualmente migrar para climas mais frios, mas outras podem não ser capazes de se adaptar em novos solos. "O mundo acima do chão e o mundo abaixo dele estão muito estreitamente ligados", disse Wall.

Os cientistas também estão descobrindo que um ecossistema saudável no solo pode ajudar a sustentar as plantas naturalmente, sem insumos químicos. "Quanto maior é a diversidade do solo, menos doenças surgem nas plantas", disse Eric Nelson, que estuda a ecologia do solo e das doenças na Universidade Cornell, no Estado de Nova York. Os insetos também são refreados por plantas que crescem em terra saudável, segundo ele.

O que agricultores e jardineiros podem fazer para proteger seus solos? Wall sugere não lavrar a terra, deixando que a vegetação morta se decomponha, em vez de revolver o solo com o arado a cada ano. Evitar produtos químicos sintéticos é importante. Agregar adubo, especialmente adubo de minhoca, pode contribuir para fortalecer os ecossistemas da terra.

O tema está começando a atrair a atenção merecida. Wall acaba de receber o Prêmio Tyler de Realização Ambiental, com uma dotação de US$ 200 mil, que ela diz pretender usar em pesquisas. "É a hora do show para a biodiversidade do solo", disse ela.

Folha de S.Paulo - Ambiente - Agricultura moderna e urbanização levam à perda da biodiversidade do solo - 20/05/2013

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Pecuária é setor com maior potencial para emprego verde, aponta Ipea

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Pecuária é setor com maior potencial para emprego verde, aponta Ipea:
Carolina Sarres

Repórter da Agência Brasil
Brasília – A pecuária é o setor com o maior potencial para empregos verdes, tanto do ponto de vista ocupacional (o tipo de atividade dos trabalhadores) quanto do setorial (relativo ao que é produzido pelo setor). Mais de 85% dos postos nessa área têm a possibilidade de minimizar os impactos no meio ambiente de alguma forma, o que corresponde a cerca de 432 mil empregos, dos mais de 504 mil empregos totais no setor. Os dados são do estudo Radar: Tecnologia, Produção e Comércio Exterior, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado hoje (17).
De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), os empregos verdes são aqueles que contribuem para preservação ou recuperação do meio ambiente. As atividades são voltadas à proteção de ecossistemas e da biodiversidade com a redução do consumo de energia, de materiais e de água por meio de estratégias de eficiência.
De um modo geral, o Ipea identificou que as áreas em que há maior possibilidade de geração de empregos verdes são as relacionadas à agricultura ou a algum tipo de atividade no meio rural, como lavouras permanentes, temporárias e a floricultura – todos grupos citados no estudo.
No Brasil, há cerca de 3 milhões de empregos verdes, 6,6% do total de postos formais, segundo o Departamento de Criação de Empregos e Empresas Sustentáveis da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Segundo o Ipea, a organização internacional estima que esses trabalhos cresçam mais rapidamente do que os demais no mercado brasileiro. A oferta dos postos aumentou 26,7% nos últimos cinco anos, contra alta de 25,3% em outros setores.
No estudo, o instituto ainda utilizou informações da Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade (Abraps), cujos dados apontam que 26% das instituições pesquisadas pretendem aumentar o quadro de profissionais de sustentabilidade ainda em 2012.
Diferentemente dos setores com potencial verde, os relacionados à fabricação de produtos químicos, à metalurgia, à produção de cimento e de celulose são áreas com intensa possibilidade de prejuízo ao meio ambiente, especialmente devido aos altos níveis de consumo de energia (eletricidade e combustível) e água.
Edição: Carolina Pimentel



segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Empresa acreana produz telhas plásticas com resíduos coletados em aterros

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Vanessa Brito  (Centro Sebrae de Sustentabilidade) 

Macapá - O plástico, quem diria, está deixando de ser vilão ambiental e se tornando alternativa para  projetos de construção sustentável. Telhas plásticas feitas de polipropileno puro, proveniente de materiais 100% recicláveis, garantem alta resistência, leveza e longa durabilidade a casas e edificações em geral.  Essas são as características dos produtos da Plasacre, empresa de Rio Branco (AC), participante do Amazontech 2012 em Macapá.

