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quarta-feira, 13 de abril de 2016

Ministério da Agricultura propõe zerar imposto de importação de milho - Notícias - R7 Brasil

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

(Reuters) - O Ministério da Agricultura vai propor à Câmara de Comércio Exterior (Camex) a isenção do imposto de importação do milho, cuja alíquota é de 10 por cento para compras de fora do Mercosul, visando aliviar a oferta no Brasil em meio a preços elevados do cereal, informou a pasta nesta terça-feira.
A medida permitiria compras dos Estados Unidos com menores custos, ajudando a amenizar as finanças de produtores de aves e suínos do Brasil, que trabalham com margens apertadas e negativas em alguns casos.
"A medida visa conter a alta dos preços das carnes de frango e de suínos, que têm no cereal sua base de alimentação", disse o ministério, em nota.
A importação de milho proveniente de países do Mercosul, isenta de impostos, já vem acontecendo.
"A medida estimularia a compra do grão produzido em outros mercados parceiros, como os Estados Unidos", disse o ministério.
Em 2015, o Brasil importou apenas 272 toneladas do grão norte-americano, segundo o ministério. As importações totais somaram 369,5 mil toneladas no ano passado, sendo a maior parte do Paraguai.
A ministra Katia Abreu se reuniu na segunda-feira com o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, para tratar do assunto, disse o ministério.
A proposta da ministra é que a validade da isenção seja por seis a oito meses, "prazo suficiente para equilibrar o mercado".
Os preços do cereal têm registrado forte alta nos últimos meses em função de fortes exportações, favorecidas pela desvalorização do real frente o dólar.
O Ministério da Agricultura havia sugerido à Receita Federal isentar o milho importado das alíquotas de 9,25 por cento de PIS/Cofins, mas na avaliação do governo haveria perda de arrecadação.
Rachid avaliou, segundo o ministério, que o procedimento adequado é zerar o imposto de importação.
"Este é um tributo regulatório, criado exatamente para atender a situações esporádicas, como a que está ocorrendo com o milho", disse o secretário da Receita, segundo a nota.
A proposta ocorre ainda diante de previsões climáticas desfavoráveis para parte da segunda safra de milho do Brasil, que deverá responder por cerca de dois terços da colheita nacional em 2015/16.
None
(Por Gustavo Bonato, em São Paulo)


Ministério da Agricultura propõe zerar imposto de importação de milho - Notícias - R7 Brasil

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Chuvas tendem a afetar plantio de milho - AviSite - O Portal da Avicultura na Internet

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Nas principais regiões produtoras da região Sul, mais da metade da área prevista para esta primeira safra da temporada 2015/16 já foi semeada.
São Paulo, SP, 07 de Outubro de 2015 - Apesar de alguns sustos com o clima, o plantio da safra brasileira de verão de milho até agora evolui bem. Assim como os preços do cereal, que apenas em setembro subiram quase 20%, a reboque do câmbio e da demanda aquecida para exportação.

Nas principais regiões produtoras da região Sul, mais da metade da área prevista para esta primeira safra da temporada 2015/16 já foi semeada. Mas as atenções seguem voltadas aos mapas meteorológicos, que sinalizam grande volume de chuvas nas próximas semanas - o que poderá oferecer sustentação adicional às cotações, sobretudo diante da perspectiva de que a área que está sendo plantada agora será expressivamente menor que na safra de verão de 2014/15.

"Há muitas chuvas previstas para os próximos dez dias em todo o Rio Grande do Sul. Em alguns municípios, estão sendo esperados mais de 200 milímetros, que é muita coisa", afirma Gianfranco Bratta, engenheiro agrônomo da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RS). O excesso de água no campo tende a interromper o plantio no Estado, onde cerca de 60% da área prevista já foi semeada, à frente dos pouco mais de 50% do mesmo período do ano passado. Na safra 2014/15, os gaúchos lideraram a produção de milho de verão no Brasil.

Levantamentos preliminares da Emater-RS indicam que geadas ocorridas em meados de setembro provocaram casos pontuais de perda total em lavouras já plantadas. Mas os plantios que escaparam do frio ou que sofreram poucos prejuízos têm apresentado bom crescimento, mesmo com as chuvas intensas que vieram depois - o que não deverá ser suficiente, contudo, para manter o Rio Grande do Sul em primeiro lugar nesta temporada de verão.

A consultoria FCStone estima que Minas Gerais retomará o trono perdido na última temporada, com uma produção de 5,54 milhões de toneladas, ou 20% dos 28,09 milhões previstos para o país na safra de verão. O maior volume do milho brasileiro continua a ser colhido na segunda safra, plantada no inverno e também chamada de "safrinha" - que, liderada por Mato Grosso, em 2015/16 deverá superar as 55 milhões de toneladas colhidas em 2014/15. Os mineiros iniciarão o plantio da primeira safra nas próximas semanas.

Já o Rio Grande do Sul deverá colher 4,83 milhões de toneladas, expressiva baixa de 22% na comparação com a safra anterior, prevê a FCStone. Esse passo atrás será decorrente da queda na área - em detrimento do plantio de soja - e da produtividade do Estado, de acordo com a consultoria.

