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sexta-feira, 17 de julho de 2015

Ourofino mostra os impactos das doenças respiratórias em suínos

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Segundo dados da Food and Agriculture Organization (FAO), o Brasil é o terceiro país com maior potencial de crescimento na produção de carnes nos próximos anos e o quarto maior produtor de carne suína no mundo, com 3,2%. De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o país gerou, em 2014, mais de 3 milhões de toneladas de carne suína, crescimento de 1,75% em relação a 2013.

Toda essa produção pode ser prejudicada por um risco também crescente: as doenças respiratórias. Como preveni-las é o tema em destaque do Ourofino em Campo desta sexta-feira (17/7), transmitido ao vivo, às 11h30 (horário de Brasília), pelo Canal do Boi, via parabólica. A especialista técnica na produção de suínos, Andrea Panzardi, da Ourofino Saúde Animal, explica os riscos e os impactos dessas doenças para o suinocultor.

“Os desafios respiratórios estão entre as principais causas de perdas econômicas relacionadas à sanidade dos suínos. Eles reduzem a taxa de crescimento, de conversão alimentar e podem levar os animais à morte, aumentam o custo de produção e diminuem a rentabilidade do criador”, explica Andrea.

Entre os agentes infecciosos mais presentes no Brasil estão o circovírus suíno e a influenza suína. Os animais doentes apresentam tosse, dispneia, batedeira, febre alta, entre outros sintomas.

A nova solução da Ourofino Saúde Animal para as doenças respiratórias é o Lactofur. O antimicrobiano pertencente ao grupo das cefalosporinas de 3º geração, à base de ceftiofur de longa ação e alta concentração. O produto de uso injetável é indicado para o tratamento de doenças respiratórias infecciosas bacterianas em suínos causadas por agentes Gram positivos e Gram negativos sensíveis ao ceftiofur primário e secundário. É também o único antimicrobiano do mercado com cinco dias de proteção e carência zero.

Os telespectadores que tiverem dúvidas sobre o tema podem participar do bate-papo com o envio de perguntas pelo  ourofinoemcampo@ourofino.com e pelo 0800 941 2000.

Fonte:  Ourofino





Ourofino mostra os impactos das doenças respiratórias em suínos

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

BRF anuncia fim de gaiolas de gestação para suínos - Globo Rural | Suínos

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 criacao_suino (Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo)



 A BRF, gigante do setor de alimentos e detentora das marcas Sadia,
Perdigão e Qualy, anunciou ontem (24/11) que abolirá no prazo de 12 anos
o uso de gaiolas de gestação de suínos na companhia e nos seus
fornecedores. A medida que visa o bem-estar animal surgiu do diálogo com
a entidade internacional World Animal Protection. A decisão deve
englobar cerca de 300 mil animais.



As fêmeas permanecerão nas celas durante o período mínimo em alojamento
individual, após o que serão soltas em baias coletivas. A World Animal
Protection irá oferecer apoio técnico e monitor as mudanças.



Para que não haja prejuízos econômicos para parceiros e para a própria
BRF, a empresa afirma que a transição será gradual. De acordo com Ralf
Piter, diretor global pesquisa, desenvolvimento e qualidade do grupo,
algumas empresas fornecedoras já estão adotando gestação coletiva para
testes. "Nos últimos dois anos vínhamos fazendo novos empreendimentos já
nesse novo modelo, servindo de piloto pra identificar vantagens do novo
sistema para que seja dividida com nossos integrados". Os resultados
até agora são positivos, mas ainda serão mensurados nos próximos anos.



Eliminar as gaiolas de gestação é apenas o primeiro passo. "Vamos
identificar outras abordagens, com outras espécies de nossa cadeia de
produção. A BRF já segue os processos de bem-estar animal previstos na
legislação brasileira. O que temos visto é que isso não é mais o
suficiente para que haja um processo realmente sustentável, que garanta
diferenciação quanto ao futuro". O grupo seguirá o padrão da legislação
da União Europeia, que é bastante rígido.



Para José Rodolfo Ciocca, gerente bem-estar animal da World Animal
Protection, a cadeia de produção tem muito a ganhar. "A gente vem
trabalhando no incentivo às empresas e ficamos muito felizes em saber
desse anúncio, fazer parte dessa história, conversa, da transição",
conta. A partir de agora vão ser trabalhados os pontos acordados para
melhorias. Nesta sexta-feira (28/11) do grupo com a BRF.



Sobre os prazos, Ciocca afirma que cada empresa sabe quanto tempo pode
finalizar as mudanças. "A avaliação é profunda. Tem que ser responsável
em outros aspectos. Tem que focar não só no bem-estar animal, mas também
no humano. Não adianta exigir do dia para a noite se vai gerar
problemas para os produtores".


Custos
Os custos da mudança operacional também preocupam, mas para Piter o
retorno será financeiro. "Isso vai ser uma oportunidade de
desenvolvimento. Investimentos que virão em dinheiro e vão ajudar a
recuperar investimentos e também fazer com que gere mais riqueza, para a
companhia e parceiros (criadores)".





