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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Alternativa de fertilizante é meta de parceria da USP com Dinamarca – Jornal da USP

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Uma aproximação entre a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, e instituições de ensino e pesquisa da Dinamarca pode resultar na oferta de uma alternativa de fertilizantes naturais para a agricultura orgânica brasileira. O envolvimento ocorre a partir do trabalho de docentes e pesquisadores do Departamento de Ciência do Solo, que atuam nas áreas de Mineralogia, Geologia, Fertilidade do Solo e Adubação, que receberam no último dia 12 de junho representantes da University of Copenhagen e do Natural History Museum of Denmark.
Parceria pode analisar aplicação de resíduos de rochas da Groenlândia na agricultura tropical orgânica brasileira
A parceria ocorreu a partir de uma demanda dos dinamarqueses, que procuraram a Esalq a fim de estabelecer uma parceria na realização de estudos de avaliação do uso de resíduos provenientes de rochas da Groenlândia em condições tropicais. “Com o encontro dessa semana, estamos fechando um memorando que prevê, além da avaliação desses produtos, a troca de conhecimento e intercâmbio de estudantes”, aponta Paulo Sergio Pavinato, professor da Esalq. “Temos aqui hoje estudantes de pós-graduação, pois é importante estabelecermos canais de intercâmbio internacional que valorize e troca de conhecimento científico”, completa.
O engenheiro agrônomo Rafael Cipriano realiza seu pós-doutorado no Departamento de Ciência do Solo, com supervisão do professor Antonio Carlos Azevedo. Seu projeto já ocorre no âmbito dessa parceria. “Já estão em andamento dois experimentos, um de curta duração, no qual avaliamos a ação desse remineralizador em pastagens com cultivo de braquiária”, explica. “Até o momento o resultado é positivo, pois a aplicação de grandes doses promoveu um pequeno incremento no pH do solo, o que é favorável para o caso brasileiro.”
Os dinamarqueses retornam ao seu país no final da semana, mas até lá visitam, em companhia dos professores da Esalq, propriedades rurais na região que já viabilizam a agricultura orgânica. “Essa técnica até pode ser aplicada na agricultura convencional, mas como a liberação de nutrientes é lenta, nosso foco principal é a agricultura orgânica, que, antes de projetar uma produção em larga escala, valoriza um modelo ecologicamente sustentável”, define Pavinato. Foram recepcionados pelos professores da Esalq os dinamarqueses Minik Thorleif Rosing (Natural History Museum of Denmark), Andreas de Neergaard (University of Copenhagen, Faculty of Science, Department of Plant and Environmental Sciences), Klara Cecilia Gunnarsen (University of Copenhagen), Rebekka Johanne Knudsen (Natural History Museum of Denmark) e Nicholas Rose (Natural History Museum of Denmark).
Da Divisão de Comunicação da Esalq




Alternativa de fertilizante é meta de parceria da USP com Dinamarca – Jornal da USP

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Faturamento com produção de banana deve crescer em 2017 | Economia / Agronegócios / Agro a indústria-riqueza do Brasil | G1

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments


Produção de banana deve ter aumento do faturamento em 2017 (Foto: TV Globo)

A banana é a fruta mais consumida no Brasil e em 2016 os produtores faturaram R$ 14 bilhões, um aumento de 40% em relação ao ano anterior. O Ministério da Agricultura espera que os números para 2017 sejam ainda melhores.

Em balaço divulgado no início do ano, o Ministério apontou que o faturamento das fazendas produtoras de banana deve atingir a marca de R$ 16, 8 bilhões, um aumento expressivo em relação ao ano passado.

Atualmente, São Paulo e Bahia são os estados que mais produzem banana no Brasil sendo responsáveis cada um por 14% da produção nacional. Além do consumo interno, o Brasil também exporta a fruta, principalmente para países do Mercosul. Argentina e Uruguai são os maiores consumidores da fruta brasileira.





Faturamento com produção de banana deve crescer em 2017 | Economia / Agronegócios / Agro a indústria-riqueza do Brasil | G1

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Com mais da metade da produção mundial de suco de laranja, frutas cítricas no Brasil potencializam o PIB nacional :: Notícias do Agronegócio - AgroOlhar

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Cerca de 800 mil hectares brasileiros produzem laranjas, a fruta mais cultivada no Brasil. Além dela, outra fruta cítrica produzida é o limão e, juntas, na safra de 2013, (último levantamento oficial do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), produziram 18,5 milhões de toneladas. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e as Federações da Agricultura e Pecuária parabenizam a todos os citricultores por sua capacidade e talento que se destacam no cenário econômico e social do país.

Ao lado da banana e da maçã, a laranja está entre as três frutas mais consumidas pelo brasileiro, e isto faz com que a maior parte da produção fique no mercado interno. Os maiores produtores de frutas cítricas do país são os estados de São Paulo, Bahia, Paraná, Minas Gerais, Sergipe, Rio Grande do Sul, Pará e Goiás. A tangerina também tem participação importante entre as frutas cítricas mais produzidas no Brasil.

No que se refere ao mercado internacional, a exportação de frutas cítricas frescas está concentrada principalmente no limão, cujo principal destino é a União Europeia. A laranja de mesa vem aumentando sua participação nas exportações, ano a ano, e a tangerina vem conquistando novos mercados, a exemplo dos Emirados Árabes Unidos.

Com o suco de laranja a situação é outra. De cada cinco copos de suco de laranja consumidos no mundo, três são produzidos no Brasil. Em nenhuma outra commodity, o país tem expressividade semelhante. O país é responsável, atualmente, por mais da metade da produção mundial de suco de laranja e exporta 98% do total. Os principais mercados são: América do Norte, com 26%, e 74%, para União Europeia.

Segundo o presidente da Comissão Nacional de Fruticultura, da CNA, Antônio Marcos Ribeiro do Prado, “os números gerados pela citricultura têm grande importância no aumento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. São aproximadamente R$ 9 bilhões e 250 mil empregos criados na área rural”, afirma.

APOIO À FRUTICULTURA - A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) mantém sua Comissão Nacional de Fruticultura com a finalidade de apoiar o setor em demandas referente à redução da carga tributária para sucos cítricos 100% natural; atuar na abertura de mercados para exportação; buscar soluções para problemas fitossanitários e também auxiliar na gestão de custos de produção de laranja e limão, por meio do projeto Campo Futuro que já realizou painéis de levantamento de custos em todas as regiões produtoras do país. Para 2016, a ideia é mapear e tentar resolver as barreiras fitossanitárias para as frutas cítricas brasileiras, visando abrir novos mercados e consequentemente aumentar as exportações de laranja de mesa, limão e tangerina.

