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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Avicultura Industrial ≈ Análise de Mercado

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments



Análise de Mercado -
25 de Outubro

Suíno vivo
O expressivo aumento dos preços da carne bovina verificado desde setembro tem elevado a demanda de cortes de aves e suínos. Diante desse cenário os consumidores vêm substituindo a carne vermelha, mesmo com o pequeno aumento de preços da carne de frango e suínos ocorrido pela valorização do milho. Dados analisados pelo consultor de mercado Osler Desouzart mostram que o preço pago ao produtor pela arroba do suíno vivo no mercado de São Paulo neste período subiu 20%. Em junho, a arroba ficou, em média, a R$ 48,53. Subiu em julho, em agosto, em setembro e está agora em torno de R$ 60.
Essa semana a bolsa de suínos de comercializou 13.910 suínos com preços variando entre R$ 62,00 a R$ 64,00 a @ o equivalente a R$ 3,36 e R$ 3,41 o quilo do suíno vivo respectivamente. Segundo a Associação Paulista dos Criadores de Suínos (APCS), a alta dos preços ajudou a recuperar a rentabilidade do produtor, apesar do aumento do c usto com alimentação dos animais. O mercado atual da suinocultura brasileira também foi analisado pelo diretor de mercado da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Jurandi Machado, na última bolsa de suínos realizada em Belo Horizonte na sede da ASEMG.
Segundo o diretor, 2010 tem sido um ano bom para o mercado de suínos, com oferta ajustada a demanda, e que os produtores devem pensar sim em crescimento, mas de forma gradativa e cautelosa. Para 2012, considera o cenário será ainda mais favorável, já sinalizando para um crescimento do número de matrizes no Brasil, e pode-se também falar em aumento de consumo, considerando as ações desenvolvidas pela entidades representativas do setor que já demonstram resultados positivos, como o PNDS (Projeto Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura). A previsão de queda da informalidade também é outro ponto positivo para os próximos anos. Para o mercado mineiro, as expectativas são otimista s, com crescimento no número de matrizes em cerca de 6%. Durante o encontro, os produtores de Minas discutiram o mercado atual e fizeram suas projeções, estimando que das 230 mil matrizes em 2010, cheguem a 235 mil em 2011 e cerca de 245 mil em 2012, mostrando que Minas Gerais trabalha à frente do mercado, ajustando sua demanda e fomentando o setor. Atualmente o Estado produz cerca de 400 mil toneladas/ano, esperando abater cerca de 20 mil animais/dia até 2012. Ainda durante a bolsa foi discutido o preço de comercialização do suíno vivo que apresentou estabilidade nesta semana, segundo a Associação de Suinocultores de Minas Gerais (ASEMG), fechando o preço de venda do quilo em R$ 3,40. Já os criadores de Santa Catarina estão otimistas com a abertura à carne suína do estado no acordo firmado entre os Estados Unidos e o Brasil, ainda que entrada de carnes brasileiras nos EUA aconteça apenas em novembro.
Segundo o presidente da Abipecs, Pedro de Camargo Neto, "a abertura do mercado norte-americano não deve representar aumento de exportações, pois a competitividade da suinocultura local é equivalente. Representa, porém, importante chancela técnica da sanidade do estado de Santa Catarina, o que deverá trazer reflexos internacionais positivos". Segundo a Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), o mercado não sofreu alterações e se manteve nos mesmos patamares da semana anterior, com quilo do suíno vivo sendo comercializado a R$ 2,80. Já no Rio Grande do Sul, houve alterações no valor de comercialização do quilo do suíno vivo apresentado na semana anterior, passando para R$ 2,93, segundo informou a Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS).
"A alta do preço da carne bovina também está fazendo este diferencial no mercado interno de hoje, pois o consumidor acaba escolhendo uma carne mais acessível de preço e que tenha sabor e qualidade e assim, consome mais a carne suína". Losivanio de Lorenzi, presidente da ACCS .
"Este é o período de melhor venda de suínos. Nós viemos de um período de um custo de produção muito favorecido pelo milho, que realmente deu uma subida. O que era absolutamente esperado e desejável, porque senão o produtor de milho se desinteressa na continuidade da produção, e nós precisamos de milho todos os anos, o ano todo." Rubens Valentini, diretor de mercado da ABCS.
"Estamos entrando num período estratégico para o mercado de carne suína do país. Mudança de temperatura e o segundo semestre avançando fazem o período tradicionalmente positivo para o setor. Todas as carnes estão bem valorizadas no Brasil e muitos especialistas acreditam que a tendência é continuar assim". Valdomiro Ferreira, presidente da APCS.
Cotações Máximas: SP (R$ 3,41), PR (R$ 3,15), SC (R$ 2,80), GO (R$ 3,40), RS (R$ 2,98), MG (R$ 3,40), DF (R$ 3,30), MS (R$ 2,75), MT (R$ 2,80), CE (R$ 4,06). (ABCS/Suino.com)
GO R$3,40
MG R$3,40
SP R$3,41
RS R$2,94
SC R$2,90
PR R$3,15
MS R$2,25
MT R$2,70

