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segunda-feira, 4 de abril de 2016

Blog do Luís Hipólito: As coisas vão piorar muito antes de começarem a melhorar

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Luís Hipólito Borges



O Brasil corre um sério risco de ser rebaixado a um país emergente de segunda classe. Com esse nível negativo de crescimento, já não estaremos sequer entre as 10 maiores economias do mundo nos próximos anos. E para voltarmos a ser um país competitivo e que gere investimentos e empregos, serão necessários duros ajustes nas contas públicas. O que vem pela frente não será indolor, alguém vai ter de pagar e não há dúvidas de que sempre será a classe média e as classes baixas, independente de quem seja o governante.
Os juros do Brasil são os maiores do mundo e os lucros do sistema financeiro continuam batendo recordes. O governo Dilma infantilmente vetou a auditoria na dívida externa e já não conseguimos arcar nem mesmo com o chamado serviço da dívida. Quando não amortizamos, os juros se incorporam à dívida, aumentando sua proporção sobre o PIB.
Não vejo futuro melhor se não há incentivos para a produção. Se alguém ganha na loteria dezenas de milhões, é muito melhor manter o dinheiro no mercado financeiro do que abrir empresas e gerar empregos.
É este o país em que vivemos hoje e que nos deixa atemorizados quanto ao nosso futuro, pois não vemos nada sendo feito para melhorar essa situação. Como muitos articulistas já declararam nos mais diversos sites, as coisas vão piorar muito antes de começarem a melhorar.



Blog do Luís Hipólito: As coisas vão piorar muito antes de começarem a melhorar

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Jornal do Brasil - Economia - Vendas de materiais de construção caem 20,5% em janeiro

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Agência Brasil

As vendas de
materiais de construção caíram 20,5%, em janeiro, comparadas ao mesmo
período do ano passado. Essa foi a 24ª queda consecutiva na comparação
anual. No entanto, na comparação com o mês anterior – dezembro de 2015 –
o setor obteve alta de 5% no faturamento. Já no acumulado dos últimos
12 meses, houve recuo de 13,9%. Os dados são da Associação Brasileira da
Indústria de Materiais de Construção (Abramat).

Na comparação com janeiro de 2015, foram
verificadas quedas tanto no faturamento dos materiais de base (-19,9%)
quanto nos itens de acabamento (-21,4%). Sobre dezembro último, porém,
as vendas de materiais de base aumentaram 2,9%, e no caso dos itens de
acabamento houve alta de 8,5%. Nos últimos 12 meses, os materiais de
base apresentaram recuo de 12,5% e os de acabamento queda de 16,2%.

Expectativa

Para
esse primeiro trimestre, o setor prevê redução nas vendas de 4,5%.
Nesse cálculo foi considerado o fato de que as famílias sempre têm o
orçamento mais apertado no início do ano por causa do pagamento de
impostos – Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e Imposto Sobre a
Propriedade dos Veículos automotores (IPVA) – e da compra de materiais escolares.

A
previsão também considerou o fato de as chuvas mais intensas terem
prejudicado o andamento das obras e incluiu ainda a possibilidade de um
impacto negativo pelo temor do desemprego e pela falta de confiança dos empresários.

Em
nota, o presidente da Abramat, Walter Cover, avaliou que o setor foi
afetado pelas “condições adversas que predominam desde o segundo
semestre de 2015 e permanecem tanto no segmento do varejo, quanto no das
construtoras”.

A expectativa do executivo é de que haja um
reaquecimento das atividades a partir de abril ou maio. Essa reação,
porém, só vai ocorrer, acredita o dirigente, se houver novas liberações
de crédito para as indústrias de materiais de construção e também se for
retomada a terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida. Cover disse
ainda que o setor pode reagir bem se houver mais investimentos em obras
de infraestrutura.

De acordo com o balanço de desempenho
da entidade, o nível de emprego no setor apresentou redução de 8,9%, em
janeiro último sobre o mesmo mês de 2015. Já na comparação com dezembro
último, houve queda de 0,3% e, nos últimos 12 meses, diminuição de
8,9%.







Jornal do Brasil - Economia - Vendas de materiais de construção caem 20,5% em janeiro

sábado, 23 de janeiro de 2016

Recessão brasileira também está 'afundando' o resto da América Latina - Notícias - UOL Economia

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

BBC Mundo

O Brasil é a nona economia mundial e representa um terço do Produto Interno Bruto (PIB) da América Latina. É o principal parceiro comercial dos países do Mercosul, com exceção da Venezuela, e figura entre os cinco primeiros parceiros da maioria das nações da região.

Com 204 milhões de habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é um polo de atração das chamadas "multilatinas" - as empresas latino-americanas que tem crescido em escala internacional - e outras multinacionais com base na América Latina.

Este pano de fundo não deixa dúvidas de que a atual recessão brasileira, com uma retração de cerca de 3%, é um dos problemas que a região enfrenta hoje, após uma década de bonança.

Para Joydeep Mukherji, analista sênior da agência de avaliação de risco financeiro Standard & Poor's, o impacto é inevitável.

"Como é a maior economia da região e, de longe, a maior da América do Sul, tudo que acontece no Brasil gera um impacto. Naturalmente, isso varia de acordo com o nível da relação bilateral que tem com os diferentes países", disse ele à BBC Mundo.