BRF anuncia fim de gaiolas de gestação para suínos - Globo Rural | Suínos

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Embrapa: custo de produção de suínos cresce 3,46% em agosto - Globo Rural | Criação

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criacao_suinos_porco (Foto: Ernesto Souza / Ed. Globo)

O custo de produção de suínos aumentou 3,46% em agosto ante julho e atingiu o valor mais alto no ano, diz a Embrapa Suínos e Aves de Concórdia (SC). Segundo o ICPSuíno/Embrapa divulgado , o custo chegou a 174,19 pontos no mês passado. A alta, de acordo com a Embrapa, é explicada principalmente pela valorização nos itens alimentação (2,61%) e sanidade (0,74%). Apesar do aumento registrado em agosto, no ano o ICPSuíno acumula recuo de 0,86%.
Já os custos de produção de frangos tiveram a quarta queda mensal consecutiva em agosto. Segundo o ICPFrango/Embrapa, os custos ficaram 2,41% menores na comparação com julho, marcando 157,61 pontos. É segundo menor índice já registrado desde outubro de 2013. A queda nos itens nutrição (-2,28%), pintos de um dia (-0,44%) e transporte (-0,21%) influenciaram no resultado. No acumulado de 2014, o ICPFrango apresenta redução de 4,59%.
Para calcular o índice dos custos de produção de suínos, a Embrapa considera os preços relativos aos produtores independentes do Estado de Santa Catarina. Já para o cálculo dos custos da produção de frango são considerados os preços pagos pelas agroindústrias do Estado do Paraná.
A diferença das amostras, segundo a Embrapa, é o que explica a variação do item alimentação. Com maior poder de compra em escala, as indústrias paranaenses produtoras de frango conseguem obter melhores preços de milho e soja, enquanto os produtores independentes de SC acabam pagando mais caro pelos grãos.




Embrapa: custo de produção de suínos cresce 3,46% em agosto - Globo Rural | Criação

Ameaças sanitárias aos suínos podem ser evitadas com prevenção estratégica, aponta especialista da Merial

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Ameaças sanitárias aos suínos podem ser evitadas com prevenção estratégica, aponta especialista da Merial

O médico veterinário Marcelo Almeida fala sobre as principais doenças dos suínos e apresenta os melhores métodos de prevenção
Quinta-feira, 25 de Setembro de 2014, 09:38:39EmpresasSanidade

Atividade historicamente característica pela apertada margem de lucro ao produtor, a suinocultura depende da correta aplicação de insumos, técnicas e tecnologias para o bom desempenho produtivo nas granjas. Acompanhando esse processo, a Merial, líder mundial em produtos para saúde animal, traz aos suinocultores e médicos veterinários dicas para a prevenção e tratamento de algumas das principais doenças que acometem os suínos no Brasil.

Marcelo Almeida, gerente técnico da Merial Suínos, ressalta que entre as maiores ameaças sanitárias às granjas estão circovirose, diarreia neonatal, parvovirose, erisipela, rinite atrófica e pneumonia enzoótica. “Na suinocultura industrial brasileira estas doenças estão entre as que mais geram perdas de produtividade e consequente prejuízo financeiro ao produtor”, pontua o especialista.

Circovirose – Causada pelo Circovírus Suíno tipo 2 (PCV2), a circovirose suína pode trazer grandes prejuízos econômicos à granja, pois se trata de uma doença que ataca o sistema imunológico dos suínos, proporcionado facilidade para a entrada de outras doenças. Leva a altos níveis de refugagem entre leitões e, em casos extremos, pode provocar morte dos animais.
Para lidar com este problema, Marcelo Almeida recomenda a prevenção com aplicações de vacinas com elevada carga antigênica e grande volume de testes nas mais diversas circunstâncias, como Circovac®. A vacinação pode ser ministrada diretamente nos leitões e/ou nas matrizes, incentivando a imunização passiva por meio da mamada do colostro.

A vacina oferece diversos benefícios, como a diminuição acentuada da viremia, proteção dos órgãos linfoides - o que conduz à redução do índice de mortalidade, diminuição significativa da refugagem e redução do uso de antibióticos, entre outros benefícios de grande impacto. “Todos esses fatores proporcionam ganhos econômicos indiscutíveis aos produtores”, diz o gerente técnico e médico veterinário da Merial.

Diarreia neonatal – Característica predominante no país, o clima quente traz uma série de preocupações ao suinocultor e, sem dúvida, uma das principais é a diarreia neonatal. Agente causador da Colibacilose Neonatal (principal forma de diarreia neonatal), a bactéria Escherichia coli (E. coli) encontra nas altas temperaturas condições favoráveis para sua proliferação e ainda conta com o estresse calórico nos leitões como um aliado.

“A Colibacilose Neonatal traz riscos imediatos, como desidratação, fraqueza, depressão e até a morte, sendo que o método mais eficaz para a prevenção da diarreia nos leitões é pela absorção de anticorpos no colostro”, ressalta Marcelo Almeida, que indica a prevenção com a vacina Neocolipor®, que, aplicada nas matrizes, garante a imunização pelo colostro contra as seis cepas principais de E. coli produtoras de adesinas (F4ab, F4ac, F4ad, F5, F6 e F41). Neocolipor protege contra a Colibacilose Neonatal e neutraliza, pela indução de formação de anticorpos, todas as adesinas ETEC.