Logo atrás, os produtores do Paraná deverão colher 4,13 milhões de toneladas de milho no verão, volume semelhante ao da safra passada (4,69 milhões), projeta a FCStone. Já foi plantada no Estado 63% da área prevista, mesmo patamar de um ano atrás, conforme o Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria da Agricultura.

Uma sequência de chuvas atingiu o Paraná nos últimos dias, mas, por ora, não há relatos de prejuízos. "Ainda assim, a previsão é que outubro seja bastante chuvoso, em função dos efeitos do El Niño, o que pode interferir um pouco na finalização do plantio", disse Edmar Gervásio, analista do Deral.

O órgão calcula que os paranaenses semearão 444 mil hectares este ano, a menor área da história. Segundo Gervásio, de modo geral os agricultores que continuam a apostar no milho durante a safra de verão são altamente tecnificados e com produtividade elevada, a ponto de compensar a rentabilidade da soja.

A produção da primeira safra de milho é basicamente voltada à demanda doméstica, e uma parte importante é destinada às rações de aves e suínos. Mas, diante da firmeza das exportações e da expectativa de queda na área plantada, transitar para o ano que vem com estoques mais enxutos pode dar novo impulso aos preços.

A Safras & Mercado estima uma redução de quase 10% no plantio de "milho verão" no Centro-Sul do país em relação a 2014/15, para 4,1 milhão de hectares. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgará estimativas para 2015/16 na sexta-feira. No início de setembro, a Conab estimou que as exportações totalizariam 26,4 milhões de toneladas neste ano comercial. A Safras aposta mais alto: 29,3 milhões. Somente em setembro, o Brasil embarcou 3,45 milhões de toneladas, 29% acima do mesmo mês de 2014 - em grande medida em função da alta do dólar, que diminuiu a competitividade do milho americano.

À demanda aquecida, soma-se justamente o dólar forte ante o real, que ajudou a sustentar as cotações do milho no país nos últimos meses, apesar do recuo da commodity na bolsa de Chicago. O indicador Esalq/BM&FBovespa acumula alta de 15,51% desde o início de 2015 até ontem, quando ficou em R$ 33,21 por saca. Somente em setembro, a elevação foi de 19,64%. "Se o câmbio continuar instável e incontrolável, o mercado interno vai subir", diz Paulo Molinari, analista da Safras & Mercado.
(Valor Econômico) (Mariana Caetano)
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terça-feira, 8 de setembro de 2015

Desvalorização do real mantém a competitividade do milho nacional - Economia - Estado de Minas

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Agência Estado 


 





São
Paulo, 06 - A desvalorização do real mantém a competitividade do milho
brasileiro no exterior e o produto ganha espaço em relação ao cereal
produzido nos Estados Unidos. Segundo levantamento da INTL FCStone,
apresentado ao Broadcast Agro, serviço em tempo real da Agência Estado, o
grão nacional chega ao Japão, principal importador de milho do mundo, a
R$ 2,39 a tonelada menos do que o do cereal dos Estados Unidos. O
cálculo leva em consideração as cotações da última sexta-feira (28) na
Bolsa de Chicago, a taxa de câmbio do dia, frete (interno e marítimo)
dos dois países para o Japão e os custos portuários para produto
exportado a partir de Sorriso (MT). "Quanto maior a taxa de câmbio, mais
a competitividade brasileira melhora", disse ao Broadcast a analista de
milho da consultoria, Ana Luiza Lodi. "No momento, a vantagem não é tão
significativa (a despeito da taxa de câmbio), porque o preço do milho
também está mais elevado no mercado interno." A moeda americana acumula
ganhos de 36,84% no ano. Há pouco, avançava 1,07% a R$ 3,6720.

Outros
estudos também apontam que o preço de milho no Brasil está sustentado.
De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada
(Cepea), a cotação do grão colocado no porto de Paranaguá (PR) é a mais
alta desde março de 2014. Na comparação, o Cepea usa como referência a
cotação da saca de 60 quilos da quinta-feira (27), que fechou a R$ 31,02
para embarque imediato. O Instituto Mato-Grossense de Economia
Agropecuária (Imea) informa que a média das cotações do milho no mercado
disponível ficou 35,8% maior em julho deste ano (R$ 15,25/saca), ante
igual período no ano passado.

Conforme Ana Luiza, a valorização
interna não deve prejudicar os embarques e o grão brasileiro pode até
"roubar" espaço do norte-americano no mercado global nos próximos meses.
"Essa possibilidade existe, tanto que já configura uma preocupação para
os produtores dos EUA, mas não é possível prever quanto", disse Ana
Luiza. Nesta competição, Ana Luiza enfatiza que o principal fator de
influência é realmente o preço. "Quanto à qualidade, não há diferença",
reforça. A analista afirma que, apesar de existir alguma preocupação com
possíveis problemas de logística no Brasil (que é menos eficiente que
os EUA nesse aspecto), essa questão não deve trazer maiores prejuízos às
exportações.

Os embarques de milho do Brasil para o exterior até
a terceira semana de agosto, no entanto, foram mais fracos (1,41 milhão
de toneladas) do que os registrados em igual período no ano passado
(2,46 milhões de toneladas), de acordo com dados divulgados pela
Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento,
Indústria e Comércio Exterior (Secex/MDIC). "Mesmo com esse nível ainda
mais fraco, acredito que os embarques devem ganhar força sim,
favorecidos pelo câmbio, podendo alcançar esse volume mais elevado.
Observa-se que os line ups nos portos estão bastante elevados, o que
indica que as exportações devem crescer", acrescentou Ana Luiza. A INTL
FCStone estima que o Brasil deverá exportar um total de 26 milhões
toneladas de milho no acumulado do ano.