Na Argentina

Em nenhum outro lugar o efeito da retração brasileira é mais visível do que na indústria argentina. O Brasil é o principal mercado para as exportações do país e absorbe cerca de 46% das suas vendas industriais.

Em 2015, os embarques argentinos para o Brasil cairam 47,9% e ficaram em valores semelhantes aos da recessão mundial de 2009.

Segundo o centro de estudos argentino Fundação Mediterrânea, cada ponto de variação no índice de produção brasileira significa três pontos de variação nas exportações de manufaturados argentinos.

Há dez anos, esta variação servia como um impulso. Com a recessão, gera claramente o efeito contrário. O setor automotivo é o mais afetado, já que 80% de suas exportações são destinadas ao Brasil.

Em outubro de 2015, a queda nas exportações argetinas de veículos e peças girava em torno de 32,8%, mas os problemas vinham desde antes.

Em 2014, foram fechados 4 mil postos de trabalho, cerca de 5% dos empregos do setor, e houve 15 mil suspensões em meio a ocupações de fábricas e outros conflitos sindicais.

Outros setores, como as indústrias de plástico e química, enfrentam problemas parecidos.



Os outros afetados

Se a queda do PIB brasileiro impacta o argentino, por sua vez, este último impacta o uruguaio, por meio do turismo, por exemplo, e o peruano - há mais de 200 mil peruanos na Argentina.

Em outras palavras, a crise brasileira gera impactos diretos e indiretos.

"Um caso claro é o turismo no Uruguai. A crise econômica no Brasil gera impactos ao fazer com que o fluxo de turistas para este país caia", explicou à BBC Mundo Mauro Leos, analista da agência de risco Moody's.

"Mas como a crise não está contida no Brasil, o Uruguai tem de lidar também com uma retração do turismo argetino devido ao menor crescimento da economia argentina."





Na Bolívia, queda do preço do petróleo preocupa menos do que crise no Brasil

No Chile, que integra o Mercosul como "parceiro associado", o comércio com o Brasil teve uma queda de 14,6%. O impacto tem paralelo com a contração comercial bilateral com a Argetina, de 15%

Enquanto isso, na Bolívia, um dos países que mais crescem na região, o ministro da Economia, Luis Arce, disse que a situação da Argetina e do Brasil preocupava mais que a queda no preço do petróleo. Isso apesar de que essa commoditie e de seus produtos já refinados representarem 45% de suas exportações.

"Os preços dos minerais têm se estabilizado. As surpresas podem vir dos países vizinhos. Brasil e Argentina são nossa grande preocupação", garantiu Arce.

Mas não se trata apenas do comércio. Há também um impacto nos investimentos.

Multilatinas

As multilatinas são um dos fenômenos desde século, com uma grande exposição na mídia, já que são vistas como um exemplo de um nova ordem mundial, em que as multinacionais dos chamados países periféricos competem com aquelas de países industrializados.

O Brasil é o mercado mundial mais importante para as multilatinas. Um total de 72 delas operam no país: 32 nacionais e 40 estrangeiras. Atrás do mercado brasileiro, vêm a Argentina, com 65, Estados Unidos (63) e México e Colômbia (60).

Segundo uma pesquisa publicada em janeiro pela publicação especializada Latin Trade, só três das 25 maiores multilatinas conseguiram resultados positivos em 2015: MexiChem (petroquímica), CMPC (papel) e Arcor (telecomunicações).

Um caso exemplar do impacto brasileiro é a América Móvil, do empresário mexicano Carlos Slim, que apostou no Brasil para compensar a queda de suas vendas no México. Em meados de 2014, o mercado brasileiro era o segundo maior da empresa, com um crescimento de receitas de 26,1%.

Mas, na metade do ano passado, o consumo das famílias brasileiras sofreu queda de 7,5%. Pouco depois, foi anunciado que a América Móvil havia interrompido o fornecimento de serviços a 110 mil clientes por falta de pagamento.



O futuro



Nelson Barbosa (dir.) substituiu Joaquim Levy como ministro da Economia

No Partido dos Trabalhadores (PT), que governa o país, muitos responsabilizam o ortodoxo ex-ministro da Economia, Joaquim Levy, pela atual crise.

Em dezembro, a presidente Dilma Rousseff o substituiu pelo desenvolvimentista Nelson Barbosa.

Ainda não se sabe se esta mudança de direção conseguirá tirar o Brasil da crise.

"A questão é se já se chegará ao fundo do poço neste ano ou em 2017", comenta Mukherji, da Standard & Poor's.

"Prevemos uma recessão de 2% em 2016. Então, o impacto negativo seguirá em diferentes países da região."



