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quinta-feira, 7 de maio de 2015

Farmabase inova e lança linha exclusiva de embalagens sustentáveis - AviSite - O Portal da Avicultura na Internet

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments



Jaguariúna,
SP , 07 de Maio de 2015 - Em tempos de preocupação com o meio ambiente e
seus recursos naturais, a Farmabase usa a tecnologia a seu favor e
inova mais uma vez, desenvolvendo linha exclusiva de embalagens
flexíveis de alta resistência (Stand up Pouch) para produtos líquidos.



“As embalagens stand up pouch são mais sustentáveis se comparadas às
embalagens de plásticos rígidas (frascos e potes), pois ao utilizar
menor volume de material para sua produção, reduz significativamente a
quantidade em peso e volume de resíduos sólidos gerados após sua
utilização, o que culmina também em forte redução do gasto de energia
para o transporte desses resíduos até os locais de descarte adequado.







As embalagens foram cuidadosamente desenvolvidas levando-se em conta a
necessidade de prover adequada estabilidade físico química e
microbiológica dos produtos mesmo em condições adversas de temperatura e
umidade, além da resistência do material à impactos”, comenta Márcia
Richena – Diretora de D&R e Qualidade.



A mudança será gradativa e, muito em breve, toda nossa linha de produtos
líquidos passará a contar com essa nova apresentação. Os primeiros
lotes com a nova embalagem começaram a circular na segunda quinzena de
abril.



É a Farmabase trabalhando para entregar produtos de altíssima qualidade
em prol de uma avicultura e suinocultura mais sustentável.
(Farmabase) (Redação)




AviSite - O Portal da Avicultura na Internet

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Folha de S.Paulo - Ambiente - Organização recruta pessoas com autismo para o mercado de trabalho - 22/06/2013

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"Ele está perguntando: 'Você é humano ou máquina?'", diz Tobias Ussing enquanto seus dedos correm pelo teclado. Tobias está codificando seu computador para colher dados sobre como uma empresa pode chegar ao topo da lista de resultados quando a palavra "contêiner" é escrita no Google. Uma seção na tela lhe pede para digitar algumas letras, como controle de segurança.
Politiken

Membro da empresa dinamarquesa Specialist, que procura posições no mercado de trabalho para pessoas com autismo

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Folha de S.Paulo - Ambiente - Organização recruta pessoas com autismo para o mercado de trabalho - 22/06/2013

Folha de S.Paulo - Ambiente - Designer afegão cria detonador de minas movido a energia eólica - 22/06/2013

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Os visitantes que percorrem o Museu de Arte Moderna de Nova York veem obras-primas de artistas como Picasso, Monet e Rothko. E podem também se deparar com algo que lembra uma moita seca do tipo que o vento leva rolando pelos campos. O objeto não é apenas uma escultura digna de figurar num museu. É o Mine Kafon, um inovador detonador de minas terrestres, movido a energia eólica e criado pelo designer afegão Massoud Hassani, de 30 anos. O Mine Kafon está sendo exposto atualmente na mostra de Design Aplicado do MoMA.
Divulgação Massoud Hassani

Protótipo de invenção para detectar minas terrestres é testado no deserto do Saara em Marrocos

Leia mais (22/06/2013 - 03h18)

Folha de S.Paulo - Ambiente - Designer afegão cria detonador de minas movido a energia eólica - 22/06/2013

segunda-feira, 11 de março de 2013

MAPA e MMA firmam parceria para incentivar regularização ambiental de áreas agrícolas

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MAPA e MMA firmam parceria para incentivar regularização ambiental de áreas agrícolas: Entre as ações do Ministério da Agricultura estão a divulgação da importância do Cadastro Ambiental Rural para o produtor e a mobilização de proprietários e posseiros rurais para a adesão ao Programa de Regularização Ambiental, no âmbito do Plano...

segunda-feira, 4 de março de 2013

Brasil lidera esforço mundial de conservação do meio ambiente, diz ONU

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Brasil lidera esforço mundial de conservação do meio ambiente, diz ONU:
Carolina Gonçalves

Repórter da Agência Brasil
Brasília - À frente do secretariado executivo da Convenção das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica (CDB), há um ano, o brasileiro Bráulio Dias reuniu elementos suficientes para assegurar que o Brasil é o país que mais avançou no esforço pela conservação ambiental. Nos últimos meses, Dias tem se dedicado a promover a preservação da biodiversidade no planeta, tentando estimular autoridades de todos os continentes a adotar um novo modelo de desenvolvimento que incorpore a sustentabilidade.
O biólogo ainda não tem um cálculo preciso sobre o quanto se gasta atualmente com a conservação ambiental. Os países se comprometeram a levantar os investimentos feitos por vários setores e instâncias de governo, mas não há prazo para conclusão. Dias aposta que o orçamento ideal para garantir a sobrevivência dos ecossistemas e estancar desmatamento e perda de espécies exóticas ainda está distante de ser cumprido.
Atualmente, o Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF, na sigla em inglês) gasta US$ 2 bilhões anualmente em ações de conservação ambiental e deve concluir, até o final do ano, a nova rodada de negociação com doadores para o próximo período de 4 anos. As nações desenvolvidas também se comprometeram a dobrar seus orçamentos para a área até 2015, considerando tanto investimentos internos como acordos bilaterais e doações.
O secretário executivo da CDB afirma que muitas ações dependem menos de recursos financeiros e de mais vontade política e garante que, se os países adotarem metas de desenvolvimento baseadas em padrões sustentáveis, a conta poderia ser significativamente reduzida.
Para Bráulio Dias, a batalha pela conservação ambiental não pode se concentrar mais apenas nas mãos dos órgãos ambientais, mas tem que incluir todos os setores econômicos e a sociedade. Apesar de reconhecer o crescimento do nível de consciência da população sobre o problema, o biólogo afirma que essa responsabilidade ainda é mais teórica do que prática e as pessoas ainda não se veem como parte do problema.
A seguir, os principais trechos da entrevista concedida por Bráulio Dias à Agência Brasil:
Agência Brasil – Qual o principal gargalo no esforço para que as nações se comprometam politicamente e economicamente com a conservação ambiental?