Desvalorização do real mantém a competitividade do milho nacional - Economia - Estado de Minas

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Milho: Chuvas preocupam produtores

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Chuva preocupa produtores de milho

Qualidade e produtividade das lavouras podem ser prejudicadas, afirma Cepea

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O volume de chuva na região Sul do País tem sido expressivo neste mês. As precipitações no sul e sudeste de Mato Grosso do Sul e de São Paulo também estão acima das médias. Com isso, produtores dessas regiões consultados pelo Cepea estão preocupados quanto aos impactos sobre a qualidade e a produtividade das lavouras. Pesquisadores do Cepea indicam que a qualidade do milho até pode, de fato, ser afetada, mas, de imediato, o que deve ocorrer é atraso nos trabalhos de campo, já que o cereal úmido pode resultar em aumento nos descontos no momento de entrega do produto nas unidades armazenadoras.
Fonte: Cepea
Chuva preocupa produtores de milho

Qualidade e produtividade das lavouras podem ser prejudicadas, afirma Cepea

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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Agricultura aprova venda de milho subsidiado a pecuaristas afetados pela seca - Cenário da Notícia em Lucas do Rio Verde e Região

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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos deputados aprovou, na quarta-feira (1º), proposta que obriga o governo federal a vender milho subsidiado a criadores de animais de municípios que enfrentam situação de calamidade ou emergência por conta da seca. Trata-se do Projeto de Lei 515/15, do deputado Kaio Maniçoba (PHS-PE).A regra vale para criadores de aves, suínos, caprinos e ovinos considerados de pequeno porte localizados na área de atuação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), que inclui a Região Nordeste e cidades de Minas Gerais e Espírito Santo. Os municípios beneficiados terão de ter o estado de calamidade pública ou emergência reconhecidos pelo Executivo.



Pelo texto aprovado, a Companha Nacional de Abastecimento (Conab) será a responsável pela venda do milho mais barato aos pecuaristas. A saca de 60 Kg não poderá custar mais de 3% do salário mínimo. O subsídio será custeado com recursos do Fundo Nacional para Calamidades Públicas, Proteção e Defesa Civil (Funcap).



O relator na comissão, deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), defendeu a aprovação da matéria. Segundo ele, a proposta torna permanente uma ação já desenvolvida de forma pontual pelo governo federal.



“A adoção dessa medida é crucial para garantir a continuidade das atividades econômicas de milhares de agricultores familiares, recorrentemente castigados pela estiagem”, ressaltou.



Tramitação 
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda precisa ser votada pelas comissões de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.



Agricultura aprova venda de milho subsidiado a pecuaristas afetados pela seca - Cenário da Notícia em Lucas do Rio Verde e Região

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Milho dos EUA ameaça meta brasileira - Cenário da Notícia em Lucas do Rio Verde e Região

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A colheita de verão dos Estados Unidos deve inundar o mercado internacional do milho a partir da metade deste mês. O país pretende remeter ao exterior 48,8 milhões de toneladas, 30,3 milhões a mais do que no ano anterior. Tamanha pressão será decisiva para o desempenho do Brasil, que precisa exportar 3 milhões de t por mês até dezembro para atingir a meta do ano (20 a 21 milhões de t).



O milho brasileiro está saindo em maior volume, mas ainda não alcançou o ritmo das exportações desta época de 2013, mostram os números de agosto. Foram embarcadas 2,46 milhões de toneladas, bem mais que as 592 mil de julho, porém menos que as 3,05 milhões do oitavo mês do ano passado. O cereal ainda perde para a soja, que atingiu 4,12 milhões de toneladas em fase de baixa.


Não é impossível para o Brasil passar de 3 milhões de toneladas/mês agora. Essa média — que, se mantida até o fim do ano, garantiria 20,5 milhões de t exportadas de janeiro a dezembro — foi superada durante setembro de 2012 (3,45 milhões) e de 2011 (3,95 milhões de toneladas).


A questão é que o mercado não tem a mesma predisposição. Embora haja dois navios chineses buscando milho no Porto de Santos, algo que não acontecia até o ano passado, a oferta global voltou à normalidade e está crescendo. O vácuo deixado pela seca que atingiu a safra norte-americana em 2012 - que resultou em dois anos de exportações elevadas de milho brasileiro — foi preenchido.


Pressão dupla


A ampla oferta global derruba os preços. A tonelada de milho em agosto foi vendida pelo Brasil a US$ 193 em média, contra US$ 232 de um ano antes, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).


Como o Brasil é o único grande fornecedor com soja disponível neste momento no mercado mundial, poucas semanas antes da colheita de uma safra recorde nos EUA, os preços em agosto nos portos nacionais não caíram na mesma proporção que os de milho. A tonelada de soja foi negociada a US$ 518 por tonelada no mês passado, ante US$ 538 dólares um ano antes, disse a Secex.


