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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

AgroCIM - Preço do algodão dispara para indústria

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Preço do algodão dispara para indústria
Indústria têxtil enfrenta disparada nos preços decorrente da falta do produto no mercado

Fonte: Gazeta Digital


Ao mesmo tempo em que os produtores de Mato Grosso comemoram alta média de 170% no valor da arroba do algodão (acumulada nos últimos 12 meses), a indústria têxtil enfrenta a disparada nos preços, decorrente da falta do produto no mercado. A valorização provocou uma reação negativa no mercado consumidor mato-grossense e os custos subiram até 40% para as fábricas de confecção. As indústrias, que compraram o algodão mais caro do produtor, tiveram que repassar para as tecelagens, e que consequentemente chegou às lojas.

O presidente do Sindicato das Indústrias do Vestuário de Mato Grosso (Sinvest-MT), Sérgio Antunes, comenta que as empresas estão com dificuldade em encontrar a matéria-prima. Ele explica que a fabricação de uniformes já sentiu o impacto no preço. "Ao vestuário de moda o reajuste ainda não foi repassado com tanta intensidade. Isso porque as empresas estão trabalhando com estoque".

A empresária do segmento industrial, Claudia Fagotti, confirma que o cenário não é otimista. Ela revela que boa parte dos custos já foram repassados. "Recebemos um aumento de 40% que já foi repassado para a confecção de uniformes. Desse percentual, aproximadamente 20% já chegou para consumo final". O restante do reajuste, a empresária explica que as empresas não conseguirão segurar por muito tempo. "Se a pluma continuar com esse preço teremos que subir proporcionalmente o valor dos produtos para o cliente".

O presidente do Sindicato Confecções e Armarinhos de Mato Grosso (Sincotec-MT), Roberto Peron, acrescenta que nas lojas o aumento médio variou entre 7% a 10% de dezembro para fevereiro, o que deve impactar no consumo. "Em um primeiro momento, deveremos ter vendas menores, depois o consumidor irá se adaptar".

Sobre o mercado produtor, o diretor executivo da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Seneri Paludo, explica que a demanda se mantém aquecida desde o ano passado, tanto para o cenário internacional quanto no nacional. Ele ressalta que a alta na produção da pluma não acompanhou proporcionalmente o aumento no consumo. Para o agricultor, Paludo diz que a produtividade e a rentabilidade atingiram níveis satisfatórios. No entanto, ele ressalta que é impossível prever o desempenho do mercado para o ano. "É um setor que sofre muitas oscilações. Vai depender da oferta e procura".

Dados dos Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) apontam que o preço da pluma acumula alta de 170% em Mato Grosso. É o caso de Sapezal, onde a arroba variou de R$ 43,46, em fevereiro de 2010, para R$ 118,43 atualmente. Em Campo Verde é observado um dos maiores preços, alcançando R$ 119,23/arroba, ante a R$ 44,46/arroba do ano anterior. Em Sorriso, o preço aumentou de R$ 43,86 para R$ 118,63, bem como em Campo Novo dos Parecis, que subiu de R$ 43,76 para R$ 118,53.

Com relação às exportações, no ano passado Mato Grosso embarcou 258,329 mil toneladas que renderam US$ 405 milhões.

Nova fábrica - Governo do Estado e Prefeitura de Cuiabá oficializaram a parceria para a instalação da indústria Vicunha Têxtil, no Distrito Industrial. Nesta quinta-feira (10), após reunião entre os chefes de governo e representante da empresa, foi definido a doação do terreno de 60 hectares pela prefeitura, avaliado em R$ 6 milhões. O estado oferecerá incentivo fiscal para a permanência da empresa. A Vicunha Têxtil fará um aporte de R$ 350 milhões para instalação da fábrica, com a geração de cerca de 2 mil empregos em fase de implantação, podendo chegar 6 mil vagas no total.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Algodão: baixa oferta do produto sustenta preços

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

A redução da disponibilidade de algodão em pluma no mercado brasileiro interrompeu o movimento de baixa nas cotações, verificado nas duas semanas anteriores, conforme pesquisas do Cepea. Produtores, de modo geral, têm oferecido preços firmes para aproveitar os valores atuais. Por outro lado, algumas indústrias têm adquirido o produto apenas em caso de necessidade, enquanto outras se mantêm fora do mercado, esperando baixa nas cotações, conforme pesquisadores do Cepea. Quanto aos preços, entre 27 de julho e 3 de agosto, o Indicador CEPEA/ESALQ com pagamento em 8 dias subiu 0,47%, fechando a terça-feira a R$ 1,6368/lp.
Autor: Cepea