Bráulio Dias – Um é a questão financeira para apoiar a implementação da conservação ambiental no mundo e outro é o engajamento dos diversos setores. O avanço da conservação da biodiversidade não depende apenas da área ambiental de cada país. A gente precisa envolver o setor agrícola, de energia, pesca, floresta, transporte, minas e energia e todos os outros que utilizam a biodiversidade. Cada um tem de fazer sua parte.
ABr – No esforço pela preservação ambiental, como está o Brasil?

Dias – O Brasil é visto como o número 1 em termos de biodiversidade mundial e todo o mundo fica de olho, esperando a liderança brasileira. O país tem mostrado capacidade de avançar nesta agenda ambiental: conseguiu reduzir desmatamento. O Brasil é um dos poucos países que tem, em lei, exigência de compensação ambiental para investir em áreas protegidas quando houver impacto de algum empreendimento.
ABr – Que negociações ambientais estão sendo realizadas hoje?

Dias – Na área de biodiversidade, conseguimos, em Nagoia, aprovar 20 metas globais. Muitas delas quantitativas. Na última Conferência das Partes, que ocorreu na Índia, em 2012, conseguimos aprovar uma série de indicadores de biodiversidade. O objetivo é que toda meta tenha, pelo menos, um indicador. Temos acordo dos países sobre vários indicadores, mas algumas metas ainda precisam de mais discussão e mais testes até que haja a aceitação de todos.
ABr – Quais são os custos para a conservação da biodiversidade?

Dias – O custo para a conservação da biodiversidade depende do contexto. Apenas para a conservação de ecossistemas, estima-se que seriam necessários recursos da ordem de US$ 500 bilhões até 2020. O orçamento para reduzir desmatamento, recuperar áreas degradadas, controlar espécies exóticas invasoras também seria significativo. Algumas metas não exigiriam tanto recurso financeiro, mas vontade política. Um exemplo é a reforma de instrumentos econômicos para retirar incentivos perversos e ampliar incentivos positivos.
ABr – Qual a importância do comprometimento financeiro dos países em busca de um fundo de recursos? Dias – Esse foi o principal tema tratado na última Conferência das Partes que ocorreu em outubro do ano passado, na Índia. Os países concordaram em dobrar o aporte financeiro ate 2015 e isso é uma sinalização positiva. Pode não ser o suficiente para financiar tudo o que precisa, mas é um indicador positivo da disposição dos países de investir na biodiversidade.
ABr – Quais são as recomendações que podem ser adotadas no dia dia pelo cidadão comum?

Dias – A sociedade está envolvida e precisa ser mais envolvida. Desde a Rio92 [Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento], o Ministério do Meio Ambiente e outros parceiros têm feito pesquisas públicas sobre o que o brasileiro pensa sobre meio ambiente. As pesquisas mostram que a população brasileira está mais consciente sobre questões relacionadas ao meio ambiente, incluindo a biodiversidade. É visível a maior conscientização. A União para o Biocomercio Ético tem feito o Barômetro para a Biodiversidade que mostra que o Brasil é campeão em termos de conscientização, comparada à realidade de vários outros países. O problema é a distância entre o que as pessoas falam e a prática. Por exemplo, as pessoas estão preocupadas com o desmatamento e isso ficou claro durante a discussão sobre o Código Florestal, que  provocou uma grande mobilização. Mas, quando você pergunta para as pessoas como elas estão incorporando isso no seu dia a dia, no seu consumo e nas atividades na empresa, no bairro e na escola, aí o nível de engajamento é muito baixo.
Edição: José Romildo
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Projeto quer reciclar 25 milhões de litros de óleo de cozinha até a Copa do Mundo de 2014 | Agência Brasil

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Rio de Janeiro – Até a Copa do Mundo de 2014, 25 milhões de litros de óleo de cozinha usados devem ser reciclados e transformados em biodiesel por meio do Bioplanet. Lançado hoje (26) no Rio de Janeiro, o Bioplanet é um dos 96 projetos de promoção do Brasil na Copa apoiados pelo governo federal.

