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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Proteína continua vital na dieta dos americanos, mostra pesquisa do Mintel – BeefPoint

BY Agro Mecânica Tatuí IN , No comments




Quase dois terços dos americanos estão interessados em proteínas, embora menos da metade considere sua dieta saudável, de acordo com uma nova pesquisa do Mintel Group Ltd.
Apenas 42% dos americanos entrevistados pela empresa de pesquisa consideram sua dieta saudável e apenas 38% concordam que alimentos saudáveis valem gastos adicionais. Os números contrastam com os níveis mais altos de conscientização sobre saúde, maior práticas de exercícios físicos e dieta melhor de uma forma geral que os entrevistados citaram, segundo a pesquisa do Mintel.
Os consumidores continuam interessados em proteína (63%), fibra (61%) e cereais integrais (57%) na compra de alimentos que eles consideram saudáveis. A proteína é especialmente um foco para mais da metade dos consumidores entre 9 e 21 anos de idade, com 54% do chamado segmento “iGen” expressando particular interesse em proteínas.
Os americanos também parecem estar de forma geral desconfiados, com apenas 14% acreditando que a aprovação pelos órgãos de regulamentação indica que um produto alimentar é saudável e 16% confiando nas declarações de saúde das embalagens dos alimentos e bebidas.
O relatório acrescenta que os consumidores preocupados com a saúde estão evitando produtos com xarope de milho rico em frutose (50%), açúcar (47%), gordura trans (45%) e gordura saturada (43%).
Fonte: MeatingPlace.com, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.
Proteína continua vital na dieta dos americanos, mostra pesquisa do Mintel – BeefPoint

sábado, 24 de setembro de 2016

Cepea: Mercado paulista segue firme – BeefPoint

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Os negócios envolvendo boi gordo no estado de São Paulo têm sido
fechados a valores bastante distintos. Na terça-feira, 20, o Centro de
Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de
Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ/USP) coletou negócios por volta dos
R$ 148,00 por arroba e outros em torno dos R$ 155,00, independentemente
do prazo para pagamento.


Segundo pesquisadores do Cepea, a entrada e saída de agentes do
mercado faz com que os valores médios diários da arroba oscilem. Ainda
assim, no geral, o mercado de boi gordo está firme. Entre 14 e 21 de
setembro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do boi gordo (estado de São
Paulo, à vista, CDI) subiu ligeiro 0,33%, fechando em R$ 150,62 nessa
quarta-feira. Na parcial do mês, o valor médio do Indicador está em R$
149,32.




Fonte: Cepea, adaptada pela Equipe BeefPoint.





Cepea: Mercado paulista segue firme – BeefPoint

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Carne bovina vai ultrapassar a soja e virar carro-chefe da balança comercial, diz presidente da ABCZ BeefPoint

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments


Em alguns anos, o Brasil terá uma mudança do carro-chefe da balança
comercial. A soja, que ocupa atualmente o posto número um, poderá ceder
lugar para a carne bovina, de acordo com estimativa de Luiz Claudio de
Souza Paranhos Ferreira, presidente da ABCZ (Associação Brasileira dos
Criadores de Zebu).


O cálculo de Paranhos é simples. Há uma demanda mundial crescente por
carne bovina, e o Brasil será o grande responsável por esse
fornecimento. Além disso, as condições de produção estão mudando no
país, que cada vez mais ganha produtividade.


Paranhos diz que, com as mudanças que estão sendo incrementadas na
produção, o país deverá chegar facilmente a 15 milhões de toneladas de
carne bovina. As receitas, previstas em US$ 7,5 bilhões em 2016, deverão
atingir US$ 28 bilhões em uma década. As exportações de soja, que devem
atingir US$ 27 bilhões neste ano, estão prevista em US$ 25 bilhões em
2016.


Fonte: Folha de São Paulo, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.






Carne bovina vai ultrapassar a soja e virar carro-chefe da balança comercial, diz presidente da ABCZ BeefPoint

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Agro Mecanica Tatui - Miguel Cavalcanti - BeefPoint

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Bom dia, tudo bem?



Essa semana foi interessante. Até terça-feira estava em San Francisco,
participando da reunião do grupo mastermind que participo nos EUA. O
estado da California é o mais avançado nos EUA em relação a tendências
de consumo, saúde e vida saudável. E eu pude ver por lá, como a
tendência de alimentos naturais cresce a cada dia. E com carne bovina
não é diferente.



No país do confinamento, a tendência mais forte hoje é por carne natural, carne sem uso de hormônios, carne orgânica e carne de animais criados a pasto.



Cheguei aqui na quarta ao meio-dia, vim a Piracicaba quase que para
trocar as malas, e já segui em direção a Três Lagoas, MS, com meus dois
filhos, para participarmos do dia de campo das fazendas São Mateus e Santa Ofélia.



Eu fiz um bate-volta de 1.140 km, para conhecer de perto os avanços do
trabalho do Sergio Arantes, Mateus Arantes e respectivas famílias. Eu já
tinha ido lá, e voltei mais impressionado.