ORIGEM DA LARANJA - Registros apontam que a laranja é originária do Sul asiático, provavelmente da China. O comércio entre as nações e as guerras ajudaram a expandir o cultivo dos citrus, de tal maneira que, na Idade Média, a laranja foi levada pelos árabes para a Europa. No ano de 1500, na expedição de Cristóvão Colombo, mudas de frutas cítricas foram trazidas para o continente americano. Introduzida no Brasil logo no início da colonização, a laranja encontrou melhores condições para vegetar e produzir do que nas próprias regiões de origem, expandindo-se por todo o território nacional. A citricultura destacou-se em vários estados, porém, foi a partir de 1920 que se criou o primeiro núcleo citrícola nacional nos arredores de Nova Iguaçu, no estado do Rio de Janeiro.



Com mais da metade da produção mundial de suco de laranja, frutas cítricas no Brasil potencializam o PIB nacional :: Notícias do Agronegócio - AgroOlhar

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Agronegócio Responde Por Mais Da Metade De Todas As Vendas Externas Do Brasil Em Março | Export News

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

O agronegócio foi responsável por 52,2% de todas as exportações brasileiras no mês de março. O país vendeu ao mercado externo US$ 8,35 bilhões, o que representa uma alta de 5,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse valor é recorde para março, desde que começou a série histórica, em 1997.
“Isso mostra a competitividade do nosso setor e a qualidade dos nossos produtos”, disse Tatiana Palermo, secretária de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
Os cinco principais setores exportadores foram o complexo soja (US$ 3,47 bilhões), complexo sucroalcooleiro (US$ 737,29 milhões), produtos florestais (US$ 823,59 milhões), café (US$ 454,82 milhões) e carnes (US$ 1,24 bilhão).
A carne de frango continua no topo da lista do segmento carnes, respondendo por US$ 576,68 milhões das exportações em março. Em seguida, vem a carne bovina com US$ 503,67 milhões, e a carne suína, com US$ 108,30 milhões.
A agropecuária também comemora recordes em volume de alguns produtos agrícolas. Em março, as exportações de soja chegaram a 8,4 milhões de toneladas. Já as de milho chegaram a 2 milhões de t, e as de frango in natura (carne fresca, congelada e refrigerada), 369 mil t.
Os números, divulgados pela SRI nesta sexta-feira (8), mostram outro resultado positivo: a balança comercial do agro teve superávit no mês passado. As exportações superaram as importações em US$ 7,19 bilhões.  “Nosso setor se destaca tanto na produção quanto nas exportações”, assinalou a secretária.
Quando se analisa o primeiro trimestre de 2016, a balança agro também foi superavitária. As vendas ao mercado externo ultrapassaram as importações em US$ 17 bilhões. No período, as exportações brasileiras somaram US$ 20,03 bilhões, alta de 8,7% em relação ao mesmo período do ano passado. “Enquanto a Organização Mundial do Comércio está prevendo aumento de 2,8% no comércio mundial, crescemos três vezes mais”, comparou.
As vendas externas do complexo de soja somaram US$ 5,13 bilhões, com destaque para a soja em grãos (US$ 3,79 bilhões). No setor de carnes, a quantidade exportada atingiu o valor de US$ 3,21 bilhões, sendo que o principal produto embarcado foi o frango, responsável por 45,9% das vendas do setor. Outro destaque foi o milho, com um faturamento de US$ 1,97 bilhões. Esta receita responde por 90% das exportações de todos os cereais brasileiros.
O principal destino das exportações do agronegócio continua sendo a China: US$ 4,29 bilhões no primeiro trimestre de 2016. Só de soja, o país asiático comprou US$ 2,98 bilhões.
Entre os principais blocos econômicos e regiões, a Ásia foi o mercado que mais comprou produtos do agronegócio do Brasil, entre janeiro e março (US$ 8,87 bilhões). O crescimento de 23,8% em relação ao primeiro trimestre de 2015 se deve à expansão das vendas de soja e milho. Com isso, a participação asiática nas vendas de produtos brasileiros subiu de 36,1% no ano passado para 41,9% em 2016.
Segundo Tatiana Palermo, o câmbio favorável e a diversificação de mercados pelo Brasil contribuem para os bons resultados das exportações do agronegócio. A secretária lembra ainda que os índices de preços internacionais dos alimentos chegaram ao patamar recorde em fevereiro de 2011. Mas, a partir dessa data, as cotações regrediram 30% até fevereiro deste ano.
“Mesmo com esta situação desfavorável, conseguimos aumentar nossas vendas no mercado externo em faturamento e quantidade. O setor agropecuário se tornou essencial para o crescimento da economia brasileira”, destacou a secretária.


Agronegócio Responde Por Mais Da Metade De Todas As Vendas Externas Do Brasil Em Março | Export News

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Agronegócio brasileiro vai participar de 10% do comércio mundial - Monitor Mercantil

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A participação do agronegócio brasileiro no comércio mundial saltará de 7,04% para 10% até 2018. A meta foi anunciada pela ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento).. O crescimento das exportações do setor, afirmou, será baseado em garantias sanitárias, produtividade e conquista de novos mercados.

Para responder por 10% de todo o comércio agrícola no mundo – que em 2014 alcançou US$ 1,17 bilhão –, o Brasil continuará investindo em negociações comerciais e sanitárias com os 22 principais mercados internacionais que, juntos, representam 75% da atividade comercial mundial.

Fazem parte desse grupo parceiros tradicionais do Brasil e que compõem o chamado “Big 5”, os cinco maiores importadores de alimentos no mundo: Estados Unidos, União Europeia, China, Rússia e Japão. “Somente essas nações são responsáveis por metade de todas as compras mundiais de produtos agropecuários”, disse a ministra, que ressaltou que o país precisará negociar um “mix” de acordos, tanto sanitários quanto tarifários.



Recof-Sped beneficia as empresas exportadoras

Um dos pilares do Plano Nacional de Exportações 2015-2018 é o aperfeiçoamento dos regimes e mecanismos tributários de apoio às exportações. Nesse contexto, a Secretaria da Receita Federal do Brasil iniciou um projeto para a ampliação do acesso ao Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado (Recof). Foi publicada no DOU a Instrução Normativa RFB 1.612, que lança uma nova modalidade de entreposto industrial, o Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado do Sistema Público de Escrituração Digital (Recof-Sped), ampliando substancialmente o rol de empresas que podem se beneficiar do regime.

O novo modelo é uma evolução do Recof, implementado em 1997 pelo Decreto 2.412. Este regime permite que a empresa beneficiária importe ou adquira no mercado doméstico insumos para o seu processo produtivo, industrialize os seus produtos finais e os exporte, sem realizar o pagamento de tributos em quaisquer dessas etapas. Também é possível vender, sem a cobrança de multas ou juros, parte da produção ou mesmo parte dos insumos importados no mercado brasileiro, sendo necessário, neste caso, efetuar o recolhimento dos tributos devidos após a concretização das vendas. Isto propicia um significativo adiamento do pagamento dos tributos, o que alivia o fluxo de caixa das empresas.