“O projeto de nossa telha plástica foi desenvolvido pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) de São Paulo e é certificado pelo Inmetro, Falcon Bower e pelo IPT”, informa Camila Consolo, gestora ambiental da Plasacre. A telha de plástico reciclado da marca acreana é produzida  no estilo romano e em sete cores: azul, vermelho, branco, amarelo, cinza, verde e translúcida.  Um telhado feito com o produto inovador da Plasacre fica até 40% mais barato do que um com telhas tradicionais, segundo material promocional da empresa.

A Plasacre está no mercado há três anos. O empreendimento  adquire resíduos de plástico de cooperativa de catadores de Rio Branco e remunera os cooperados com cerca de um salário mínimo/ mês. Eles coletam o material na unidade de tratamento de resíduos sólidos do aterro sanitário da capital acreana e das ruas da cidade.

A equipe da Plasacre, composta por 57 colaboradores, faz a triagem do material, separando apenas os resíduos de polipropileno.Todo o processo de transformação  do material até as telhas plásticas é realizado na própria empresa, que conta com equipamentos importados e nacionais para executá-lo.
Além das telhas plásticas recicladas, a Plasacre produz mangueira para irrigação, conduite corrugado, caixa multiuso e mourão, do mesmo material. Tijolo ecológico, feito de sacola plástica, indicado para apenas para piso, será o próximo produto da marca. No momento, esse projeto se encontra em fase de teste, mas já foi patenteado.

Amazontech

“Estamos participando do Amazontech pela primeira vez. Está sendo uma  boa oportunidade para divulgar nossos produtos na região norte”, afirma Camila. A Plasacre está despertando curiosidade do público do evento.  Ela participou de dois encontros promissores na rodada de negócios.  Duas videoconferências foram agendadas com empresas de Macapá do setor alimentício.

Artefatos plásticos para construção civil ainda são desconhecidos na região amazônica e, por este motivo, despertam desconfiança, segundo a gestora ambiental. “Há preconceito. As pessoas questionam  cheiro, qualidade, higienização”, esclarece. Apesar da estranheza que as telhas plásticas despertam, testes  e estudos comprovam que elas são mais resistentes e duráveis do que as tradicionais, argumenta.

Aos poucos esses produtos vão conquistar o mercado, não há como escapar disso, prevê Camila. Só precisa andar mais rápido, especialmente na  Amazônia,  diz ela. “O descarte de plástico em igarapés é lamentável. Precisamos acelerar as soluções que existem para reduzir o impacto dos resíduos sólidos na natureza e reaproveitá-los para fabricar novos produtos”, enfatiza Camila. (
www.plasacre.com.br) 

Autor: ASSESSORIA
Fonte: O NORTÃO
 Empresa acreana produz telhas plásticas com resíduos coletados em aterros



O NORTÃO JORNAL - NOTÍCIA COM QUALIDADE E CONFIABILIDADE

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

O sorgo como fonte alternativa de agroenergia

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crédito de R$ 1,6 milhão de financiamento por produtor para o cultivo do produto em rotação com a cana-de-açúcar. A medida pretende aumentar o cultivo do cereal para 100 mil hectares a partir da safra 2012/2013, com a aplicação de R$ 270 milhões a juros de 5,5% ao ano.

Segundo o coordenador de Açúcar e Álcool do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Luis Job, o sorgo sacarino surgiu como uma alternativa de rotação com a produção da cana-de-açúcar. “O sorgo se encaixa perfeitamente no período da entressafra da cana e pode ser uma interessante matéria-prima para produção de etanol”, explicou. Ainda de acordo com Luis Job, é estratégico para o Brasil que outras fontes potenciais de geração de agroenergia sejam fortalecidas e estimuladas. Isto contribuirá para a diminuição da volatilidade de oferta e de preços no período após colheita da cana-de-açúcar.