Atualmente, a relação entre estoque global de soja e consumo está em 110 dias, contra 88 dias na média dos últimos cinco anos. Já o estoque final do milho de 2014 será suficiente para 80 dias – ante média de 70 dias no quinquênio. O quadro se agrava porque os EUA preveem colher 12% mais milho (356,4 milhões de t) e 18,5% mais soja (103,8 milhões de t) ante a média dos últimos cinco anos.



Fonte: Gazeta do Povo Online





Milho dos EUA ameaça meta brasileira - Cenário da Notícia em Lucas do Rio Verde e Região

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Colheita do milho em Mato Grosso avança para 2,8% da área total - Cenário da Notícia em Lucas do Rio Verde e Região

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

A colheita do milho em Mato Grosso teve avanço de 1,5 ponto percentual na semana. Os trabalhos no campo evoluíram para 2,8% da área total de 3 milhões de hectares nesta safra. As informações são do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) e foram divulgadas na última sexta-feira (13).
 
 
O desempenho da colheita deste ano, na média geral do estado, é semelhante a do ano passado. A diferença é de apenas 0,1 ponto percentual. Conforme o levantamento, o oeste e o norte do estado são as regiões mais adiantadas. Os produtores conseguiram colher, respectivamente, 5,7% e 4,3% da área.
 
 
Os primeiros números da colheita mostram uma produtividade de 96,5 sacas por hectare. O noroeste mato-grossense registrou a melhor média, de 104,5 sacas por hectare.





Colheita do milho em Mato Grosso avança para 2,8% da área total - Cenário da Notícia em Lucas do Rio Verde e Região

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Milho safrinha de MT cresceu 35 mil hectares além da estimativa i

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Quando
tudo parecia definido na segunda safra do milho, em Mato Grosso, veio a
surpresa: a área recuou menos do que o esperado. Duas regiões
acreditaram na cultura e ampliaram a superfície – na contramão do
registrado no Estado – e o clima vem ajudando o desenvolvimento, com
chuvas atípicas para esta época. Em função desses novos fatores, o
Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) reajustou para
cima a área plantada com a cultura, ao elaborar o quinto levantamento da
safra 2013/14 do milho safrinha. Houve ganho espacial de 35 mil
hectares, todos localizados ao oeste e nordeste de Mato Grosso.


Como frisam os analistas do Imea, o levantamento do mês de maio traz
pequenas alterações apenas para a expectativa de área e produção em Mato
Grosso. “Em virtude das inconsistências climáticas, algumas regiões do
Estado estão apresentando chuvas atípicas para esta época do ano. Assim,
até o final do desenvolvimento das lavouras de milho neste ciclo, a
produtividade em campo pode ser alterada, sobretudo, na área de milho
semeada fora da janela ideal, ou seja, depois do final de fevereiro. Com
isso, a expectativa de produtividade foi mantida a mesma do último
levantamento com média de 85,4 sacas/hectare para o Estado,
representando uma queda de 15,82% em relação à safra passada”.


Já para a estimativa de área, o novo levantamento trouxe um
incremento de pouco mais de 35 mil hectares em relação à expectativa de
março, em virtude da continuidade de semeadura de algumas áreas fora da
janela e que não fizeram parte do último levantamento. Com isso, a nova
área de milho do Estado foi alterada para 3 milhões de hectares,
representando uma queda de 18,8% ou 695 mil hectares em relação à safra
2012/13. Até março, o Imea projetava área plantada de 2,97 milhões de
hectares. “Com as novas áreas estimadas para o milho, apesar de o Estado
apresentar recuo de área nesta safra em relação à 2012/13, as regiões
oeste e nordeste do Estado apresentam ganho de área em relação à
temporada anterior”.


Essas porções do Estado são as únicas em ascensão, já que todas as
outras recuaram na preferência pelo cereal. A região nordeste, avançou a
cobertura em 0,95% ao passar de 254,71 mil hectares para 257,12 mil. No
oeste, o incremento anual foi de 4,33%, de 375,80 mil para 392,09 mil
hectares. Apesar do incremento dessas duas regiões, todas têm projeções
negativas de produção e produtividade, quando comparadas ao ano passado.


Como lembram os analistas, o recuo na preferência pelo milho como
opção de segunda safra foi motivado pela falta de perspectivas que havia
em torno do cereal até o segundo semestre do ano passado, quando a
decisão do que plantar e quanto plantar é tomada pelo produtor. Naquele
momento, em função de duas produções recordes e seguidas no Estado e de
sinalizações de freio na demanda pelo cereal, o mercado futuro – aquele
em que a produção é comercializada antes mesmo de ser plantada para que o
produtor pegue o dinheiro para comprar os insumos necessários – não se
mostrava atrativo (rentável) à cultura e quem pôde, optou pelo algodão
como opção de segunda safra. No entanto, durante o plantio do grão, o
mercado reagiu e alguns agricultores aproveitaram para esticar a janela,
e plantaram um pouco mais do que haviam previsto.


VOLUME - Com as alterações realizadas apenas na expectativa de área
de milho em Mato Grosso, a produção do Estado foi variada apenas em
função desta alteração. Com expectativa de produção de 15,38 milhões de
toneladas para a temporada 2013/14, representando um recuo de 31,7% ou
7,16 milhões de toneladas em relação aos 22,54 milhões de toneladas
produzidos na safra passada. Até março o Imea trabalhava com volume
estimado de 15,23 milhões de toneladas.