Recessão brasileira também está 'afundando' o resto da América Latina - Notícias - UOL Economia

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

(Des) governo Pezão continua brincando com a vida dos servidores e da população fluminense | Blog do Pedlowski

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

cabral pezao
O (des)
governador Luiz Fernando Pezão deu ontem uma entrevista para lá de
otimista onde prevê um ano de 2016 sem parcelamento de salários dos
servidores estaduais (Aqui!).
O que Pezão esqueceu de forma compreensivelmente (para ele é claro)
confortável é que o ajuste de calendário feito para impedir novos
parcelamentos pune de forma implacável os servidores que possuem contas
para pagar (inclusive impostos estaduais) no início de cada mês.
Além disso, o
otimismo todo de Pezão é um gigante de pés de barro, visto que a razão
básica da hemorragia financeira do Rio de Janeiro que são as bilionárias
isenções fiscais oferecidas pelo seu atual secretário de Fazenda, o Sr.
Júlio Bueno, quando ainda ocupava a secretaria estadual de
Desenvolvimento Econômico. Somada a essa bondade com o dinheiro dos
contribuintes, Pezão continua apostando na fórmula da propaganda para
ocultar a situação catastrófica em que as contínuas gestões do PMDB
colocaram os cofres do Rio de Janeiro.
A única
coisa certa é que dadas as condições existentes o ano de 2016 será muito
difícil para os servidores públicos e para a população que depende de
seus serviços. É que mantidas as previsões mais realistas, o que teremos
este ano é uma sucessão de crises e atrasos que inevitavelmente deverão
levar a greves e paralisações em setores essenciais. E depois que
ninguém culpe os servidores!


(Des) governo Pezão continua brincando com a vida dos servidores e da população fluminense | Blog do Pedlowski

terça-feira, 3 de março de 2015

BAT faz oferta para comprar 24,7% restantes da Souza Cruz | EXAME.com

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Pessoa fumando. Fumante




Londres - A British American Tobacco (BAT) anunciou nesta terça-feira
uma proposta de compra dos 24,7% que ainda não possui de sua filial
brasileira Souza Cruz.



A BAT propõe 26,75 reais por ação da Souza Cruz, a maior empresa do mercado brasileiro de cigarros, o que eleva a oferta a 10,1 bilhões de reais (3,5 bilhões de dólares), segundo cálculos da AFP.



A Souza Cruz é a líder do mercado de cigarros no Brasil, com uma
participação de mercado que superava 60% no primeiro semestre de 2012,
segundo os números da empresa.



Em um comunicado, a BAT afirma que o preço representa uma valorização
de 30% em comparação ao preço médio ponderado da ação da Souza Cruz nos
três meses anteriores a 20 de fevereiro, quando a empresa anunciou que
estudava apresentar uma oferta.



A British American Tobacco precisa agora receber a autorização da
Comissão de Valores Mobiliários (CVM) antes de apresentar formalmente a
oferta aos acionistas minoritários de Souza Cruz.





BAT faz oferta para comprar 24,7% restantes da Souza Cruz | EXAME.com

Cade aprova joint venture entre Ambev e Whirlpool | EXAME.com

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

 Copo de cerveja em uma mesa de bar


Brasília - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem nenhuma restrição, a formação de joint venture entre a cervejaria Ambev e a empresa de eletrodomésticos Whirlpool, conforme despacho da Superintendência-Geral do órgão publicado no Diário Oficial da União (DOU).



A operação prevê que a Whirlpool constituirá uma empresa exclusivamente
para pesquisa, desenvolvimento, produção, venda, distribuição,
comercialização, importação e exportação das chamadas máquinas B.Blend,
eletrodoméstico que produz diversos tipos de bebidas com a utilização de
cápsulas.



Depois, Ambev e Whirlpool dividirão o controle da nova empresa, tendo, cada uma, 50% de suas ações.



Além de preparar bebidas a partir de cápsulas, as máquinas B.Blend
entregam água purificada natural, fria, gelada, quente e com gás.



"A joint venture permitirá a expansão das variedades de cápsulas
disponíveis para o equipamento, abrangendo, dentre outros,
refrigerantes, isotônicos, chás, cafés, bebidas energéticas e sucos, bem
como possivelmente cervejas e bebidas maltadas", informam as empresas
em documento enviado ao Cade.



Pelo acordo, a comercialização dessas cápsulas, para uso exclusivo nas
máquinas B.Blend, e de produtos correlatos ocorrerá nos mercados
business to business e business to consumer dos países da América
Central (exceto México), do Caribe e da América do Sul.



Cade aprova joint venture entre Ambev e Whirlpool | EXAME.com

Whirlpool elevará preço, apesar de retração nas vendas | EXAME.com

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Cozinha da Brastemp




São Paulo - A venda de geladeiras, fogões e lavadoras da indústria para
o varejo deve fechar o primeiro trimestre deste ano com uma queda da
ordem de dois dígitos em relação ao mesmo período de 2014, segundo
previsão para o mercado de João Carlos Brega, presidente da Whirlpool para América Latina.



Apesar desse recuo, que segundo executivo já era esperado em parte por
uma questão de base mais forte de comparação - no ano passado as vendas
tinham aumentado 10% no primeiro trimestre -, a empresa pretende
reajustar preços no segundo trimestre.



O último reajuste de preço feito pela companhia foi no começo do ano passado.



A Whirlpool é dona das marcas Brastemp e Consul e a maior fabricante de eletrodomésticos da linha branca no País.



"Temos necessidade de aumentar preços para que a empresa continue saudável", afirma Brega.



Ele explica que a companhia tem sofrido com pressões de custos em
várias áreas: desde contratos de aluguéis, dissídio da mão de obra,
matérias-primas, como as resinas plásticas que são dolarizadas, até o
aumento óleo diesel, que tem impacto direto no frete.