AEB abre inscrições para o ENAServ 2016

A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) promove a 19 de abril, em São Paulo, a 7ª edição do Encontro Nacional do Comércio Exterior de Serviços – ENAServ 2016, com o tema “Oportunidades no Mercado Externo de Serviços”. As inscrições, que são gratuitas, já estão abertas e podem ser feitas no site www.enaserv.com.br. Segundo o presidente da AEB, José Augusto de Castro, o setor de serviços apresenta crescente vigor – tem crescido a taxas superiores às do crescimento do comércio de bens – e está diretamente relacionado a importantes fluxos de investimentos diretos, assim como a atividades ligadas à inovação, à indústria e ao agronegócio. “O segmento é relevante para a retomada do crescimento econômico. As novas tecnologias de informação, a redução nos custos de transportes e o incremento dos negócios relacionados ao setor têm criado um cenário positivo para expandir o conjunto de serviços comercializáveis”, afirma.



Abiec promove carne brasileira em países árabes

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) irá levar 18 frigoríficos para participar da Gulfood, maior feira de alimentos do Oriente Médio, que acontece de 21 a 25 de fevereiro em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Fora da feira, a associação realizará dois churrascos para promoção de carnes do país, um em Dubai e outro em Riad, na Arábia Saudita. As empresas de carne bovina que irão participar da feira são Frigosul, Mafripar, Frigol, Cooperfrigu, Agra, Frialto, Plena, Iguatemi, Xinguara, Mataboi, Marfrig, Frisa, Minerva, JBS, Astra, Barra Mansa, Mondelli e Oderich.

“Vamos fazer um evento fora da feira para promover a carne gourmet. O evento será feito com a Associação Brasileira de Angus, pois identificamos a oportunidade de exportação de carne de alta qualidade [para aquela região]”, afirmou Fernando Sampaio, diretor-executivo da Abiec, 



Francal realiza maratona de feiras internacionais

Menos de um mês depois de abrir seu calendário internacional na Expo Riva Schuh, na Itália, a FRANCAL 2016 carimba o passaporte para viver uma verdadeira maratona de feiras mundiais do setor: IFLS, na Colômbia, GDS, na Alemanha, e theMicam, na Itália com objetivo bem definido: trazer mais compradores internacionais e aumentar as oportunidades de negócios para expositores que exportam. Marcar presença, divulgar a qualidade e competividade do calçado brasileiro, fazer um corpo a corpo com compradores do mundo todo e convidá-los a visitar a FRANCAL, estabelecer parcerias estratégicas com câmaras de comércio de mercados potenciais – estas são algumas das ações táticas da feira brasileira em sua passagem por todos estes eventos, visando a potencializar as exportações de calçados.



Orgânicos apostam no aquecimento externo

Com 77 empresas associadas ao Projeto Organics Brasil, o ano de 2015 fechou faturamento em US$ 160 milhões de dólares em exportação e a meta desse ano é crescer de 10% a 15%. Ming Liu, coordenador executivo do Projeto Organics Brasil, comemora o desempenho: “Tivemos um aumento de 15% em relação ao ano anterior e este crescimento reflete a tendência mundial do segmento. Houve uma recuperação em relação a 2013, em parte em consequência da desvalorização da moeda nacional tornando os produtos nacionais mais competitivos. 2015 foi um ano bastante positivo para os orgânicos: o mercado global atingiu a marca de US$ 72 bilhões de dólares, com taxas de crescimento na ordem de 11,5% em comparação com 2014. A grande surpresa em 2015 foi o surgimento da China como o 4º maior mercado mundial de orgânicos, atrás apenas dos Estados Unidos, Alemanha e França”.



Antonio Pietrobelli

editor@exportnews.com.br



Agronegócio brasileiro vai participar de 10% do comércio mundial - Monitor Mercantil

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Silvicultura está em forte expansão no Brasil | Canal Rural

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Silvicultura está em forte expansão no Brasil

Setor apresentou entre janeiro e novembro de 2015, o saldo acumulado na balança comercial de US$ 5,3 bilhões

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http://www.canalrural.com.br/noticias/agricultura/silvicultura-esta-forte-expansao-brasil-59980
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Canal Rural
O
setor apresentou entre janeiro e novembro de 2015, o saldo acumulado na
balança comercial de US$ 5,3 bilhões, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). No Brasil, as culturas que mais se destacam em termos de área ...



Silvicultura em forte expansão no BrasilCenárioMT


Silvicultura está em forte expansão no Brasil

Setor apresentou entre janeiro e novembro de 2015, o saldo acumulado na balança comercial de US$ 5,3 bilhões

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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Abate de suinos bate recorde, de frangos cresce e de bovinos cai - Avicultura Industrial

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Quarta-feira, 16 de Setembro de 2015, 08:50:16

O abate de bovinos no Brasil apresentou queda de 10,7% no segundo trimestre, na comparação anual, refletindo ajustes na produção por frigoríficos no período, enquanto os abates de frangos e suínos continuaram a crescer, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados na terça-feira (15).

De abril a junho deste ano, foram abatidos 7,63 milhões de cabeças de gado, número 1,4% menor que o registrado no primeiro trimestre do ano. Dezenas de frigoríficos já foram fechados no país neste ano, com processadoras argumentando baixa disponibilidade de boi gordo para abate e demanda retraída reduzindo atividade nas unidades. As principais quedas no abate ocorreram principalmente em Mato Grosso (-202,95 mil cabeças), Mato Grosso do Sul (-160,73 mil cabeças), Goiás (-131,29 mil cabeças), São Paulo (-130,05 mil cabeças), Minas Gerais (-82,37 mil cabeças) e Paraná (-58,70 mil cabeças). Por outro lado, houve aumento no Pará (+38,80 mil cabeças) e no Rio de Janeiro (+10,07 mil cabeças). O peso acumulado das carcaças no segundo trimestre foi de 1,844 milhão de toneladas, 8,3% menor que o registrado no segundo trimestre de 2014 e 0,4% maior que o do primeiro trimestre.

Abate de suínos é recorde

O abate de suínos no Brasil manteve-se acelerado no segundo trimestre, com aumento de 5,7%, na comparação com o mesmo período do ano passado, a 9,7 milhões de cabeças – um recorde desde que o IBGE iniciou sua pesquisa em 1997. Em relação ao primeiro trimestre deste ano, o abate de suínos cresceu 5,8%. A Região Sul foi responsável por 66,3% do abate nacional de suínos de abril a junho. A região ampliou sua participação no abate nacional em 0,7 ponto percentual entre o segundo trimestre de 2014 e o de 2015, diante do aumento de 6,9% nos abates em Santa Catarina e Paraná. São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo colaboraram para um aumento de 5,5% no número de abates no Sudeste, que manteve o mesmo nível de participação nos abates totais no país, de 19,3%. O peso acumulado das carcaças de suínos cresceu 7,7% ante o segundo trimestre de 2014, para 860,23 mil toneladas.

