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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

G1 - Produtores de MT pedem novo preço mínimo do milho acima de R$ 17 - notícias em Agro Debate

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments








Do G1 MT




saca de milho (Foto: Leandro J. Nascimento/G1)Produtores pdem novo valor para o milho

(Foto: Leandro J. Nascimento/G1)
A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso
(Aprosoja-MT), encaminhou ao Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (Mapa), ofício solicitando reajuste no preço mínimo do
milho. O valor praticado atualmente sobre a saca de 60 quilos no estado é
de R$ 13,56.



No documento enviado ao Mapa ainda na sexta-feira (15) os produtores
mencionam um patamar acima dos R$ 17. “Já enviamos à Secretaria de
Polícia Agrícola um estudo sinalizando o valor de R$ 17,84, a partir de
uma análise detalhada feita pelo Instituto Mato-grossense de Economia
Agropecuária (Imea), afirma o presidente da entidade, Ricardo Tomczyk.



O preço mínimo leva em conta os custos variáveis calculados pela
Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Em Nova Mutum, município a
269 quilômetros de Cuiabá, onde participou de uma rodada do Circuito
Aprosoja, o ministro Neri Geller afirmou que o governo vai discutir a
composição do novo mínimo com o setor produtivo.



A proposta final deve ser apresentada ao Conselho Monetário Nacional
(CMN) para validação. “Estamos abertos para discutir com os técnicos das
entidades que representam o setor produtivo”, afirmou.



Durante encontro com os produtores, Geller voltou a sinalizar que para o
exercício 2015 o novo preço mínimo deve ficar próximo dos R$ 15.
Segundo o representante, a intenção é que o valor entre em vigor no mês
de janeiro.




G1 - Produtores de MT pedem novo preço mínimo do milho acima de R$ 17 - notícias em Agro Debate

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Aprosoja-MT lança vídeo com orientações sobre trabalho em altura e espaço confinado - Cenário da Notícia em Lucas do Rio Verde e Região

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments



 
 
Aprosoja-MT lança vídeo com orientações sobre trabalho em altura e espaço confinado
 Por meio do programa Soja Plus, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) e Associação Brasileira de Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) começarão a entregar aos produtores rurais a última edição do vídeo Diálogos Diários de Segurança (DDS). Dessa vez, os assuntos abordados orientam os trabalhadores sobre as questões de segurança em espaços confinados, conforme norma regulamentadora do Ministério do Trabalho (NR 33) e trabalho em altura (NR 35).
 
 
Esta é a sexta edição da série de vídeos que auxilia trabalhadores a executar de forma segura suas atividades nas propriedades rurais. O filme mostra passo a passo como devem ser realizados os trabalhos nesses ambientes.
 
 
O trabalho em altura é aquele realizado acima de dois metros do solo. Nas fazendas, geralmente essas atividades são executadas em silos, moegas, telhados, dentre outros. Essa atividade requer uso de equipamentos de segurança específicos, como dispositivos de proteção, dispositivo de ancoragem, cinturão paraquedista, talabarte, trava quedas retráteis, trava quedas móveis e mosquetão.
 
 
No meio rural, é considerado espaço confinado todo o local que tenha baixa ventilação, não é projetado para ocupação humana contínua e tem locais de entrada e saída limitados, tais como silos, moegas, poços, fossas, tanques, secadores e reservatórios.
 
 
De acordo com o gerente de Planejamento da Aprosoja-MT, Cid Sanches, os supervisores de projetos da associação vão entregar um cópia do vídeo aos proprietários  das fazendas que fazem parte do programa. “Atualmente temos 600 produtores participantes do Soja Plus, nossa meta é atingir todos. Para facilitar a divulgação, vamos realizar algumas oficinas para auxiliar na troca de informações”, destacou.
 
 
Além da distribuição do material, o vídeo que trata das questões de segurança em espaços confinados e trabalho em altura também está disponível no site da Aprosoja-MT.  Clique aqui para assistir.
 
Oficinas
Para garantir os cuidados necessários durante o trabalho em espaços confinados e em altura, a Aprosoja-MT, em parceria com a empresa ADM, vai realizar oficinas de orientação para os produtores e funcionários. Na região Oeste, o treinamento será em Sapezal, dia 25/08 e em Campo Novo do Parecis, dia 26/08. Na região Norte, a oficina será realizada em Lucas do Rio Verde no dia 27/08, e em Sorriso no dia seguinte, 28/08.
 


Aprosoja-MT lança vídeo com orientações sobre trabalho em altura e espaço confinado - Cenário da Notícia em Lucas do Rio Verde e Região

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Volume de sementes piratas de soja é de pelo menos 10% do total plantado e preocupa associação - Cenário da Notícia em Lucas do Rio Verde e Região

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Volume de sementes piratas de soja é de pelo menos 10% do total plantado e preocupa associação
O volume de sementes piratas no cultivo de soja no Estado já é de pelo menos 10% do total, de acordo com estimativas prévias da Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat).
 
 
O cenário preocupa a associação, sobretudo no que diz respeitos às consequências gerais da pirataria de sementes para toda a cadeia de soja no Estado.
 
 
De acordo com o vice-presidente técnico da Aprosmat, Gladir Tomazelli, a entidade não tem nenhuma objeção à semente salva dentro das normas legais, o que é um direito do produtor.
 
 
Para tanto, o produtor deve seguir a legislação, inscrevendo os campos de produção de semente da fazenda junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), beneficiando e armazenando as sementes na propriedade e fazendo uso exclusivamente próprio, dentre outras normas.
 