Minha sensação é que se começa a desenhar o verdadeiro sistema de produção brasileiro de carne de alta qualidade. A combinação de ingredientes para essa carne maravilhosa que degustamos no dia de campo é única no mundo:



- Nelore

- Integração Lavoura Pecuária

- Pastos irrigados sob pivo

- Seleção genética e uso de ultrassom



Juntando esses quatro ingredientes, foi possível produzir uma carne de Nelore extremamente macia, extremamente saborosa, e inclusive com marmoreio.



Mas como isso é possível, você deve estar me perguntando...



ILP,
pastos irrigados e é claro, um ótimo manejo de pastos é o que garante
uma nutrição de alto nível, a pasto. Com isso o animal cresce rápido,
ganha peso rápido, acumula gordura e está pronto para o abate em menos
tempo. Esse é ingrediente essencial.



A raça Nelore
que ninguém acreditava ser possível produzir carne com marmoreio e com
alta maciez, provou novamente suas possibilidades. Posso te garantir que
a carne de ontem está entre as melhores que já comi na minha vida, pois
juntou de forma incrível, elevada maciez, sabor de gado a pasto, e gordura/marmoreio na medida certa.



Ficou provado que nenhuma raça pode tomar para si a exclusividade da
qualidade de carne, ainda mais com a aceleração da seleção quando se usa
ultrassom e muito em breve marcadores genéticos.



É claro que o assador também conta, e é preciso louvar o excelente trabalho do Arildo Flores, um dos profissionais da carne mais reconhecidos e admirados no Brasil. Trabalho impecável, e com paixão pelo que faz.



Nelore a pasto, com maciez, sabor e marmoreio faz bonito em qualquer restaurante de alto nível de carne do mundo inteiro.



E essa combinação: Nelore + ILP + seleção genética + manejo pode ser o
caminho para se produzir uma carne com nosso jeito, nossa cara, nossa
história, e que de um show em qualquer grelha do mundo...



Sistema de produção único, e com custos e eficiência de produção únicos.
Imagina em momentos de alto valor de grãos, como esse sistema se torna
mais competitivo do que qualquer outra carne de alta qualidade no
mundo... E com isso, podemos realmente mudar de patamar, e concorrer com
quem vende qualidade, e não com quem vende preço.



Eu acredito que podemos estar caminhando mesmo para um
sistema genuinamente brasileiro de produção de carne de alta qualidade,
alinhado com as tendências mais modernas de consumo e demanda
.
Vamos poder parar de pensar numa dicotomia, de carne de Nelore a pasto
OU carne de qualidade, para uma sinergia Nelore a pasto COM qualidade.



Numa mesma semana, comendo carne em San Francisco nos EUA, e também em
Três Lagoas, MS, não posso deixar de associar essas duas questões, e ver
um grande potencial para o Brasil.



Eu fiquei impressionado, e a quantidade de carne que eu comi não me deixa mentir... Meus filhos também comeram bem... :-)



Outro ponto forte da visita, é o excelente trabalho de gestão de pessoas
que Sergio Arantes e família conduzem na fazenda. E me fez lembrar que a
tecnologia mais importante da fazenda é o vaqueiro. É a base de tudo, e
o que garante o bom uso de qualquer outra tecnologia. Esse é um tema
para um dos meus próximos emails.



Muito obrigado pela sua participação aqui no BeefPoint.



Um grande abraço e um ótimo final de semana, Miguel



PS: Não posso deixar de registrar a alegria de encontrar vários amigos e
integrantes da primeira turma do AgroTalento no dia de campo de ontem. É
bom demais ver esse grupo, que se conhece há pouco mais de 6 meses, ser
tão integrado.



Miguel Cavalcanti


BeefPoint: Para quem faz hoje a pecuária do futuro. E para quem quer fazer.
AgroTalento: Desenvolvimento pessoal e profissional para os novos líderes da pecuária.





Agro Mecanica Tatui

Abates menores mantêm firmes as cotações da carne bovina no atacado - Cenário da Notícia em Lucas do Rio Verde e Região

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments




É a terceira semana de firmeza dos preços da carne bovina com osso no atacado. O boi casado de animais castrados está cotado em R$9,30 o quilo, 5,7% mais que há um mês, quando as cotações não passavam de R$8,80 o quilo.
 
Esse cenário só foi possível com a redução dos abates. A oferta restrita de animais vem pressionando as cotações da arroba e a indústria sente dificuldade em repassar as altas para a carne, dado o consumo enfraquecido, quadro comum para o último ano.
Como estratégia de regulagem dos estoques, os frigoríficos reduziram os abates. Com a menor demanda, a arroba caiu no ultimo mês em diversas praças. Em São Paulo, a redução foi de R$147,00/@ à vista para R$146,00/@, nas mesmas condições.
Assim, houve melhoria da margem da indústria que comercializa carne com osso, que passou de 12,4% para 18,1% nos últimos trinta dias.
Fonte: Scot Consultoria 





Abates menores mantêm firmes as cotações da carne bovina no atacado - Cenário da Notícia em Lucas do Rio Verde e Região

sábado, 22 de novembro de 2014

Técnicas e cuidados na nutrição de bovinos e equinos - Cenário da Notícia em Lucas do Rio Verde e Região

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

 






Desde novembro do ano passado nossa equipe vem
mostrando boas estratégias praticadas pelos pecuaristas e técnicos de
todo o Brasil para manter bovinos e equinos bem nutridos. Foram 11 meses
de dedicação a esse projeto. O cinegrafista José Carlos Castro e a
repórter Merce Gregório viajaram durante por 10 estados, visitando 60
propriedades nas cinco regiões do país.




