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quarta-feira, 13 de abril de 2016

Agricultura e Embrapa lançam curso virtual de irrigação — Portal Brasil

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

O IrrigaWeb tem módulos técnicos, testes-provas objetivas, videoconferências, oficinas online e vídeos técnicos
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), lançaram o IrrigaWeb – Capacitação em Uso e Manejo de Irrigação. Trata-se de uma ferramenta virtual com cursos relacionados à agricultura irrigada para técnicos que trabalham na área.
“A irrigação é carente de aperfeiçoamento profissional. Com o curso, o Mapa e a Embrapa vão potencializar o conhecimento para um maior número de profissionais”, diz o coordenador-geral de Irrigação e Estratégias contra a Seca do ministério, Demetrios Christofidis.
De acordo com ele, o IrrigaWeb possibilita, por exemplo, o aprimoramento do manejo, a elevação da produtividade e os cuidados com o meio ambiente. Também pode contribuir para a geração de empregos especializados e retornos sociais e econômicos, bem como para regular a oferta de alimentos, reduzir a pressão sazonal dos preços dos alimentos e bem-estar no meio rural.
O Mapa, assinala Christofidis, incluiu nos planos agrícola e pecuário vários instrumentos de incentivo à adesão dos agricultores à irrigação, o que reforça a estratégia de expandir a agricultura irrigada em 1,5 milhão de hectares de solos aptos, entre 2016 e 2019. “Por isso, precisamos de profissionais competentes e capacitados.”
Módulos
O IrrigaWeb tem módulos técnicos, testes-provas objetivas, videoconferências, oficinas online, vídeos técnicos e de divulgação estão distribuídos em uma carga horária de 200 horas.
Os módulos técnicos e as videoconferências online abordam quatro assuntos: água na agricultura irrigada; necessidades de água, disponibilidade de água e balanço hídrico, requisitos e condições para água pelas culturas; métodos e manejo para aplicações de água e aos cultivos; e produtos adotados na irrigação de cultivos.
No primeiro módulo foram selecionados 500 participantes, que já começaram o curso. O foco principal da seleção é desenvolver as capacidades dos envolvidos com os empreendimentos de irrigação, especialmente os já existentes e nos polos e áreas potenciais para o desenvolvimento sustentável da agricultura irrigada.
Fonte: Mapa
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Agricultura e Embrapa lançam curso virtual de irrigação — Portal Brasil

Jornal do Brasil - Economia - 'WSJ': Apesar da crise, agricultura ainda é caso de sucesso na economia do Brasil

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

Jornal do Brasil
Matéria publicada nesta segunda-feira (11) no The Wall Street Journal, fala que o Brasil está sendo golpeado por uma profunda recessão, uma crise política e a epidemia do vírus zika, mas numa área o país continua sendo uma potência mundial: a agricultura.
Segundo a reportagem, em 2016, o Brasil deve registrar uma safra recorde de soja e uma quase recorde de milho, segundo projeções da Companhia Nacional de Abastecimento, a Conab, divulgadas na semana passada. Os produtores brasileiros também parecem prontos para alcançar safras recorde de café e cana-de-açúcar em 2016, enquanto os criadores de gado, frango e porco anteveem novos aumentos nas exportações.
O jornal americano analisa que as abundantes colheitas e os numerosos rebanhos são um raro ponto positivo na economia brasileira, que em 2015 apresentou sua maior contração nos últimos 35 anos e deve encolher mais 3,7% em 2016. A agricultura foi o único setor do Brasil que se expandiu no ano passado, em 1,8%, ao passo que o produto interno bruto recuou 3,8%.
A forte desvalorização do real no ano passado, 30% em relação ao dólar, deu impulso às exportações
A forte desvalorização do real no ano passado, 30% em relação ao dólar, deu impulso às exportações
“O mundo todo tem que comer e o Brasil está se sustentando com a agricultura”, diz Edimilson Calegari, gerente-geral da Cooperativa dos Cafeicultores de São Gabriel, a Cooabriel, no Espírito Santo. “Nossas lavouras e fazendas de gado são o que mantiveram a economia funcionando durante esses três anos ruins.”
A forte desvalorização do real no ano passado — 30% em relação ao dólar — deu impulso às exportações e mais do que compensou a queda nos preços das commodities. Isso ajudou a aumentar as reservas em moeda estrangeira e a reduzir o déficit em conta corrente do Brasil.






Jornal do Brasil - Economia - 'WSJ': Apesar da crise, agricultura ainda é caso de sucesso na economia do Brasil

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Monsanto aposta na agricultura digital para elevar a produtividade de grãos - Globo Rural | Agricultura

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

 agricultura_de_precisao_gps_tecnologia (Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo)

 A multinacional Monsanto anunciou nesta quinta-feira (10/12), em São
Paulo, que vai começar apostar na agricultura digital para alavancar a
produtividade de suas sementes e lavouras brasileiras. A companhia já
havia adquirido a empresa americana Climate Corporations há 3 anos
(investimento de US$ 930 milhões) e agora quer aproximar o produtor
rural brasileiro das tecnologias.