 Como cada litro do óleo de cozinha gera um litro de biodiesel, a intenção é produzir, nos 15 meses que faltam para o início do Mundial, 25 milhões de litros de biodiesel. Para chegar ao combustível usado pelos veículos, o biodiesel é adicionado ao óleo diesel derivado do petróleo. Com isso, é possível produzir 125 milhões de litros de combustível B20 (diesel que tem 20% de biodiesel em sua composição)...


Projeto quer reciclar 25 milhões de litros de óleo de cozinha até a Copa do Mundo de 2014 | Agência Brasil

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Ibama: decisão do STJ afasta temor de que Código Florestal irá anistiar proprietários rurais

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Ibama: decisão do STJ afasta temor de que Código Florestal irá anistiar proprietários rurais:
Carolina Gonçalves

Repórter da Agência Brasil
Brasília - O entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) afasta qualquer temor de que o novo Código Florestal pudesse anistiar proprietários rurais que desmataram áreas de preservação permamente, reserva legal ou áreas de uso restrito É a avaliação do procurador chefe nacional do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e integrante da Advocacia-Geral da União (AGU), Henrique Varejão de Andrade.
"A decisão do STJ não contradiz a lógica que foi concebida pelos diversos setores que construíram o novo Código Florestal", disse. Segundo Varejão, está lógica prevê que as autuações aplicadas até 2008, quando foi publicado o decreto anterior à atual legislação, podem ser convertidas em serviços de melhoria de proteção e conservação ambiental.
A Segunda Turma do STJ, em julgamento do ano passado, decidiu que multas aplicadas a proprietários rurais que desrespeitaram o Código Florestal de 1965 não são automaticamente anuladas com a nova lei, de 2012. Os ministros entenderam que a multa aplicada não é anistiada, e sim revertida em outras obrigações administrativas que precisam ser cumpridas pelo proprietário. Entre elas, a inscrição do imóvel no Cadastro Ambiental Rural (CAR), a assinatura de termo de compromisso e a abertura de procedimento administrativo no programa de regularização ambiental.
"O MMA [Ministério do Meio Ambiente] deve publicar uma portaria criando o cadastro ambiental rural que vai ter informações sobre o que é e como estão as APPs [áreas de preservação permanente], reservas legais e áreas de uso restrito. Todas as situações de irregularidade vão ficar claras. O Executivo federal e estatual precisa criar programas de recuperação", disse Varejão.
Com esta regra, segundo ele, os prorpietários que assinarem termos em que se comprometem a recuperar áreas podem ter o valor da multa substituído. "Enquanto eles estiverem cumprindo a obrigação, o auto da multa vai ser suspenso, e quando concluir a recuperação, o valor será extinto. Com isto, fica claro que o temor da anistia é infundado", disse
Gilman Viana, presidente da Comissão de Meio Ambiente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a decisão do STJ, baseada em um processo de um produtor do Paraná que pedia anulação de uma multa, deve ainda ser considerada em um posicionamento nacional da Justiça. "A Procuradoria-Geral da República apresentou ação no STF [Supremo Tribunal Federal] defendendo que as multas não podem ser negociáveis, mas o pedido ainda não foi acolhido", disse.
Para Viana, o cenário não mudou com a decisão do STJ, mas deixou uma interrogação. "A CNA entende que o texto do novo código ainda precisa avançar. É mais avançado que o código antigo, mas depois de aplicar regras vamos ter que examinar e aplicar novas exigências", concluiu.
Edição: Carolina Pimentel
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Petrobras não poderá usar rio em área de proteção ambiental para transportar equipamentos pesados

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Petrobras não poderá usar rio em área de proteção ambiental para transportar equipamentos pesados:
Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A Petrobras não poderá utilizar o Rio Guaxindiba, que corta a Área de Proteção Ambiental (APA) Guapimirim para realizar as operações de transporte de equipamentos pesados destinados à construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). A informação foi dada hoje (16) pelo secretário estadual do Ambiente, Calos Minc. A decisão foi tomada em comum acordo com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsável pela administração da APA Guapimirim.

  

“Nós não vamos autorizar a passagem pelo rio. O estudo inicial indicava tratar-se de uma pequena dragagem, que não ia afetar muito o ecossistema da região, mas depois se viu que o projeto era muito maior - e realmente os reflexos poderiam trazer maiores implicações para o meio ambiente. Como a gente tinha licenciado o Porto de São Gonçalo e a estrada ligando o porto ao Comperj, achamos que os custos ambiental, social e político não compensavam”, disse Minc.
O Rio Guaxindiba, que desemboca na Baía de Guanabara, passa pela APA Guapimirim, que abriga o último grande manguezal preservado da baía. A decisão de proibir o transporte de equipamentos pesados pelo rio foi tomada semana passada.
Na avaliação do secretário do Ambiente, como a dragagem do leito do Rio Guaxindiba envolveria mais de 100 mil metros cúbicos de sedimentos retirados, seria necessário um Estudo de Impacto Ambiental e seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima) e a realização de audiência pública para um eventual licenciamento, “o que poderia atrasar ainda mais essa opção”.
Minc disse que a Petrobras está executando investimentos da ordem de R$ 600 milhões na região, exigidos como contrapartida para o licenciamento ambiental do Comperj.
A Petrobras não vai se pronunciar sobre a decisão.
Edição: Fábio Massalli
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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Floresta Estacional Sempre-Verde é reconhecida como novo tipo de vegetação brasileira