 


Na última reportagem do quadro você vai ver
algumas das principais inovações adotadas por pecuaristas para garantir a
qualidade da nutrição animal e a rentabilidade do produtor. Na
implantação e reforma de pastos, por exemplo, tem se tornado frequente o
uso da integração lavoura e pecuária (ILP), para diluir o valor do
investimento. Vimos exemplos dessa prática no município de Nerópolis,
Goiás; em Guimarânea, na região do Alto Paranaíba, em Minas Gerais e no
município de Peixe, no sul de Tocantins.


O manejo correto dos pastos, com adubação,
divisão em piquetes e adequação da carga já é praticado por pecuaristas
de todas as regiões brasileiras. Em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, o
médico veterinário Wemerson Magalhães, consegue manter, com a ajuda da
suplementação, 32 vacas leiteiras em três hectares divididos em 30
piquetes. Investimentos que fazem diferença na produtividade das
fazendas e na qualidade de vida das famílias.


Muitos pecuaristas também estão descobrindo a
vantagem da integração com a floresta. Tanto no sistema silvipastoril,
só com o gado e as árvores, ou incrementada com a lavoura, por meio da
integração lavoura, pecuária e floresta (ILPF). Vimos exemplos desses
trabalhos em Morrinhos e em Cachoeira Dourada, no sul de Goiás; e em
Nova Canaã do Norte, na região norte de Mato Grosso. Em todos esses
modelos, mesmo o gado dividindo espaço com outras atividades, o ganho de
peso foi aumentado.


Alguns produtores rurais já descobriram
também que, para diminuir o tempo de engorda só o capim, por melhor que
seja, não basta. É preciso buscar ajuda dentro do cocho, através da
suplementação. As empresas de nutrição animal oferecem uma variedade
enorme de suplementos minerais, proteicos e energéticos. Já tem até em
blocos, que promete facilitar o manejo e evitar desperdício. Muitos
desses produtos foram desenvolvidos para serem consumidos em consórcio
com o pasto. São indicados também para bezerros, por meio da
suplementação dentro do creep feeding, que gera uma diferença de
aproximadamente 30 quilos a mais na hora da desmama em relação a
bezerros não suplementados. Tem até aplicativo para smartphones,
desenvolvido pela Embrapa Gado de Corte, de Campo Grande, Mato Grosso do
Sul, que ajuda na escolha do suplemento.


No confinamento ou no pasto, o abastecimento
de água tem que ser bem planejado para o sucesso da nutrição. Um bovino
bebe cerca de 50 litros por dia, e a recomendação dos técnicos é que o
reservatório da fazenda seja suficiente para encher todos os bebedouros
por até três dias em caso de problemas com o fornecimento. Conhecer
sobre o comportamento dos animais ajuda ainda a fazer um arranjo correto
dos cochos de alimentação. Eles precisam ter espaço e altura
suficientes para que todos os animais consigam comer e não provoquem
desperdício.


Usar tecnologias disponíveis pode ser, por
exemplo, adotar na fazenda o uso de leguminosas que ajudam a fixar
nitrogênio no solo e oferecem proteína extra para os animais. No bioma
pampa, Sul do país, a tecnologia chegou ao campo pela rotação de
piquetes, que preserva o ambiente natural e, ainda, evita que o gado
perca peso no inverno, quando a pastagem nativa entra em dormência. O
manejo correto do azevém, forrageira de alto valor nutricional, pode
gerar ganhos bem maiores que os já alcançados.


Pensando no inverno, planejamento ajuda a se
antecipar aos problemas. O maior deles é a escassez de alimento na época
da seca, que pode ter duração maior ou menor dependendo da região do
país. O armazenamento em forma de silagem – seja de capim, milho planta
inteira ou apenas o grão, leguminosas ou resto de cultura, como a do
abacaxi –, virou regra em todas as propriedades que querem manter os
animais bem alimentados o ano todo e evitar o efeito sanfona. Outra
estratégia de segurança é a produção de feno, de gramíneas como tifton,
coast cross, aveia e até palhada de cana.


Todos esses exemplos que a equipe viu Brasil
afora, trilham o mesmo caminho: o da intensificação. Alimentam bem o
rebanho e, em troca, recebem lucratividade no campo.


Fonte: Canal Rural



Técnicas e cuidados na nutrição de bovinos e equinos - Cenário da Notícia em Lucas do Rio Verde e Região

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Muito Legal!! - Conheça boutiques de carne especial da Itália - Beefpoint

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Conheça boutiques de carne especial da Itália

Roberto Barcellos, engenheiro agrônomo e responsável pela marca Beef&Veal, viajou para a Itália nas últimas semanas e enviou várias fotos ao BeefPoint, trouxe o que há de melhor nas boutiques de carne da Itália. Produtos, embalagens, e diferentes formas de relacionar com o consumidor.
“Meu maior aprendizado na Itália – fazer as coisas com matéria prima de qualidade e com muita paixão.” afirma Roberto Barcellos
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Carne de bovino de raça continental com marmoreio
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Fonte: Consultoria Beef&Veal, de Roberto Barcellos.