Parvovirose e Erisipela – O parvovírus suíno, causador da parvovirose, quando infecta uma fêmea gestante, sobretudo marrã desprotegida, pode determinar morte do embrião, mumificação, nascimento de leitões fracos, natimortos, retorno ao cio etc. Trata-se de uma doença que provoca pesados prejuízos ao suinocultor, pois chega a atingir 50% das fêmeas de reposição na granja, causando perda reprodutiva.

Já a Erisipela é uma doença antiga, mas que ainda tem efeitos negativos sobre os planteis. Os sinais clínicos vão de septicemia aguda à artrite, alterações cutâneas típicas, transtornos digestivos e, frequentemente, morte súbita. A E. rhusiopathiae, bactéria causadora da Erisipela, pode determinar também infertilidade, aborto, esterilidade ou orquite nos cachaços. "A Erisipela pode causar mortalidade tanto da fêmea como dos animais em crescimento ou em terminação, causando incontáveis prejuízos ao plantel", afirma Marcelo Almeida.
Para garantir a proteção do plantel, é indicada a prevenção com Parvoruvac®, vacina que induz resposta dual (humoral e celular), controlando a replicação do parvovírus suíno e Erysipelothrix rhusiopatiae, protegendo o sistema reprodutor da fêmea e, consequentemente, os fetos em desenvolvimento.

Rinite Atrófica – Doença que compromete o trato respiratório superior e pode destruir a cavidade nasal dos suínos, predispondo-os secundariamente à pneumonia. É altamente transmissível, principalmente na fase de maternidade. É causada por cepas toxinogênicas de Bordetella bronchiseptica, Pasteurella multocida tipo D e, mais raramente, P. multocida tipo A. "Tais agentes produzem toxinas que causam sérios prejuízos à produtividade", explica o especialista da Merial.

Neste caso, a indicação é de que a imunização seja realizada passivamente, ou seja, pelo colostro. A vacina apontada pelo especialista é Riniffa® T, que, integrada ao Programa de Vacinações Merial, protege contra a fixação dos agentes causadores da doença na mucosa nasal.

Pneumonia enzoótica – Causador da pneumonia enzoótica, o Mycoplasma hyopneumoniae ataca o epitélio ciliado do trato respiratório suíno, diminuindo, assim, as defesas pulmonares e facilitando infecções secundárias causadas por outros agentes, como a Pasteurella multocida e o Actinobacillus pleuropneumoniae. "O controle do agente causador da enfermidade faz com que o plantel esteja protegido de diversas outras ameaças ao sistema respiratório, como as lesões pulmonares", acrescenta o gerente técnico da Merial.

Marcelo Almeida aponta Sprintvac® como a vacina mais indicada para o controle da doença. Ele explica que a opção se dá, principalmente, por se tratar de um produto adicionado de Immuneasy, adjuvante especial para induzir imunidade de longa duração - por pelo menos 175 dias, garantindo imunização efetiva com uma única dose.
Fonte:  Assessoria de Imprensa




Ameaças sanitárias aos suínos podem ser evitadas com prevenção es

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Bolsa de suínos de MG fecha em R$ 4,10

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Bolsa de suínos de MG fecha em R$ 4,10

Sexta-feira, 08 de Agosto de 2014, 10:44:31EconomiaMercado Interno
A Bolsa de Suínos de Minas Gerais realizada ontem (07/08), na sede da Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (ASEMG), definiu o valor de comercialização do quilo do suíno vivo em R$4,10, com validade  entre os dias 08 e 14/08 .

“O mercado de suínos em Minas está firme e bastante comprador. Prova disto são as procuras extras por animais  que houveram em todos os pólos. Acreditamos em valores ainda mais favoráveis para os próximos dias” disse Roberto Coelho, suinocultor e diretor da ASEMG.

A Bolsa ocorrerá excepcionalmente na quarta-feira (13/08) devido ao feriado do dia 15/08 em Belo Horizonte. Na mesma data ocorrerá a 2ª5ª Especial que tratará o tema: Pontos Críticos  de Controle na Fábrica De Rações: Custos, Qualidade, Produtividade.
Fonte:  Asemg


Bolsa de suínos de MG fecha em R$ 4,10

segunda-feira, 23 de junho de 2014

G1 - Criadores de suínos de Minas Gerais estão satisfeitos com a atividade - notícias em Agronegócios

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Do Globo Rural
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Criadores de suínos de Minas Gerais estão contentes com a atividade. O preço está bom e eles estão aumentando os investimentos nas granjas.
O criador de suínos Guilherme Queiroz, de Patrocínio, no Alto Paranaíba, tem bons motivos para comemorar. Há tempos, ele não vivia um momento tão bom na atividade.
Em Minas Gerais, o preço pago pelo quilo do suíno vivo vem se mantendo estável desde março deste ano, na faixa dos R$ 3,50. Em Santa Catarina, que é o maior produtor do país, o preço médio do quilo do suíno vivo está em torno de R$ 3,20. No ano passado, girava em torno de R$ 2,40.
Como o preço do milho, um dos principais ingredientes da ração, também teve uma leve queda no mesmo período, os criadores continuam obtendo um bom lucro com a atividade.
Guilherme é criador independente, não tem vínculo com nenhuma agroindústria, e explica que apesar de ter recebido mais entre outubro e janeiro do ano passado, agora o lucro está sendo maior.
O criador Ricardo Bartolo, também de Patrocínio, está ainda mais animado com o setor. As vendas tiveram aquecimento e ele acredita que o valor do suíno vai aumentar ainda mais. "Alguns frigoríficos estão pedindo cargas extras, vemos um crescimento de cerca de 10% no setor, até em função da Copa", diz.