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Floresta Estacional Sempre-Verde é reconhecida como novo tipo de vegetação brasileira:
Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A partir de agora, um novo tipo de vegetação passará a constar oficialmente em mapeamentos florestais do país. A Floresta Estacional Sempre-Verde, que existe apenas no estado de Mato Grosso, já havia sido identificada há alguns anos, mas só agora passou a constar oficialmente no Sistema de Classificação da Vegetação Brasileira. A descrição do novo tipo de vegetação aparece na segunda edição do Manual Técnico da Vegetação Brasileira, lançada hoje (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O livro, elaborado por engenheiros florestais, agrônomos, biólogos, geógrafos e geólogos, traz metodologias para a realização de estudos, mapeamentos e pesquisas da vegetação no país. Também chamada de Floresta Estacional Perenifólia, a vegetação se caracteriza pela manutenção de uma coloração muito verde, mesmo em períodos de estiagens.
A floresta se estende por toda a região da Bacia Sedimentar dos Parecis e parte das depressões do Guaporé, Paraguai, Araguaia e Planalto do Tapirapuã. Segundo o IBGE, a vegetação ocorre em áreas de clima tropical que tem duas estações bem distintas: uma chuvosa e uma seca (que varia entre quatro e seis meses).
Três subtipos da vegetação foram identificados: as variações aluvial, de terras baixas e de submontanha. Na floresta aluvial, que pode ser encontrada nas calhas dos rios Culuene, Teles Pires, Verde, Arinos, Sangue, Juruena, Juína, Jauru e Guaporé, as árvores têm, em média 25 metros de altura.
A floresta das terras baixas pode ser encontrada nos terrenos sedimentares das depressões dos rios Paraguai, Guaporé e Araguaia, em altitudes em torno de 200 metros. Nesse subtipo de floresta, as árvores têm, em média, de 35 a 40 metros de altura.
Já a floresta de submontanha, que tem árvores medindo acima de 30 metros, ocorre nos terrenos sedimentares do Planalto dos Parecis, especialmente na região do Alto Xingu, em altitudes que variam de 300 a 450 metros.
A Floresta Estacional Sempre-Verde se junta a outros tipos de vegetação que ocorrem no Brasil, como as florestas ombrófilas (típicas da Amazônia e da Mata Atlântica), as savanas e a Caatinga.
Edição: Juliana Andrade

Governo e sociedade civil definem metas de desenvolvimento sustentável

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Governo e sociedade civil definem metas de desenvolvimento sustentável:
Carolina Gonçalves e Renata Giraldi

Repórteres da Agência Brasil
Brasília – Negociadores do Brasil, de vários segmentos da sociedade, que participaram da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, começam a definir hoje (18), em Brasília, as prioridades do país no âmbito das metas a serem adotadas globalmente. As metas devem ser implementadas a partir de 2015, mas antes têm de ser submetidas a discussões nas Nações Unidas.
A partir de 2015, todas as economias do planeta terão que seguir compromissos e ações estabelecidos no quadro dos objetivos do desenvolvimento sustentável - acordo firmado durante a conferência., em junho, no Rio de Janeiro.
No Brasil, o debate que começou entre representantes do governo, que definiram  como prioridade a erradicação da pobreza no mundo, será ampliado com a inclusão de sugestões da sociedade civil e do setor privado. Um grupo de mais de 50 pessoas se prepara para definir hoje à tarde o que deve ser proposto na agenda global.
“Vamos consultar quais são as ideias de diferentes segmentos e o que entendemos como objetivos do desenvolvimento sustentável”, disse o embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado, subsecretário-geral do Meio Ambiente, Energia, Ciência e Tecnologia do Ministério das Relações Exteriores e coordenador-geral da Rio+20.
Figueiredo destacou que diferentemente do documento que estabelece os Objetivos do Milênio, no qual há metas para os países em desenvolvimento direcionadas principalmente ao combate à pobreza e à miséria, os compromissos do desenvolvimento sustentável “não se traduzem, necessariamente, em metas nacionais”.
“São objetivos para o mundo inteiro, tendo como filosofia o que o planeta e a humanidade necessitam como um todo”, ressaltou o diplomata. As metas serão globais. Se os países signatários das Nações Unidas definirem, por exemplo, que é preciso aumentar a eficiência energética global em 20%, cada país terá cotas específicas para que a soma de todos os esforços atinja a meta estipulada.
“As metas serão globais e vão valer para os países em desenvolvimento e os países desenvolvidos, em diferentes níveis de exigência. Mas, em muitos casos, o esforço maior será dos países desenvolvidos”, disse Figueiredo. Seria o caso, por exemplo, de um compromisso em busca de energias mais limpas.
Como o Brasil já tem mais de 80% da matriz de energia elétrica formados por fontes alternativas, a exigência maior recairia sobre economias que ainda utilizam, majoritariamente, fontes consideradas “sujas e não sustentáveis”.
As propostas que serão apresentadas pelos representantes da sociedade civil e por empresários e consolidadas com as sugestões do governo brasileiro serão entregues a uma comissão de 30 integrantes, que começa a se reunir em janeiro para alinhavar as sugestões gerais do Brasil. O documento acordado deve ser submetido à discussão nas Nações Unidas, juntamente com as propostas de outros países.
Edição: Graça Adjuto