Peso da carcaça de frango bate recorde histórico

O peso acumulado das carcaças de frango abatidas no segundo trimestre de 2015 alcançaram recorde histórico, a 3,27 milhões de toneladas. Esse número é 7,4% maior que o registrado no mesmo período do ano passado e 3,3% superior ao do primeiro trimestre. Os abates de frango no país continuaram acelerados no segundo trimestre, refletindo o aumento da demanda pelo produto no mercado interno e o crescimento das exportações. O total de cabeças abatidas somou 1,4 bilhão, aumento de 5,5% ante igual período do ano passado e de 1,5% diante do trimestre anterior. O Sul respondeu por 59,4% do abate nacional no segundo trimestre, seguido do Sudeste (20,3%), Centro-Oeste (15%), Nordeste (3,8%) e Norte (1,5%). A participação do Sul no total de abates de frango no território nacional caiu 0,9 ponto percentual, apesar de a região ter registrado um aumento de 4% nas cabeças de frangos abatidas, com destaque para o Paraná. No fim de agosto, o presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), Domingos Martins, disse à CarneTec que esperava aumento de 6% na produção de frango no Paraná diante das fortes demandas externa e interna neste ano.

Fonte:  CarneTec

Abate de suinos bate recorde, de frangos cresce e de bovinos cai

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Agronegócios - Produção de máquinas agrícolas cai 37,9% em agosto, informa a Anfavea

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

 A produção total de máquinas agrícolas e rodoviárias no Brasil atingiu
5.006 unidades em agosto, o equivalente a queda de 2,3% na comparação
com julho e a recuo de 37,9% ante o mesmo mês do ano passado, divulgou
nesta sexta-feira (4), a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos
Automotores (Anfavea). Com o resultado, a produção acumula baixa de
29,1% em 2015 até agosto ante o mesmo período de 2014.


 
Já as vendas internas de máquinas agrícolas e rodoviárias no atacado
totalizaram 4.237 unidades em agosto deste ano, alta de 5,7% na
comparação com julho, mas retração de 34,8% frente o mesmo mês do ano
passado. Com o resultado, as vendas de máquinas agrícolas acumulam recuo
de 28,3% nos oito primeiros meses de 2015 na comparação com igual
período de 2014.



As exportações de máquinas agrícolas em valores, por sua vez,
totalizaram US$ 137,418 milhões em agosto, alta de 13,6% na comparação
com julho, porém queda de 34,7% ante igual mês do ano passado. Com o
montante, as vendas externas de máquinas agrícolas recuam 40,5% neste
ano até agosto em relação ao mesmo período de 2014.



Em agosto, foram exportadas 719 máquinas agrícolas e rodoviárias, recuo
de 14,7% na variação mensal e baixa de 45,9% na comparação anual. No
ano até agosto, o total de máquinas exportadas acumula queda de 24,9% em
relação ao mesmo período do ano passado.



Agronegócios - Produção de máquinas agrícolas cai 37,9% em agosto, informa a Anfavea

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

AviSite - O Portal da Avicultura na Internet - Valor da produção no campo pode atingir R$ 470 bi

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

O
montante é 1,4% superior ao estimado em julho, e, se confirmado,
representará um aumento de 0,6% em relação ao ano passado e um novo
recorde.
São
Paulo, SP, 14 de Agosto de 2015 - O Ministério da Agricultura elevou
para R$ 469,7 bilhões sua estimativa para o valor bruto da produção
(VBP) agropecuária brasileira em 2015, conforme aponta levantamento
divulgado ontem. O montante é 1,4% superior ao estimado em julho, e, se
confirmado, representará um aumento de 0,6% em relação ao ano passado e
um novo recorde.







Baseado em 21 das mais importantes lavouras do país, o VBP da
agricultura neste ano passou a ser projetado em R$ 300,9 bilhões, ante
os R$ 295,2 bilhões previstos em julho e os R$ 301,3 bilhões de 2014. Já
o VBP da pecuária, que inclui os cinco principais produtos do segmento,
agora está projetado em R$ 168,8 bilhões, acima do estimado em julho
(R$ 168,1 bilhões) e 2% mais que no ano passado (R$ 165,5 bilhões).



Entre todos os produtos pesquisados pelo departamento de gestão
estratégica do Ministério da Agricultura, a soja continua a puxar o
valor da produção da agropecuária nacional. A previsão para o VBP do
grão em 2015 foi elevada para R$ 95,7 bilhões, 2,9% mais que em 2014. Em
seguida aparecem bovinos (R$ 73,2 bilhões, aumento de 9,4%), cana (R$
46,2 bilhões, queda de 1,1%), frango (R$ 43,7 bilhões, queda de 3,7%) e
milho (R$ 37,6 bilhões, alta de 1,6%.
(Valor Econômico) (Fernando Lopes)




AviSite - O Portal da Avicultura na Internet

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Agronegócios - Para evitar doença, pintos de granjas dos EUA são enviados ao Brasil

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments











Gripe aviária matou mais de 48 milhões de frangos e perus desde dezembro. A maioria das perdas afetaram galinhas poedeiras em Iowa, o principal produtor de ovos nos Estados Unidos.  (Foto: Reuters)



 


Com as delicadas aves de apenas algumas horas de idade, o diretor da
empresa incubadora Murray McMurray pegou a estrada na madrugada do
sábado e dirigiu até a fazenda de um amigo no Estado do Texas "apenas
para deixá-las em um lugar seguro", disse ele.



Criar pintinhos que são valiosa fonte genética para galinhas poedeiras
se tornou um desafio num momento em que um surto de gripe aviária em
aves domésticas se transformou na pior emergência sanitária na história
dos EUA. Alguns foram enviados para lugares tão distantes como o Brasil.




Os reprodutores de Wood incluem algumas com linhas genéticas que datam
do início dos anos 1900. Algumas das raças são tão raras, disse ele, que
se forem aniquilados pela gripe, "levaria um bom tempo para refazer um
grande estoque".



Por isso, quando perus em uma fazenda situada a cerca 13 quilômetros do
centro de incubação de Wood, em Webster City, Iowa, foram infectados,
ele se esforçou para transferir suas aves mais preciosas.



A gripe aviária matou mais de 48 milhões de frangos e perus desde
dezembro. A maioria das perdas afetaram galinhas poedeiras em Iowa, o
principal produtor de ovos nos Estados Unidos. Em consequência, os
preços de ovos dos EUA subiram.



A Hy-Line International, maior empresa de genética do mundo
especializada em galinhas poedeiras, mudou parte de suas aves para
outros Estados nos últimos meses, disse Tom Jorgensen, conselheiro geral
da empresa. Antes do surto, a Hy-Line mantinha parte de suas aves em
apenas um outro Estado, como precaução, disse ele.