G1 - Criadores de suínos de Minas Gerais estão satisfeitos com a atividade - notícias em Agronegócios

quarta-feira, 23 de abril de 2014

USDA passa a exigir relatórios sobre Diarreia Suína - Globo Rural | Suínos

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suinos_porcos_criacao (Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo)

A propagação do vírus da Diarreia Epidêmica Suína (PED, na sigla
em inglês) levou o governo dos Estados Unidos a adotar medidas
adicionais para controle da doença. O secretário de Agricultura do país,
Tom Vilsak, anunciou uma série de ações para ampliar a segurança do
rebanho suíno americano.



De acordo com comunicado divulgado pelo Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos (USDA), uma das medidas é a exigência de relatórios
sobre a doença.



“O USDA está adotando esta ação devido ao efeito devastador desta
doença sobre a saúde dos suínos desde quando ela foi identificada no ano
passado, apesar de sua comunicação não ser obrigatória pelos padrões
internacionais”, diz o comunicado oficial. “A Diarreia Epidêmica afeta
apenas porcos e não representa risco nem para as pessoas nem para a
segurança alimentar”, acrescenta o documento.



Além dos relatórios, será exigido um monitoramento sobre a circulação
de animais e de veículos nas áreas afetadas pela doença. No entanto, não
haverá restrições de movimentação. O USDA informou ainda que está
realizando um trabalho em conjunto com as indústrias para dar
assistência aos produtores de suínos em vigilância, monitoramento e
apoio técnico.



“Foram estabelecidos protocolos de teste e já está sendo investigado
como o vírus é transmitido”, garantiu o secretário de Agricultura dos
Estados Unidos, Tom Vilsak, segundo nota do USDA. “As ações nos ajudarão
a identificar lacunas na biossegurança e impedir a propagação desse e
seus danos a produtores, indústria e consumidores.”







USDA passa a exigir relatórios sobre Diarreia Suína - Globo Rural | Suínos

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Vírus ameaça elevar custo da carne suína nos EUA - Globo Rural | Suínos

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criacao_suino_ (Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo)
Um vírus que mata suínos jovens perturba a indústria de carne suína dos Estados Unidos, impulsionando as cotações no mercado de US$ 9 bilhões de futuros de suínos e ameaçando elevar preços aos consumidores de alimentos.
A doença, que se espalhou para propriedades de 22 Estados, está diminuindo a oferta de carne suína e levando alguns traders e investidores a apostar que os preços dos suínos podem bater recordes este ano. Os futuros de suínos nos EUA subiram para a máxima em sete semanas há uma semana e acumulam alta de 6% desde meados de dezembro.
O vírus epidêmico de diarreia suína (PED) apareceu nos EUA pela primeira vez em abril e já matou milhares de leitões desde então. O vírus, que causa diarreia e vômitos severos, é fatal apenas para suínos jovens e não representa ameaça à saúde humana ou à segurança dos alimentos, de acordo com veterinários de suínos. A cepa nos EUA é quase idêntica a uma versão que restringiu a produção de suínos na China em 2012.
A extensão do impacto não está clara porque propriedades não precisam reportar casos ou mortes para reguladores federais. A Smithfield Foods, maior produtora de carne suína do mundo, e outros frigoríficos estimam que cerca de 10% das fêmeas adultas do país foram infectadas pelo vírus, que pode se espalhar para os seus descendentes.
A empresa, uma unidade da chinesa Shuanghui International Holdings, disse no mês passado que o vírus pode resultar em uma perda de produção de suínos nos EUA este ano de 2 a 3 milhões de cabeças, ou até 3% do total da indústria. O grupo Hormel Foods advertiu recentemente seus lucros para o ano fiscal 2014 podem ser afetados por "custos de animais potencialmente voláteis", devido ao vírus.
Para evitar a doença, muitos produtores de suínos dos EUA estão redobrando as práticas de segurança, incluindo desinfetar equipamentos e calçados de trabalhadores. Mas muitos dizem que a doença é difícil de evitar. "Essa é a doença mais difícil que já enfrentamos" disse Mike Brandherm, gerente-geral da produtora de suínos Hitch, de Oklahoma, que perdeu 30 mil leitões em seis semanas em um surto em 2013.
"Foi impressionante a rapidez com que a doença se propagou. Você se sente sem ação." Apesar de os surtos terem perdido força nas fazendas da empresa desde então, a Hitch continua perdendo de 500 a 600 leitões por semana, disse Brandherm. "Nós ainda não estamos de volta aos níveis de produção que tivemos antes da doença", acrescentou.
O golpe no abastecimento deverá elevar preços de bacon e costeletas de porco para os consumidores norte-americanos. Os preços da carne suína no varejo provavelmente atingirão um novo recorde este ano, ultrapassando os US$ 3,81 por libra-peso alcançados em outubro, de acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). O órgão projeta para 2014 um aumento de 2% a 3% nos preços da carne suína no varejo, depois de uma valorização de cerca de 1% no ano passado.
Mike Boero, gerente do departamento de carnes em um supermercado Piggly Wiggly de Illinois, disse que os consumidores já estão falando sobre os preços mais elevados do bacon. "Definitivamente subiu mais do que eu posso pagar", afirmou. "As pessoas só estão comprando se está com desconto."
Preocupações com o vírus têm puxado os preços do suíno nos últimos meses. Mas muitos traders afirmaram que o impacto sobre a produção provavelmente não vai aparecer de forma significativa até a primavera e o verão do Hemisfério Norte, porque a doença começou a acelerar em outubro, e leitões levam cerca de seis meses para atingir o peso de abate.