EXPORTAÇÕES - De acordo com os dados da Secretaria de Comércio
Exterior (Secex), as exportações mato-grossenses de milho da safra
2012/13 totalizaram volume de 13,58 milhões de toneladas exportadas
entre agosto de 2013 e abril de 2014, aumento de 13% em relação ao mesmo
período da safra 2011/12. Somente a partir de fevereiro os acumulados
mensais de embarques do cereal começaram a registrar volumes inferiores
aos da temporada anterior. Abril foi o mês que apresentou a maior queda
no comparativo com o mesmo período do ano passado, de 96%, com apenas
2,77 mil toneladas enviadas ao exterior, gerando US$ 831,03 mil. No
comparativo com o volume exportado em março de 2014 o montante de abril é
95% inferior, reflexo da intensificação das exportações mato-grossenses
de soja em grão, que teve sua janela de exportação iniciada um mês mais
cedo que em 2013 devido à forte demanda mundial pela oleaginosa nesta
safra.

Fonte:  Diário de Cuiabá






Milho safrinha de MT cresceu 35 mil hectares além da estimativa i

quinta-feira, 20 de março de 2014

Outono chuvoso deve ajudar milho e café; afetar colheita de cana, diz Somar - Notícias - R7 Brasil

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SÃO PAULO, 20 Mar (Reuters) - O outono, que começa nesta quinta-feira, deverá ser mais chuvoso que o normal no Centro-Oeste e no Sudeste do Brasil, beneficiando a segunda safra de milho e culturas como algodão, café e laranja, mas trazendo problemas à cana-de-açúcar, disse o agrometeorologista Marco Antônio Santos, da Somar.
"Essa nova estação irá ter como característica a continuidade do período chuvoso no Brasil... As chuvas não deverão 'cortar' cedo este ano, pelo contrário, deverão se prolongar ao longo da estação", disse ele à Reuters.
Os maiores volumes deverão ser observados durante a primeira quinzena de abril. No período posterior, as previsões indicam apenas possibilidades de pancadas de chuvas.
Estados como Paraná e Mato Grosso estão terminando de plantar a segunda safra de milho, estimada em quase 44 milhões de toneladas pelo Ministério da Agricultura.
O cultivo da chamada "safrinha" é considerado de risco climático e preocupa compradores no mercado brasileiro, porque o milho se desenvolve numa época do ano em que as chuvas, em geral, começam a diminuir.
Ainda no Sudeste, as chuvas podem prejudicar o andamento da safra da cana, que já começou a ser colhida em algumas áreas que anteciparam a moagem da temporada 2014/15, com início oficialmente previsto em abril.
As usinas precisam de tempo seco para realizar o trabalho de colheita e moagem.
Para o café, há sempre a preocupação de chuvas no momento da colheita, mas Santos não acredita em grandes problemas este ano.
"Para atrapalhar o café, as chuvas deveriam ocorrer no inverno, não no outono", disse.
Em 2012, lembra o especialista, houve perda de qualidade nos grãos de café, por excesso de chuvas em maio e junho.
No Sul do país, no entanto, há risco de "fortes ondas de frio", disse Santos.
"Os modelos climatológicos já sinalizam a possibilidade da entrada de uma massa de ar polar de forte intensidade na segunda quinzena de maio."
Embora seja cedo para garantir a ocorrência de geadas, há um risco maior este ano, principalmente no Rio Grande do Sul, Paraná e para o Mato Grosso do Sul, disse o agrometeorologista.
Na região agrícola chamada de "Mapitoba" (Maranhão, Piauí, Tocantins e oeste da Bahia), as chuvas deverão ocorrer até meados de abril e até mesmo podendo ocorrer alguma ou outra pancada de chuva isolada em maio.
(Por Gustavo Bonato)






Outono chuvoso deve ajudar milho e café; afetar colheita de cana, diz Somar - Notícias - R7 Brasil

segunda-feira, 17 de março de 2014

Portal A TARDE - Benefícios do óleo de milho

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O Óleo de milho é um líquido amarelo-ouro com um sabor agradável. É um óleo vegetal refinado obtido da semente de milho. O milho é amplamente utilizado em todo o mundo como um alimento básico. É rico em ácidos graxos ômega-6, fitoesteróis e tocoferóis. Os principais ácidos graxos que compõem o óleo de milho são: linolêico (59,8%); olêico (25,8%); palmítico (11%); esteárico (1,7%) e linolênico (1,1%).
É uma fonte concentrada de energia, é muito fácil digestão, fornece ácidos graxos essenciais e vitamina E e vitamina do complexo B , é uma rica fonte de ácidos graxos essencias, ajudando a regular os níveis sanguíneos de colesterol e pressão arterial. Dietas com óleo de milho mostraram redução da pressão arterial de cerca de 12% nos homens e 5% nas mulheres que tinham pressão arterial elevada.
O Óleo de milho contém um dos mais altos níveis de fitoesteróis, entre todos os óleos vegetais refinados. Os Fitosteróis inibem a absorção de colesterol pelo intestino. Isso ajuda a reduzir os níveis de colesterol total no sangue. Os Esteróis também inibem a produção de colesterol no fígado. Foi estabelecida que a ingestão moderada de esteróis pode reduzir o colesterol em até 15 por cento.
Referências:
MARENDA, F. et al. Óleo de milho, UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ: COORDENAÇÃO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ALIMENTOS, Ponta Grossa, 2011.
http://www.i-legumes.com/beneficios-saude/beneficios-do-oleo-de-milho/
Por Joyce Rouvier
Portal A TARDE - Benefícios do óleo de milho

quarta-feira, 12 de março de 2014

Voce não é avisado sobre isso!! - Brasileiros estão bebendo cerveja com milho transgênico - IG