Conheça boutiques de carne especial da Itália

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Veja a invenção que não deixa o churrasqueiro de fora da conversa - BEEFPOINT

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Para aqueles que adoram reunir os amigos e a família em um churrasco no fim de semana, essa invenção será bastante útil. Para tornar esses momentos ainda mais agradáveis, designers norte-americanos criaram a Jag Grill, uma churrasqueira projetada no formato de uma mesa.
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A churrasqueira inovadora permite levar carnes e vegetais grelhados para o centro do móvel, permitindo que ninguém fique de fora da conversa enquanto os alimentos são preparados.
A mesa circular é confeccionada com madeira e ferro, deixando a parte da grelha no interior, enquanto as bordas são utilizadas para as pessoas comerem e apoiarem pratos e talheres.
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Além disso, todas as grelhas e madeiras são removíveis, o que ajuda na hora de limpar e guardar a mesa. A churrasqueira está disponível nos tamanhos de seis e oito lugares e, por enquanto, só está sendo vendida nos Estados Unidos.
Assista ao vídeo e veja mais imagens:
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Fonte: Hypeness, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint




Veja a invenção que não deixa o churrasqueiro de fora da conversa

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Indústria reafirma esforço para combater o abate não fiscalizado - Beef Point

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Em resposta aos desafios da sustentabilidade e às exigências do mercado externo, a indústria brasileira da carne está cada vez mais engajada na luta contra a produção pecuária em áreas de desmatamento ou que desrespeitam as salvaguardas sociais. Falta a adesão de pouco menos de 30% dos frigoríficos que ainda fazem o abate sem inspeção federal. Na Amazônia, medidas como o pacto da carne, assinado pela primeira vez em 2009, têm se incorporado a práticas para aumentar a produtividade e liberar áreas para o reflorestamento.
O compromisso reafirmado em julho deste ano entre o Ministério Público Federal e a Abiec visa auxiliar na criação de mecanismos para a divulgação e implantação do cadastramento ambiental rural, a adoção de um programa setorial de monitoramento e melhoria contínua, o estabelecimento do diálogo com outros elos da cadeia e organizações da sociedade civil em torno do desenvolvimento sustentável da atividade pecuária e o desenvolvimento de programas de combate ao abate não fiscalizado. No futuro deve ser criado um selo para certificar as carnes provenientes de produtores que aderiram às boas práticas.
No Pará, a primeira auditoria do Ministério Público Federal revelou que as empresas não estão mais comprando de produtores ilegais. Uma auditoria mais ampla, em todas as indústrias e Estados da Amazônia Legal, já está sendo programada para medir o impacto da iniciativa. Pará, Mato Grosso, Rondônia, Amazonas e Acre aderiram ao pacto, mas ainda faltam Amapá, Roraima e Maranhão.
Fonte: Jornal Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.





Indústria reafirma esforço para combater o abate não fiscalizado

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Software cria dieta tropicalizada para gado leiteiro - Cenário da Notícia em Lucas do Rio Verde e Região

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Agricultura: microbioma do solo e das plantas pode ter importantes respostas para os desafios do setor agrícola
São Paulo - Ante o aumento da demanda da população por alimentos, o conhecimento sobre o vasto e ainda pouco explorado universo dos microrganismos que habitam o solo e as plantas pode ajudar a incrementar a produção agrícola de forma sustentável.


Software cria dieta tropicalizada para gado leiteiro - Cenário da Notícia em Lucas do Rio Verde e Região

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

EUA: gordura está em alta, mudando a economia do mercado de carnes Beef point

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Informações recentemente divulgadas indicando que a gordura dietética pode não ser esse bicho papão nutricional que vêm dizendo que é, há 50 anos parecem estar mudando as economias referentes à demanda de carnes vermelhas, disse o economista pecuário Len Steiner na Conferência de Previsões da Associação Norte-Americana de Carnes.
Em uma visão geral das mudanças nas condições econômicas afetando o consumo de carnes e a produção globalmente, o gerente da Steiner Consulting Group explicou o desafio que os preços recordes no mercado agora para a carne bovina apresentam para os cálculos de sua equipe. Os preços no mercado foram marcadamente maiores do que seus cálculos indicaram que seriam, mesmo levando em consideração a situação da escassa oferta doméstica.
O fator oculto, disse ele, parecia ser um deslocamento da curva da demanda: os consumidores dos Estados Unidos estão demandando sua carne bovina, mesmo com os preços mais altos que normalmente prejudicariam as vendas e o consumo. O que parece estar impulsionando a demanda é a onda de cobertura da mídia, primeiramente, dos resultados de uma meta-análise dos dados de saúde existentes divulgados em março de 2014 que questiona a ligação entre gordura saturada e doença do coração; e segundo, a divulgação em abril do livro, “The Big, Fat Surprise: Why butter, meat and cheese belong in a healthy diet”.
“Muito do que foi falado pelos nutricionistas nos últimos 40, 50 anos está simplesmente errado”, disse Steiner. “Temos razão para acreditar que- a mudança na curva da demanda-  é uma grande parte do que ocorreu nesse ano. Não poderíamos ter os preços que pagamos hoje pela carne bovina e suína nesse ano com a velha curva de demanda”.
A previsão para os preços de proteínas em 2014 e 2015, segundo projeções de Steiner, é de que a carne bovina fresca terminará o ano 32,4% acima dos preços de 2013, com os preços em 2015 aumentando mais 12,5%. Ao mesmo tempo, a carne 50/50 trim, com preços 38,6% maiores em 2014, desacelerará no próximo ano, aumentando somente 5,6%.
Fonte: meatingplace.com, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.