Vírus ameaça elevar custo da carne suína nos EUA - Globo Rural | Suínos

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Decreto que concede redução na tributação sobre suínos vivos é pr

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Decreto que concede redução na tributação sobre suínos vivos é prorrogado no RS

Quinta-feira, 09 de Janeiro de 2014, 11:27:13Economia
Uma boa notícia abre o ano de 2014 para os produtores de suínos do RS e garante boas perspectivas para o setor. O presidente da Frente Parlamentar de Apoio à Suinocultura Gaúcha, deputado Aloísio Classmann (PTB), comemorou a publicação no Diário Oficial do Rio Grande do Sul do Decreto 51.043, assinado pelo governador Tarso Genro, garantindo a continuidade de um menor índice na tributação sobre a comercialização de suínos vivos. A redução na base de cálculo, nas saídas interestaduais, permanece em 3,99% até 31 de julho de 2014. "Vamos continuar trabalhando por soluções definitivas que alavanquem a competitividade dos suinocultores gaúchos", cumprimentou o Governo do Estado, que atendeu a esta reivindicação "tão importante para todo o setor”, conforme destacou Classmann.

Decreto que concede redução na tributação sobre suínos vivos é pr

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Rússia põe dois abatedouros de suínos da BRF em controle reforçad

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Rússia põe dois abatedouros de suínos da BRF em controle reforçado

Quarta-feira, 04 de Dezembro de 2013, 08:57:44Exportação
O serviço sanitário da Rússia (Rosselkhoznadzor) colocou ontem dois abatedouros de suínos da BRF na lista de unidades em “controle reforçado”. As plantas em questão estão localizadas em Uberlândia (MG) e Rio Verde (GO). Na prática, a decisão do órgão significa que as cargas exportadas a partir das duas unidades da companhia terão de passar por mais testes para desembarcar na Rússia.
Com a decisão, das 21 unidades brasileiras cadastrados no serviço sanitário russo, cinco frigoríficos e um entreposto estão habilitados a exportar sem restrições e duas plantas estão em controle reforçado. Outras 14 unidades estão proibidas de exportar para a Rússia.
Fonte:  Valor Econômico


Rússia põe dois abatedouros de suínos da BRF em controle reforçad

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Produtores de suínos de SC temem preço alto do milho em 2014 - Suinocultura

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Produtores de suínos de SC temem preço alto do milho em 2014