 
Aqueles que não cumprem a legislação e/ou comercializam as sementes são enquadrados na pirataria e trazem diversos prejuízos à cadeia.
 
 
Segundo Tomazelli, a pirataria de sementes não remunera a pesquisa, faz concorrência desleal com produtores de sementes que investem em prol de um bom produto e fomenta o desemprego de engenheiros agrônomos, técnicos agrícolas, operadores de Unidades de Beneficiamento de Sementes (UBS) e outros funcionários relacionados à atividade.
 
 
Além disso, a pirataria não remunera os cofres do Estado através do pagamento de impostos e diminui o padrão de qualidade das sementes plantadas nas lavouras, o que reduz a produtividade geral.
 
 
A estimativa de 10% ainda pode aumentar neste ano de 2014 devido ao plantio de safrinha de soja no Estado. “O que, para a Aprosmat, representa grandes riscos em relação à qualidade fisiológica das sementes, bem como grandes prejuízos para Mato Grosso em relação aos problemas fitossanitários”, frisa o vice-presidente técnico.
 
 
A associação recomenda que o produtor que quiser salvar semente precisa ficar atento à legislação e cuidar de todos os riscos, como mistura de cultivares e perda de vigor e germinação quando não armazenada nas condições ideais.
 
 
“Quem compra semente certificada tem à disposição as melhores tecnologias e garantias de padrão de qualidade”, conclui Tomazelli.

Volume de sementes piratas de soja é de pelo menos 10% do total plantado e preocupa associação - Cenário da Notícia em Lucas do Rio Verde e Região

Batalha sobre dívida argentina pode reduzir oferta global de soja - Notícias - R7 Internacional

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Por Hugh Bronstein
BUENOS AIRES (Reuters) - Os produtores argentinos disseram que vão estocar soja no segundo semestre do ano se o governo não for capaz de fechar um acordo com os investidores sobre sua dívida para evitar um novo default soberano.
Muitos produtores já estão segurando a venda da soja como forma de se proteger contra a inflação alta e dizem que serão ainda mais cautelosos à medida que as negociações entre governo e investidores detentores de títulos avançam.
Os credores querem o pagamento integral dos títulos que a Argentina deixou pagar em 2002, após vencerem uma série de disputas em tribunais norte-americanos que colocam o país à beira de um novo calote.
"Considerando o que está acontecendo com a dívida da Argentina, estamos retendo o que colhemos este ano, para ver o que acontece", disse Carlos Novecourt, gerente de uma pequena fazenda na cidade de Carlos Casares, na província de Buenos Aires.
Um corte na oferta da oleaginosa pela Argentina colocaria pressão de alta sobre os preços globais da soja e do farelo mundial em um momento de crescente demanda, especialmente da China.
A Argentina é terceiro exportador de soja do mundo e o maior fornecedor global de farelo de soja.
Sinais da incerteza sobre o abastecimento já estão surgindo no mercado mundial, com as exportações de farelo de soja dos Estados Unidos, terceiro fornecedor do mundo, atingindo recordes.
A Argentina deverá colher 55,5 milhões de toneladas de soja nesta temporada, de acordo com a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, que informou nesta quinta-feira que os produtores colheram 95 por cento da safra até o momento.
Ao longo dos próximos dois meses, os produtores argentinos deverão vender grãos para levantar dinheiro necessário para pagar os empréstimos que financiaram o plantio. Uma vez que os empréstimos bancários forem pagos, no entanto, os produtores terão ainda mais motivos para acumular estoques de grãos na fazenda.
"Após o final de agosto, os agricultores argentinos vão segurar 23,25 milhões de toneladas de soja, com um valor de mercado de 12 bilhões de dólares. Sob circunstâncias normais, o que significa dizer sem o problema de reestruturação da dívida, esse volume seria de 18 milhões de toneladas, no valor de 9,3 bilhões de dólares", disse o analista agrícola Pablo Adreani.
(Reportagem adicional De Karl Plume, em Chicago)


Batalha sobre dívida argentina pode reduzir oferta global de soja - Notícias - R7 Internacional

segunda-feira, 23 de junho de 2014

G1 - Exportações brasileiras de soja estão batendo recorde no início deste ano - notícias em Agronegócios

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22/06/2014 08h15 - Atualizado em 22/06/2014 08h46

Exportações brasileiras de soja estão batendo recorde no início deste ano

Nos primeiros meses de 2014, 25 milhões de toneladas foram exportadas.
Santos e Paranaguá tiveram crescimento de 26% no volume exportado.