Segundo o executivo, espaço "nunca existe" para o mercado absorver a
aumento de preço. Mas, no momento atual, a "pressão de custos está tão
forte que passou dos limites", ressalta.



Normalmente, a empresa compensa os aumentos de custos com ganhos
produtividade. Mas hoje essa compensação não está sendo possível.
"Existe uma pressão de custo que não se consegue tirar por
produtividade", diz.



O porcentual de aumento de preço não será linear: vai depender do produto, do cliente e da região do País.



No momento, a empresa também está acompanhando os indicadores que
balizam o mercado, como o comportamento dos índices de inflação e a
evolução da taxa de câmbio, já que muitas matérias-primas são cotadas em
dólar, para avaliar em que patamar esse indicadores vão se estabilizar.



A decisão de aumentar os preços vem na sequência do ajuste de estoques.
No mês passado, a empresa colocou cerca de 8 mil trabalhadores das
fábricas de Joinville (SC), onde são produzidos os refrigeradores, e Rio
Claro (SP), onde são fabricadas as lavadoras de roupa, em férias
coletivas por 15 dias.



"Foi uma medida preventiva", afirma Brega. Ele explica que em dezembro o
mercado não teve o crescimento de vendas esperado, fato que também se
repetiu em janeiro.



A saída foi ajustar a produção ao nível mais fraco de vendas. "Hoje o
nível de estoques está ajustado. Apesar de a economia ser muito
dinâmica, com os dados disponíveis hoje não vemos necessidade de mais
férias coletivas." Também, no momento, a empresa diz que não planeja
demissões.



"Podem existir saídas pontuais, mas não temos no horizonte planos de uma grande reestruturação", pondera o executivo.



Ele diz que a empresa já fez as contas: vale mais a pena manter por
quatro meses um empregado em casa, em férias coletivas ou usando outros
expedientes previstos na lei, do que fazer demissões e depois ter custos
para admitir e treinar a mão de obra.



'Minha Casa Melhor'



A decisão do governo tomada na semana passada de suspender
temporariamente o programa "Minha Casa Melhor", que facilitava as vendas
de móveis e eletrodomésticos para os beneficiários do programa
habitacional "Minha Casa Minha Vida", não deve ter forte impacto nas
vendas do setor.



Segundo o executivo, a retirada desse benefício pode ser compensada
pelos volumes em outros canais de vendas. As informações são do jornal O
Estado de S. Paulo.





Whirlpool elevará preço, apesar de retração nas vendas | EXAME.com

Pedidos de falência caem 21,2% em fevereiro, apurou Serasa | EXAME.com

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Documentos empilhados


São Paulo - Os pedidos de falência caíram 21,2% em fevereiro ante janeiro, informou a Serasa Experian nesta terça-feira, 3. Na comparação com fevereiro do ano passado, a retração foi de 41,1%.



Dos 89 requerimentos de falência efetuados no mês passado, 45 foram de micro e pequenas empresas, 23 de médias e 21 de grandes.



Segundo os economistas da Serasa Experian, a retração nos pedidos de
falência tanto na base mensal como na interanual se deve ao fato de o
carnaval em 2015 ter sido em fevereiro, o que reduziu os dias úteis do
mês ante janeiro e fevereiro de 2014.



No ano passado, o feriado do carnaval foi em março.



Quanto aos pedidos de recuperações judiciais, foram 42 requerimentos em fevereiro, queda de 43,2% na comparação com janeiro.



As micro e pequenas empresas lideraram as solicitações de recuperação
judicial, com 20 pedidos, seguidas pelas grandes (14) e pelas médias
(8).



Metodologia



O indicador de falências e recuperações da Serasa é construído a partir
do levantamento mensal das estatísticas de falências (requeridas e
decretadas) e das recuperações judiciais e extrajudiciais registradas
mensalmente na base de dados da Serasa Experian, provenientes dos
fóruns, varas de falências e dos Diários Oficiais e da Justiça dos
Estados.







Pedidos de falência caem 21,2% em fevereiro, apurou Serasa | EXAME.com

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Nova ministra da Agricultura diz que latifúndio acabou e defende reforma agrária ‘pontual’ no País - Notícias - R7 Brasil