Jorgensen se recusou a revelar para onde a Hy-Line enviou suas aves
reprodutoras, citando questões de "segurança". A empresa, de propriedade
da EW Group GmbH, na Alemanha, está se preparando para levar mais aves
para fora de Iowa como medida de precaução, segundo ele explicou.



A Hy-Line também mandou algumas de suas aves de reprodução para o
Brasil, para garantir que possam ser exportadas para compradores no
exterior que estão restringindo as compras dos Estados Unidos por causa
do surto.



A Murray McMurray e Hy-Line disseram que nenhuma de suas aves foi infectada com o vírus.



Agronegócios - Para evitar doença, pintos de granjas dos EUA são enviados ao Brasil

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Agronegócios - Governo estuda formas de garantir preço de produtos agrícolas

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Apesar de cenário positivo, produtores estão insatisfeitos com políticas do Governo para o setor (Foto: Mauro de Melo)



O governo está formulando novas formas de intervenção para minimizar a volatilidade e garantir preços mínimos no mercado doméstico de commodities agrícolas. "As políticas existentes não estão preparadas para coibir esta volatilidade", disse o secretário de Política Agrícola, André Nassar, do Ministério da Agricultura. Ele participa nesta quinta-feira (16) do seminário "Agricultura no Brasil, Perspectivas e Desafios", da FGV Projetos, em São Paulo.egundo Nassar, é prioridade zero da secretaria formular essas novas políticas que devem favorecer em um primeiro momento as cultura do algodão e café. Ele não deu detalhes sobre os planos, mas disse que esses mecanismos devem ser implementados em 2016.

Nassar afirmou, ainda, que é preciso encontrar novas fontes de crédito, além do oficial, para financiar a agricultura. "Se a produção, principalmente de soja e milho, crescer de forma agressiva, com o melhoramento da logística do país, é muito provável que o crédito não acompanhe", disse.
Nos últimos anos, a garantia de preço mínimo é realizada por meio de mecanismos como Aquisições do Governo Federal (AGF), aplicadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), para recompor os estoques reguladores; Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro), por meio do qual o governo "paga" ao agricultor a diferença entre o preço mínimo e o valor de mercado; e o Prêmio de Escoamento de Produto (PEP), subsídio para reduzir o custo do frete.




Agronegócios - Governo estuda formas de garantir preço de produtos agrícolas

Agronegócios - São Paulo quer estimular plantio de variedades de citros para mesa

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Até as cascas da laranja podem ser aproveitadas (Foto: Reprodução/RBS TV)



O Estado de São Paulo, maior produtor mundial de laranja, pretende estimular o plantio de citros de mesa. Nesse sentido, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio do Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, lança nesta sexta-feira (17), em Cordeirópolis, o Programa Citricultura Nota 10. A ideia é que sejam disponibilizadas cerca de 60 variedades e porta-enxertos de citros de mesa para serem validados pelos citricultores paulistas.Um conjunto de variedades selecionadas pelo programa de melhoramento genético do IAC será validado em pomares semicomerciais. O IAC disponibilizará aos interessados grupos de cultivares de laranja, laranja para NFC (usada para suco natural), de baixa acidez, de umbigo, de polpa vermelha e sanguínea. Também serão oferecidos materiais de tangerina, tangerina tipo poncã, tipo murcote, mexerica e lima ácida.

O programa permitirá uma validação desses materiais em pomares distribuídos no Estado de São Paulo, etapa necessária e que antecede a liberação para o plantio em grande escala e ao Registro Nacional de Cultivares (RNC) no Ministério da Agricultura, informa a pesquisadora do IAC, Marinês Bastianel, em comunicado.
Segundo a Secretaria de Agricultura, a citricultura para fruto de mesa tem como características intensiva ocupação de mão de obra e maior agregação de valor por unidade de área cultivada e constitui importante atividade para pequenos e médios produtores. "A citricultura de mesa sempre foi relegada a segundo plano, abastecendo o mercado com cultivares também utilizadas na indústria de processamento. O setor de frutas de mesa necessita de melhor tecnologia, organização, marketing e estruturação de mercado com produtos de maior valor agregado", afirma o pesquisador Marcos Machado, também diretor do Centro de Citricultura IAC, da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta).
Para participar do programa, o citricultor deve preencher formulário de interesse para ser feita a pré-seleção, firmar o termo de transferência de material genético do IAC e instalar o lote com as cultivares. Os produtores parceiros precisam também permitir o acesso dos pesquisadores do Centro de Citricultura para validação e compartilhar as informações com a equipe técnica do IAC. Os interessados devem se cadastrar no programa até dezembro de 2015 pelo site do Centro de Citricutura.
A expectativa é que a instalação dos campos de validação seja feita até março de 2018, depois do estabelecimento da parceira e formação das mudas. Os resultados dos primeiros ensaios deverão estar concluídos em 2028.


Agronegócios - São Paulo quer estimular plantio de variedades de citros para mesa

sexta-feira, 3 de julho de 2015

AviSite - O Portal da Avicultura na Internet - Se a China cooperar, agronegócio brasileiro avança na próxima década

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São Paulo, SP, 03 de Julho de 2015 - A agropecuária brasileira vai ter um bom desempenho na próxima década, não obstante uma possível perda no ritmo da demanda – tanto internamente como externamente – e de queda nos preços das commodities.

Parte desses problemas deverá ser compensada pelo aumento de produtividade e por um câmbio mais favorável às exportações.
A avaliação consta do novo relatório da OCDE e da FAO sobre a agricultura no mundo. As entidades apontam expectativas de produção e exportações para 2024.

O país vai depender também da economia chinesa, atualmente o mais importante destino par alguns produtos brasileiros, com destaque para a soja.

A oleaginosa vai continuar sendo a principal força do agronegócio brasileiro, inclusive com preços remuneradores. Os números apontados pela OCDE e FAO parecem, no entanto, um pouco modestos para o ano 2024.

Elas preveem uma produção de 108 milhões de toneladas para as oleaginosas, e esses produtos deverão ocupar uma área de 34,3 milhões de hectares.

Quanto à produtividade, o salta será pequeno, com a produção subindo para apenas 3.150 quilos por hectare. O Brasil manterá continuará sendo um dos principais exportadores de soja no mundo, mas a moagem interna vai aumentar devido ao avanço da produção de proteínas.

Carnes

A produção brasileira de carnes poderá ser incentivada pela forte aceleração de preços nos próximos anos.
A carne suína deverá subir 5,9% ao ano, enquanto a bovina terá evolução de 4,4%.

Já a carne de frango terá reajuste anual de 3,9% na produção.
Com isso, a produção de carne de frango avança para 16 milhões de toneladas (mais 22%). A bovina fica em 11 milhões de toneladas (16%), enquanto a suína atingirá 4,3 milhões de toneladas, com aumento de 24% na década.

O impacto da China na produção agrícola brasileira
O Brasil poderá ser o principal exportador mundial de grãos e de carnes em uma década. O bom desempenho do país vai depender, no entanto, do comportamento das economia de países desenvolvidos e emergentes.