Conforme pesquisadores da Embrapa Milho e Sorgo, o produto passou a ser testado como matéria-prima para a produção de etanol em 2008. Essa variedade possui taxas maiores de açúcar nos seus colmos que se adaptam ao processo industrial das usinas. As colheitadeiras utilizadas na indústria canavieira também são as mesmas, pois a altura do sorgo é similar à da cana. O cereal pode ser semeado entre os meses de setembro e dezembro e colhido de janeiro a abril, o que beneficia as usinas que ficam ociosas no período da entressafra da cana-de-açúcar.
Fonte: Mapa

O sorgo como fonte alternativa de agroenergia

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Município do litoral gaúcho terá um dos maiores complexos eólicos da América Latina

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Município do litoral gaúcho terá um dos maiores complexos eólicos da América Latina:


Fernando César Oliveira
Repórter da Agência Brasil



Curitiba – Santa Vitória do Palmar, no litoral sul gaúcho, vai receber um dos maiores complexos eólicos da América Latina. A ordem de serviço para o início imediato das obras de construção do Complexo Eólico Geribatu foi assinada hoje (14), no município, pela Eletrosul Centrais Elétricas, subsidiária da Eletrobras, com a fabricante espanhola de aerogeradores Gamesa.
Serão instalados ao todo 129 aerogeradores, distribuídos em dez parques. O empreendimento é uma parceria da Eletrosul com o Fundo de Investimentos em Participações (FIP) Rio Bravo, que detém 51% do negócio. Os 49% restantes pertencem à estatal. O investimento previsto é aproximadamente R$ 1 bilhão.
Com 258 megawatts (MW) de capacidade instalada, o complexo, quando estiver em pleno funcionamento, no final do primeiro trimestre de 2014, deverá produzir energia equivalente ao consumo de mais de 1,6 milhão de pessoas.
"As primeiras turbinas eólicas já vão estar em operação no segundo semestre de 2013", disse o diretor de Engenharia e Operação da Eletrosul, Ronaldo dos Santos Custódio, em entrevista à Agência Brasil. "Trata-se do maior ou talvez do segundo maior empreendimento eólico latino-americano, conforme os critérios de avaliação, atrás apenas de outro projeto no Nordeste brasileiro", o de Alto Sertão 1, com capacidade de 294 MW e que envolve três municípios no sudoeste da Bahia: Caetité, Igaporã e Guanambi.
Segundo Custódio, se for somada ao Complexo de Geribatu a capacidade de 144 MW de outro empreendimento eólico da Eletrosul em Chuí (RS), a cerca de 20 quilômetros de Santa Vitória do Palmar, o resultado conjunto de 402 MW de ambos os complexos seria, "com certeza", o maior da América Latina. "Com os investimentos em curso, a Eletrosul é hoje a estatal mais engajada na produção de energia eólica no Brasil."
Além do Complexo Geribatu, a Eletrosul tem mais três empreendimentos eólicos, todos no Rio Grande do Sul, devido ao potencial energético da região. No último mês de junho, a empresa inaugurou o Complexo Eólico Cerro Chato, com 90 MW de capacidade, em Sant’Ana do Livramento, próximo à fronteira com o Uruguai. Nas imediações, está sendo construindo o Complexo Eólico Livramento, com 78 MW, que deverá entrar em operação no primeiro trimestre de 2013. As obras em Chuí devem ser iniciadas ainda este ano. Os quatro empreendimentos totalizam 570 MW de potência.
As primeiras obras em Santa Vitória do Palmar serão a abertura de acessos e a construção de fundações e plataformas. Cerca de 70 quilômetros de estradas serão abertos e recuperados. Aproximadamente 60 quilômetros de linhas subterrâneas transportarão a energia dos aerogeradores até uma subestação coletora. Cada aerogerador terá 78 metros de altura e 97 metros de diâmetro.
Conforme a Eletrosul, as obras devem gerar cerca de 3 mil empregos diretos e indiretos na região. Os aerogeradores serão instalados em áreas onde há produções de arroz e criação de gado, compatíveis com a instalação dos equipamentos. Os proprietários serão remunerados pela cessão do solo. "Os investimentos irão transformar o perfil econômico da cidade de Santa Vitória do Palmar, que tem cerca de 32 mil habitantes", prevê Custódio. "Além dos empregos, a população vai ganhar mais infraestrutura, segurança e uma renda extra."
Para escoar a energia dos complexos eólicos do litoral sul gaúcho, a Eletrosul, em parceria com a Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica do Rio Grande do Sul, irá construir perto de 490 quilômetros de linhas de transmissão, três novas subestações e ampliar uma já existente. A previsão é de que as obras das linhas de transmissão, que devem custar R$ 700 milhões, sejam iniciadas até dezembro.

