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terça-feira, 3 de março de 2015

Feedly - Calote ameaça indústria mineira- Abimaq

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Quase um mês após a Associação Brasileira da
Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) revelar que muitas
empresas do setor enfrentam problemas de inadimplência em relação aos
contratos firmados com empreiteiras fornecedoras da Petrobras, nada
mudou. Segundo o último levantamento realizado pela entidade, a dívida
já ultrapassa R$ 300 milhões. Em Minas Gerais a situação é ainda mais
grave e as fabricantes de bens de capital devem começar a intensificar
as demissões.No ano passado, segundo o diretor regional da ABIMAQ,
Marcelo Luiz Veneroso, mesmo tentando evitar ao máximo as dispensas, as
empresas demitiram no Estado cerca de 4 mil trabalhadores. Neste ano, a
tendência é que esse número aumente. "Para o setor, que usa mão de obra
altamente treinada e qualificada, demitir é o último recurso. Mesmo
assim, caso nada mude, mais demissões serão inevitáveis", destacou.O
chefe de gabinete da presidência da associação, Lourival Júnior
Franklin, explicou que a crise no setor de óleo e gás é sem precedentes
na história da ABIMAQ. "A situação das fornecedoras de máquinas e
equipamentos com as EPCistas (companhias que fornecem às operadoras, de
forma integrada, serviços de engenharia, suprimentos e construção) da
Petrobras é muito grave e o impacto é imediato. Hoje, posso dizer que,
além de demissões, há empresas que estão entrando em recuperação
judicial. E o resultado, no curto prazo, pode ser a falência", alertou
ontem Franklin, durante coletiva de divulgação de resultados.Além do
calote, ele destacou como ponto negativo a redução dos aportes já
anunciada pela estatal, que adiou ou cancelou grandes investimentos
previstos para este ano. "Isso afeta toda a cadeia, principalmente o
pequeno fornecedor, que acaba se tornando inadimplente e corre o risco
de falir", disse.De acordo com a entidade, atualmente cerca de 400
empresas, de todos os portes, fornecem para a Petrobras de forma direta e
indireta. E, desse total, pelo menos 120 estariam sofrendo com o atraso
nos pagamentos. Entre elas estão alguns fabricantes mineiros ou com
atuação no Estado, como a Delp Engenharia, a Usiminas Mecânica e a
Neuman & Esser.Apelo - Nesse sentido, a diretoria nacional da ABIMAQ
se reuniu ontem com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio
Exterior, Armando Monteiro, em Brasília, para discutir esta e outras
demandas do setor."Nossos presidentes ressaltaram a necessidade de o
governo não colocar em prática planos que possam fazer com que o setor
perca ainda mais receita", ressaltou o chefe de gabinete, referindo-se à
possibilidade de os ajustes fiscais previstos pelo Palácio do Planalto
acabarem com programas de incentivo à indústria, como o "Reintegra".Além
disso, a entidade tenta também uma reunião com a nova diretoria da
Petrobras, já que o encontro agendado anteriormente foi cancelado em
função da saída da então presidente, Graça Foster.Para Veneroso, o
envolvimento da estatal em esquemas de corrupção e toda a "confusão"
instalada na empresa afetam não só a "veia" dos fabricantes de máquinas e
equipamentos, mas também a indústria em geral."Quando o setor para de
produzir é porque os demais segmentos da atividade econômica também
estão parando ou vão parar só uma questão de tempo. E esse cenário não é
de hoje. Estamos avisando que a política econômica do governo vai
causar um colapso há cinco anos. Nos últimos três, os problemas
começaram a aparecer mais nitidamente", completou.
Diário do Comércio – MG, Clemar






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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Construção, agricultura e pecuária têm maior número de trabalhadores resgatados — Rede Brasil Atual

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

São Paulo – O balanço de 2014 das ações de combate ao trabalho divulgado hoje (28), dia dedicado ao tema, mostra maior número de resgatados em estados do Sudeste, em provável consequência do crescimento da fiscalização no setor urbano. De um total de 1.590 trabalhadores em situação análoga à de escravo, 437 estavam no setor da construção civil, sendo 118 apenas em uma obra no município de Macaé (RJ). Outros 344 foram identificados na agricultura, 228 na pecuária, 201 na extração vegetal e 138 no carvão. Desde 1995, quando os grupos móveis de fiscalização foram criados, o número de trabalhadores resgatados chega a 47 mil, em pouco mais de 1.700 operações feitas em quase 4 mil estabelecimentos.