Frango vivo
Recentemente, o AviSite afirmou que o volume de carne de frango produzido em maio de 2010 (1,025 milhão de toneladas) representa novo recorde na produção do setor. A afirmação, no entanto, corresponde a uma meia verdade, já que um outro recorde permanece imbatível há dois anos.
Ainda não se dispõem dos dados de produção posteriores a julho de 2010. Assim, em valores nominais, a produção alcançada em maio se mantém, por ora, como a maior já registrada pela avicultura.
Mas quando os valores mensais são avaliados sob o ângulo da oferta média diária (dado que corresponde à produção real e não apenas nominal) constata-se que o máximo volume até agora produzido foi registrado em novembro de 2008 – 998.586 toneladas, segundo os dados da APINCO.
A variação, neste caso, não chega a ser muito significativa (volume real produzido em novembro de 2008 foi cerca de 2,5% maior que o de maio de 2010). Aind a assim, aquele recorde ainda não foi superado. (Avisite)
Frango vivo
SP R$1,80
CE R$2,30
MG R$1,80
GO R$1,85
MS R$1,60
PR R$1,70
SC R$1,60
RS R$1,70
Ovos
Antecipadamente desta vez, o final de mês vai fazendo estragos gerais na avicultura. Por exemplo, atingiu também o ovo, cujos preços recebidos também começaram a refluir, como aconteceu com o frango.
Ainda não se chegou lá. Mas a tendência é a de – nos poucos dias que faltam para o fechamento do mês – enfrentarem-se cotações iguais ou até inferiores às registradas no início de outubro. A menos que o setor produtivo adote medidas imediatas e, descartando poedeiras mais velhas, procure adequar a produção ao consumo recessivo desta época do mês.
Observando o gráfico abaixo, alguém, desavisado, pode concluir que, apesar dos pesares, a situação não está tão ruim, pois o preço médio de outubro se encontra cerca de 27% acima da média registrada no mesmo mês de 2009.
Neste caso é bom esclarecer que há um ano o ovo obteve o segundo pior preço de 2009 (mais baixo que o de outubro, só o do mês seguinte, novembro). E, pa ra encurtar a conversa, basta dizer que a média atual ainda é inferior à registrada dois anos atrás, em outubro de 2008. (Avisite)
Ovos brancos
SP R$35,00
RJ R$36,00
MG R$36,00
Ovos vermelhos
MG R$38,00
RJ R$38,00
SP R$37,00
Boi gordo
A arroba do Boi Gordo no Estado de São Paulo, segundo informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) encerrou a sexta-feira cotada a R$ 104,33 com a variação em relação ao dia anterior de 1,39%. A variação registrada no mês de Outubro é de 10,88%. (Valor por arroba, descontado o Prazo de Pagamento pela taxa CDI/CETIP).
O valor da arroba em dólar fechou a semana cotado a US$ 61,16, com a variação em relação ao dia anterior de 0,74% e com a variação de 9,98% no acumulado do mês na moeda norte-americana.
Média ponderada de arroba do boi gordo no Estado de São Paulo - base de ponderação é a mesma usada para o Indicador Esalq/BM&F.
Valores a prazo são convertidos para à vista pela taxa NPR.
A referência para contratos futuros da BM&F é o Indicador Esalq/BM&F.
(Jornalismo Integrado - Assessoria de Comunicação)
Triangulo MG R$91,00
Goiânia GO R$95,00
Dourados MS R$92,00
C. Grande MS R$95,00
Três Lagoas MS R$90,00
Cuiabá MT R$90,00
Marabá PA R$85,00
Belo Horiz. MG R$74,00
Soja
A saca de 60 kg de soja no estado do Paraná, segundo informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) encerrou a sexta-feira cotada a R$ 46,63. O mercado apresentou uma variação de -0,13% em relação ao dia anterior. O mês de Outubro apresentou uma variação de 8,64%.
O valor da saca em dólar fechou a semana cotado a US$ 27,33, com a variação em relação ao dia anterior de -0,8%, e com a variação de 7,73% no acumulado do mês.
(Jornalismo Integrado - Assessoria de Comunicação)
Físico - saca 60Kg - livre ao produtor
R. Grande do Sul (média estadual) R$47,00
Goiás - GO (média estadual) R$46,00
Mato Grosso (média estadual) R$45,00
Paraná (média estadual) R$46,63
São Paulo (média estadual) R$48,00
Santa Catarina (média estadual) R$45,50
M. Grosso do Sul (média estadual) R$47,00
Minas Gerais (média estadual) R$46,00