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Ministra do Meio Ambiente diz que normatização do Código Florestal será feita por decreto presidencial

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Ministra do Meio Ambiente diz que normatização do Código Florestal será feita por decreto presidencial:
Marli Moreira e Bruno Bocchini

Repórteres da Agência Brasil
São Paulo – A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse hoje (25), que os regulamentos necessários ao Código Florestal serão feitos por decreto presidencial. De acordo com ela, portarias, e questões normativas relacionadas, por exemplo, a queimadas e irrigação, serão disciplinadas – de forma geral – pelo Executivo federal, e as especificidades pelo Poder Executivo estadual e conselhos estaduais de meio ambiente.
“Se tem temas no Código Florestal que precisam de regulamentos, esses regulamentos serão feitos no âmbito do Executivo federal para a norma geral e serão feitos, dentro da especificidade, pelos estados, via conselhos estaduais de meio ambiente, ou atos do próprio Poder Executivo estadual”, disse a ministra, após participar, em São Paulo, de reunião da Rede de Mulheres Brasileiras Líderes pela Sustentabilidade.
“Toda parte de sanção e de aplicação da Lei de Crimes Ambientais, se nós tivermos que especificar, é decreto presidencial, eu não posso estabelecer sanção. Quem estabelece é a presidenta, a partir da lei de crime”, acrescentou.
Ontem, a ministra do Meio Ambiente se reuniu por quase duas horas com a presidenta da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Kátia Abreu, que apresentou, entre outras demandas, a preocupação dos produtores rurais sobre as futuras regulamentações a serem feitas para viabilizar o Código Florestal.
De acordo com a presidenta da CNA, o temor dos grandes agricultores e pecuaristas é que as normas não venham a ser elaboradas pelo Ministério do Meio Ambiente ou pela própria Presidência da República.
“Uma das nossas preocupações é que isso [as futuras regulamentações] fugisse à alçada do Executivo e pudesse ser deslocado para um Conama [Conselho Nacional do Meio Ambiente]. Tivemos a garantia de que seria feito pelo Executivo, ouvidos todos os setores”, disse Kátia Abreu.
Edição: Fábio Massalli

Plantio de soja em área de desmatamento na Amazônia aumenta, mesmo com boicote de empresas

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Plantio de soja em área de desmatamento na Amazônia aumenta, mesmo com boicote de empresas:
Mariana Tokarnia

Repórter da Agência Brasil

Brasília - A área de soja plantada em terras de desmatamentos na Amazônia saltou de 11,69 mil hectares na safra de 2010/2011 para 18,41 mil hectares no ciclo 2011/2012 – um aumento de 57%.
Os números foram apresentados hoje (26) durante a renovação da Moratória da Soja, iniciativa de empresas exportadoras e organizações da sociedade civil para boicotar a soja produzida em áreas de novos desmatamentos na Amazônia.
Para o Greenpeace, apesar de ser alto e acender uma “luz amarela”, o aumento da atual safra foi menor do que os 85% registrados no período anterior (2010/2011 comparado a 2009/2010).
Assinada pela primeira vez em 2006 e repactuada ano a ano, a moratória foi renovada até 31 de janeiro de 2014. Segundo os dados divulgados, em Mato Grosso, houve um aumento de 6,38 mil hectares cultivados em relação ao ciclo passado.
No Pará, no entanto, houve uma retração de 31% na área de soja, que passou de 4,14 mil hectares em 2010/2011 para 2,86 mil hectares em 2011/2012.

Edição: Juliana Andrade e Lílian Beraldo

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Experiência portuguesa com segurança de barragens pode ser aproveitada no Brasil

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Experiência portuguesa com segurança de barragens pode ser aproveitada no Brasil:
Carolina Gonçalves

