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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Harvestor Competition - Claas - Massey Ferguson - BM Volvo - UHD 4K - Qual a melhor?

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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Isso é um guindaste - Liebherr - Mr. Torque - the LB 44 rotary drilling rig

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terça-feira, 2 de junho de 2015

New Holland usa barter para comercializar máquinas agrícolas - Globo Rural | Economia e Negócios

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new-holland-trator (Foto: Raphael Salomão/Ed. Globo)



 A fabricante de máquinas agrícolas New Holland iniciou neste ano a
venda de seus equipamentos por meio de barter. A operação envolve o
pagamento com parte da produção por meio de uma triangulação entre o
produtor, a empresa e uma trading, que fica responsável pela liquidação,
logística e comercialização da commodity usada como meio de aquisição
da máquina.



Segundo a empresa, as negociações, por enquanto, são feitas com soja e café,
mas há a possibilidade de expandir para outras culturas. Para operações
de até US$ 250 mil, o produtor deve apresentar Cédula de Produto Rural
(CPR) e um aval. Para valores maiores de US$ 250 mil, o barter é
efetivado com CPR, aval e hipoteca. Existe ainda a possibilidade de
estruturar a operação com outra modalidade de financiamento.


“Nossa carteira para o barter está aberta. Já realizamos alguns
negócios e todos os nossos concessionários tem conhecimento do sistema.
Não estabelecemos metas para este ano. Nossa expectativa era ter o Plano Safra
definido e nem isso temos. Então preferimos lançar sem colocar
expectativa de número”, disse o gerente de marketing da New Holland
Agriculture, Eduardo Nicz, em evento de relacionamento com clientes
realizado, nesta quinta-feira (28/5) na sede do Sindicato Rural de
Camaquã (RS).


Usado pela primeira vez pela empresa para comercializar seus
equipamentos, o barter vinha sendo estruturado desde a metade do ano
passado, contou o executivo. Alguns negócios chegaram a ser fechados em
forma de teste. O lançamento oficial foi feito na Agrishow, em Ribeirão Preto (SP).
A ferramenta é uma alternativa para minimizar os efeitos do aperto no
crédito para a próxima safra em meio a um cenário que já é de queda nas
vendas de maquinário agrícola no mercado interno.



De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos
Automotores (Anfavea), a comercialização de tratores ficou 18% menor na
comparação dos quatro primeiros meses deste ano com o mesmo período no
ano passado. Caíram de 16,537 mil para 13,558 mil unidades. Nas
colheitadeiras, a queda foi de 41,5%, de 2,352 mil para 1,375 mil
máquinas.



A empresa acompanhou a tendência. Conforme a Anfavea, a New Holland
vendeu 2,344 tratores de janeiro a abril, um volume 24% inferior que o
dos quatro primeiros meses de 2014. Nas colheitadeiras, a queda é de
27,7% na mesma comparação, com o volume passando de 618 para 447
máquinas. Nas concessionárias, Eduardo Nicz ressaltou que há redução de
15% na saída de tratores e 25% nas colheitadeiras, “um número aceitável
diante da situação do mercado”, segundo ele.


Apesar da busca por novas estratégias para viabilizar as vendas, ele
avaliou que a atual situação não é de crise. “Há um aumento de juros que
causa uma retração no mercado, mas vemos um produtor bastante
capitalizado. A procura por tecnologia não vai parar. Existe uma queda,
mas não coloca medo nem põe em xeque a estratégia da empresa”, garantiu.
No entanto, Nicz disse acreditar que, se o crédito se mantiver mais
caro, a tendência é que outras companhias do setor adotem ferramentas
alternativas, como o barter. “Tudo depende de como ficar a taxa de
juros, que, se for analisar, ainda está abaixo da inflação.”


Construção
Outra aposta da empresa é a venda de equipamentos destinados à
construção, como retroescavadeiras e pás carregadeiras, para uso na
atividade agrícola. “O produtor rural pode usar para a infraestrutura da
produção”, disse o representante da área comercial da New Holland
Construction, Giovani Borgonovo. Segundo ele, foi lançada uma linha de
financiamento específica para o agricultor. O sistema, explicou, é
semelhante ao Finame Rural, com a quitação em parcelas semestrais. O
prazo é de até quatro anos.


Sobre a expectativa de negócios para o público rural, Borgonovo se
mostrou otimista, apesar da cautela do agricultor mesmo para a compra de
maquinário específico para a atividade rural. “A gente acredita em um
potencial, especialmente na região sul”, disse ele, destacando que 8%
dos equipamentos de construção vendidos só no Rio Grande do Sul em 2014
foram para o campo. “A locação de uma máquina dessas, em caso de uma
necessidade, é muito cara. Ter o equipamento é mais vantajoso”, sugeriu.



 

*O jornalista viajou a convite da New Holland

New Holland usa barter para comercializar máquinas agrícolas - Globo Rural | Economia e Negócios