Do Globo Rural
3 comentários
As exportações brasileiras de soja estão batendo recorde este ano. No Paraná, os agricultores comemoram o bom momento.
Na cooperativa de Cascavel, no oeste do Paraná, tem pouca soja guardada. Os preços animaram os agricultores. O produtor rural Modesto Daga conta que fez bons negócios este ano. "Hoje tenho de 10% a 12% de soja estocada, o resto está todo comercializado porque o preço estava muito favorável".
O bom momento vivido pelo produtor de soja está sendo impulsionado principalmente pela exportação. Nos cinco primeiros meses do ano foram 25 milhões de toneladas exportadas, 27% a mais que em 2013. A soja bateu recorde de vendas.
"A China tem sido o grande diferencial dos últimos 12 a 15 anos em termos do comércio internacional de soja. Respondendo por 63% da demanda dos países exportadores", explica Camilo Motter, analista de mercado.
Para ter uma ideia do impacto da China nas compras mundiais de soja, basta olhar os números. No ano de 2000, ela importou 10 milhões de toneladas, no ano passado foram 60 milhões de toneladas e a previsão para este ano é de 69 milhões de toneladas.
Além da soja em grão, o Brasil também exporta farelo e óleo de soja. Em um armazém da Coopavel, cooperativa agroindustrial de Cascavel, no oeste do Paraná, está armazenado farelo de soja. Cerca de 70% da produção vai seguir para a exportação, algo que não ocorria há cinco anos.
A cooperativa tinha parado de exportar farelo por causa do preço e agora retomou o mercado. "A safra brasileira este ano foi maior. Há uma necessidade de soja, óleo e farelo para o mundo e o Brasil tem que aproveitar essa oportunidade até setembro, outubro, quando entra a safra americana. Daí ela irá também abastecer o mercado internacional", afirma Dilvo Grolli, presidente da Coopavel.
As principais portas de saída da soja brasileira são os portos de Santos e Paranaguá. Juntos, eles respondem pela metade da exportação brasileira de grãos.
Nos cinco primeiros meses do ano, o porto de Paranaguá movimentou 5,1 milhões de toneladas de soja. Por Santos foram quase 8,7 milhões. Juntos, os dois portos tiveram crescimento de 26% no volume exportado até agora.


G1 - Exportações brasileiras de soja estão batendo recorde no início deste ano - notícias em Agronegócios

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Importação de soja do Brasil pela China aumenta 83% até Abril | Macauhub Portuguese

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O montante de soja brasileira importada pela China cresceu 83% para
4,99 milhões de toneladas no período de Janeiro a Abril de 2014, de
acordo com dados divulgados em Pequim pela Administração Geral das
Alfândegas.


Nos primeiros quatro meses do ano a China importou 21,85 milhões de
toneladas de soja, mais 41,3%, fundamentalmente dos Estados Unidos, onde
foi buscar 16,3 milhões de toneladas.


O aumento das exportações brasileiras ficou a dever-se ao acréscimo
de procura chinesa bem como ao facto de o tempo seco registado este ano
ter facilitado os embarques, que não podem ser efectuados com chuva.


Em Abril, os produtores brasileiros venderam à China 3,95 milhões de toneladas de soja, um acréscimo anual de 70,9%.


O produto brasileiro representou cerca de 60% das importações totais
da oleaginosa pela China em Abril, que totalizaram 6,503 milhões de
toneladas, crescendo quase 64% face a Abril de 2013.


A China foi, em 2013, o maior parceiro comercial do Brasil. (macauhub/BR/CN)







Importação de soja do Brasil pela China aumenta 83% até Abril | Macauhub Portuguese

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Em MT, ferrugem asiática prejudica a soja safrinha e causa polêmica - Globo Rural

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Do Globo Rural


Comente agora

A ferrugem asiática está prejudicando o desenvolvimento das lavouras de soja safrinha, em Mato Grosso, e a maior preocupação é com os reflexos que isso pode causar na safra de verão, em que o grão é o principal produto agrícola do estado. Já tem gente defendendo a proibição desse tipo de plantio.
A ferrugem ameaça a lavoura do agricultor Fernando Ferri. Ele cultivou 24 hectares de soja safrinha em Campo Verde, sudeste de Mato Grosso, e está preocupado com a doença.

Até agora, a lavoura já recebeu seis aplicações de fungicidas para combater a ferrugem e até a hora da colheita, prevista para o início do mês de junho, pelo menos mais uma pulverização deve ser realizada.
O número de aplicações chega a ser duas vezes maior do que na safra de verão, semeada em setembro. Isso acontece porque cultivando soja atrás de soja, o fungo causador da doença encontra mais condições para se multiplicar, ameaçando a safrinha desde a germinação.
A seleção de fungos mais resistentes e a possível quebra antecipada da eficiência de alguns fungicidas são os argumentos usados pela Comissão de Defesa Vegetal, que quer proibir o plantio da soja safrinha no estado.

O documento, encaminhado ao Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea), sugere o dia 31 de dezembro como data limite para o plantio de soja no estado. O Indea quer ampliar as discussões sobre o assunto antes de transformá-lo em lei.
Para a associação que representa os produtores, o assunto ainda não foi discutido o suficiente, mas diante da polêmica, quem aposta há anos na safrinha de soja aprova o debate, mas contesta o pedido de proibição.

“Cabe ao produtor, dentro de sua propriedade, dizer o que é bom ou não porque quem plantou esta soja safrinha vai fazer as contas, vai ver se é viável ou não. Nós plantamos a soja safrinha para salvar a semente e não fazemos isso por hobby, mas por necessidade de diminuir os custos”, diz Fernando Ferri.
Nesta segunda safra, a escolha pela soja cresceu bastante em Mato Grosso. A área plantada é seis vezes maior que a da safrinha passada, superando os 120 mil hectares.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Produtores de Roraima estão apostando na soja transgênica, diz Embrapa - Noticias do Dia - Portogente

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publicado originalmente pelo G1 Rondônia