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Especialistas do Laboratório Nacional de Engenharia Civil de Portugal (Lnec), que estão no Brasil esta semana, apresentam hoje (5), em Brasília, detalhes da experiência do país com a segurança de barragens. A legislação portuguesa que regulamenta esse mecanismo foi criada há quase 20 anos e ajustada recentemente, enquanto no Brasil as regras ainda estão em fase inicial.
Empreendedores e órgãos responsáveis pela fiscalização ainda tentam se adaptar às novas normas. “Eles [Portugal] têm o histórico dessa implementação, de como foi feito, quais as dificuldades, o que deu certo e o que não deu certo. A ideia é fazer o contraponto com o que estamos nos deparando com a lei brasileira”, explicou Carlos Motta Nunes, gerente de Regulação de Serviços Públicos e Segurança de Barragens da Agência Nacional de Águas (ANA), que organizou o encontro.
A Política Nacional de Segurança de Barragens foi aprovada há dois anos, definindo procedimentos para barragens construídas com qualquer finalidade.  Atualmente, existem mais de 13,5 mil barragens cadastradas pelas entidades fiscalizadoras federais e estaduais.
“A lei ainda não está no sangue das pessoas. A ANA está fazendo a parte de regulamentação, mas os donos de barragens ainda estão se adaptando e isso, às vezes, significa custos elevados”, disse Motta. Uma das exigências da lei é a inspeção periódica da obra, que varia entre seis meses e dois anos, dependendo do nível de risco e vulnerabilidade da barragem. Essa classificação também ainda não foi concluída. “Estamos conhecendo as barragens para identificar os problemas. Vamos agora classificá-las”, acrescentou.
Os proprietários e responsáveis por barragens construídas em território nacional tinham dois anos para enviar informações à agência. O prazo venceu no último dia 20 de setembro. Ainda sem previsão de conclusão, agentes da ANA vão consolidar essas informações e definir categorias de risco e dano potencial.
A responsabilidade por monitorar e fiscalizar as condições dessas construções foi dividida, de acordo com a finalidade e o local das barragens, entre a ANA, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e 27 órgãos estaduais gestores de recursos hídricos.
No caso das 12 mil contenções de uso múltiplo, ou seja, utilizadas para o abastecimento humano, a irrigação, o abastecimento industrial, lazer e consumo animal, a fiscalização de apenas 131 é responsabilidade da ANA, por estarem em rios federais. As outras barragens, em cursos d´água de domínio dos estados, serão fiscalizadas pelos órgãos regionais.
“Apesar da responsabilidade ser pequena, temos que consolidar os números de todas. Temos que receber e organizar as informações de cada órgão fiscalizador”, disse Motta, lembrando que a lei ainda determina que a ANA organize o Sistema Nacional de Informações sobre Segurança de Barragens (Snisb) e coordene os relatórios de Segurança de Barragens que serão enviados, anualmente, ao Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH).
Outras 1,2 mil barragens têm a função de  gerar energia hidrelétrica, 264 são barragens de rejeitos de mineração e 256 de resíduos industriais.
Edição: Graça Adjuto

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Desmatamento da Amazônia afeta chuvas em países distantes da floresta, diz estudo

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Desmatamento da Amazônia afeta chuvas em países distantes da floresta, diz estudo:
Da BBC Brasil
Brasília – A perda de floresta tropical pode afetar pessoas a milhares de quilômetros de distância, de acordo com um novo estudo. O desmatamento pode causar uma grave redução das chuvas nos trópicos, com graves consequências para as pessoas, não só nesta região, mas em áreas vizinhas, disseram pesquisadores da Universidade de Leeds, na Inglaterra, e do Centro de Ecologia e Hidrologia do Conselho de Pesquisa Ambiental Britânico.
O ar que passa sobre grandes áreas de floresta tropical produz pelo menos duas vezes mais chuva do que o que se move através de áreas com pouca vegetação. Em alguns casos, florestas contribuem para o aumento de precipitação a milhares de quilômetros de distância, de acordo com o estudo publicado na revista Nature.
Considerando as estimativas futuras de desmatamento, os autores afirmam que a destruição da floresta pode reduzir as chuvas na Amazônia em 21% até 2050 durante a estação seca.
"Nós descobrimos que as florestas na Amazônia e na República Democrática do Congo também mantêm a precipitação nas periferias destas bacias, ou seja, em regiões onde um grande número de pessoas depende dessas chuvas para sobreviver", disse o autor do estudo, Dominick Spracklen, da Escola sobre a Terra e o Ambiente da Universidade de Leeds.
"Nosso estudo sugere que o desmatamento na Amazônia ou no Congo poderia ter conseqüências catastróficas para as pessoas que vivem a milhares de quilômetros de distância em países vizinhos."

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Combate à desertificação não é prioridade de governos, diz especialista