EUA: gordura está em alta, mudando a economia do mercado de carnes

Carnes vermelhas melhoram saúde de idosos, diz pesquisa Beef point

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Uma pesquisa realizada pela Deakin University, na Austrália, disse que o consumo de carnes vermelhas três a quatro vezes por semana poderia ser essencial para manter o corpo e a mente nas melhores condições à medida que envelhecemos. 
O estudo explicou que um programa de carnes vermelhas e exercícios reduziu o impacto da perda muscular relacionada ao envelhecimento em idosos. Agora, o estudo espera mostrar que as carnes vermelhas também têm impacto positivo no cérebro e na função do sistema nervoso. A pesquisa é muito positiva, à medida que o mundo tenta lidar com o impacto do envelhecimento da população.
“Dados os resultados desse estudo, acreditamos que o consumo de três a quatro porções recomendadas de carne vermelha magra por semana, combinado com um programa de treinamento de força, poderia ser a chave para manter nosso corpo e mente nas melhores condições”, disse o professor de exercícios e envelhecimento da Universidade, Robin Daly.
“Não é segredo que estamos vivendo mais e que isso está colocando um encargo maior na sociedade de muitas formas, incluindo um sistema de cuidados de saúde. Essa combinação de proteínas/exercícios poderia fornecer os maiores benefícios em termos de garantir que adultos mais velhos possam viver independentemente e relativamente livres de doenças e incapacidades com o avanço da idade”.
O estudo comparou os efeitos em mulheres com idade de 60-90 anos de uma dieta rica em proteína, carne vermelha magra e um programa de treino de resistência, comparado com aquelas somente com o programa de exercícios. As mulheres que consumiram a dieta com carnes tiveram maior força e massa muscular, bem como um aumento no hormônio responsável pelo crescimento muscular e uma redução no marcador pró-inflamatório que estava relacionado à perda muscular e outras doenças crônicas.
Daly disse que a proteína estimula o crescimento do hormônio sérico IGF-1, que ajuda no crescimento e função das células cerebrais.
Fonte: meatinfo.co.uk., traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.




Carnes vermelhas melhoram saúde de idosos, diz pesquisa:



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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Como atender mercado de carne para churrasco e dia-a-dia? - Beefpoint

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments



Roberto Barcellos, engenheiro agrônomo e responsável pela consultoria Beef&Veal especializada em projetos de carnes especiais, comentou sobre as diferenças do mercado de carne de qualidade e influência na produção de gado de corte.
Carne do dia a dia – consumidor não quer gordura e marmoreio.
Carne do churrasco – consumidor quer gordura e marmoreio.
O mesmo boi consegue atender os 2 tipos de consumidores com interesses tão específicos e antagônicos? Resposta: Não
Teremos projetos de alta qualidade produzindo animais com baixos teores de gordura e projetos de alta qualidade produzindo animais bem acabados e com marmoreio.
Ou indivíduos dentro dos projetos direcionados para sistemas de produção distintos (pasto ou confinamento), ou níveis de suplementação ou até tipos de dietas nos confinamentos.
Mas, devido a seleção realizada pelo homem nos últimos 200 anos com nossos bovinos, conseguimos separar estes 2 universos distintos em sistemas de produção que optam por cruzamento industrial com raças continentais – para carne com baixos níveis de gordura – e cruzamento industrial com raças britânicas – para carne com bom acabamento e marmoreio.
O Nelore continua sendo uma máquina de produção de commodity, mas que pode achar seu caminho no assunto da alta qualidade devido à iniciativas pontuais, ou seja são caminhos distintos que teremos que optar na hora de definir a estratégia de produção.
O BeefPoint te convida a comentar: Quais as alternativas para atender esses dois mercados diferentes? Genética diferente, sistema de produção diferente ou regiões produtoras diferentes? Por favor, comente abaixo.
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Fonte: Fan Page Beef&Veal no Facebook.


Como atender mercado de carne para churrasco e dia-a-dia?

quinta-feira, 12 de junho de 2014

BRF garante que não usou ractopamina em carne exportada para a Rússia - Beefpoint

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

A BRF informou hoje, por meio de sua assessoria de imprensa, que não foi “notificada oficialmente” sobre o resultado de testes realizados pelo serviço sanitário da Rússia (Rosselkhoznadzor) que teriam detectado traços do promotor de crescimento ractopamina na  carne suína exportada pela companhia brasileira. A BRF assegurou ainda que os suínos criados nas unidades de Uberlândia e Rio Verde não foram alimentados com ractopamina.
“A empresa afirma que as duas unidades produtivas mencionadas atendem a todos os requisitos para exportação de carne suína para a Rússia e garante que não há uso da substância ractopamina na criação de animais abatidos nestas plantas”, informa a nota da assessoria de imprensa. Os russos suspeitam que a BRF usou ractopamina, produto que é proibido pelo serviço sanitário do país.
De acordo com a BRF, a não utilização de ractopamina nas unidades de Uberlândia e Rio Verde pode ser comprovada “por meio dos sistemas de rastreabilidade e garantia de qualidade da empresa, incluindo testes realizados pela BRF para controle interno”.
Fonte: Jornal Valor Econômico, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.
BRF garante que não usou ractopamina em carne exportada para a Rússia

segunda-feira, 2 de junho de 2014

MAPA proíbe avermectinas na carne e no leite: o que você tem a ver com isso? - Artigos - Cotidiano - Administradores.com