Milho
A saca de 60 kg de milho no estado de São Paulo, segundo informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) encerrou a sexta-feira cotada a R$ 25,73 a saca. O mercado apresentou uma variação de 0,4% em relação ao dia anterior e de 5,09% no acumulado do mês de Outubro.
O valor da saca em dólar fechou ontem em US$ 15,08, com uma variação de -0,24% em relação ao dia anterior, e com a variação de 4,23% no acumulado do mês.
O Indicador Esalq/BM&F à vista, que tem como base Campinas-SP, distingue-se da média regional de Campinas porque utiliza o CDI como taxa de desconto dos valores a prazo. No mercado físico (média regional Campinas), porém, a taxa mais usual é a NPR. Já os valores a prazo são iguais.

(Jornalismo Integrado - Assessoria de Comunicação)
Físico - saca 60Kg - livre ao produtor
Goiás (média estadual) R$20,00
Minas Gerais (média estadual) R$22,50
Mato Grosso (média estadual) R$16,50
M. Grosso Sul (média estadual) R$19,50
Paraná (média estadual) R$23,50
São Paulo (média estadual) R$25,73
Rio G. do Sul (média estadual) R$27,50
Santa Catarina (média estadual) R$26,50

sábado, 31 de julho de 2010

Análise de Mercado

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Suíno vivo



Entrou em vigor hoje a nova pauta de valores referenciais para a cobrança de ICMS referente ao grupo suíno.


A Secretaria da Fazenda aponta um aumento de 3,11% do quilo do suíno vivo, que passou de R$ 2,57 para R$ 2,65 na comparação com a última pesquisa, realizada em janeiro deste ano. Em compensação, o suíno para recria sofreu redução de 6,56%, passando de R$ 61,00 para R$ 57,00 (por cabeça).