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por
iG Minas Gerais
Publicada em 12/03/2014 07:46:29
Os transgênicos, alimentos geneticamente modificados, estão cada vez mais presentes no dia a dia do brasileiro, inclusive na mesa de bar. Ao beber a sua cerveja predileta, o consumidor provavelmente não sabe disso, já que não há qualquer menção nos rótulos sobre essa composição. “Estamos consumindo alimentos e bebidas geneticamente modificados sem saber”, diz a professora de nutrição da Fumec, Ana Cristina Machado.
Em 2012, pesquisadores brasileiros ganharam destaque com a publicação de um artigo científico no “Journal of Food Composition and Analysis” que revelou que as cervejas mais vendidas no país, ao invés de malte de cevada, são feitas de milho.
O estudo mostrou que Antarctica, Bohemia, Brahma, Itaipava, Kaiser, Skol e todas aquelas em que constam como ingrediente “cereais não maltados”, não são tão puras como as da Baviera (região da Alemanha com excelência em cervejas), mas estão de acordo com a legislação do Brasil, que permite a troca de até 45% do malte de cevada por outra fonte de carboidratos mais barata.
Conforme artigo da doutora em nutrição em saúde pública Ana Paula Bortoletto e do advogado e ativista de direitos humanos Flavio Siqueira Júnior, publicado na revista “Carta Capital” neste mês, ainda não há estudos que assegurem que esse milho criado em laboratório seja saudável para o consumo e para o equilíbrio do meio ambiente.
Teste
De acordo com eles, em 2013 um grupo de cientistas independentes liderados pelo professor de biologia molecular da Universidade de Caen, Gilles-Éric Séralini, balançou os lobistas de multinacionais com o teste do milho transgênico NK603 em ratos. Se eles fossem alimentados com esse milho em um período maior que três meses, tumores cancerígenos surgiam nas cobaias. Só que a publicação da pesquisa foi desclassificada pela editora da revista por pressões.
Ambev
Resposta. A Ambev informou que as receitas são estratégicas e não informou a composição dos produtos. A Brasil Kirin e a Itaipava também foram procuradas, mas não houve retorno das empresas.





Brasileiros estão bebendo cerveja com milho transgênico

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Grãos - NOTÍCIAS - Milho: Exercício das opções atinge 1,262 milhão de toneladas

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Governo considera resultado satisfatório

por Estadão COnteúdo
 Shutterstock
Exercício de opções de venda de milho foi equivalente a 1,262 milhão de toneladas (Foto: Shutterstock)
O exercício dos contratos de opções de milho, cujo prazo venceu na última sexta-feira (29/11) somou 1,262 milhão de toneladas que serão vendidas ao governo para recompor os estoques oficiais. O volume entregue corresponde a 61% das 2,080 milhões de toneladas negociadas por meio de contratos de opções de venda, que foram arrematados dos produtores rurais nos leilões realizados em meados deste ano, com preço de exercício de R$ 15,12/saca. 

Na avaliação do secretário de Política Agrícola, Neri Geller, o exercício das opções ficou dentro das expectativas. Ele observa que o volume poderia ter sido maior se o governo tivesse aberto a possibilidade de antecipação do exercício para setembro e outubro, como esperavam muitos produtores que participaram dos leilões. 

Geller diz que a recomposição dos estoques em Mato Grosso está em nível razoável, pois, além do cereal das opções que está sendo entregue nos armazéns, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) está realizando operações de Aquisições do Governo Federal (AGF), por meio das quais já foram compradas 700 mil sacas de 60 quilos do grão. 

O corretor Guaracy Calaza, da Intermanus, de Campo Novo do Parecis, também considera "razoável" o porcentual de entrega do milho dos contratos de opções de venda. Segundo ele, vários fatores limitaram o exercício das opções, como a falta de armazéns credenciados em algumas regiões, problema que só foi resolvido com o credenciamento de novas empresas, há duas semanas. 

Calaza relatou que muitos produtores desistiram das opções por causa dos preços cobrados por alguns armazéns para receber o produto, na faixa de R$ 2,50/saca, o que resultava numa remuneração de menos de R$ 13/saca, valor que nas últimas semanas está sendo sinalizado pelos compradores em Sinop. "A reação dos preços contribuiu para reduzir o interesse no exercício das opções", diz ele.