O cultivo de soja transgênica em Rondônia tem aumentado, segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Apesar de não haver números concretos sobre a produção, o órgão aponta como principal motivo o interesse dos compradores, e consequentemente, o escoamento do grão pelo Rio Madeira. Para 2014, a Embrapa prevê a plantação de mais de 200 mil hectares de soja no estado. No entanto, não sabe precisar quanto desta produção é de soja transgênica.
O engenheiro agrônomo da Embrapa Frederico Botelho explica que a soja transgênica é mais uma opção dentro do processo de produção do grão, porém, mais resistente a um herbicida, frequentemente utilizado no controle a plantas daninhas. “É uma modificação genética que acontece no DNA da planta que confere a ela resistência ao glifosato, ou seja, com a transgênica fica mais fácil controlar as ervas daninha sem afetar a soja”, explica.
Botelho ressalta que por causa da proximidade do Porto de Porto Velho, os produtores da região conseguem melhores preços na soja. Sobre o custo de produção entre a soja transgênica e convencional, Botelho diz que é relativo, pois depende da região e do preço do herbicida.
Durante um dia de campo, a Embrapa, em parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (Ifro) - campus de Ariquemes (RO) apresentou 23 cultivares de soja, dos quais 10 são transgênicos. “A ideia é mostrar para produtores e alunos novas opções de cultivares de soja. Aqui o produtor poderá escolher a que melhor se encaixa às condições de sua propriedade”, explica Botelho.
Fabio Dias, produtor rural de Rio Crespo (RO), acompanhou o dia de campo para aprender sobre novas tecnologias da soja transgênica. Dias reside no estado desde 2009, e trabalha com soja. No ano passado deixou de trabalhar com o grão convencional e apostou na soja transgênica. “O controle do mato é mais fácil com a transgênica, e as pesquisas estão todas voltadas para ela”, ressalta o produtor.


Produtores de Roraima estão apostando na soja transgênica, diz Embrapa - Noticias do Dia - Portogente

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Venda da safra brasileira de soja está atrasada, diz Céleres - EXAME.com

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Caminhão estaciona para ser carregado com soja em uma fazenda na cidade de Primavera do Leste, no Mato Grosso
Caminhão estaciona para ser carregado com soja em uma fazenda na cidade de Primavera do Leste, no Mato Grosso

São Paulo - As vendas da safra brasileira de soja 2013/14, que já foi 1 por cento colhida, estão atrasadas ante igual período do ano anterior, disseram analistas da Céleres em relatório nesta segunda-feira.Até 10 de janeiro, as vendas estavam em 41,7 por cento da safra, contra 55,9 por cento de um ano antes, segundo a Céleres.
Produtores estão relutantes em se comprometer com vendas devido aos baixos preços internacionais, e ainda estão capitalizados após a comercialização da safra recorde do ano passado, quando os baixos estoques globais elevaram os preços, disse a Céleres.
O analista alertou, porém, que as condições do mercado poderão deteriorar em vez de melhorar para os produtores brasileiros.
O crescimento econômico mais lento da China --que compra cerca de 70 por cento da soja brasileira-- pode resultar em menor demanda, disseram os analisas. Além disso, uma esperada expansão em área nos EUA no ciclo 2014/15 pode pressionar ainda mais os preços da oleaginosa.
A Céleres estima a produção em 2013/14 de soja do Brasil em 89,9 milhões de toneladas, 10,4 por cento maior que o recorde da safra anterior.
























Venda da safra brasileira de soja está atrasada, diz Céleres - EXAME.com

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

G1 - Produtores de soja estão otimistas com o desenvolvimento das lavouras - notícias em Agronegócios

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Do Globo Rural
Comente agora
Na região oeste da Bahia, a área plantada de soja para esta safra deve ser a mesma da safra passada, 1,255 milhão de hectares.
O plantio já terminou e 80% da área plantada está em fase de germinação.
O clima está ajudando, mas os produtores dizem que, nesta safra, eles têm que se dedicar mais ao combate às lagartas e estão tentando buscar alternativas para o problema.
O agrotóxico benzoato de emamectina ainda não pode ser usado nas lavouras, pois faltam alguns procedimentos legais. Sem ele, a solução é implantar alternativas de combate àHelicoverpa armígera, como as vespinhas, que são inimigas naturais da lagarta.
Motos atravessam a plantação de soja despejando cápsulas com ovos e com os insetos que começam a emergir. A vespinha põe o ovo sobre o ovo da lagarta, controlando o surgimento da Helicoverpa ainda nesta fase.
Outra forma de combate às lagartas é a aplicação de um inseticida biológico que já tem o registro aprovado pelo Governo Federal. O produto tem um vírus que combate a lagarta.
Apesar dos problemas com as pragas, a previsão, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), é que esta safra de soja seja 10% maior que a anterior.
Em outra importante região produtora, Dourados, em Mato Grosso do Sul, a maior parte das lavouras está na fase de formação das vagens e florescimento.
O estado deve produzir nesta safra 6,4 milhões de toneladas do grão e, seguindo a previsão para o Brasil, o volume representa uma alta de quase 10% em relação à safra anterior.
Carlos Lásaro Pereira de Melo, agrônomo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), fala mais sobre o desenvolvimento das plantas no estado. Confira a entrevista no vídeo com a reportagem completa.

G1 - Produtores de soja estão otimistas com o desenvolvimento das lavouras - notícias em Agronegócios

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Grãos - NOTÍCIAS - Saca de soja chega aos valores mais altos do ano no Paraná

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Plantio da safra 2013/2014 atingiu 95% da área prevista

por Globo Rural On-Line
 Shutterstock
Com o plantio da soja quase no final, preços estão firmes no Paraná e em Mato Grosso (Foto: Shutterstock)
plantio da soja atingiu 95% da área prevista com a cultura no estado em 2013/2014, um avanço de 6,0 pontos percentuais em relação à semana anterior. A informação é da Scot Consultoria, com base no Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura do Estado. 

“O Departamento de Economia Rural (DERAL) estima que 98% das lavouras semeadas estejam em boas condições e apenas 2% em condições medianas. Além disso, 83% da área semeada está em fase de desenvolvimento, 11% em fase de floração e 6% em germinação”, informou a Scot. 