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Thais Leitão
Repórter da Agência Brasil
Brasília - Embora o combate à desertificação seja fundamental à implementação de uma agenda consistente para o desenvolvimento sustentável, o tema ainda não é visto como prioridade pelos governos mundialmente. A avaliação é do presidente do Comitê Científico da Convenção das Nações Unidas para Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos de Secas (UNCCD), Antônio Rocha Magalhães.
Segundo ele, os impactos da seca são cada vez mais severos e a interferência humana, promovendo desmatamento e erosão, por exemplo, contribui para a piora do cenário. Magalhães argumenta que a prevenção e o combate à desertificação estão diretamente relacionados aos esforços para erradicação da pobreza.
“Cerca de 2 bilhões de pessoas vivem em áreas secas, sujeitas à desertificação, que representam 40% do território mundial. Essas áreas concentram 60% da pobreza mundial, por isso, quando se fala em erradicação de pobreza tem que se olhar em particular para essas regiões. Por serem mais pobres, com recursos naturais menos promissores e atividades agrícolas mais arriscadas por causa do déficit hídrico, elas não conseguem atrair apoio político forte”, afirmou.
Antônio Rocha Magalhães, que também é assessor do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), organização social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, alertou que os recursos investidos para prevenir a desertificação são “muito menores” do que os prejuízos trazidos pelo problema.
Ele lembrou que, no ano que vem, o Brasil vai sediar a 2ª Conferência Científica da Convenção das Nações Unidas sobre Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos de Secas (UNCCD). Durante o encontro, que faz parte do calendário oficial das Nações Unidas, serão avaliados os impactos econômicos do combate à desertificação e da implementação de políticas de mitigação de efeitos de seca.
“O que já se sabe de antemão é que o custo de não se fazer nada é muito maior, porque os impactos futuros esperados, diante do aumento da pressão sobre essas regiões, devem impor prejuízos econômicos, sociais e ambientais muito maiores do que o que seria necessário para implementar políticas de prevenção”, enfatizou.
Entre as principais consequências da degradação dessas terras estão as perdas para o setor agrícola, com o comprometimento da produção de alimentos; a extinção de espécies nativas; o agravamento da desnutrição da população local; baixo nível educacional e a concentração de renda.
O presidente do Comitê Científico da UNCCD, destacou que no Brasil o processo de desertificação atinge várias regiões principalmente do Nordeste. Os chamados núcleos de desertificação, onde a situação de degradação é mais crítica, são: Seridó, no Rio Grande do Norte, na divisa com a Paraíba; Irauçuba, no Ceará; Gilbués, no Piauí; e Cabrobó, em Pernambuco.
Magalhães ressaltou, no entanto, que o quadro mais grave mundialmente é observado na África. No continente, “a situação de pobreza é maior e é agravada pelas diferenças políticas e étnicas”, o que dificulta a implementação de uma agenda de desenvolvimento sustentável para a região.
Além disso, as projeções populacionais preveem manutenção do crescimento, enquanto no Brasil o ritmo [de crescimento populacional] já diminui e já se vislumbra uma estabilidade da população. Na África, ele continua explodindo, com taxas de até 4% ao ano em alguns países”, ressaltou.
Magalhães enfatizou que esse quadro “justifica os esforços do Brasil em estabelecer uma cooperação com a África”.
No dia 20 de junho deste ano, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio+20, foi firmado um acordo tripartite para o combate à desertificação da África, formado por Brasil, França e um bloco de países do continente. Na oportunidade, foi lançado edital de seleção de projetos de pesquisa sobre o tema no valor de 1 milhão de euros (cerca de R$ 2,6 milhões).
Edição: Talita Cavalcante

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Aviação: estudo para desenvolver biocombustíveis - Ambiente Energia

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Aviação: estudo para desenvolver biocombustíveis - Ambiente Energia:

Aviação: estudo para desenvolver biocombustíveis
Ambiente Energia
O programa possui cinco linhas de pesquisa: “Biomassa para bioenergia” (com foco em cana-de-açúcar), “Processo de fabricação de biocombustíveis”, “Biorrefinarias e alcoolquímica”, “Aplicações do etanol para motores automotivos: motores de combustão ...
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segunda-feira, 23 de abril de 2012

Midia News | Defensivos influenciaram alta do PIB do agronegócio, afirmam Andef e Sindag

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Reunidos em São Paulo, dirigentes da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef) e do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola (Sindag) apontaram o emprego de defensivos agrícolas entre os principais fatores que resultaram, em 2011, na elevação de 3,9% do PIB do agronegócio. Para as associações, os bons preços das commodities agrícolas no cenário internacional fizeram com que os produtores investissem recursos no controle de pragas e doenças.

Dados do IBGE divulgados recentemente reforçam a análise das entidades. O instituto apontou que a taxa de crescimento do PIB agropecuário do ano passado – 1,2% superior à do PIB da economia, elevado em apenas 2,7% - refletiu, principalmente, o bom desempenho dos produtos soja, milho, algodão, cana-de-açúcar e café.

“No quarto trimestre de 2011, o PIB do agronegócio subiu 8,4%, contra 1,4% do PIB brasileiro”, observa José Roberto Da Ros, vice-presidente executivo do Sindag.

Andef e Sindag informaram há pouco que o setor de defensivos agrícolas movimentou US$ 8,488 bilhões entre janeiro e dezembro de 2011 - ante US$ 7,304 bilhões de 2010. O crescimento foi de 16,3%, em dólar e correspondente a 11% em moeda brasileira. O aumento nas vendas, por sinal, foi também atribuído pelas entidades à valorização do Real, que subiu 12,58% frente ao dólar no período. Essa taxa embute a segunda maior elevação da moeda americana medida desde 2002, quando a diferença chegou a 52,27% - de acordo com a consultoria Economática.

O diretor executivo da Andef, Eduardo Daher, enfatiza que nas cinco culturas assinaladas pelo IBGE como “âncoras” da melhora do PIB agrícola estão concentrados os maiores indicadores de vendas de defensivos. “O produtor enxergou num período de alta dos preços agrícolas a oportunidade de elevar sua produtividade, e investiu fortemente na proteção de suas culturas”, assinala o executivo.

Na opinião de Daher, a relação entre preços agrícolas e investimentos em tecnologia está expressa, por exemplo, no bom volume de vendas de inseticidas e fungicidas. Em 2011, esses produtos tiveram participação de 35% e 27%, respectivamente, no montante comercializado pelo setor.

“Na cultura da cana, por exemplo, os produtores aumentaram o emprego de inseticidas contra a broca e outras pragas que surgiram em decorrência do fim da queima da palha”, exemplifica Daher. “Na sojicultura, os fungicidas foram priorizados pelo agricultor com vistas ao controle da ferrugem e de outras doenças de final de ciclo”, explica o executivo.