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Do R7
A nova ministra da Agricultura, Kátia Abreu (PMDB-TO), disse em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, desta segunda-feira (5), que não existe mais latifúndio no Brasil. A peemedebista também condenou as invasões de terra e afirmou que defende a reforma agrária de forma “pontual”.
— Ela [a reforma agrária] tem de ser pontual, para os vocacionados. E se o governo tiver dinheiro não só para dar terra, mas garantir a estrutura e a qualidade dos assentamentos. Latifúndio não existe mais. Mas isso não acaba com a reforma. Há projetos de colonização maravilhosos que podem ser implementados. Agora, usar discurso velho, antigo, irreal para justificar reforma agrária? A bancada [ruralista] vai trabalhar sempre, discutir, debater.
Kátia disse também que quer "dialogar" com os movimentos sociais, mas avisou que vai "condenar a invasão sempre". Segundo a nova ministra, tem "MST que invade, isso é ilícito, sim, e vai continuar sendo. Está na Constituição".
— No Tocantins, sentei com o MST, eles me pediram ajuda. Tive audiência com o [então ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel] Rossetto para arrumar dinheiro para eles comprarem fazenda de um cidadão. Se eu quero terra, por que eles não podem querer? Agora, não invade, pelo amor de Deus, porque não dá.
Questão indígena
Durante a entrevista, Kátia Abreu também tratou da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que transfere a competência para a demarcação de terras no País para o Congresso Nacional. Kátia disse que "enquanto os índios reivindicavam áreas na Amazônia, a gente nunca deu fé do decreto de remarcação [que está em vigor]". 
— É um decreto inconstitucional, unilateral, ditatorial, louco, maluco. [...] Os índios saíram da floresta e passaram a descer nas áreas de produção. 
A nova ministra disse não ter "problema com terra indígena" que a "nossa implicância é com a legalidade".
— Se a presidenta entender que os pataxós estão com terra pequena, arruma dinheiro da União, compra um pedaço de terra para eles e dá. Ótimo. Eu só não posso é tomar terra das pessoas para dar para outras.
Política para o etanol
Questionada se faria uma espécie de Proer (Programa de Estímulo à Reestruturação do Sistema Financeiro Nacional) para o setor sucroalcooleiro, Kátia Abreu disse que a crise do setor é "assunto gravíssimo, que deve envolver todo o governo". 
— A crise é total. Precisamos, em primeiro lugar, conhecer o endividamento do setor, que está alavancado em dólar. Não tenho a solução mágica. Mas temos que encontrar um mecanismo de estabilidade desse biocombustível [o etanol] que não seja só a ligação com o petróleo.




Nova ministra da Agricultura diz que latifúndio acabou e defende reforma agrária ‘pontual’ no País - Notícias - R7 Brasil

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Fiat assume operações da Chrysler no Brasil - Correio do Estado

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments


Como parte da reestruturação do grupo FCA, formalizado pela Fiat e pela Chrysler em janeiro deste ano, as operações da marca de origem norte-americana no País serão incorporadas à Fiat Automóveis do Brasil. A medida foi realizada ontem (2) visando a unificação das atividades das duas empresas. Sendo assim, a marca de origem italiana assume todos os direitos e obrigações da Chrysler Group do Brasil, permanecendo vigentes e inalterados os contratos e demais compromissos com os concessionários e demais parceiros.
Nova fábrica no Brasil
A nova planta industrial do grupo no Brasil, estabelecida em Goiana (PE), deve começar a operar no início de 2015. O primeiro modelo a sair da linha de montagem será o Jeep Renegade e especula-se que o segundo será a futura picape média da Fiat. A picape, aliás, deve ser um dos poucos carros da marca de origem italiana a ser produzido nessa unidade.




Fiat assume operações da Chrysler no Brasil - Correio do Estado

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

10 novidades do mercado que você precisa saber - EXAME.com

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments



10 novidades do mercado que você precisa saber

MMX nega pedido de recuperação judicial


Luciana Prezia/Contigo
Silvio Santos
Silvio Santos depôs no caso do rombo no Panamericano



São Paulo - Veja o que você precisa saber.

1- Julgamentos de processos de Eike devem ficar para 2015. O julgamento pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) de mais de uma dezena de processos contra o empresário Eike Batista,
atuais e ex-executivos do Grupo EBX tendem a ficar para 2015, em
momento de provável quórum reduzido de diretores na autarquia.




2- Glencore cumpre promessa com programa de recompra de US$1 bi. O grupo de commodities Glencore se tornou a primeira das grandes mineradoras a honrar promessas de remunerar acionistas,
anunciando um programa de recompra de ações de até 1 bilhão de dólares,
após divulgar lucro do primeiro semestre acima das previsões do
mercado.




3- Minoritários da Portugal Telecom processam executivos. Acionistas minoritários da Portugal Telecom (PT) ajuizaram nesta segunda-feira, 18, ação popular contra a atual equipe de gestão da tele.



4- Vale conclui venda de 26,5% da VLI para Brookfield. A Vale concluiu a venda por 2 bilhões de reais de participação de 26,5% no capital total da empresa de logística VLI para o fundo de investimento da Brookfield Asset Management, informou a mineradora na terça-feira.



5- MMX nega pedido de recuperação judicial. A MMX Mineração e Metálicos, do Grupo EBX, do empresário Eike Batista, divulgou comunicado no qual nega que esteja para entrar com pedido de recuperação judicial.



6- Silvio Santos depõe no caso do rombo no Panamericano. O empresário e comunicador Silvio Santos depôs, na terça-feira, 19, na Justiça Federal como testemunha de defesa de um dos réus na ação penal sobre o rombo de R$ 4,3 bilhões no Banco Panamericano,
que um dia fez parte do seu conglomerado e quebrou em 2010. "Me diziam
que o banco era uma maravilha", afirmou Silvio, ao ser indagado se tinha
conhecimento das fraudes.




7- Lucro líquido da Heineken cai 1,3% no 1º semestre. A cervejaria Heineken informou que obteve um lucro líquido de 631 milhões de euros (1,34 euro por ação) no primeiro semestre de 2014, um registro 1,3% menor do que os 639 milhões de euros alcançados no mesmo período do ano passado.