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

atuação dos RT-Responsáveis Técnicos,é essencial para garantir o cumprimento desta medida de grande impacto,tanto comércio como no controle de parasitas dos animais,sobretudo dos bovinos.
A medida tem grande impacto na saúde, pois o uso desenfreado e sem prescrição por médicos veterinários, sem a observação do período de carência expõe a população a resíduos que ainda não têm uma  avaliação segura pela pesquisa.
As normas do MAPA são baseadas em  referencial da pesquisa nacional e internacional,também nas recomendações de organismos de certificação e outros como a OIE.
A princípio e para os leigos-sobretudo, parece que sejam excessivamente rígidas ou "burocráticas"; nada disso: representam pró-ação para resguardar a saúde dos povos.  
Assim as afirmações do Tony Ramos e do Roberto Carlos - que até voltou a comer carne (por muitos milhões) nos comerciais da FRIBOI,caem por terra.
Enquanto não houverem estudos científicos e a comprovação de que a carne ou o leite que consumimos estão isentos de resíduos de pesticida, ninguém que compre produtos sem rastreabilidade estará seguro.
- Ou você acha que o FRIBOI conhece toda a cadeia produtiva?
- E as indústrias lácteas?
Claro que não têm controle,pois é impossível sem uma legislação obrigatória,com mais Fiscais Agropcuários-Federais ou Estaduais,também para o consumo interno.Hoje só são rastreados carnes para exportação.São as propriedades ERAS,habilitadas a exportar para a  "exigente" Comunidade Européia.
A legislação existe e está pronta,falta coragem política para implantar,sem medo dos financiadores de campanha,federações patronais,que exploram os cartéis em detrimento da economia e da saúde do povo.
Ou você acha que os europeus e americanos são muito exigentes ?
Por que eles preferem importar alimentos de origem animal do estado de de Santa Catarina?
Simples: Santa Catarina já fez o dever de casa! E o Rio Grande do Sul avança a passos largos!
Ainda falta muito para atingir o mesmo status sanitário de SC. Além da rastreabilidade precisa recuperar o esquecimento,o descaso e o desaparelhamento dos serviços de defesa e inspeção na SEAPA, por governos anteriores.






MAPA proíbe avermectinas na carne e no leite: o que você tem a ver com isso? - Artigos - Cotidiano - Administradores.com

terça-feira, 15 de abril de 2014

AviSite - O Portal da Avicultura na Internet - Desempenho das carnes na segunda semana de abril

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Campinas, 15 de Abril de 2014 - Na segunda semana de abril (6 a 12, cinco dias úteis) as exportações de carnes mantiveram o mesmo ritmo fraco da semana inicial do mês. 

Melhoraram ligeiramente, mas não o suficiente para impedir que o resultado alcançado nos primeiros nove dias úteis de abril (de um total de 20 dias úteis) continuasse correspondendo ao terceiro pior desempenho dos últimos três meses.

A receita média diária, de US$62,160 milhões, está 2,3% e 5,4% aquém das registradas, respectivamente, no mês anterior e no mesmo mês do ano passado.

O recuo só não é maior graças à carne suína, que vem apresentando desempenho positivo no volume e na receita tanto em relação a março passado, quanto a abril de 2013.

A carne de frango, pelo volume até agora embarcado (131,1 mil toneladas), tende a ficar próxima dos números do mês anterior (295,1 mil toneladas em março último). Mas dificilmente chegará às 307,4 mil toneladas de abril do ano passado.











AviSite - O Portal da Avicultura na Internet

quarta-feira, 2 de abril de 2014

G1 - Cerca de 80% da carne bovina de MT abasteceu o mercado interno - notícias em Agro Debate

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Do G1 MT



Mesmo com preços menos atrativos, o mercado interno tem a maior participação no consumo da carne bovina mato-grossense. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), divulgados pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), nesta segunda-feira (31), 81% do volume produzido no estado tem destinos nacionais. Já o preço médio ponderado da carne bovina mato-grossense no mercado interno, em fevereiro deste ano, chegou a US$ 3.240,50/tonelada, enquanto que no externo atingiu US$ 3.571,96/tonelada.



Para os analistas do Imea, o valor exportado deverá se manter em bons níveis, uma vez que os concorrentes do estado e do Brasil no fornecimento de carne ao mercado externo encontram restrições na oferta, aumentando a demanda pelo produto nacional. Expectativa igualmente positiva pode ser encontrada nas movimentações dentro do país, já que a demanda se mantém aquecida sustentando os preços de toda cadeia da bovinocultura de corte.
Abate
De acordo com o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea – MT), desde o início deste ano Mato Grosso abateu em média de 974,9 mil cabeças de gado. A maior participação foi registrada na região norte, onde 231,3 mil cabeças foram levadas ao gancho.