Os olhos dos brasileiros se voltam, principalmente, para a China, país que vem ganhando grande importância no comércio de grãos nos últimos cinco anos.

Além disso, os chineses começam a abrir as portas também para as carnes brasileiras, o que pode gerar demanda e aumentar a produção e a exportação do Brasil.

A continuidade da demanda chinesa é importante não só pelo volume elevado das compras. Mas uma eventual retração nas compras vai depreciar os preços internacionais das commodities, afetando a renda dos produtores brasileiros.
(Folha de São Paulo) (Mauro Zafalon)




AviSite - O Portal da Avicultura na Internet

BRF conclui venda da divisão de lácteos para Lactalis por R$ 2,1 bilhões - Leite & Mercado - Giro Lácteo - MilkPoint

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A BRF concluiu a venda da sua divisão de lácteos para a Lactalis do Brasil. O valor da transação foi de aproximadamente R$ 2,1 bilhões. A operação inclui a venda de 100% das ações de emissão da Elebat Alimentos, sociedade na qual foram contribuídos os direitos e obrigações relativos à divisão de lácteos da BRF.

O negócio foi anunciado em setembro do ano passado, com a assinatura de um memorando de entendimentos, que previa que o valor da transação era de R$ 1,8 bilhão, sujeito a determinados ajustes.

Segundo a BRF, os efeitos no resultado financeiro relacionados à operação estão em fase de apuração pela companhia e serão registrados nas suas demonstrações financeiras do terceiro trimestre de 2015.

As informações são do Estadão Conteúdo.


BRF conclui venda da divisão de lácteos para Lactalis por R$ 2,1 bilhões - Leite & Mercado - Giro Lácteo - MilkPoint

terça-feira, 2 de junho de 2015

Agronegócios - Antigo costume carrega histórias de quem cavalga pela Serra da Canastra

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segunda-feira, 27 de abril de 2015

O agronegócio não é a salvação, mas sem ele o Brasil estaria em crise gigantesca, diz ex-ministro da Fazenda - Cenário da Notícia em Lucas do Rio Verde e Região

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 O agronegócio é um dos, se não o único, setores da
economia brasileira que caminha “contrário” à crise econômica do país.
Entretanto, ele não é considerado a salvação da situação, “mas sem o
agronegócio o Brasil estaria em uma crise gigantesca”, conforme o
economista e ex-ministro da Fazenda (1988-1990) Maílson Ferreira da
Nóbrega. Para ele "a tendência é de que a economia vai piorar muito
antes de melhorar".


 
 
Maílson da Nóbrega foi o primeiro palestrante do Seminário
Internacional da Integração do Agronegócio com o Sistema Judicial é
promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato). Sua palestra, na noite de quinta-feira (23), abordou as “Perspectivas da economia brasileira”.
 
 
“Eu acho que ninguém tem dúvidas que o agronegócio é um dos setores
de menor impacto negativo nessa crise. Ele é um setor que depende pouco
do governo, a não ser quanto ao financiamento da safra. O governo mais
atrapalha do que ajuda o agronegócio”, salienta o ex-ministro da
Fazenda.
 
 
Para Maílson da Nóbrega seria um “exagero” dizer que o agronegócio é
a salvação da situação econômica do Brasil. “Digo isso, porque, o
agronegócio não é no conjunto o setor mais importante do país em termos
de participação do PIB, mas eu diria sem o setor o Brasil estaria em uma
crise gigantesca, pois o agronegócio é responsável pela geração de
superávits comerciais do país”.
 
 
Segundo o palestrante, o agronegócio é um dos pilares mais sólidos da economia brasileira. 
 
 
Questionado sobre em quanto tempo a situação do país deve melhorar o
ex-ministro da Fazenda apontou que “a curto prazo não há o que fazer
para melhorar a economia”. “Para o Brasil voltar a crescer tem de ganhar
produtividade e produtividade depende de um conjunto de mudanças que
levam tempo, seja para serem feitas seja para terem resultados. Por
exemplo, o Brasil precisa de uma reforma tributária que ponha ordem na
bagunça tributária que existe hoje”.




O agronegócio não é a salvação, mas sem ele o Brasil estaria em crise gigantesca, diz ex-ministro da Fazenda - Cenário da Notícia em Lucas do Rio Verde e Região

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Agronegócio contribui com 32% das exportações mineiras no primeiro trimestre do ano - AviSite

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Belo
Horizonte, MG , 09 de Abril de 2015 - O agronegócio contribuiu com 32%
da pauta mineira de exportações, no acumulado de janeiro a março deste
ano, totalizando US$ 1,8 bilhão e crescimento de 16,5% em relação ao
primeiro trimestre do ano passado. O índice é considerado recorde, já
que o percentual máximo atingido pelo agronegócio nas exportações totais
do estado foi de 29% em 2009. A informação é da Secretaria de
Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) com base em dados do
Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).



O principal produto da pauta de exportações do agronegócio continua
sendo o café, que alcançou US$ 1 bilhão, indicando aumento de 40% no
valor alcançado na comercialização externa em relação ao registrado no
mesmo período do ano passado. Segundo o Superintendente de Política e
Economia Agrícola da Seapa, João Ricardo Albanez, o motivo desse
acréscimo é a valorização do produto no mercado externo, uma vez que o
volume exportado (1,7 milhão de sacas) foi o mesmo registrado no mesmo
período do ano anterior. “O café foi negociado ao preço médio de US$
209,63 a saca, enquanto que, no ano passado, a saca foi comercializada a
US$ 149,76”, informa.



Café mantém cenário positivo



De acordo com o Superintendente, a atratividade dos preços do café se
mantém para os próximos meses devido à desvalorização do real. Outro
motivo para o cenário positivo é a perspectiva de valorização dos preços
em função de redução da safra devido às intempéries climáticas.



O café representou 57,7% das exportações do agronegócio mineiro;
complexo carnes (9,7%), alcançando US$ 176,5 milhões; complexo
sucroalcooleiro (9,6%), somando US$ 174,9 milhões; produtos florestais
(8,6%), totalizando US$ 157,5 milhões e complexo soja (7,2%), somando
US$ 130,9 milhões. Esses cinco produtos respondem por 92,7% do total
exportado.