De acordo com os analistas da consultoria, as cotações internas mantêm trajetória de alta, próximas dos maiores valores do ano. Na média do estado, a saca de 60 quilos de soja fechou a segunda-feira (2/12) cotada em R$ 75,75. Em sete dias, houve valorização de 1,7%. Desde o início do ano, a soja acumula alta de 4,5% no Paraná. 

Em Mato Grosso, a semeadura da safra de soja também está próxima do final, de acordo com o Instituto de Economia Agropecuária (Imea). Em boletim semanal, o instituto chamou a atenção para o aumento dos custos de produção, que pode ser de até 23% em algumas regiões do estado. 

“Com a ocorrência da helicoverpa no Estado, foi feito um simulador de elevação no custo de produção dependendo do número de aplicações específicas para essa praga, visto que o ataque está ocorrendo de forma diferenciada”, avaliou o Imea. 

Em relação aos preços, o Instituto informou que houve alta durante o mês de novembro em Mato Grosso. As cotações para março de 2014 acompanharam os picos de preços para o mesmo contrato de referência na Bolsa de Chicago, além da oscilação do dólar. 

Em relação ao mês anterior, a cotação da oleaginosa no mercado futuro americano teve alta de 5,4% enquanto o dólar teve uma valorização de 3% em relação ao real. No município de Rondonópólis, por exemplo, a saca chegou a R$ 52,75, alta de R$ 5,4 em relação ao início do mês de novembro.

Grãos - NOTÍCIAS - Saca de soja chega aos valores mais altos do ano no Paraná

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Farelo de soja registra ligeira queda em novembro, segundo Scot Consultoria - Globo rural

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Mercado do grão segue lento de acordo com indicadores do Cepea

por Globo Rural On-Line
Rogério Cassimiro
Preços do farelo de soja ficaram praticamente estáveis em novembro, mas seguem em patamares elevados, de acordo com a Scot Consultoria (Foto: Rogério Casimiro)
Os preços do farelo de soja, importante insumo para alimentação animal, ficaram praticamente estáveis em novembro. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (25/11) pela Scot Consultoria.
Houve uma ligeira queda, de 0,1%, frente ao mês anterior, de acordo com levantamento da consultoria. A tonelada do farelo de soja está cotada, em média, em R$1,281 mil em São Paulo, sem o frete. O menor valor encontrado foi R$1,2 mil. 

“As exportações brasileiras do produto em bom ritmo e as recentes altas da soja grão deram sustentação às cotações do alimento concentrado”, avaliou a Scot. 

Até a terceira semana de novembro o país embarcou, em média, 71,1 mil toneladas do insumo por dia. O volume é 50,6% maior que a média de outubro e 46,6% acima da média diária embarcada em novembro do ano passado. 
Grão


Sobre a soja em grão, o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) informou neta segunda-feira que a comercialização se mantém travada no mercado disponível. Há poucos lotes da safra velha (2012/2013) disponível e os vendedores tem ficado fora do mercado. 

O Indicador Esalq/BM&FBovespa (Porto de Paranaguá), que serve de referência para os contratos futuros brasileiros, ficou estável entre 14 e 22 de novembro, a R$ 77,25 por saca de 60 quilos, o maior patamar desde 24 de setembro de 2012. Ao ser convertido para dólar, moeda dos contratos da BM&FBovespa, o Indicador fechou a US$ 33,81 por saca de 60 quilos na sexta (22/11). 

O Indicador Cepea/Esalq (Paraná), teve queda de 1,54% entre 14 e 22 de novembro, a R$ 73,82 por saca na última sexta-feira.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

G1 - Plantio da soja chega a 73% de área recorde no Paraná - notícias em Agro Debate

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O plantio da primeira safra de soja no Paraná avançou para 73% da área prevista, informou nesta terça-feira (05) o Departamento de Economia Rural do Paraná (Deral), ligado à Secretaria de Agricultura do Estado, em relatório. Nesta edição 2013/14 serão quase 5 milhões de hectares (4,8) destinados à cultura, espaço considerado recorde.
De acordo com o órgão, a semeadura transcorre dentro da normalidade, beneficiada pelo regime de chuvas e está considerada dentro da média das últimas três safras, de 75%. "O plantio ocorre de forma normal, mesmo com alguns problemas pontuais em algumas regiões. Mas temos boas condições para as lavouras", informou o economista Marcelo Garrido, do Deral.
Em algumas regiões do Estado os trabalhos estão sendo finalizados. No oeste, por exemplo, chegam aos 95%. Em Toledo, 100% dos 459 mil hectares foram plantados. Em Cascavel, atingida quase que a totalidade dos 510 mil hectares, de acordo com o órgão paranaense.
Enquanto isso, na região de Curitiba, no centro-sul do Estado, entre 30% a 40% dos campos percorridos. "Esta é uma região que planta mais tarde", considerou ainda o economista do Deral.
No relatório desta terça o Deral indica que 99% das lavouras de soja encontram-se em boas condições e apenas 1% em média. Do total já semeado, 78% estão em fase de desenvolvimento vegetativo e 22% em germinação.
Previsão do Departamento de Economia Rural é que o Estado colha acima de 16,3 milhões de toneladas de soja, volume também recorde. 20% foram comercializados até o momento.
Milho
O Deral também indicou novos números para o plantio do milho primeira safra. São 96% até a segunda (04) de uma área de 695,1 mil hectares. 98% das lavouras estão em boas condições. São esperadas quase 6 milhões de toneladas de produção.
Feijão (1ª safra)
91% da área já plantados. O cultivo deve atingir 231 mil hectares e a produção outras 424,4 mil toneladas.
Batata (1ª safra)
O plantio chegou a 98% dos 16,7 mil hectares. A produção esperada é de 478.691 toneladas.