G1 - Cerca de 80% da carne bovina de MT abasteceu o mercado interno - notícias em Agro Debate

terça-feira, 11 de março de 2014

USDA reduz projeção de estoques domésticos de milho e soja - Globo Rural | Soja

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

agricultura_soja (Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo)
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reduziu sua projeção para os estoques domésticos de milho e soja, de acordo com o relatório mensal de oferta e demanda, divulgado nesta segunda-feira (10/3).
O USDA estimou que os estoques de milho ao final do ano comercial 2013/2014, em 31 de agosto, devem ser de 1,456 bilhão de bushels (36,98 milhões de toneladas), ante 1,481 bilhão (37,62 milhões de toneladas) na projeção de fevereiro. Analistas consultados pelo Wall Street Journal, no entanto, esperavam uma elevação para 1,487 bilhão de bushels (37,77 milhões de toneladas). A redução se deveu a um aumento de 25 milhões de bushels (635 mil toneladas) na projeção de exportações dos EUA, em meio à demanda externa aquecida e ao ritmo crescente dos embarques nas últimas semanas, disse o USDA.
Já os estoques domésticos de soja em 31 de agosto devem ser de 145 milhões de bushels (3,95 milhões de toneladas), segundo o relatório. O número foi reduzido em relação aos 150 milhões de bushels (4,1 milhões de toneladas) previstos em fevereiro, mas ficou acima da estimativa de analistas, de 141,35 milhões de bushels (3,85 milhões de toneladas). A projeção de exportações foi aumentada em 20 milhões de bushels (544.365 toneladas), para 1,53 bilhão (41,64 milhões de toneladas), "refletindo as fortes vendas e embarques de fevereiro", segundo o USDA.
Para os estoques domésticos de trigo, a projeção foi mantida em 558 milhões de bushels (15,19 milhões de toneladas).
Em seu relatório, o USDA também reduziu sua estimativa para os estoques mundiais de soja, para 70,64 milhões de toneladas, de 73,01 milhões no mês passado. A previsão para os estoques mundiais de milho foi elevada para 158,47 milhões de toneladas, de 157,3 milhões em fevereiro, enquanto a projeção para o trigo teve leve aumento, para 183,81 milhões de toneladas.


USDA reduz projeção de estoques domésticos de milho e soja - Globo Rural | Soja

Demanda externa por carne bovina brasileira seguirá forte, diz Marfrig - Globo Rural | Economia e Negócios

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carne_churrasco_dicas (Foto:  )
O diretor presidente da Marfrig Global Foods, Sergio Rial, disse que a demanda por carne bovina brasileira no exterior seguirá forte e regulará os preços da carne no mercado interno. . "O Brasil hoje quase seleciona os mercados para quem quer exportar", disse a jornalistas, fazendo alusão ao momento adverso de fornecimento da matéria-prima pelos Estados Unidos e pela Austrália.
Ele também acredita que durante a Copa do Mundo haverá, no Brasil, um aumento das vendas de cortes especiais, onde a companhia está "bem posicionada" e que o Uruguai, onde a empresa é líder, também está se tornando um dos principais fornecedores de carne para o mundo. Hoje, o Uruguai representa entre 18% e 20% da receita das operações de carne bovina da Marfrig, a Marfrig Beef; a Argentina, 5% (com apenas uma unidade, a de Vila Mercedes, funcionando 100%) e o restante é Brasil.
Rial não quis comentar qual a expectativa para os preços do boi gordo no País, mas afirmou que enxerga atualmente uma indústria de carne bovina nacional mais racional, sem agressividades com relação à formação de valores. Segundo ele, mesmo com os preços recordes dos animais atuais, a empresa manteve sua rentabilidade, fruto de melhor gestão do capital de giro e de expansão de margens no mercado externo.
"A saída da BRF do mercado - com a transferência da gestão das operações de bovinos para Minerva - fortalece os três grandes operadores. Vemos também um grande número de pecuaristas competentes e que enxergam o mercado futuro", disse.
O executivo ainda comentou que a capacidade de abate de bovinos no País passou o primeiro semestre de 2013 abaixo dos 70%; ficou acima desse porcentual no segundo semestre e, em 2014 segue trabalhando para chegar aos 80%.
IPO
A eventual abertura de capital das subsidiárias da Marfrig Global Foods, a Keystone e a Moy Park, responsáveis por quase 50% da receita do grupo, pode ser realizada em 2014. Segundo o diretor presidente da companhia, Sergio Rial, a viabilidade desses movimentos ainda está em estudo. "Não é um compromisso. Compromisso temos com o guidance. E não sabemos quais delas serão: se será só uma ou as duas. Há um grupo de acionistas lá fora que adora a empresa; há fundos na Inglaterra que gostariam investir na Moy Park, por exemplo", declarou.
Ele vê que um cenário positivo para a abertura de capital no exterior. "O ano de 2014 se mostra parecido com 2007. Ao contrário do Brasil, que está em um momento adverso. E é justamente por isso que estamos vendo essa oportunidade das subsidiárias abrirem seu capital no exterior", declarou. Ele citou que os IPOs poderão acelerar a captura de valor para o grupo, acelerar o crescimento orgânico das unidades e serão realizados independentemente do cenário financeiro da companhia, do operacional e de câmbio.
"Hoje, o múltiplo da Marfrig, medido pela relação entre o valor da empresa e o Ebitda, está entre 5,5x e 5,7x, muito baixo. Um frigorífico no País tem um múltiplo de cerca de 6x e 6,5x. Já a Moy Park, por exemplo, tem uma relação entre 8x e 10x. Por que estamos com uma relação de grupo muito baixa? Muito por conta do passado da companhia", falou. Ele ainda comentou que a abertura de Moy Park seria na Europa e de Keystone, nos Estados Unidos ou até na Ásia.
Rial falou, categoricamente, que não há mais necessidade de vender ativos e que esse movimento não está nos planos da companhia. "O endividamento está totalmente administrável agora", disse. O principal fator de melhora financeira da companhia, além da melhor gestão de capital de giro, foi a venda da Seara Brasil e Zenda para a JBS no ano passado, por assunção de débitos de R$ 5,8 bilhões.
Ele reiterou os guidances para 2014 de receita líquida de R$ 21 bilhões a R$ 23 bilhões; margem Ebitda de 7,5% a 8,5%; geração de caixa livre de neutro a R$ 100 milhões positivos e capex de R$ 600 milhões. "O quarto trimestre nos posicionou bem para 2014. Estamos trabalhando para sair do prejuízo em 2014. Se vai ocorrer, não sei, nas estamos caminhando na direção certa", enfatizou. Em 2013, a Marfrig revê prejuízo líquido de R$ 816 milhões ante lucro líquido de R$ 264 milhões de 2012.
MP 627
Sobre a Medida Provisória 627, que propõe mudanças na contabilidade brasileira, dentre elas, de tributação de coligadas no exterior, o vice-presidente de Finanças e de Relações com Investidores da companhia, Ricardo Florence, afirmou que a empresa não está preocupada com o assunto. "A Marfrig está preocupada em melhorar em todas as unidades não só Brasil quanto no exterior. Não vemos nada que a MP possa afetar os nosso resultados, neste momento. Outra coisa: tem sido especulado como ficará a cobrança/monetização de PIS/Cofins, mas neste momento não há qualquer notícia confirmada, por isso, não há o que comentar", afirmou.