Terça-feira, 03 de Dezembro de 2013, 08:49:35Mercado Interno
"Vemos com preocupação essas notícias de maior volume exportado, porque a tendência sempre é depois o mercado interno pagar o preço da exportação", afirmou o presidente da Associação Catarinense de Criadores Suínos (ACCS), Losivânio de Lorenzi. Enquanto as traders e os produtores de milho comemoram os recordes de exportação, que até outubro já superaram todo o volume embarcado no ano passado, os suinocultores ficam mais cautelosos. Até outubro, o Brasil exportou 19,6 milhões de toneladas, ante 13 milhões de toneladas embarcadas durante todo o ano passado.
Lorenzi disse que não acredita numa escassez no mercado interno, mas na sustentação dos preços em nível mais elevado.
Além disso, Lorenzi disse que "o que preocupa mais para o próximo ano é que a produção do milho vai ser menor". A estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é que o Brasil produza na atual safra (2013/2014) cerca de 79 milhões de toneladas. Na safra de verão, devem ser colhidos 33 milhões de toneladas, uma queda que pode chegar a 7%.
Apenas no Paraná, a área plantada na primeira safra recuou 22%, o que deve resultar em uma queda de volume na mesma proporção. Concentrados na Região Sul do País, os suinocultores têm o Paraná como o principal fornecedor de milho.
Segundo Lorenzi, a perspectiva para 2014 é ruim porque em 2013, mesmo com uma safra recorde de 81 milhões de toneladas, os suinocultores catarinenses continuaram pagando caro pelo cereal. "Historicamente foi o pior ano" para o produtor comprar milho no mercado interno, assegurou. Atualmente o produtor local está pagando R$ 29 pela saca. Ao longo do ano, o preço o estado variou entre R$ 26 a R$ 31.
Em compensação, os preços dos suínos produzidos em SC já se valorizaram 9% ao longo do ano e estão sendo negociados a R$ 3,28, o que compensou o preço pago no cereal.
Para garantir as margens, muitos produtores catarinenses têm dado preferência para importar milho do Paraguai através de cooperativas do que comprar milho do Mato Grosso. Pelas cooperativas, o milho paraguaio entra isento de imposto de importação por R$ 24. Para comprar uma saca produzida em Sorriso, um suinocultor de Chapecó paga até R$ 26. Desse valor, R$ 16 correspondem apenas ao custo do frete.
Neste ano, o governo promoveu apenas um leilão de milho que incluiu compradores do Sul, que ocorreu no último dia 22. Das 800 mil toneladas inicialmente disponibilizadas por leilão de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro), foi negociado pouco mais da metade, 402 mil toneladas. Porém, esse volume foi dividido entre compradores de Paraná, Minas Gerais, Bahia, Maranhão, Pará, Piauí, Rondônia e Tocantins, além de Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
"O governo tem que manter estoques nas regiões de consumo para evitar ter superpreço do milho", defendeu Glauber Silveira, presidente da Aprosoja Brasil, associação que reúne produtores de soja e milho do País.
Distorção - Enquanto os suinocultores do Sul temem pagar mais pelo milho no próximo ano, os produtores do grão seguram o cereal em suas fazendas aguardando preços mais remuneradores.
No último mês, o preço do milho reagiu em Mato Grosso e atingiu R$ 12 a saca, mas mais de um quarto da produção (27,4%) continua estocada.
Na segunda-feira, o governo elevou o preço mínimo da saca de 60 quilos do milho em Mato Grosso e Rondônia para de R$ 13,56 para o próximo ano, alta de 4,15% em relação ao valor anterior, de R$ 13,02 a saca. Mas os produtores continuam descontentes. "Não é suficiente. Temos uma demanda de preço superior a isso, deveria ser R$ 14,50", opinou Glauber Silveira. Ele ressaltou que também é preciso ter uma precificação regionalizada, já que há diferenças entre os custos de produção dentro do próprio estado. "Nas regiões mais distantes, o custo é muito alto, mas o produtor acaba recebendo menos pelo milho", ressaltou.
Avicultura - O cenário de preços do milho já é menos preocupante para os produtores de frango, que estão mais distribuídos pelo território nacional e, portanto, pagam menos pelo frete do que um produtor de suíno, localizados no Sul. Além disso, os estoques de passagem, concentrados no Centro-Oeste, contam com cerca de 20 milhões de toneladas do grão.
"Nosso setor não está apreensivo com 2014, está mais apreensivo agora com a pouca disponibilidade de farelo de soja, porque o estoque de passagem vai ser baixo, o preço está elevado e a safra só vai ser colhida entre janeiro e fevereiro", afirma Francisco Turra, presidente da União Brasileira da Avicultura (Ubabef).

Produtores de suínos de SC temem preço alto do milho em 2014

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Alltech lança soluções nutricionais para suínos no Congresso Abra

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O maior evento técnico científico da suinocultura brasileira - Congresso ABRAVES - acontecerá nos próximos dias 5 a 7 de novembro, em Cuiabá (MT). Serão apresentados os resultados mais recentes das pesquisas e práticas do setor. A Alltech lançará na ocasião três produtos: Acid Pak, Advantage Terminação e Mycosorb A+.
O consumo de carne suína aumentou em torno de 400 mil toneladas nos últimos seis anos no Brasil. Atualmente, o mercado interno é responsável por 85% da produção e 15% é destinado à exportação. No mundo, a carne suína é a fonte de proteína mais consumida, sendo praticamente o dobro da bovina. Segundo o USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos – em 2012 foram produzidas 104.396 milhões de toneladas de carne suína. A China é a responsável por 50% deste total e o segundo maior produtor é o bloco da União Europeia, considerando 27 países, com uma produção de 22.750 milhões de toneladas. China, Estados Unidos e União Europeia representam 82% do total da produção mundial. Já o Brasil possui uma parcela de apenas 3,1% neste mercado, ou seja, há uma grande oportunidade de crescimento para o país. Pensando neste potencial, a Alltech tem desenvolvido tecnologias para melhorar o desempenho nutricional dos suínos. Abaixo seguem novas soluções nutricionais para a cadeia suína:
O Acid Pak compõe um programa de saúde do intestino, principalmente na fase inicial da vida do animal. Atua como regulador de acidez do meio, inibindo o crescimento de patógenos do trato intestinal e favorece o ambiente para o estabelecimento de microfibras benéficas. Além disto, colabora na hidratação e adaptação do animal após os primeiros dias de jejum.
Este produto é disponibilizado em forma de pó e o produtor poderá dissolvê-lo na água a ser consumida. Possui palatabilizante sabor baunilha que estimula o consumo pelos animais. Outro benefício é o auxílio na recuperação de eletrólitos, conjunto de minerais essenciais para manter as funções celulares normais, que muitas vezes se perdem após o transporte dos suínos. Também pode ser utilizado para amenizar situações de estresse calórico e vacinações.
O Advantage Terminação trabalha para um melhor desenvolvimento do animal em sua última fase de vida. Na terminação, é preciso atingir peso e acabamento de carcaça adequados que agreguem valor aos cuidados tomados nos outros períodos de cria e recria. Porém, à medida que o suíno chega a sua fase madura a intensidade de crescimento e a eficiência alimentar diminuem.
Esta nova solução da Alltech foi elaborada a partir de um complexo de minerais e algas que estimula a máxima expressão genética do animal e seu melhor desempenho durante a terminação. O Advantage estimula o ganho de peso diário, conversão alimentar e imunidade. Na carcaça age aprimorando a conformação e o rendimento, além de aumentar a porcentagem de carne magra. Consequentemente, o produto final ficará mais suculento, terá maior retenção de água, maciez, coloração e uma permanência estendida na prateleira antes do vencimento.
O Mycosorb A+ ajuda a eliminar um problema comum entre as suinoculturas, as micotoxinas. O produto é a nova geração de adsorventes da Alltech desenvolvido à base de algas. Sua produção foi criada em mais de 90 estudos auditados, 17 projetos de PHD e 25 de Mestrado. O resultado é a eficácia superior na adsorção de um número muito maior de micotoxinas e estabilidade em diferentes níveis de pH e temperatura.
A preocupação na utilização de adsorventes muitas vezes está no fato de que eles podem eliminar outros nutrientes do organismo. A vantagem deste produto é que ele trabalha focado somente nas micotoxinas e preserva elementos chaves na dieta como minerais, vitaminas e antibióticos. A sua rapidez na ação é destaque, técnicas patenteadas de Espectometria em Massa (LC-MS/MS) demonstram a capacidade de Mycosorb A+ em adsorver mais de 37 micotoxinas simultaneamente.
Fonte:  Assessoria de Imprensa Alltech