Edição: Aécio Amado


Especialista diz que reciclagem no Brasil alcança menos de 2% de todo o potencial

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Especialista diz que reciclagem no Brasil alcança menos de 2% de todo o potencial:
Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Brasil ainda tem 4 mil lixões e apenas 30% a 40% do lixo total coletado no país são dispostos em aterros sanitários adequados. Além disso, a reciclagem  é muito baixa no Brasil, segundo avalia o secretário da Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP), Antonio Simões Garcia. Ele informou que os serviços de aproveitamento de material descartado não transformam no país sequer 2% do volume que pode ser reciclado.
À Agência Brasil, Garcia disse que estão “muito próximos da realidade” os números divulgados hoje (14) na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), segundo os quais apenas 40% do lixo separado dentro de casa pelos brasileiros são coletados seletivamente ao chegarem na rua.
Alex Cardoso, da coordenação nacional do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), acrescentou que, do total de lixões ainda existentes no Brasil, 1,7 mil estão na Região Nordeste. “Chega a ter cidades com dois lixões”, informou. O MNCR avalia que há grande mobilização da sociedade em torno da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que exige a coleta seletiva para municípios com mais de 30 mil habitantes.
Na avaliação de Cardoso, no entanto, esse processo ainda é “tímido” no Brasil, “porque a política já tem dois anos e cerca de  40% dos municípios brasileiros ainda têm lixões e não dispõem de sistema de coleta seletiva”. O integrante do MNCR lembra que, até 2014, os lixões terão que ser desativados. Segundo ele, com a  implantação da coleta seletiva e a desativação dos lixões, haverá também a inclusão dos catadores.
O MNCR está preocupado com a disposição de alguns municípios de incinerar os resíduos para geração de energia. Alex Cardoso avaliou que  essa é uma atividade negativa. Além de ser uma tecnologia cara, não inclui os catadores e é prejudicial à saúde humana e ao meio ambiente, na medida em que libera gases causadores do efeito estufa.
Rita Sairi Kogachi Cortez, técnica do Instituto Gea, disse à Agência Brasil que o avanço do país em coleta do lixo “é  muito pequeno em relação ao número de resíduos gerados”. Ela ponderou, contudo, que o “despertar” da população está ocorrendo, porque as pessoas se  mostram interessadas em participar cada vez mais do processo de separar o seu lixo.
Segundo ela, é necessário que se criem  mais coletas e mais cooperativas de catadores, “para que a coisa possa caminhar melhor no Brasil”. O Instituto Gea é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) que tem entre as finalidades assessorar a população a implantar programas de coleta seletiva de lixo e reciclagem.
A defesa dessa estratégia é compartilhada por André Vilhena, diretor do Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), associação sem fins lucrativos dedicada à promoção da reciclagem com base no conceito de gerenciamento integrado do lixo. Disse que, nos últimos dois anos, desde a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, “houve um incremento significativo [das atividades de reciclagem], mas ainda muito longe do desejado”.
Vilhena comentou que, nesse período, cresceu o número de prefeituras oferecendo serviço de coleta seletiva ou ampliando o serviço onde já existia. O problema para a desativação dos lixões, segundo ele, é que a população brasileira se concentra nos grandes centros, em especial próximos ao litoral. “Se nós conseguirmos avançar nessas regiões de maior densidade populacional, com certeza nós vamos equacionar boa parte do problema”.
O diretor do Cempre disse que, para ter todo o território com a situação equacionada, existe a possibilidade de os municípios serem apoiados, por meio de financiamento do governo federal, para a formação de consórcios que vão elaborar os planos de resíduos e construir os aterros sanitários.
Segundo o diretor do Cempre, se forem formados 450 consórcios no Brasil, a questão será resolvida, “porque, em alguns estados, um aterro sanitário pode atender até 150 municípios”. Para ele, a solução é a melhor também pelo ponto de vista econômico. “Não faz sentido você ter um aterro sanitário para municípios com 10 mil ou 15 mil habitantes”.
Edição: Davi Oliveira