Demanda externa por carne bovina brasileira seguirá forte, diz Marfrig - Globo Rural | Economia e Negócios

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Exportação de carne bovina brasileira cresce 11,7% em janeiro, diz Abiec — Portal Brasil

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Mês de janeiro registrou um total de 130,4 mil toneladas negociadas, somando US$ 555,8 milhões em faturamento

As exportações de carne bovina brasileira aumentaram 11,7% em janeiro, em relação a igual mês de 2013, somando 130,4 mil toneladas, informou nesta segunda-feira (17) a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec).O faturamento atingiu US$ 555,8 milhões – o que representa crescimento de 7,4% na comparação com janeiro de 2013.
Como em 2013, Hong Kong continuou sendo o principal mercado para a carne brasileira no primeiro mês de 2014, somando US$ 125 milhões (31 mil toneladas exportadas), seguido da Rússia, União Europeia, Venezuela e Irã.
Na lista dos dez principais mercados da carne no mundo, destaque para o Irã, que teve um faturamento 11 vezes maior comparado ao mesmo período do ano passado, subindo de US$ 5,1 milhões para US$ 56,4 milhões.
”Temos uma expectativa bastante positiva para este país no decorrer do ano. Um sinal do potencial deste mercado é que, só em janeiro, os clientes iranianos já importaram mais de ¼ do total de todo o ano passado”, explica Antônio Jorge Camardelli, presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC). Também mereceram destaque as expansões dos negócios com o Egito (incremento de 106%) e Emirados Árabes (57,8%).
A carne in natura também continua sendo a categoria de produtos brasileiros mais desejada pelos importadores em todo mundo, atingindo um faturamento superior a US$ 458,8 milhões.
Na lista dos dez principais mercados da carne no mundo, destaque para o Irã, que teve um faturamento 11 vezes maior comparado ao mesmo período do ano passado, subindo de US$ 5,1 milhões para US$ 56,4 milhões.
“Temos uma expectativa bastante positiva para este País no decorrer do ano. Um sinal do potencial deste mercado é que, só em janeiro, os clientes iranianos já importaram mais de ¼ do total de todo o ano passado”, explica Antônio Jorge Camardelli, presidente da Abiec. Também mereceram destaque as expansões dos negócios com o Egito (incremento de 106%) e Emirados Árabes (57,8%).
A carne in natura também continua sendo a categoria de produtos brasileiros mais desejada pelos importadores em todo mundo, atingindo um faturamento superior a US$ 458,8 milhões.
“Este é o primeiro passo rumo a mais um ano de recordes para a exportação de carne brasileira, com a expectativa de atingirmos a marca de US$ 8 bilhões”, afirma Camardelli. Para atingir este número, a Abiec aposta na manutenção de seu status sanitário, assim como na abertura de novos mercados neste ano, como os Estados Unidos, por exemplo.
Fonte: 
Portal Brasil com informações da Abiec




Exportação de carne bovina brasileira cresce 11,7% em janeiro, diz Abiec — Portal Brasil