Grãos - NOTÍCIAS - Milho: Exercício das opções atinge 1,262 milhão de toneladas

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

China encontra transgênico não aprovado no país em carga de milho dos EUA | Negócios | Reuters

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Por Niu Shuping e David Stanway
PEQUIM, 3 Dez (Reuters) - A China, um dos maiores importadores globais de milho, provavelmente irá rejeitar carregamentos do cereal dos EUA depois de ter encontrado variedades de organismos geneticamente modificados não aprovados por Pequim, disseram traders.
Uma iniciativa que levanta mais preocupações quanto a novas rejeições, com alguns traders e operadores alertando que a incerteza poderá levar a um forte declínio nas ordens de compra chinesas de milho dos EUA.
"Estamos completamente perdidos e não temos ideia de como lidar com a situação", disse um executivo de uma grande produtora de ração.
"Nem todos os carregamentos foram bloqueados para a entrada, mas esta é uma situação complicada."
Um carregamento de milho dos EUA foi rejeitado em meados de novembro devido à descoberta da mesma variedade, a Agrisure Viptera, da Syngenta AG's, em um período que as exportações dos EUA para a China haviam disparado com Pequim buscando o cereal em meio aos preços recordes de milho no mercado doméstico e à crescente demanda de cereal para ração.
Os traders disseram que a variedade, também conhecida como MIR 162, deve ser aprovada em breve pela China. Ela já foi embarcada para grandes importadores, como Japão, Coreia do Sul e União Europeia.
Um carregamento com 60 mil toneladas de milho com resíduos de MIR 162 foi encontrado na província de Fujian, no sul do país, disseram traders nesta terça-feira.

A mesma variedade transgênica foi encontrada em outros 49 conteineres, equivalente a 1.225 toneladas, no porto de Shenzhen, disseram eles. Foi a autoridade sanitária de Shenzhen que no mês passado rejeitou a carga dos EUA contendo o MIR 162.

China encontra transgênico não aprovado no país em carga de milho dos EUA | Negócios | Reuters

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Grãos - NOTÍCIAS - Colheita do milho chega a 73% da lavoura nos Estados Unidos

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colheita da safra americana de milho acelerou na última semana e saltou mais de 14 pontos percentuais, de acordo com os dados divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês). A pesquisa abrange18 estados produtores. 

De acordo com o relatório semanal de acompanhamento de lavouras, 73% da área prevista já foi colhida. Na semana anterior, estava em 59%. O percentual ainda está abaixo do registrado pelo governo americano no mesmo período no ano passado (95%), mas já supera a média do período entre 2008 e 2012. 

colheita da soja também avançou na última semana, mas em um ritmo menor. De acordo com o USDA, a área até a semana passada chegou a 86% do total. Na semana anterior, estava em 77%. 

Assim como ocorre no milho, o percentual de área colhida com soja ainda está abaixo do registrado no mesmo período no ano passado (92%), mas acima da média do período entre 2008 e 2012 (85%).


Grãos - NOTÍCIAS - Colheita do milho chega a 73% da lavoura nos Estados Unidos

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Cepea: preços do milho sobem com dólar, exportações e retração vendedora

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Os preços do milho têm subido na maior parte das regiões, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). A valorização do dólar e as exportações são apontados como fatores em um alerta de mercado divulgado nesta terça-feira (29/10).

Outra justificativa para a elevação nas cotações, segundo o Cepea, é um movimento de retração por parte de vendedores. Com isso, compradores com necessidades imediatas do grão ofertam preços mais altos.

“Essa recente alta surpreendeu boa parte dos agentes de mercado, especialmente os compradores, já que os estoques de passagem são elevados”, informou o alerta de mercado do Cepea. “Nos portos, a firme demanda externa para embarques de curto prazo e a valorização do dólar sustentam os preços do milho. Essas altas nos portos, por sua vez, aos poucos, vão sendo repassadas ao interior do País.”

Entre 21 e 28 de outubro, o indicador Esalq/BM&FBovespa, com base em Campinas (SP), que serve de referência para os contratos futuros na bolsa brasileira, teve alta de 4,93%. Na segunda-feira (28/10), o indicador fechou em R$ 25,09 por saca de 60 quilos.

Em Mato Grosso, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) registrou uma lata de 2,4% no preço médio no estado, que chegou a R$ 10,80 por saca de 60 quilos na semana passada. Mas as cotações ainda são consideradas “abaixo do ideal para atingir os preços mínimos” estabelecidos pelo governo.

No boletim semanal de mercado, o Imea destaca que, em Sorriso, por exemplo, o preço do milho na última sexta-feira (25/10) chegou a R$ 8,82 por saca de 60 quilos. Com o prêmio pago no último leilão da Conab (R$ 3,23 por saca), o preço final chega a R$ 12,05, contra um preço mínimo de R$ 13,02 por saca de 60 quilos.

“Com a grande oferta de milho ainda existente no mercado e, entre outros fatores, o andamento da colheita do cereal norte-americano, as negociações de milho mato-grossense estão acontecendo em um ritmo mais lento”, informou o Imea no boletim semanal.


Leilão

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) marcou para o próximo dia 6 de novembro um leilão de frete de milho para abastecer a região nordeste e sudeste do Brasil. Os contratos visam remover 27,4 mil toneladas, de acordo com o Conab.