Os principais países importadores do agronegócio mineiro, no primeiro
trimestre, foram Alemanha (13,9%), Estados Unidos (11,8%), China (8,8%),
Itália (7,8%) e Japão (7,1%).
(SAPA/ MG ) (Redação)
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Demanda por produtos livres de antibióticos pressiona indústria de alimentos -AviSite

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Debate
compõe programação do 31º Simpósio Internacional da Alltech, que será
realizado entre os dias 17 e 20 de maio, em Lexington (EUA)
Curitiba,
PR, 09 de Abril de 2015 - A utilização de promotores de crescimento
naturais no tratamento de animais têm sido uma das alternativas para a
indústria e para os produtores ao uso de antibióticos, já que sua
aplicação melhora a saúde intestinal, as defesas orgânicas e os índices
zootécnicos do animal, suprindo a necessidade do medicamento e sem
contaminar a proteína animal. Em 2014, as vendas de carne de frango
livre de medicamentos cresceram 34% nos Estados Unidos (EUA), tendência
de mercado reforçada pelo recente anúncio da rede norte-americana de
fast food McDonald's de produzir hambúrgueres de frango somente com
matéria-prima sem uso de antibióticos.



O cenário reflete a crescente pressão dos consumidores para aquisição de
produtos cada vez mais naturais, o que deve ser visto como oportunidade
para produtores de carnes e outros alimentos, que por sua vez precisam
buscar alternativas para atender a essas exigências. A armadilha por
trás do custo dos antibióticos, a percepção dos consumidores e as
alternativas a sua utilização serão debatidas durante a realização do
31° Simpósio Internacional da Alltech, empresa referência em tecnologia
no mercado de nutrição e saúde animal, entre os dias 17 a 20 de maio, em
Lexington (EUA).



Com um histórico de pesquisas sobre o assunto, a Alltech desenvolve um
programa livre de antibióticos que está no mercado há mais de 22 anos, o
Actigen, elaborado com componentes naturais à base de levedura. Sua
função é reduzir os patógenos entéricos, aumentar as defesas orgânicas e
atuar nos enterócitos, favorecendo o aproveitamento nutricional dos
alimentos.

O CEO da consultoria brasileira de planejamento estratégico e marketing
OD Consulting, Osler Desouzart, analisa a questão dos antibióticos como
uma evolução do mercado. “Nós, hoje, vivemos um darwinismo corporativo e
econômico imposto pelo consumidor, ou seja, ou você se adapta ou
desaparece no mercado. Não significa que é o maior quem vai prevalecer,
mas sim aquele que se adaptar mais rapidamente a essas mudanças e
exigências do consumidor”, pondera. Desouzart atuou nas maiores
indústrias brasileiras de avicultura e suinocultura (Sadia &
Perdigão), e durante o Simpósio irá palestrar sobre o mercado de
proteína animal.



Programação

Com um cronograma voltado principalmente ao debate conjuntural do
agronegócio e a demanda mundial por alimentos, o Simpósio pretende
oferecer uma ampla discussão para o setor. Segundo avalia o
vice-presidente da Alltech para América Latina, Guilherme Minozzo, o
evento permitirá uma atualização completa e global do agronegócio.



“Vejo uma crescente nas exigências do mercado e por isso buscamos apoiar
os envolvidos na cadeia produtiva através do evento, para que possamos
inovar e apresentar soluções frente aos desafios”, aponta.



Além da abordagem setorial, voltada para inovação, os painéis do evento
trazem apresentações de cases de sucesso, como a palestra do co-CEO da
rede de supermercados orgânicos dos Estados Unidos, Whole Foods Market,
Walter Robb.



Tradução simultânea

O evento contará com tradução simultânea para português em algumas das
principais palestras, conforme a disponibilidade das salas. A
expectativa de participação do público é de em torno 2 mil pessoas
durante os quatro dias de evento.



Serviço:



31º Simpósio Internacional da Alltech

17 a 20 de maio de 2014

Interessados deverão enviar solicitação para eventosbr@alltech.com ou (41)3888-9288

Mais informações:pt.alltech.com/about/events/alltech-rebelacao

*Tradução simultânea para português. Consultar disponibilidade nas salas

(Alltech ) (Assessoria de imprensa )




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quinta-feira, 2 de abril de 2015

Agronegócios - Globo Rural mostra exportação de carnes especiais do Brasil

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O Globo Rural deste domingo (5) traz duas reportagens sobre
agropecuária. A primeira retrata a exportação de carnes especiais do
Brasil para a União Europeia (UE) e a segunda alerta para o fim do prazo
para o Cadastro Ambiental Rural (CAR), exigido pelo novo Código
Florestal.



A União Europeia estabelece uma série de exigências para importar
carnes especiais. Entre as taxas cobradas, uma cota é estabelecida para
cada país produtor. No caso brasileiro, a União Europeia aceita o total
de 10 mil toneladas por ano. Entretanto, apenas metade dessa quantidade é
efetivamente exportada porque são poucos os pecuaristas que atendem aos
requisitos dos europeus. O repórter Ivaci Matias apresenta quais são
esses requisitos e como o Brasil poderia aumentar a exportação das
carnes de primeira linha.



Na segunda matéria, César Dassie alerta para a proximidade do final do
prazo para os proprietários de terra fazerem o Cadastro Ambiental Rural
(CAR). O cadastramento se encerra no início de maio. Contudo, até o
momento, somente 37% da área total do Brasil está normalizada. Além de
entrevistas com donos de terra do interior de São Paulo, a reportagem
também trata das dificuldades e das vantagens de atender a essa
exigência legal.



O Globo Rural vai ao ar aos domingos, logo após o programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Consulte a programação atualizada.





Agronegócios - Globo Rural mostra exportação de carnes especiais do Brasil

terça-feira, 3 de março de 2015

Agronegócios - Agricultores investem na construção de armazéns coletivos no Paraná

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No Brasil, faltam armazéns para guardar a produção de grãos que cresce
ano após ano. Segundo a Confederação Nacional da Agricultura, há um
déficit de 30% entre o que é produzido no país e o que produtores
conseguem guardar de forma adequada.



Também são poucos os armazéns nas fazendas. Nos Estados unidos, por
exemplo, mais da metade da safra fica no campo. Já no Brasil, não passa
de 15%. Mas essa situação está começando a mudar. Agricultores do Paraná
investem na construção de armazéns coletivos.



A colhedeira faz parte do cenário em época de safra no Paraná. Há
máquinas trabalhando por todos os canto. O serviço começa cedo na
fazenda da família Pelanda, no município de Palotina.



O agricultor Domingos Pelanda e os filhos João e Guilherme correm para
colher os 550 hectares plantados com soja. Ele contou que os últimos
anos têm sido muito bons para a agricultura, o que permitiu que a
família comprasse máquinas novas e instalasse dois pivôs centrais para
irrigação. Na propriedade já são 180 hectares, que fazem muita diferença
em anos de abaixo da média. “Eu até fico admirado de tá plantando com
um tempo seco assim”, diz o seu Domingos.


Em 40 anos de lida na agricultura, seu Domingos tem muitos motivos para
se admirar. Ele começou a plantar soja no final da década de 1960. "Eu
produzia cerca de 40 sacos por hectares. Hoje, colho 80 sacos por
hectare", compara.