8- Eletrobras quer repassar dívida de R$ 1,7 bilhão. Do total de dívida de R$ 4,9 bilhões que a Eletrobras reconhece junto à BR Distribuidora, R$ 1,7 bilhão podem sobrar para o Tesouro Nacional.
Essa é a vontade da Eletrobras, mas, para que isso ocorra, a Agência
Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deve arbitrar o caso. A dívida diz
respeito ao gasto com combustível pela Eletrobras para que fosse usado
nas térmicas da região Norte do País, isoladas do restante do sistema
interligado.



 
 
9- Auditoria emite relatório sobre a Oi com ressalva.
O relatório de revisão das informações trimestrais da Oi, referente ao
segundo trimestre deste ano, foi emitido com ressalva pela KPMG
Auditores Independentes. Os motivos são incertezas geradas com o acordo fechado entre a Oi e a Portugal Telecom (PT), em julho, após um calote tomado pela tele portuguesa, com que está em processo de fusão.




10- Sindicato discute paralisação da Marfrig no RS.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Alimentação
de Alegrete, Marcos Rosse, afirmou nesta terça-feira, 19, que se
reunirá nesta quarta-feira, 20, com representantes do governo gaúcho, em Porto Alegre, para tratar da suspensão das operações da unidade da Marfrigem Alegrete, no interior do Estado.






10 novidades do mercado que você precisa saber - EXAME.com

Blindagem contra crises - Oficina Brasil

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

 ilustra-caveirao

Estou escrevendo este editorial enquanto a discussão (estampada na
mídia) entre economistas gira em torno de uma eventual “recessão
técnica” de nossa economia. Recessão eu sei o que é,  ou seja,
crescimento nulo ou negativo, já o “técnica”, colocado como adjetivo, me
parece mais coisa “política” do que prática.


De qualquer maneira, afora estas “chicanas semânticas” a situação da
economia brasileira é ruim, e se pensarmos em termos da indústria
automotiva - cenário onde estamos inseridos – a coisa está mesmo preta, e
os números de carros vendidos já apresentam quedas da ordem de mais de
10% em relação ao ano passado.


Enquanto isso... lendo o site do VALOR ECONÔMICO (03/06) dou de cara com a seguinte manchete:


“Quando o mercado vai bem, nós vamos mal. Quando o mercado vai mal
nós vamos bem..” frase proferida pelo empresário Sergio Comollatti, que
prevê crescimento, em 2014, entre 3 e 5%  do Grupo que preside.


Diante da dinâmica de geração de negócios na nossa cadeia de
reposição, a projeção otimista do Presidente do Grupo Comolatti - que é o
maior conglomerado brasileiro de distribuição de componentes
automotivos para o mercado de reposição independente - ratifica a
percepção que temos dos serviços de reparo como o “bem substituto” nas
épocas de crise.


Ainda invocando a dinâmica dos negócios no aftermarket,  se o Grupo
Comolatti estima crescer em 2014, é porque – lá na outra ponta, na
oficina, ou seja,  o nascedouro da demanda – o serviço e a aplicação de
peças está igualmente crescendo, pois donos de carros não podem
prescindir de seus veículos rodando.


Tal realidade prova que nosso mercado é efetivamente um porto seguro
na crise, e se este cenário negativo para a economia brasileira
persistir  (como preveem alguns economistas), e diante do gigantesco
“estoque reparável” de veículos, não há exagero em antever ventos
favoráveis para os negócios no aftermarket nos próximos dois anos.


Para comprovar os “humores” do mercado nossa colaboradora, jornalista
e empresária Dirce Boer foi a campo ouvir representantes dos principais
agentes do mercado (fabricantes, distribuidores, lojas e
concessionários). Veja matéria na página 36.


Com muita clareza e foco Dirce Boer reporta as percepções dos
entrevistados, assim é possível tirar nossas próprias conclusões sobre o
que esperar do aftermarket nacional em 2014, ano “fatídico” que além do
risco de experimentar uma “recessão técnica” do PIB, viveu a Copa do
Mundo e já sente os impactos das eleições de outubro.


Sem dúvida alguma, se o aftermar­ket confirmar crescimento em 2014,
como muitos dos entrevistados já experimentam, teremos a comprovação de
que nossa indústria é blindada, à prova de crises.  Esta é a boa notícia
para nós que estamos “abrigados” na cadeia de pós-venda, porém não
podemos nos iludir, pois se o mercado é à prova de crises é hora – mais
do que nunca - de olhar para dentro de nossas empresas e conferir o 
grau de eficiência de nossos negócios. Pois se o cenário é de
crescimento, temos a obrigação de crescer também, e se crescermos só
poderemos comemorar se soubermos o quanto o aftermarket efetivamente
crescerá em 2014, pois, sem este dado podemos “celebrar” uma taxa
inferior à real  do mercado de reposição. E sob este aspecto o ganho
torna-se perda, pois nossa concorrência certamente cresceu mais e no
final das contas, perdemos share.


Assim,  quem pode confirmar e oferecer a “prova dos nove” para
comprovar o crescimento real do aftermarket é o elo “cliente” da cadeia
de reposição, ou seja a oficina mecânica.  Por meio da análise do
comportamento da oficina -  comprovadamente o principal nascedouro da
demanda de autopeças em nosso mercado – saberemos, com segurança, quanto
o aftermarket cresceu.  Logo, não basta comemorar a fato de estarmos
inseridos numa indústria à prova de crises, é tempo de conferirmos a
blindagem de nossas empresas.