 


Alltech lança soluções nutricionais para suínos no Congresso Abra

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Criar aves e suínos voltou a ficar mais caro em setembro

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Os custos de produção na avicultura e da suinocultura voltaram a subir no mês de novembro. A informação é da Embrapa Suínos e Aves, com sede em Concórdia (SC). Na comparação com agosto, o índice relativo ao frango teve alta de 4,73%. O relativo ao suíno teve elevação de 1,25% na mesma comparação.
De acordo com a Embrapa, o custo de produção de frango sofreu a influência do aumento no preço da ração, que foi de 4,94% no período analisado. De outro lado, a mão de obra teve baixa de 0,29%. Apesar do aumento em setembro, o índice acumula queda de 11,22% no acumulado dos nove primeiros meses do ano e de 15,17% nos últimos 12 meses.
O aumento nos preços da ração animal influenciou também o custo de produção de suínos, segundo a pesquisa da Embrapa. A alimentação teve alta de 0,71%. Subiram também transporte (0,36%), manutenção (0,15%) e Funrural (0,15%). No acumulado dos nove primeiros meses do ano, o indicador tem queda de 6,77% e nos últimos 12 meses, redução de 9,14%.
Os índices são formados a partir da análise de custos de produção nos 11 principais estados produtores de aves e suínos do país.
Fonte:  Globo Rural
 
Criar aves e suínos voltou a ficar mais caro em setembro

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Japão pode importar US$ 200 milhões em suíno

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Japão pode importar US$ 200 milhões em suíno: A abertura do mercado japonês à carne suína de Santa Catarina poderá levar o Brasil a exportar até US$ 200 milhões anuais ao país asiático, conforme estimativa de Pedro de Camargo Neto, ex-presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs).
Na sexta-feira, o governo catarinense e o Ministério da Agric...

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Visão norte-americana da produção de suínos: da compra de matéria

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Suinocultura Industrial disponibiliza aos seus leitores mais um Suinocast - o podcast da Suinocultura Brasileira em parceria com o Méd. Vet. Márcio Gonçalves.

Desta vez o assunto discutido é "A visão norte-americana da produção de suínos: da compra de matéria-prima à captação de talentos", com a médica veterinária Ana Lúcia de Souza.
Ana Lúcia cobre temas que vão da compra de matéria-prima, passando por planejamento, negociação, função estratégica da área de pesquisa e desenvolvimento, gestão de tecnologias, simplificação dos processos até a área de recursos humanos e captação de talentos.
Acesse o site www.suinoculturaindustrial.com.br – o Suinocast está na home, ao lado da enquete do site, na parte inferior. Visite também www.suinocast.com.br



Visão norte-americana da produção de suínos: da compra de matéria

G1 - Ucrânia suspende importação de carne suína brasileira - notícias em Agronegócios

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A Ucrânia é o maior comprador de carne suína no Brasil, com 24% de participação, mas nesta quinta-feira o país suspendeu as importações porque testes de laboratório encontraram traços da bactéria listeria na carne brasileira. O Ministério da ...

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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Suinocultura do futuro: serviço de registro genealógico de suínos

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A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) está investindo na reestruturação do “Serviço de Registro Genealógico de Suínos do Brasil” (SRGS). Com piloto já em andamento, a expectativa é que o novo formato já passe a operar em dezenas de granjas até o final deste ano. O objetivo do sistema é criar processos dinâmicos e sistêmicos, auditáveis e de baixo custo, aumentando a confiabilidade da origem dos animais de reprodução, todos realizados por meio da internet.