Hoje, o Paraná é o segundo maior produtor de soja do Brasil. A área
plantada com a cultura cresceu 30% em dez anos. O número que mais
impressiona é o do aumento da produtividade das lavouras. Em 2004, eram
colhidos uma média de 2,3 mil quilos de soja por hectare. Na última
safra, esse número passou dos 2,9 mil quilos. Houve aumento de 600
quilos de soja por hectare. Com isso, a produção total do estado do
Paraná aumentou em quase 8 milhões de toneladas em uma década.


A alta produtividade aliada a bons preços também mudou a forma como o
agricultor comercializa a safra. "A gente veio se capitalizando. Entã,
você consegue vender uma parte, pagar as despesas, e outra parte voc
esperar um melhor momento para comercializar", diz Guilherme Pelanda.


Em cima da palhada da soja, os agricultores semeiam o milho, lavoura
que também tem dado ótimas produtividades na região. São mais de 120
sacas por hectare. O resultado é a falta de espaço para guardar tantos
grãos. As cooperativas e cerealistas da região estão ampliando
instalações, mas a armazenagem tem custo para o produtor: "Você
entregando para uma cooperativa, ele retém 1% da produção na entrega",
explica André Pelanda.


"Uma vez entregue lá dentro, a empresa passa a ser o dono daquele
produto. Ela negocia da forma que quiser e você vai negociar dentro do
preço que ela te oferece, que é o mercado regional assim aqui",
esclarece o agricultor Antônio Galli.


Os agricultores também se queixam do destino da chamada sobra, que são
os grãos fora do padrão de qualidade exigido pelo mercado. "Vamos falar
de milho safrinha. A gente tem na nossa região muita geada e acaba dando
problema de grãos avariados. Se fosse entregar numa empresa, seria
descontado. Por exemplo,  entrega uma carga com 8% de grãos avariados, o
tolerado é 6, esses 2% a empresa descontaria de mim e eu não veria
mais", completa Galli.


A diferença de 2% fica para as empresas, que depois misturam esse
produto com grãos perfeitos e vão fazendo lotes dentro do padrão de
qualidade. Mas o dinheiro da sobra não volta para o agricultor. Só se
livra do problema quem tem armazém próprio.


Então, surgiu a ideia de formar grupos de agricultores para a
construção de estruturas para receber e armazenar os grãos em uma
espécie de condomínio. O Agro5000, primeiro condomínio formado em
Palotina, pertence a 14 sócios. O condomínio começou a funcionar há nove
anos com capacidade para armazenar nove mil toneladas de grãos. O lugar
passou pela primeira ampliação, que elevou a capacidade para 16 mil
toneladas. Agora, o espaço está novamente em obra. Na próxima safrinha, o
armazém irá conseguir guardar 25 mil toneladas de grãos.


Além de receber os grãos, no condomínio o produto fica no padrão
exigido pelo mercado. “A gente faz a classificação de todo produto. A
partir daí, é beneficiado o produto e colocado dentro de cada silo. Para
depois embarcar para exportação ou diretamente para o consumidor
final”, explica Jacob Benincá, gerente do condomínio.


O presidente do condomínio conta que foi preciso coragem para investir
quase R$ 9 milhões. “Nós andamos muito. Fomos visitar várias obras,
várias unidades de cerealistas e cooperativas. E aí fomos criando uma
ideia nossa de como queríamos fazer”, explica Adyr Dazzi.


Os agricultores tiveram 90% da obra financiada com recursos de
programas de crédito oficiais e de bancos privados. O espaço que cada
sócio tem dentro do armazém depende da cota que foi comprada, com base
no tamanho da propriedade e na produção de cada um.


Na hora de pagar as contas funciona da mesma maneira. Cada sócio
responde por sua cota e o pagamento é feito em produto. “Quando entra o
produto já é retido 2% de cada condômino para despesa de funcionário,
compra de lenha, energia, manutenção e para pagar as ampliações”, diz
Dazzi.


Os condomínios vêm dando tão certo que a ideia está se espalhando pelo
município de Palotina e pelo estado do Paraná. O Agroparaíso, segundo
condomínio da cidade, pertence a oito agricultores e tem capacidade para
armazenar 22 mil toneladas de grãos.


O condomínio Agroparaíso ficou pronto em 2013 e custou R$ 8,2 milhões.
Quase todo valor foi financiado. Antônio Galli, presidente do grupo,
explica que o condomínio proporcionou outras vantagens. “A facilidade de
entrega de produto, no momento mais crítico, nas empresas que a gente
vendia antes encontrava filas de 5 a 6 horas que a gente tinha que
ficar. Aqui não. Isso facilita muito pra gente na lavoura porque não
preciso parar as colhedeiras. A gente não precisa pagar fretes, que é
bastante caro na época da colheita. Com o próprio caminhão, a gente
consegue trazer de quatro a seis viagens no dia. Enquanto que antes a
gente fazia uma ou, no máximo, duas viagens”, aponta Galli.



Há mais vantagens para quem produz e também consome grão. Além do
plantio de 250 hectares de soja e milho, na granja da família Mioto se
faz a cria de 500 leitões por semana e a engorda de mais de um milhão de
frangos por ano.


Leonardo Mioto explica que antes do condomínio a família produzia o
milho e, como não tinha onde guardar, era obrigada a vender o grão.
Depois, comprava de volta para alimentar os porcos. Hoje, toda a
produção da família vai para o condomínio. A soja é vendida no mercado e
o milho volta para a granja seco, selecionado e beneficiado. “De manhã
você pegava uma carga de milho era um tipo de milho. No outro dia você
ia buscar outra carga, podia ser no mesmo local, mas acontecia de ser
diferente. Então, toda carga você tinha que ficar analisando”, diz.


Animados com o sucesso dos vizinhos, mais agricultores se organizam
para formar novos condomínios. Só em Palotina já tem um espaço em
construção e mais três em fase de planejamento. Para o presidente do
Sindicato Rural do município, Nestor Araldi, a explicação para tanto
interesse é simples.


“Quem está estabelecido e não quer sair do município, comprar terra
aqui é muito caro. Não compensa mais comprar terra aqui. Então, o jeito é
nós agregar valor no nosso produto. Então, invés de eu pagar para uma
firma, uma cooperativa, ela limpar meu produto e secar. Eu seco e limpo e
entrego para ela o produto depois”, diz Araldi.


O condomínio agrega valor porque permite que o agricultor guarde os
grãos para vender quando quiser. Ao reduzir os custos e vender melhor a
produção, aumenta o lucro do produto. “Vamos falar em torno de 55 sacas
por hectare e um preço a R$ 55. Eu vou ter um lucro de 20%. Dentro do
condomínio, eu consigo um ganho líquido em torno de 5% no produto”,
calcula Galli.



Parece, mas não é pouco. Se o lucro líquido é de 20%, 5% representam
aumento de um quarto, ou seja, acréscimo de 25% no dinheiro no bolso do
produtor no final de cada safra.





Agronegócios - Agricultores investem na construção de armazéns coletivos no Paraná