Boa leitura!


Cassio Hervé


Diretor  do Grupo Oficina Brasil





Blindagem contra crises

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Programa ABC já contratou mais de 14 mil financiamentos agrícolas sustentáveis

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Programa ABC já contratou mais de 14 mil financiamentos agrícolas sustentáveis:
Da Agência Brasil
Brasília – Mais de 14 mil contratos da linha de crédito do Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC) no Plano Agrícola e Pecuário foram firmados desde o Plano Agrícola e Pecuário 2010/2011, informou o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
No total, foram emprestados R$ 4,46 bilhões para produtores adotarem tecnologias de recuperação de pastagens degradadas, integração lavoura-pecuária-floresta, plantio direto, florestas plantadas, entre outros.
De acordo com o ministério, na temporada 2010/2011 foram contratados R$ 418 milhões, enquanto, até abril deste ano, esse valor alcançou R$ 2,54 bilhões. O Programa ABC foi lançado em julho de 2010.
Segundo o ministério, o programa de crédito tem sido difundido no país por intermédio dos grupos gestores estaduais (GGEs) do Plano ABC, que já foi implantado nos 26 estados da Federação e no Distrito Federal. O último a ser formado foi o GGE do Acre, no dia 22 de maio deste ano. Já foram capacitadas mais de 8,9 mil pessoas, sendo que 70% são profissionais das áreas técnicas.
Edição: Davi Oliveira
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Desemprego global alcançará 208 milhões de pessoas em 2015, prevê OIT

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Desemprego global alcançará 208 milhões de pessoas em 2015, prevê OIT: O emprego aumenta e as desigualdades diminuem nas economias emergentes e em desenvolvimento, enquanto, nas economias desenvolvidas, é o inverso que continuará ocorrendo, prevê a Organização Internac...

Analistas calculam que economia irá crescer 2,77% em 2013

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Analistas calculam que economia irá crescer 2,77% em 2013: Após serem divulgados os dados do PIB na semana passada, os analistas revisaram suas perspectivas para o juro, inflação e Produto Interno Bruto. A começar pela previsão de crescimento da economia br...

Abimaq vê cenário de recuperação, ainda que gradual

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Abimaq vê cenário de recuperação, ainda que gradual: Em geral, dada a sazonalidade do setor, o faturamento do setor de máquinas e equipamentos costuma ser de alta nos três primeiros meses do ano e de queda em abril. Esse foi o comportamento registrado...

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Folha de S.Paulo - Mercado - Anac autoriza compartilhamento de voos entre TAM e American Airlines - 20/05/2013

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

A TAM Linhas Aéreas --que no ano passado se fundiu com a LAN Chile, formando a Latam Airlines-- recebeu autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para implementar um acordo de compartilhamento de voos (do inglês "code-share") com a American Airlines.

O acordo foi firmado entre as duas companhias em dezembro do ano passado e aguardava sinal verde da Anac. A American Airlines também está em processo de fusão com a US Airways, o que resultará na maior companhia aérea do mundo.

Por meio de comunicado, a TAM informou que a autorização da Anac era a última que faltava, após o acordo ter recebido aprovações do departamento de transporte dos Estados Unidos (DOT, na sigla em inglês) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Com o acordo, as duas companhias poderão vender conexões da parceira com o seu código, como se fossem voos próprios (daí o termo "code-share"). A receita com a venda dos bilhetes é dividida por meio de uma câmara de compensação internacional da Associação Internacional do Transporte Aéreo (da sigla em inglês Iata).

O compartilhamento de voos oferece mais facilidades aos passageiros, como reservas de passagens mais simples, facilitação no despacho de bagagens e acúmulo de milhas nos respectivos programas de fidelidade.

Folha de S.Paulo - Mercado - Anac autoriza compartilhamento de voos entre TAM e American Airlines - 20/05/2013

Dívida da Odebrecht vai a R$ 62 bi - negocios - geral - Estadão

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David Friedlander, de O Estado de S. Paulo

Débito dobrou em dois anos e provocou um prejuízo de R$ 1,58 bilhão ao grupo no ano passado; empresa diz que se não tivesse ocorrido variação cambial teria obtido lucro e que a dívida aumentou para bancar investimentos em novos negócios

Depois de se firmar como a maior empreiteira do País, dominar o setor petroquímico com a Braskem e espalhar sua marca por áreas tão diferentes quanto a produção de etanol e a construção de submarinos, a Odebrecht começa a encarar a conta dessa trajetória fulminante nos últimos anos: a dívida do grupo disparou e atingiu R$ 62 bilhões, com bancos e investidores que compraram suas debêntures.

Essa dívida está espalhada por várias empresas - e praticamente dobrou desde 2010. O débito cresceu 36% apenas em 2012, segundo o balanço consolidado do ano. As demonstrações foram publicadas no dia 25 de abril no Diário Oficial da Bahia e em um jornal daquele Estado, onde fica o conselho de administração da Odebrecht.