“O registro eletrônico tem a finalidade de aumentar a qualidade, exatidão e rapidez perante a obtenção de todos os dados referentes aos animais, assim como a origem dos mesmos e intervenções realizadas no processo de produção, bem como possibilitar a implantação de um sistema de rastreabilidade a partir dos animais de reprodução”, explicou o diretor executivo da ABCS, Fabiano Coser. O novo sistema que será disponibilizado pela entidade às 97 granjas multiplicadoras de genética suína, conterá, eletronicamente, elementos de garantia de origem dos animais e um banco de dados central.

A maior mudança prevista com o sistema online é o ganho de qualidade e rapidez na prestação do serviço de registro que, por conta da nova tecnologia, eliminou uma série de retrabalhos tanto para os produtores que realizam o registro, quanto para a equipe da ABCS. “Com o sistema antigo, o produtor chegava a esperar por dias para obter em sua granja o registro dos animais e, com a nova solução, o produtor poderá registrar os seus animais instantaneamente, pois a solução é on-line através da internet”, explica Everton Gubert, sócio e fundador da Agriness, empresa responsável pela criação da gestão da informação do SRGS. Além disso, a ABCS passa a atuar com maior qualidade no controle e garantia de origem dos suínos de reprodução produzidos no Brasil, já que o novo sistema oferece mais alternativas de geração de informações por meio de relatórios e gráficos que acompanham em tempo real o registro de animais em todo o país.

O novo modelo facilitará os processos de seleção e possibilitará a emissão online de todos os certificados necessários pelo produtor de genética, permitindo ao comprador de genética também ter uma base de facilidade operacional, podendo acessar pela internet toda a genealogia dos animais que esta comprando, aprofundando cada vez mais as características genéticas de seu rebanho.

A primeira etapa já foi realizada no mês de janeiro na sede da ABCS em Estrela/RS, para o alinhamento conceitual sobre o funcionamento do novo sistema com a equipe responsável pela operação do Serviço de Registro Genealógico de Suínos na entidade. “Simulamos a utilização do sistema por uma granja multiplicadora exemplificando a equipe os passos necessários para que a granja possa solicitar e imprimir os registros pela internet”, conta o superintendente técnico do SRGS do Brasil, Valmir Rosa.

Para o mês de março a expectativa da ABCS é que a Granja Miunça, do suinocultor Rubens Valentini, que está localizada em Brasília e foi escolhida para iniciar os testes, já passe a realizar a homologação e as emissões de registros pela internet.

Benefícios do novo SRGS

Processo de envio de comunicados e pedido de registros

· Envio digital dos comunicados de cobertura e nascimento (hoje a maioria das granjas enviam formulários em papel);

· Cadastramento automático dos comunicados na ABCS (hoje a maioria dos comunicados é cadastrada manualmente);

· Pedido e emissão dos registros on-line por meio da internet;

Eliminação de burocracia

· Diminuição do uso de papéis com comunicados e registros pois todo o processo passa a ser realizado por meio digital;

· Redução do tempo para obtenção do registro de DIAS (desde a solicitação de registro e entrega do mesmo) para MINUTOS;


Fonte: ABCS

Suinocultura do futuro: serviço de registro genealógico de suínos

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Midia News | Suínos: exportações ajudaram a enxugar mercado em janeiro

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Midia News | Suínos: exportações ajudaram a enxugar mercado em janeiro: Neste início de fevereiro, no entanto, segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), as cotações do animal vivo e da carne vêm recuando, como consequência, principalmente, das vendas fracas ao consumidor final.

Quanto à oferta de animais, observa-se que os suínos não estão tão leves como em semanas anteriores, o que proporciona um certo ajuste entre a oferta e a demanda de frigoríficos.

Em janeiro, foram exportadas 34,6 mil toneladas de carne suína in natura, quantidade 7,1% superior à de dezembro/12 e 12,7% maior que a de janeiro/12, segundo dados da Secex.

Considerando-se apenas os meses de janeiro – foi analisada a série desde 2004 –, o volume embarcado no primeiro mês de 2013 é semelhante ao exportado no mesmo período de 2005, até então, o maior para o período.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Rússia amplia produção de carnes suína e de frango

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Incentivo do governo para substituir importações leva a investimentos nos dois segmentos
São Paulo, SP, 28 de Janeiro de 2013 - A produção de carne suína e de frango da Rússia aumentou em 2012, de acordo com números divulgados na sexta-feira (25/1) pelo serviço de estatísticas russo. O incentivo do governo para substituir importações levou a investimentos nos dois segmentos.

Em 2012, a Rússia produziu 934 mil toneladas de carne suína, aumento de 14,8% em relação a 2011. A produção de aves cresceu 13,3% na mesma base de comparação, para 3,368 milhões de toneladas.

Já a produção de carne bovina caiu 5% no ano passado e totalizou 173 mil toneladas.


(Globo Rural) (Redação)

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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Agronegócios – Uruguai amplia compra de produtos suínos brasileiros | Noticias

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Brasil e Uruguai negociam o certificado sanitário para a retomada do comércio de produtos suínos. Em dezembro de 2012, a Direção-Geral de Serviços Pecuários do Uruguai (DGSPU) aprovou a liberação da importação de carne, produtos, subprodutos e

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Agronegócios – Uruguai amplia compra de produtos suínos brasileiros | Noticias