O chefe da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (Detrae) do Ministério do Trabalho e Emprego, Alexandre Lyra, destaca parcerias inéditas feitas com o Exército, Ministério da Defesa, Ibama e Instituto Chico Mendes. Isso permitiu realizar operações "em municípios e em atividades econômicas antes não abordados com rotina".
Quase um quarto (24%) das ações fiscais foram realizadas em áreas urbanas. E nelas foram identificados 561 casos de trabalho escravo, 35% do total.
Dos quase 1.600 trabalhadores resgatados em 2014, a maior parcela foi identificada em Minas Gerais (364). Outros 159 casos foram registrados em São Paulo, 141 em Goiás, 123 no Rio de Janeiro e 117 no Piauí. O estado de Minas recebeu 46 ações fiscais, o Pará teve 28, São Paulo e Maranhão, 21 cada, e Tocantins, 20. Entre os setores de atividade, foram 60 ações na pecuária, 36 na construção, 33 na indústria madeireira e 31 na agricultura.
No corte por município, o maior número é de Macaé, com 118 casos na área de construção civil – a partir da fiscalização em uma construtora. Em seguida, 86 trabalhadores foram resgatados na colheita de café em Sooretama, no Espírito Santo, e 61 na coleta da palha de carnaúba, em Picos, no Piauí, estado que registrou outras 52 ocorrências no mesmo setor na cidade de Parnaíba. Foram mais 55 resgates na criação de bovinos para corte em Tarauacá (AC) e 52 na preparação e fiação de fibras de algodão em Mineiro (GO).

Construção, agricultura e pecuária têm maior número de trabalhadores resgatados — Rede Brasil Atual

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Agroindústria brasileira registra queda de 2,3% em 2011, registra IBGE - Porkworld LA

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Agroindústria brasileira registra queda de 2,3% em 2011, registra IBGE - Porkworld LA:

EXAME.com

Agroindústria brasileira registra queda de 2,3% em 2011, registra IBGE
Em 2011, a agroindústria brasileira recuou 2,3%, resultado inferior ao assinalado em 2010 (4,7%) e também menor do que o registrado pela indústria geral (0,3%). Os setores vinculados à agricultura (-1,6%), de maior peso na agroindústria, apresentaram desempenho abaixo dos setores associados à pecuária (-0,6%). O grupo inseticidas, herbicidas e outros defensivos para uso agropecuário decresceu 16,9% em 2011, impactado negativamente pelo aumento das importações, enquanto o segmento de madeira avançou 4,9%. Em bases trimestrais, a agroindústria apresentou resultados negativos nos quatro trimestres do ano: -3,9% no primeiro, -2,8% no segundo, -0,7% no terceiro e –2,5% no quarto trimestre, todas as comparações contra igual período do ano anterior.

Embora os derivados da agricultura tenham recuado 2,4% em 2011, influenciados principalmente pela queda nos derivados da cana-de-açúcar (-16,5%), a safra de grãos de 2011, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) foi de cerca de 159,9 milhões de toneladas, resultado 6,9% superior à safra recorde de 2010 (149,6 milhões de toneladas).

Em relação ao setor externo, segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, as exportações do agronegócio em 2011 atingiram o recorde de 94,6 bilhões de dólares, aumento de 24,0% em relação ao ano de 2010 (US$ 76,4 bilhões). Conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX/MDIC), houve aumento no volume exportado dos seguintes produtos da agroindústria: pedaços e miudezas de aves (4,9%), carne de aves não cortadas em pedaços (0,9%), grãos de soja triturados (13,4%), óleo de soja em bruto (9,5%), bagaços e outros resíduos da extração do óleo de soja (4,2%), celulose (1,2%) e fumo (12,0%). Por outro lado, assinalaram queda as exportações de açúcar (-9,4%), álcool (-11,5%), carnes de bovinos congeladas (-16,1%), carnes de suínos congeladas (-4,3%) e couros e peles de bovinos (-0,4%).

Produtos Industriais Derivados da Agricultura recuaram 2,4%

O setor de produtos industriais derivados da agricultura recuou 2,4%, com resultados negativos em três dos oito subsetores pesquisados, com destaque para a queda dos derivados da cana-de-açúcar (-16,5%), influenciado tanto pela redução na produção de açúcar cristal (-12,4%), como na de álcool (-22,8%). As outras contribuições negativas vieram dos derivados do trigo (-0,7%), em razão da queda da safra, e da laranja (-15,1%). Os resultados positivos vieram dos derivados da soja (3,7%); celulose (0,9%), fumo (13,4%) e arroz (14,5%).

Os produtos industriais utilizados pela agricultura avançaram 3,2% em 2011, apoiados em grande parte no aumento da produção de adubos e fertilizantes (7,7%), devido a expansão da renda agrícola e ao crescimento da safra e aumento no preço de algumas commodities. A fabricação de máquinas e equipamentos recuou 4,2% - a produção de tratores e colheitadeiras foi influenciada pela elevada base de comparação, já que em 2010 o setor havia crescido 31,5%. Em relação ao setor externo, as exportações de colheitadeiras aumentaram 5,7% e as de tratores de rodas recuaram 11,0%, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA).

Produtos Industriais Derivados da Pecuária tiveram queda de 1,7%

Os produtos industriais derivados da pecuária caíram 1,7% em 2011, com queda dos derivados da pecuária bovina e suína (-0,7%) e dos derivados de aves (-2,2%), e do subsetor de leite (-3,0%). Por outro lado, o segmento de couros e peles avançou 3,3%.

O setor de produtos industriais utilizados pela pecuária cresceu 3,1% em 2011, impulsionado em grande parte pelo crescimento de 1,9% na produção de rações e suplementos vitamínicos e pelo aumento de 9,6% na fabricação de produtos veterinários.

Fonte: Informações da ascom/IBGE)
Agroindústria brasileira tem queda de 2,3% em 2011, informa IBGEBand



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