G1 - Plantio da soja chega a 73% de área recorde no Paraná - notícias em Agro Debate

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Surgiu | Vai ser dada a largada para o plantio da safra de soja‏

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A abertura oficial do plantio da safra de soja 2013/2014 no Brasil acontece na quinta-feira, 26, a partir das 15h (horário de Brasília), com transmissão, ao vivo, pelo Canal Rural, e presença da ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e do governador de Mato Grosso, Silval Barbosa. As atrações já começam nesta quarta-feira, 25, com fóruns, palestras e painéis a partir das 09h30, direto da sede da Embrapa Agrossilvipastoril, em Sinop (MT)

Que tecnologias estão por trás das lavouras que vêm garantindo os sucessivos recordes nas safras de grãos no Brasil? Temas como estes estão na pauta dos fóruns, palestras, painéis e discussões que fazem parte da programação da abertura oficial do cultivo no país, no auditório da Embrapa Agrossilvipastoril, em Sinop, Mato Grosso, com entrada gratuita para o público.

O evento tem seu momento máximo na quinta-feira, 26, às 15h, quando será aberto oficialmente o plantio da oleaginosa, mas desde a manhã de quarta-feira, 25, os debates serão em torno da produtividade, expansão da lavoura em áreas de pastagens, combate as pragas e doenças que trazem enormes prejuízos aos produtores. As atividades começam às 09h30 com a abertura geral e workshop com participação do diretor de conteúdo do Canal Rural, Julio Cargnino, e o chefe-geral da Embrapa Agrossilvipastoril, João Flávio Veloso Silva.

Das 10h às 11h30, Kellen Severo ministra o fórum “Desafios da Alta Produtividade”, onde vai apresentar as novas tecnologias e seus entraves, quais os desafios de se alcançar altas produtividades, abordando adubação, o futuro da agricultura de precisão biotecnológica, e a importância da mão de obra qualificada. A abertura do fórum será feita por Glauber Silveira, presidente da Aprosoja Brasil, e participam do debate: Amélio Dall'Agnol (chefe adjunto de Transferência de Tecnologia), Luciano Shiratsuchi (pesquisador da Embrapa Agrossilvipastoril), Tiago Matosinho (superintendente do Senar MT), Odílio Balbinotti Filho (Vice-presidente do CESB) e Inácio Modesto Filho (diretor do setor de Produção do Grupo Bom Futuro).

Das 11h30 às 12H, Áureo Lantmann, pesquisador e consultor do Projeto Soja Brasil apresentará palestra com o balanço e perspectivas do projeto.

Das 12h00 às 12h30 a palestra “A Importância dos micronutrientes para o cultivo da soja” será ministrada por Livia Tiraboschi, consultora de marketing, desenvolvimento e inovação da Yara Brasil, que explicará para o agricultor como devem ser as aplicações de fertilizantes para conseguir o máximo de produtividade em suas plantações. “Não adianta ter um maquinário de última geração ou as sementes com melhores tecnologias, se não houver investimento em nutrição, que é possível com o uso de fertilizantes quando aplicados da forma adequada, ou seja, é preciso trabalhar em cadeia e atender a todas as necessidades nutricionais da planta para obter um aumento de produtividade”, diz.

Kellen Severo volta ao auditório entre 15h e 16h30 para apresentar o fórum “Impactos do avanço da soja nas pastagens brasileiras”, onde será discutido o avanço da cultura no país, novas áreas e ocupação, incluindo áreas de pastagens, custos e a integração lavoura-pecuária. Participam do debate Lineu Domit (pesquisador da Embrapa Agrossilvipastoril), Neri Geller (secretário de Política Agrícola do MAPA), o produtor rural Eraí Maggi, o pecuarista e presidente do Sistema Famato, Rui Prado, e Otávio Celidônio, superintendente do IMEA.

Das 17h às 18h30, o jornalista João Batista Olivi comanda o Painel Técnico Soja Brasil com o tema “O desafio de enfrentar as novas pragas e doenças” com participação de Rafael Major Pitta (pesquisador da Embrapa Agrossilvipastoril), Daniel Sosa (pesquisador da Embrapa Soja), Luiz Nery Ribas (diretor técnico da Aprosoja Mato Grosso), Glauber Silveira (presidente da Aprosoja Brasil), e Wanderlei Dias Guerra, coordenador da comissão de defesa vegetal do MAPA no Mato Grosso.

Na quinta-feira, 26, das 09h30 às 10h, a “Agricultura de Precisão de Modo Simples” é o tema da palestra de Carlos Schmidt, especialista de Produto Agricultura de Precisão da New Holland. Na ocasião ela vai dar dicas importantes de como usar, de forma simples, esta tecnologia de informação que estuda solo e clima para implantação do processo de automação da agricultura, dosando adubos e agrotóxicos, com redução de custos, aumento de produtividade e diminuição da contaminação na natureza.