UFRJ desenvolve concreto ecológico com fibras vegetais e materiais reciclados

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UFRJ desenvolve concreto ecológico com fibras vegetais e materiais reciclados:
Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A Coordenação de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ) desenvolveu alternativas ecológicas para matérias-primas do concreto e de produtos de fibrocimento (como caixas d'água e telhas). Segundo o pesquisador Romildo Toledo, o uso de materiais tradicionais, como o cimento, a brita e o amianto, pode ser reduzido ou até completamente substituído com a utilização de fibras vegetais e materiais reciclados.
No caso do concreto, liga formada por cimento, brita (pedra) e areia, é possível reduzir o consumo de cimento em 20% a 40% com alternativas como cinza de bagaço de cana-de-açúcar, cinza de casca de arroz e resíduos da indústria cerâmica. A brita pode ser completamente substituída por materiais obtidos em demolições de construções antigas.
No caso do fibrocimento, usado na fabricação de telhas ou caixas d'água, o consumo de cimento pode ser reduzido em até 50% com o uso de alternativas ecológicas. As fibras vegetais substituem as fibras minerais tradicionais, como o amianto, que provocam danos à saúde humana. Há estudos com outros materiais como borracha de pneu usado, cinzas de esgoto sanitário ou de queima do lixo para substituir, pelo menos parcialmente, o cimento.
“Alguns tipos de concreto ecológico já estão prontos para serem repassados ao setor produtivo, mas há outros que ainda estão em fase final de desenvolvimento. São soluções que reduzem impacto na construção civil, seja por redução da emissão de gás carbônico, pelo uso de materiais naturais etc. E todas levam a resultados tão bons quanto os materiais tradicionais. Essa é uma preocupação: não ter performance inferior aos que os materiais tradicionais têm. O consumidor não vai sentir problemas de durabilidade, como a casa ou o prédio terem vida útil menor”, disse Toledo.
Segundo a Coppe, a indústria cimenteira responde por 5% a 7% das emissões mundiais de gases do efeito estufa. A produção atual de cimento corresponde a cerca de 3 bilhões de toneladas por ano, que deve triplicar em 50 anos.
Segundo o pesquisador, as alternativas ecológicas ao concreto têm chamado a atenção de algumas empresas. Na última sexta-feira (14), por exemplo, Toledo apresentou sua pesquisa a representantes de empresas de materiais de construção norte-americanas na Câmara de Comércio Americana (Amcham) do Rio de Janeiro.
Edição: Fábio Massalli

Reino Unido: fazendas grandes e intensivas contribuem para sustentabilidade

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Reino Unido: fazendas grandes e intensivas contribuem para sustentabilidade: Uma percepção comum é que a agricultura “sustentável” precisa ser mais orgânica, com poucos insumos ou menos intensiva. Esses sistemas de produção, entretanto, tipicamente têm menor rendimento por unidade de terra, significando que mais fazendas extensivas são requeridas para suprir a demanda de alimentos.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Revista Galileu - NOTÍCIAS - Dupla cria composto para usar resíduos orgânicos como matéria-prima de tijolos

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Imagine viver em um lar feito de lixo. Pode parecer estranho, mas uma técnica desenvolvida em Araraquara, interior de São Paulo, permite fabricar tijolos com resíduos orgânicos — sem cheiro ruim. Com o ingrediente inusitado e um composto químico misterioso, é possível usar menos areia e concreto do que o normal e baratear a produção do tijolo.

A ideia surgiu há dois anos, da cabeça do metalúrgico e sociólogo José Antônio Masoti, preocupado com o meio ambiente e o destino do lixo. “Todo mundo fala sobre a produção de adubo com resíduo orgânico. Pensei em usá-lo para algo mais útil.” A solução que encontrou, com o apoio do químico Marcelo Santos, foi misturar a lixarada com concreto. “Pode ser que mais coisas possam ser feitas a partir do pó do lixo, como asfalto, por exemplo.”

Revista Galileu - NOTÍCIAS - Dupla cria composto para usar resíduos orgânicos como matéria-prima de tijolos

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Agricultura sustentável em foco - Midia News

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Agricultura sustentável em foco - Midia News:

Midia News

Agricultura sustentável em foco
Midia News
A primeira edição do Fórum Nacional de Agronegócios - Boas Práticas de Produção, Estímulo à Indústria Nacional: Pós Rio + 20, realizada na manhã desta terça-feira, promoveu um debate intersetorial e multidisciplinar sobre as atuações imprescindíveis ao ...