O suíno abatido (banda) também registrou queda de preço, de R$ 3,90 para R$ 3,70 o quilo, redução de 5,3%. Já o leitão ou leitoa, com até 10 quilos, também teve o preço reduzido, de R$ 51,00 para R$50,00 a cabeça (-1,96%). (Suinocultura Industrial)

GO R$2,80 MG R$2,80 SP R$2,72 RS R$2,29 SC R$2,25 PR R$2,40 MS R$2,25
MT R$2,10

Frango vivo


Ontem, pelo segundo dia consecutivo, o frango vivo comercializado em Minas Gerais perdeu cinco centavos de seu preço e foi comercializado por R$1,65/kg, com relatos de negócios a valores ainda inferiores - o que significa similares aos do interior de São Paulo.


O novo retrocesso surpreende por contrapor-se à estabilidade observada no mercado paulista, onde a ave viva alcançou ontem seu vigésimo dia de preço estável em R$1,60/kg e chega aos últimos dias de julho com a oferta ajustada à demanda mais restrita.


A surpresa aumenta na medida em que – conforme relata a Jox Assessoria Agropecuária - não há disponibilidades ostensivas de excedentes de plantel oriundos de integrações que criam para abate próprio, mas que, em determinadas circunstâncias, vendem sobras de criação.


Faltando agora apenas quatro dias para o encerramento do mês, tudo pode ocorrer nas duas praças. Mas apesar dos 10 centavos a menos perdidos nesta semana por Minas Gerais, tanto criadores mineiros como paulistas devem encerrar o mês em condições ligeiramente melhores que as de abertura do corrente semestre. (Avisite)

SP R$1,60 CE R$1,90 MG R$1,65 GO R$1,60 MS R$1,35 PR R$1,48 SC R$1,37
RS R$1,40

Ovos


Os preços aos poucos descem a patamares mais baixos nesta quarta feira, com um mercado fraco na demanda.


Com esta queda e com os compradores pressionando mais ainda a cada dia, em poucos dias o mercado estará novamente equilibrado. Isto é certo.


Neste momento o produtor precisa ficar atento a este fato e não se deixar levar por mais pressões normais do mercado. (Com Informações do Mercado do Ovo)

Ovos brancos


SP R$38,00 RJ R$39,00 MG R$39,00 Ovos vermelhos MG R$45,00 RJ R$45,00
SP R$44,00

Boi gordo


A arroba do Boi Gordo no Estado de São Paulo, segundo informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) encerrou a terça-feira cotada a R$ 85,20, com a variação em relação ao dia anterior de 0,28%. A variação registrada no mês de Julho é de 1,34%. (Valor por arroba, descontado o Prazo de Pagamento pela taxa CDI/CETIP).


O valor da arroba em dólar fechou ontem cotado a US$ 48,14, com a variação em relação ao dia anterior de 0,02% e com a variação de 3,3% no acumulado do mês na moeda norte-americana.


Média ponderada de arroba do boi gordo no Estado de São Paulo - base de ponderação é a mesma usada para o Indicador Esalq/BM&F.


Valores a prazo são convertidos para à vista pela taxa NPR.


A referência para contratos futuros da BM&F é o Indicador Esalq/BM&F.

(Jornalismo Integrado - Assessoria de Comunicação)


Triangulo MG R$78,50 Goiânia GO R$78,50 Dourados MS R$78,00
C. Grande MS R$78,50 Três Lagoas MS R$78,50 Cuiabá MT R$77,50
Marabá PA R$73,00 Belo Horiz. MG R$74,00

Soja


A saca de 60 kg de soja no estado do Paraná, segundo informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) encerrou a terça-feira cotada a R$ 39,10. O mercado apresentou uma variação de -0,74% em relação ao dia anterior. O mês de Julho apresenta uma variação de 6,6%.


O valor da saca em dólar fechou ontem cotado a US$ 22,09, com a variação em relação ao dia anterior de -1,03%, e com a variação de 8,66% no acumulado do mês.