Das 10h às 10h30, Renato Carvalho, líder de Manejo de Pragas da Monsanto do Brasil ministra a palestra: “Por que Fazer Área de Refúgio”. Durante o trajeto Soja Brasil, a Monsanto reforçará as recomendações para o correto uso da Intacta RR2 PRO™, com destaque para o refúgio estruturado. “É muito importante que os produtores façam o refúgio, uma prática essencial em todas as tecnologias que tragam a característica de resistência a insetos”, enfatiza Marcelo Gatti, gerente da área na multinacional. Segundo Gatti, a forma correta de fazer o refúgio é reservar 20% da área total de soja para o plantio de sementes RR1 ou convencionais (ou seja, qualquer semente de soja que não seja Intacta RR2 PRO™). Todas as áreas de Intacta RR2 PRO™ devem estar a, no máximo, 800 metros de uma área de refúgio. “O refúgio, como parte das práticas de manejo integrado de pragas (MIP), é o que garante a preservação da tecnologia de controle a lagartas, pois reduz as chances de insetos resistentes à tecnologia gerarem um descendente também resistente”, diz.

Das 10h30 às 12h00, o Painel Soja Brasil traz para debate o tema “Os cenários de mercado e o futuro da safra”. João Batista Olivi media o tema que tem participação de Ivan Wedekin (diretor geral da BBM) e Daniel Ferreira (diretor técnico do IMEA)

Das 12h às 12h30, “Um Planeta Faminto” é o tema da palestra de Fábio Minato, gerente de Marketing de Proteção de Cultivos da BASF. Na pauta, Minato apresenta a competitividade do agricultor brasileiro, trazendo dados da evolução da agricultura brasileira na produção de alimentos para a crescente população mundial, que saltará para 9,3 bilhões em 2050. A palestra demonstra a responsabilidade da agricultura para atender a demande de alimentos e outros bens como energia, biocombustível, vestuário, alimentos, entre outros. E, ainda, o valor do agricultor para a sociedade, seu amor pela terra e pela natureza.

Das 15h às 17h acontece a cerimônia oficial do plantio da safra de soja 2013/2014, com apresentação do João Batista Olivi. O evento contará com a presença da ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, do secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller, do governador de Mato Grosso, Silval Barbosa, e do senador Blairo Maggi, além de parlamentares, autoridades governamentais, empresários e líderes do agronegócio nacional.


Acompanhe ao vivo

Os fóruns temáticos e a abertura oficial do plantio poderão ser acompanhados também na internet pelo site C2Rural (www.c2rural.com.br) e pelo especial do projeto no portal RuralBR (www.projetosojabrasil.com.br). O internauta poderá participar pela página do projeto no Facebook (facebook.com/projetosojabrasil). Também já está disponível um aplicativo gratuito para download em tablets e smartphones, com novidades, notícias, previsão do tempo, cotações e muito mais.

O evento é uma realização do Canal Rural, da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar MT). O apoio regional é da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja MT), do Sindicato Rural e da Prefeitura de Sinop. O projeto conta com coordenação técnica da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e consultoria de Safras & Mercado. O patrocínio é de BASF, Intacta, Mitsubishi Motors e New Holland, e o apoio de Yara Brasil Fertilizantes.


Expedição pelo Brasil começa em outubro

A segunda edição do Projeto Soja Brasil se prepara para o início de mais uma expedição, depois de percorrer a principal região produtora de grãos dos Estados Unidos, e promover durante a Expointer, em Esteio (RS), um dos mais polêmicos fóruns do setor com o tema demarcação de terras e direito dos produtores rurais. A viagem começa no dia 27 de outubro, com a meta de percorrer mais de 40 mil quilômetros em 13 estados brasileiros, visitando lavouras e abordando temas inerentes à produção de soja: clima, sementes, controle de pragas e doenças, custo de produção, diferentes situações de fertilidade e adubação, manejo de cultura, alternativas de sucessão e rotação de cultura, além de abordar as condições de mercado.

A expedição, que termina no início de março na Expodireto de Cotrijal, em Não-Me -Toque (RS), conta com duas equipes com jornalistas do Canal Rural, pesquisadores da Embrapa, consultores de Safras & Mercado e especialistas da Aprosoja Brasil. Em Mato Grosso, instrutores do Senar MT levarão capacitação aos trabalhadores rurais.


Sobre o Canal Rural

O Canal Rural é a principal plataforma de comunicação especializada em agronegócio no Brasil. Além da TV segmentada mais assistida pelos tomadores de decisão do setor, segundo pesquisa IpsosMarplan (2010), a marca engloba portal de notícias, leilões, eventos, aplicativos e educação para o agronegócio. Lançado em 1996, o Canal Rural leva informação e entretenimento aos milhões de produtores espalhados pelo País e aos “produtores de milhões”, que garantem ao setor participação de aproximadamente 25% no PIB brasileiro.

Surgiu | Vai ser dada a largada para o plantio da safra de soja‏

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Baixa exportação de soja da Argentina pode pressionar EUA - EXAME.com

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments


Produtores argentinos estão pouco dispostos a vender soja, uma vez insatisfeitos com a alta nas tarifas de exportação e com a taxa de câmbio, que jogam contra os agricultores

Hamburgo - As baixas exportações de soja da Argentina nesta temporada deverão elevar a demanda por exportações dos EUA e criar um aperto na oferta, disse a consultoria alemã Oil World nesta terça-feira.