Ainda no tocante às vendas por classe, os números atestam que a categoria dos herbicidas ocupou 33% de share, a dos acaricidas, 1% e outros produtos, 4%. Em dólar, os inseticidas responderam por vendas de US$ 2,945 bilhões; os herbicidas, por US$ 2,743 bilhões. Fungicidas e acaricidas totalizaram US$ 2,315 bilhões e US$ 110 milhões, respectivamente. Outros produtos movimentaram US$ 375 milhões.

Novamente, a cultura da soja absorveu o maior volume de comercialização de defensivos, com 44% do total, seguida de algodão (13%), cana-de-açúcar (12%), milho (9%), café (4%) e citros (3%). Demais lavouras responderam pelos 15% restantes.

De acordo com José Roberto Da Ros, do Sindag, a complexidade da sojicultura exige atenção redobrada do produtor que visa a uma boa colheita e persegue padrões internacionais de produção, daí a cultura se constituir no principal mercado para os defensivos. “O produtor que não considerar uma boa estratégia de controle químico perde dinheiro e produção diante das condições climáticas das regiões produtoras, entre outros fatores”, resume Da Ros.

Da Ros também entende que o estágio atual da sojicultura no Brasil tem relação direta com o aprimoramento de tecnologias de controle de pragas e doenças. Segundo o executivo, dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontam que da safra 1987/1988 até a de 2010/2011, a produção brasileira de soja cresceu 319%. Este ano, deverá ficar em torno de 66 milhões de toneladas.

Daher, da Andef, acrescenta que a produção da oleaginosa está concentrada nos Estados Unidos, no Brasil e na Argentina, países que juntos provêm entre 70% e 80% do mercado mundial. “Ganhos em produtividade das lavouras do Brasil têm impacto no abastecimento de boa parte dessa cadeia de suprimentos”, diz. Com base em dados do USDA, Daher lembra que, juntos, Brasil e Argentina respondem hoje por 46% da soja vendida no mundo.

Para 2012, Sindag e Andef projetam um crescimento de 3% a 5% no mercado de defensivos agrícolas. O presidente da Aenda – associação que congrega os fabricantes de defensivos genéricos –, Tulio de Oliveira, também se mostra otimista. “Acreditamos na continuidade do ciclo de crescimento porque o agronegócio se manterá em expansão e o produtor investirá em tecnologia”, resume Oliveira.

Uma pesquisa da consultoria internacional Kleffmann Group coloca o Brasil na 6ª posição entre os países com maior volume de aplicação de defensivos agrícolas por hectare, atrás de Japão, Estados Unidos e outros da União Europeia. Da Ros, do Sindag, aponta que “na verdade o consumo no Brasil é menor do que o observado nos principais países agrícolas, a despeito de a agricultura brasileira, sob clima tropical, exigir comparativamente adoção de mais tecnologia para controle de pragas”.

Midia News | Defensivos influenciaram alta do PIB do agronegócio, afirmam Andef e Sindag

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Mapa regulamenta produção e comércio de sementes de espécies ... - Capital News

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Mapa regulamenta produção e comércio de sementes de espécies ... - Capital News:

Globo Rural


Mapa regulamenta produção e comércio de sementes de espécies ...
Capital News
Elas pertencem à flora dos biomas brasileiros, como mogno, ipês, jatobá, peroba, paricá ou guapuruvú e jequitibá rosa e se contrapõem às espécies ditas agrícolas, como soja, milho, forrageiras, olerícolas, café e frutíferas em geral. ...
Ministério anuncia regulamentação para produção de sementes e mudasSó Notícias

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Instrução Normativa orienta a produção - Correio do Estado

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Instrução Normativa orienta a produção - Correio do Estado:

Globo Rural

Instrução Normativa orienta a produção
Correio do Estado
Este grupo de plantas é utilizado para silvicultura, reflorestamento ou recomposição de áreas de interesse ambiental, contrapondo-se as espécies ditas “agrícolas”, como soja, milho, forrageiras, olerícolas, café e frutíferas em geral. ...
Mapa regulamenta produção e comércio de sementes de espécies ...Capital News
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Alemães criam horta para a realidade urbana

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Sistema com compostagem permite cultivo de alimentos dentro da cozinha

por Globo Rural On-line
 Na Alemanha, 88% da população vive nas cidades e só 5,8% das propriedades rurais são cultivadas de forma ecológica. Com isso, as pessoas deixaram de ter contato com a produção dos alimentos: os espaços urbanos não tem lugar para a agricultura. Pensando nisso, uma dupla de designers alemães, Charlotte Dieckmann e Nils Ferber, desenvolveram a Parasite Farm (fazenda parasita, em uma tradução livre).

A engenhoca é uma alternativa para quem mora em pequenos apartamentos e não tem uma varanda para cultivar sua própria horta. O sistema permite que o lixo orgânico seja recolhido e se transforme em adubo numa composteira, acoplada embaixo da pia.

O composto pode ser usado na pequena horta, tudo dentro da cozinha, projetado para se adaptar aos móveis já existentes. São pequenos vasos, com sistema de iluminação, que cabem nas prateleiras.