O aviso do leilão já está publicado pela Companhia. O pregão está marcado para as 9 horas do dia 6. De acordo com a Conab, o grão está estocado em armazéns de Meto Grosso e Goiás. Os destinos são os estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, São Paulo e Espírito Santo.

http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0,,EMI344553-18083,00-CEPEA+PRECOS+DO+MILHO+SOBEM+COM+DOLAR+EXPORTACOES+E+RETRACAO+VENDEDORA.html

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Cultivo do milho safrinha deve bater recorde em produtividade no

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A estimativa para a segunda safra do milho (safrinha) no Tocantins é animadora. A produtividade deve aumentar de 4.215 quilos por hectare para 4.708 quilos, um aumento de 11,7% na produtividade. A expectativa da produção também aponta crescimento positivo. Na safra passada foram produzidas 187,1 mil toneladas, devendo subir para 192,6 mil toneladas, um acréscimo de 2,9%. Os dados são do 10º Levantamento da Conab – Companhia Nacional de Abastecimento. A safrinha é colhida entre os meses de junho a julho de cada ano.
Segundo o engenheiro agrônomo da Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro) Genebaldo Barbosa de Queiroz, esse aumento de produtividade do milho são decorrentes de diversos fatores. “Podemos citar que os investimentos em novas tecnologias, tratos culturais mais avançados e os bons preços praticados no mercado do milho foram alguns pontos que influenciaram os produtores a investirem mais nesta cultura”, disse.
Sem afetar a produção do milho e a produtividade, a área de cultivo do milho safrinha diminuiu em 7,9%, reduzindo de 44,4 mil hectares para 40,9. Genebaldo Queiroz explica essa redução ocorreu devido ao atraso do plantio da soja. “A falta da chuva nos meses de outubro e novembro de 2012 impossibilitou o plantio do milho safrinha em algumas áreas do Estado”, argumentou.
Ração
Ainda de acordo com Genebaldo, a produção do milho safrinha no Tocantins é basicamente para a alimentação animal. “O milho é um componente essencial na formulação de rações, sendo este cereal um alimento rico em diversos nutrientes indispensáveis na dieta de aves, suínos, peixes, vacas leiteiras e animais em confinamento”, complementou.
No Tocantins o milho safrinha é plantado nas mesmas áreas de produção da soja, ou seja, após o plantio da oleaginosa nas regiões de Porto Nacional, Silvanópolis, Santa Rosa, Pedro Afonso, Campos Lindos, Mateiros e Dianopólis (Região da Garganta).



Cultivo do milho safrinha deve bater recorde em produtividade no

quinta-feira, 11 de julho de 2013

G1 - Em baixa, preços do milho em Mato Grosso são os piores desde 2010 - notícias em Mato Grosso

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Cotado abaixo dos R$ 11 a saca de 60 quilos em alguns municípios de Mato Grosso, na primeira semana de julho, o preço do milho chegou a um dos piores patamares desde setembro de 2010, quando a média no estado era de R$ 11 a saca. Somente na última semana, os valores ficaram abaixo dos R$ 12, influenciado por um recuo semanal de 6%. A desvalorização mensal é de 10,7%, indica o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).
O cenário resulta das pressões exercidas pela colheita da supersafra do cereal em Mato Grosso, além do cenário que se configura para a safra norte-americana, conforme o analista de mercado do Imea, Ângelo Ozelame.
Contrariando as projeções do mercado o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA na sigla em inglês) elevou a previsão de área para o milho, projetando ainda uma colheita de 355 milhões de toneladas.
"Estes 30% a mais em produção, na comparação com o ano passado, pressionaram em muito os preços do milho no mercado interno, especialmente em Mato Grosso", pontou Ozelame. Com os preços abaixo do preço mínimo estipulado pelo governo (em R$ 13,02), o produtor mato-grossense preferiu segurar a venda da safra 2012/13.


G1 - Em baixa, preços do milho em Mato Grosso são os piores desde 2010 - notícias em Mato Grosso:

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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Primeiro leilão de contratos de opção de milho será em 4 de junho

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Primeiro leilão de contratos de opção de milho será em 4 de junho: O primeiro leilão de contratos de opção de venda de milho será realizado no dia 4 de junho. De acordo com edital publicado no site da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), no primeiro pregão serão negociados 17.780 contratos de 27 toneladas para Mato Grosso e 740 contratos de igual volume para Rondônia, o que corresponde a 500.040 toneladas ...

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Folha de S.Paulo - Colunistas - Vaivém - Produção de milho nos EUA volta a se recuperar - 11/05/2013

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Os Estados Unidos vão semear uma área recorde de milho nesta safra 2013/14, mas a produção não ficará nos patamares esperados inicialmente pelo mercado. Com o clima desfavorável e o atraso no plantio, a estimativa de ontem do Usda (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) é de 359 milhões de toneladas. No ano passado, com uma área menor, as estimativas iniciais indicavam 373 milhões de toneladas, um volume que ficou 100 milhões abaixo devido à seca. Leia mais (11/05/2013 - 03h00)

Folha de S.Paulo - Colunistas - Vaivém - Produção de milho nos EUA volta a se recuperar - 11/05/2013

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Expedição discute crescimento sustentável da cadeia do milho

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produção de milho hoje é a segunda maior no Brasil, que em volume fica atrás apenas da soja. Durante o pleno desenvolvimento da segunda safra do cereal no país, será realizado um levantamento técnico-jornalístico específico, através da Expedição Milho Brasil. O projeto, lançado nesta segunda-feira (22), em Cuiabá (MT), vai a campo discutir as variáveis da cadeia produtiva, que vão impactar de forma decisiva o mercado interno e a exportação. Em volume de produção, a safrinha, como é conhecida já supera a safra principal, de verão.

Artigo completo:

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