Importadores globais de soja esperam que uma grande safra nos EUA em 2013 possa aliviar o mercado mundial depois de três anos de oferta apertada, mas uma queda projetada nas exportações da Argentina ameaça colocar mais pressão de alta nos preços.
Os preços da soja atingiram recordes históricos no ano passado, após uma seca nos EUA.
Os futuros da soja e do farelo nos EUA subiram fortemente nesta segunda-feira com processadores disputando estoques apertados, em meio a temores de que a disponibilidade possa ficar apertada antes da colheita no outono norte-americano. Estoques da safra antiga da soja, devem ficar no nível mais baixo em nove anos até 31 de agosto.
Produtores argentinos estão pouco dispostos a vender soja, uma vez insatisfeitos com a alta nas tarifas de exportação e com a taxa de câmbio, que jogam contra os agricultores, disse a Oil World.
"Vendas reduzidas por parte dos agricultores e poucas cargas enviadas aos portos estão atualmente colocando as exportações de soja da Argentina em níveis relativamente baixos." A Oil World estima que a Argentina irá exportar 4,5 milhões de toneladas de soja entre julho e setembro de 2013, ante 2,9 milhões de toneladas no mesmo período de 2012.
"Há uma grande risco de as exportações efetivas no trimestre de julho a setembro serem menores do que estamos atualmente projetando", disse a consultoria. "Na verdade, não se pode descartar que os embarques da Argentina acabem sendo de 500 mil a 1 milhão de toneladas abaixo da nossa estimativa atual." O Brasil deve ser o maior exportador de soja na temporada 2013/14, seguido dos EUA e da Argentina. No entanto, uma forte demanda pela soja brasileira deve fazer com que 96 por cento do volume vendido ao exterior sejam embarcados até o final de setembro de 2013, disse a Oil World.


Baixa exportação de soja da Argentina pode pressionar EUA - EXAME.com

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Mercado de soja e milho devem recuperar preços de forma significativa

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Foi divulgado nesta tarde (29) o relatório de inspeção de exportações nos EUA com dados altistas para a Soja, 8.935 Milhões de Bushel acima da expectativa que variou entre 4-8 Milhões de Bu.

Dado muito bom para o Milho também, com 11.576Milhões de Bushel e estimativa entre 10-13 Milhões de Bu.

E para completar dado ainda melhor para o trigo com 30.857Milhões de Bu e estimativa entre 21-25 Milhões de Bu.

Seguimos com a posição de que o mercado de Soja e Milho devem recuperar os preços de forma bastante significativa.

Milho opera próximo do limite de alta no vencimento Setembro em Chicago, puxando o Milho na BM&F com alta de 4,43%.

Mercado de soja e milho devem recuperar preços de forma significativa

segunda-feira, 1 de abril de 2013

G1 - Agricultores aumentam investimento em soja convencional em MT - notícias em Agronegócios

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Os produtores de Mato Grosso que cultivaram este ano a soja convencional estão conseguindo um bom resultado financeiro. Os compradores, principalmente da Europa e Japão, pagam um dinheiro extra pelo grão livre de transgênicos. Em Lucas do Rio ...

G1 - Agricultores aumentam investimento em soja convencional em MT - notícias em Agronegócios

segunda-feira, 11 de março de 2013

Fórum Soja Brasil: Desafios de uma safra histórica; apresentação das conclusões do Projeto Soja Brasil

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Fórum Soja Brasil: Desafios de uma safra histórica; apresentação das conclusões do Projeto Soja Brasil: O enfoque sobre as políticas públicas para a agricultura ficará a cargo do deputado federal ... mensal no programa Técnica Rural e o Momento Soja, miniprogramas com dicas técnicas nos intervalos comerciais do Canal Rural. No ...

EUA - Safras de milho e soja devem ser recordes em 2013

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EUA - Safras de milho e soja devem ser recordes em 2013: Os produtores norte-americanos irão colher a maior safra já registrada de milho e soja em 2013, reconstruindo os estoques praticamente exauridos depois de três anos de queda na produção. Um cenário que poderá levar à forte queda dos preços de...

segunda-feira, 4 de março de 2013

Brasil deve responder por 44% das exportações de soja em grão em 10 anos - Monitor Mercantil

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Nos próximos 10 anos, o Brasil deve continuar tendo papel fundamental no comércio internacional de produtos agropecuários, segundo relatório do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) divulgado durante o Agricultural Outlook Forum 2013, em fevereiro. Os maiores destaques serão a soja em grão brasileira, com participação de 44% nas exportações mundiais, e a carne de frango produzida no País, com participação de cerca de 53% do mercado.


A expectativa é que sejam exportadas 144,3 milhões de toneladas de soja em grãos na safra 2022/23, sendo que o Brasil deve responder por 63,8 milhões de toneladas desse total. A maior participação, em seguida, é dos EUA (43,8 milhões de toneladas ou 30% do mercado internacional), com a Argentina em terceiro lugar (17,5 milhões de toneladas; 12,1%).


Relativo à carne de frango, a participação brasileira no mercado externo deve ser ainda maior. A previsão é que sejam comercializadas cerca de nove milhões de toneladas entre os países, com o Brasil respondendo por 53% (ou 4,76 milhões de toneladas). Em seguida, aparecem os EUA (3,89 milhões; 43,3%) e União Européia (1,3 milhão de toneladas; 15%).


No comércio de carne bovina a liderança de exportações será da Índia, seguida por Brasil, EUA e Austrália, respectivamente. Esses quatro países devem responder por 94,7% da exportação nos próximos 10 anos - o Brasil deverá ter 23,3% desse mercado.


Segundo o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, as projeções apontadas pelo governo norte-americano confirmam as expectativas brasileiras para o posicionamento estratégico do país entre os maiores exportadores agropecuários do mundo.


- Os investimentos cada vez maiores nos campos brasileiros têm nos possibilitado fazer uma frente maior entre os grandes mercados mundiais - afirmou.

Brasil deve responder por 44% das exportações de soja em grão em 10 anos - Monitor Mercantil