Uma das consequências imediatas do aumento no endividamento foi um prejuízo consolidado de R$ 1,58 bilhão em 2012. No conjunto, as empresas da Odebrecht até tiveram lucro operacional de R$ 4,6 bilhões. Mas esse desempenho foi todo comido pelo crescimento das despesas financeiras decorrentes da dívida e virou prejuízo. O grupo pagou R$ 3,3 bilhões em juros e seu balanço ainda sofreu impacto negativo de R$ 3,5 bilhões, consequência da valorização do dólar em sua dívida. "Sem a variação cambial, teríamos dado lucro", afirma Felipe Jens, vice-presidente de Finanças do grupo.

Embora a receita tenha crescido 22%, totalizando R$ 76 bilhões no ano passado, a dívida equivale hoje a pouco mais de 3,5 vezes o patrimônio líquido de R$ 17 bilhões da Odebrecht. O vice de Finanças reconhece que o tamanho do passivo pode assustar quem olha de fora. Mas Jens diz que a companhia está acostumada a trabalhar alavancada em empréstimos e que internamente a avaliação é de que o risco está bem calculado e a dívida segue sob controle.

Este ano, vencem compromissos de R$ 9,2 bilhões - 15% da dívida total. O restante são compromissos de longo prazo. Segundo Jens, o endividamento vem aumentando principalmente para bancar investimentos nos novos negócios do grupo. "É dívida para fazer investimento, com prazo de maturação compatível com a capacidade de geração de receita, custo adequado e na moeda correta", afirma o executivo. "A dívida está crescendo porque a companhia investe, não é para cobrir buraco de empresa."

Investimentos

Pelo balanço, o grupo investiu R$ 12 bilhões no ano passado. Boa parte dos negócios ainda está em fase pré-operacional ou devem começar a gerar receitas a partir de agora, como a Odebrecht Oil & Gas, ou novas divisões de concessões de serviços da Odebrecht Ambiental. "Quando começarem a gerar receita, a situação se reverte. Nosso desafio é ‘performar’ para pagar as dívidas. E isso esta empresa sabe fazer", afirma o vice de Finanças.

De acordo com o executivo, a situação hoje é muito diferente do que ocorreu entre o fim dos anos 90 e o começo dos 2000. Naquela fase, o grupo investiu pesado em novas áreas, como papel e celulose e concessões de rodovias. Acabou se endividando além do suportável e precisou se desfazer de vários ativos, como as participações na indústria de celulose Veracel e na concessionária CCR.

"O momento é completamente diferente", afirma Felipe Jens. "Grande parte daquela dívida era fruto de aquisições. Agora, temos muitos projetos que começam do zero e os financiamentos estão atrelados a projetos estruturados e a composição de risco é outra."

Os negócios da Odebrecht só cresceram desde então. Suas operações se espalham da Argentina aos Estados Unidos, da África à Europa e à Ásia.

A Construtora Norberto Odebrecht, que deu origem ao grupo, partiu da Bahia para o Sudeste nos anos 80. E deixou para trás construtoras tradicionais no ramo de obras públicas como Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Mendes Júnior. O plano já traçado para os próximos três anos prevê investimentos de R$ 47,5 bilhões, no Brasil e no exterior. "Com dívida", diz o vice de Finanças. "Faz parte do espírito empreendedor das Organizações Odebrecht."

Dívida da Odebrecht vai a R$ 62 bi - negocios - geral - Estadão

América Móvil compra americana Star Wireless - negocios - geral - Estadão

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Agencia Estado

CIDADE DO MÉXICO - A operadora de telecomunicações América Móvil anunciou nesta segunda-feira, 20, que chegou a um acordo para comprar a companhia de telefonia móvel norte-americana Star Wireless. A transação, que será feita por meio da subsidiária da América Móvil nos EUA, a Tracfone Wireless, vai adicionar quase 1,4 milhão de clientes à base de assinantes do grupo no país.


Os termos financeiros do acordo não foram revelados. A transação deve ser concluída até o fim do segundo trimestre. No ano passado a Tracfone havia comprado outra companhia norte-americana, a Simple Mobile, conquistando assim mais 1 milhão de assinantes nos EUA. Atualmente a base de assinantes da empresa chega a 23,2 milhões. As informações são da Dow Jones.

América Móvil compra americana Star Wireless - negocios - geral - Estadão

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Folha de S.Paulo - Mercado - Renda mais alta não melhora comportamento financeiro do brasileiro, diz estudo - 13/05/2013

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O brasileiro tem conhecimento sobre conceitos financeiros, mas não aplica isso no seu dia a dia. Esta foi a conclusão da primeira pesquisa do indicador de educação financeira lançada pela Serasa Experian, nesta segunda (13). Para o economista da Serasa, Luiz Rabi, a educação financeira do brasileiro não é tão baixa quanto se imaginava. Mas o comportamento é problemático. "O brasileiro conhece razoavelmente bem como deveria se comportar, mas na hora de colocar na prática ele se atrapalha", diz. O indicador foi dividido em três fatores: conhecimento --quanto o consumidor sabe; atitude --o que ele diz que faz; e comportamento --o que ele realmente faz. Leia mais (13/05/2013 - 12h22)


Folha de S.Paulo - Mercado - Renda mais alta não melhora comportamento financeiro do brasileiro, diz estudo - 13/05/2013