(Jornalismo Integrado - Assessoria de Comunicação)


Físico - saca 60Kg - livre ao produtor R. Grande do Sul (média estadual) R$41,00


Goiás - GO (média estadual) R$37,50 Mato Grosso (média estadual) R$37,00


Paraná (média estadual) R$39,10 São Paulo (média estadual) R$41,00


Santa Catarina (média estadual) R$37,00 M. Grosso do Sul (média estadual) R$36,50


Minas Gerais (média estadual) R$39,00


Milho


A saca de 60 kg de milho no estado de São Paulo, segundo informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) encerrou a terça-feira cotada a R$ 19,43 a saca. O mercado apresentou uma variação de -0,33% em relação ao dia anterior e de 3,65% no acumulado do mês de Julho.


O valor da saca em dólar fechou ontem em US$ 10,98, com uma variação de 0,05% em relação ao dia anterior, e com a variação de 5,64% no acumulado do mês.


O Indicador Esalq/BM&F à vista, que tem como base Campinas-SP, distingue-se da média regional de Campinas porque utiliza o CDI como taxa de desconto dos valores a prazo. No mercado físico (média regional Campinas), porém, a taxa mais usual é a NPR. Já os valores a prazo são iguais.

(Jornalismo Integrado - Assessoria de Comunicação)

Físico - saca 60Kg - livre ao produtor Goiás (média estadual) R$14,00


Minas Gerais (média estadual) R$16,50 Mato Grosso (média estadual) R$11,00


M. Grosso Sul (média estadual) R$14,00 Paraná (média estadual) R$16,50


São Paulo (média estadual) R$19,43 Rio G. do Sul (média estadual) R$21,50


Santa Catarina (média estadual) R$18,50

Jornalismo Integrado

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Fechamento de Mercados

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

AGRONEGÓCIO CONTRA A POBREZA
Os números divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea) sobre a pobreza e a miséria no país confirmam a força e o efeito multiplicador do agronegócio do Paraná.

MENOS MISÉRIA
O aumento do emprego formal no Estado contribuiu para que ele fosse um dos três a apresentar maior redução da taxa da pobreza absoluta no período entre 1995 e 2008.

MAIS EMPREGOS
"Aproximadamente 1,6 milhão de pessoas saiu da condição de pobreza e miséria. A taxa de pobreza absoluta, que em 1995 era de 39,1%, caiu para 18,7% em 2008”, disse Júlio Suzuki, analista de conjuntura do Ipardes. O agronegócio gera crescimento do emprego não apenas na capital, mas principalmente no interior do Estado.

EFEITO DOMINÓ
"Se cresce a agropecuária, o comércio vende mais e gera mais  empregos, melhorando as condições de  vida das pessoas”, dizem os técnicos do Instituto.

QUEDA DOS PREÇOS
O Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista (IqPR), que mede os preços pagos ao produtor rural, caiu 2,59% na segunda quadrissemana deste mês, segundo o Instituto de Economia Agrícola, da Secretaria da Agricultura de São Paulo.

VEGETAIS DESPENCAM
O índice de preços dos produtos de origem vegetal recuou 4,55%, enquanto o de produtos de origem animal subiu 2,28%.
TOMATE FRACO
As quedas mais expressivas ocorreram no tomate para mesa (40,46%), batata (18,26%), feijão (16,44%), laranja para mesa (6,24%), cana-de-açúcar (4,64%) e carne suína (3,96%). No caso do tomate, a queda se deve à maior oferta do produto.

ALGODÃO RECUA
A maior oferta de algodão em pluma, devido à intensificação da colheita, derrubou os preços do produto nos últimos dias, conforme pesquisas do Cepea. No período de 13 e 20 de julho, o Indicador Cepea/Esalq com pagamento em 8 dias caiu 1,22%.

TRIGO BAIXO
Os preços internos do trigo não acompanharam a alta expressiva no mercado internacional, segundo as pesquisas do Cepea/Esalq. Os valores por aqui foram os mais baixos desde 2002. Lá fora, a alta das cotações foi consequência da preocupação quanto ao clima nas principais regiões produtoras.