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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Sebrae apresenta estudo sobre sustentabilidade - Administradores

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Sebrae apresenta estudo sobre sustentabilidade - Administradores:

Info Online

Sebrae apresenta estudo sobre sustentabilidade
Administradores
Essa foi a principal conclusão de uma sondagem realizada pelo Sebrae, no começo deste ano, com quatro mil micro e pequenas empresas (MPE) de todo o país, dos setores de comércio e serviços (50%), indústria e construção civil (46%) e agronegócios (4%).
Pequenos negócios já praticam ações sustentáveisPortal Novidade
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segunda-feira, 16 de abril de 2012

Irrigação: Tecnologia de ponta é responsabilidade ambiental - ExpressoMT

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Irrigação: Tecnologia de ponta é responsabilidade ambiental - ExpressoMT:

Irrigação: Tecnologia de ponta é responsabilidade ambiental
ExpressoMT
A produção de uma refeição 'típicamente brasileira', para um operário da construção civil, contendo arroz, feijão, carne, salada, uma modesta porção de macarrão, pão, batata ou mandioca, uma fruta de consumo direto, um suco e um cafezinho não exigirá ...

segunda-feira, 9 de abril de 2012

´Cada maneira de gerar energia traz um problema´ - Diário do Nordeste

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´Cada maneira de gerar energia traz um problema´ - Diário do Nordeste:

´Cada maneira de gerar energia traz um problema´
Diário do Nordeste
A própria produção da cana-de-açúcar toma uma área que alguns dizem fazer falta na produção de alimentos. A eólica, mais nova, que cresce bastante, tem problemas também de utilização de território, atinge aves, tem o problema estético, do ruído.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Produtos naturais ganham mercado e substituem fertilizantes e ... - Midia News

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Produtos naturais ganham mercado e substituem fertilizantes e ... - Midia News:

Midia News
Produtos naturais ganham mercado e substituem fertilizantes e ...
Midia News
O outro, ainda sem nome oficial, é produzido a partir de um resíduo da produção de frango de corte, chamado cama de aviário. A eles são misturados minerais, que ajudam na penetração dos nutrientes no solo. A nova tecnologia pode transformar o mercado ...

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Brasil: exemplo para o mundo - O Girassol

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Brasil: exemplo para o mundo - O Girassol:

O Girassol
Brasil: exemplo para o mundo
O Girassol
Os inúmeros esforços brasileiros nos últimos anos em favor de uma produção sustentável de alimentos precisam ser compensados, em especial pelos países que não têm como recuperar as suas florestas e pelas empresas que, em suas atividades, são emissoras ...


segunda-feira, 26 de março de 2012

Combustível verde para ônibus - Ambiente Energia | Ambiente Energia

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Combustível verde para ônibus

Da Agência Ambiente Energia – A Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor) divulgará na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, em junho, os resultados preliminares do projeto “Diesel de Cana – Rumo a 2016″, que usa tecnologia sustentável desenvolvida pela empresa Amyris Brasil.

Lançado em julho de 2011, o projeto iniciou, em janeiro deste ano, os testes relativos à adição, ao diesel fóssil, de 30% de diesel obtido a partir da cana-de-açúcar. Os testes foram feitos em 20 ônibus, que já estão rodando nas ruas da capital fluminense. A ideia é elevar esse número para 30 ônibus em 2012.

As avaliações iniciais do projeto serão feitas até a Rio+20 por pesquisadores da Coordenação de Programas de Pós-Graduação de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ). “Tem análise de combustível, de quilometragem, de consumo, de manutenção, de percepção de performance, de emissões. Tudo isso está sendo olhado”, disse o gerente da Fetranspor, Guilherme Wilson.

A perspectiva é diminuir a emissão de gases de efeito estufa até 90%, porque o combustível é feito a partir de biomassa renovável, no caso a cana-de-açúcar. Os testes determinarão também se haverá redução de custos para as empresas de ônibus. Segundo a Fetranspor, a utilização do diesel de cana não implicará em alteração mecânica nos motores dos ônibus, o que elimina a necessidade de investimentos adicionais para fazer a substituição do diesel fóssil. (As informações são da Agência Brasil)

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Bagaço de cana produz papel biodegradável - Globo Rural

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Bagaço de cana produz papel biodegradável - Globo Rural:

Globo Rural


Bagaço de cana produz papel biodegradável
Globo Rural
Agora, o mercado começa a se render a mais um produto ecologicamente correto, obtido a partir do bagaço de cana-de-açúcar, que é o subproduto da fabricação de etanol e açúcar nas usinas. O papel feito com o bagaço começou a ganhar espaço nas ...
Papel produzido a partir da cana de açúcar pode reduzir impactos ...Protefer

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