ALTA DO ETANOL
Entre 12 e 16 de julho, o Indicador semanal Cepea/Esalq do etanol anidro fechou a R$ 0,9431/litro (sem impostos), com expressiva alta de 5,1% sobre a semana anterior. O hidratado fechou a R$ 0,8245/litro (sem impostos), aumento de 6,75% no mesmo período.

MECÂNICA DO MERCADO
Os analistas do Cepea lembram que estes preços se aproximam dos registrados no início de abril deste ano (em termos nominais), quando começou a safra no Centro-Oeste. O mercado teve dois movimentos na semana passada. Primeiro, as cotações foram pressionadas pela alta demanda. Depois, a negociação diminuiu, com a estabilização dos preços.

MILHO SOBE 4%
Na semana passada, os preços do milho no mercado brasileiro subiram 4,34%, fechando a R$ 18,98 a saca de 60 kg na segunda-feira, 19, segundo o indicador da Esalq/Usp. Na bolsa paulista, a saca do cereal para setembro subiu hoje 57 centavos, para R$ 20,04.

CHUVA NA COLHEITA
As chuvas atrapalharam a colheita no Sul e Sudeste do país. Outro fator é que os vendedores acreditam na alta das exportações nas próximas semanas.

CHICAGO A US$ 3,93
Na bolsa de Chicago, os contratos para dezembro, os mais movimentados, fecharam a US$ 3,93 o bushel, com alta de 6 cents.

REDUZIR OS GASES
Estudo realizado por cientistas brasileiros e norte-americanos confirmam que a eliminação do desmatamento é a melhor forma de reduzir a emissão de gases de efeito estufa (GEE) em regiões como o Mato Grosso, onde a fronteira agrícola avança sobre o Cerrado.

IMPACTO DAS EMISSÕES
Manejo agrícola e o uso adequado do solo, segundo o estudo, também podem contribuir para a redução das emissões. Os cientistas fizeram uma estimativa dos impactos das emissões de gases em diferentes cenários de desmatamento e usos do solo em Mato Grosso.

NOVAS VARIEDADES
A Dow AgroSciences lançou no mercado nacional seis novas variedades de sementes de soja. Dentre estas, quatro são destinadas ao Sul do país, e duas ao Cerrado brasileiro, com adaptações específicas para maior produtividade.

PREÇO AVANÇA
Os contratos da soja para novembro subiram 5,5O cents, para US$ 9,78 o bushel. Agosto encerrou a sessão de hoje em Chicago a US$ 10,15 o bushel na bolsa de Chicago. Na BM&FBOVESPA, a soja mais negociada, maio 11, foi cotada a US$ 22,09 a saca.

CAFÉ DESPENCA
Em Nova York, o café arábica para entrega em setembro caiu para 157,30 cents por libra-peso. Na bolsa de Londres, os contratos do robusta para setembro recuaram US$ 12, encerrando a sessão desta quarta a US$ 1.672 a tonelada.
AÇÚCAR FORTE
Os preços do açúcar demerara subiram 1,10% na sessão desta quarta-feira, para 17,47 cents por libra-peso em Nova York no vencimento outubro, o contrato mais líquido. Em Londres o açúcar refinado, para outubro, subiu US$ 3,90, encerrando o dia a US$ 542 a tonelada.
DÓLAR A R$ 1,78
O dólar no balcão recuperou parte das perdas de ontem e fechou a R$ 1,78, com alta de 0,62%.
BOI GORDO
Na BM&FBOVESPA, a arroba do boi gordo encerrou o dia a R$ 84,79, com alta de 48 centavos. Para outubro, na entressafra, o boi gordo foi cotado a R$ 86,70, com ganho de 81 centavos.
GANHO NO SUCO
Os contratos do suco de laranja em Nova York para entrega em setembro foram cotados a 143,40 cents por libra-peso, alta de 1,09%.

FECHA ASPAS
"As pessoas que falam muito, mentem sempre, porque acabam esgotando seu estoque de verdades" - Millor Fernandes

DA AGÊNCIA MERCADOS, COM INFORMAÇÕES DA BM&FBOVESPA