Rodrigo Santos, CEO da Monsanto para o Brasil e America do Sul, diz que nos Estados Unidos, cerca de 30 milhões de hectares já são cultivados com recomendações oferecidas por softwares e aplicativos (apps). "Gerando informações com precisão sobre o clima,
performance de germoplasma por talhões, características de solo, é
possível recomendar tecnicamente melhor para o agricultor", diz.



Segundo Geraldo Berger, diretor de regulamentação da Monsanto, programas como este, disponíveis para os sistemas IOS e Android,
unem o que até então era disponibilizado em plataformas separadas. "Os
aplicativos podem dar aos produtores informações digitais detalhadas por
talhão: solo, comportamento das sementes, clima, microclima, fertilidade,
entre outros. Esses dados são cruzados entre si e apontam as
necessidades de cada área da propriedade", explica. " É possível fazer
tudo isso no celular ou no tablet".



Santos diz que o país ainda precisa melhorar muito seus sistemas de monitoramento e geração de dados digitais, mas a companhia está conversando com muitas empresas de tecnologia da informação
que poderiam também  entrar no segmento do agronegócio, entre elas, a
Intel, Microsoft e IBM. "As parcerias seladas ao longos dos últimos anos
(com empresas que produzem equipamentos e máquinas embarcadas com
agricultura de precisão) estão ajudando bastante na geração de dados por
área, quando os agricultores permitem que tais informações sejam
compartilhadas".



Hoje, a Monsanto está testando a tecnologia em varias regiões (em oito
Estados), com uso dessas informações, oferecidas pelos próprios
produtores rurais. "Juntando as informações, é possível agir de forma
antecipada na lavouras, evitar grandes perdas, lembrando que cada região
brasileira tem características muito distintas", afirma Santos.



No ano fiscal que terminou em setembro de 2015, Santos disse que a Monsanto faturou
US$ 1,7 bilhão. Os números para 2016, investimentos e faturamento,
segundo a companhia, só serão divulgados em meados de fevereiro do ano
que vem. " Mas vamos continuar investido no País no mesmo ritmo, o Brasil tem
uma importância muito grande para a companhia". Esses investimentos
serão feitos, sobretudo, na área de pesquisa e inovação de sementes e
tecnologia em regiões como Petrolina (PE), Campo Verde (MT) e Porto Nacional (TO).



Em toda a América do Sul, a Monsanto possui cerca de 12 milhões de hectares cultivados com a semente de soja da variedade intacta. No Brasil, são 90 mil produtores rurais.



Em relação aos rumores de incorporações de outras empresas do setor
pela Monsanto, Santos diz que pode ser que novas parceiras possam ser
anunciadas, mas não ha ainda nada de concreto. "A agricultura do futuro
esta começando no Brasil. Nunca olhamos em curto prazo e ajustes, em
decorrência da economia e política, fazem parte do dia a dia. No
agronegócio, porem, é preciso olhar no mínimo, cinco anos lá na frente".





Monsanto aposta na agricultura digital para elevar a produtividade de grãos - Globo Rural | Agricultura

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

RedeNotícia — Muito além da nutrição

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Karina Toledo | Agência FAPESP – Embora não sejam digeríveis pelo organismo humano, alguns tipos de polissacarídeos encontrados em alimentos – como, por exemplo, a pectina – parecem ter a capacidade de modular o funcionamento de células do sistema imunológico. Identificar compostos com essa propriedade é o objetivo de um  projeto coordenado por João Roberto Oliveira do Nascimento, professor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (FCF-USP), no âmbito do Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC, na sigla em inglês) – um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP.
“Estamos fazendo uma triagem de polissacarídeos hidrossolúveis encontrados em banana, goiaba, chuchu e algumas espécies de cogumelos. Com base na composição da molécula e em dados da literatura científica, é possível especular se ela tem potencial imunomodulador. As mais promissoras vamos purificar e testar em culturas de células do sistema imune”, contou o pesquisador.
Dependendo do resultado observado in vitro e, posteriormente, in vivo, disse Nascimento, o grupo poderá pensar em extrair o composto para usá-lo como suplemento alimentar ou como ingrediente em diversas formulações.
O trabalho foi apresentado durante o 1º FoRC Symposium: Advances in Food Science and Nutrition, realizado nos dias 2 e 3 de setembro na FCF-USP. O evento reuniu diversos projetos em andamento nas quatro subáreas em que o FoRC foi dividido: “Sistemas Biológicos em Alimentos”; “Alimentos, Nutrição e Saúde”; “Qualidade e Segurança dos Alimentos”; e “Novas Tecnologias e Inovação”.
Ao lado de Adriana Mercadante, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual de Campinas (FEA-Unicamp), Nascimento coordena o pilar “Sistemas Biológicos em Alimentos”, cujo objetivo principal é estudar a composição química de frutas, hortaliças e fungos.
“A composição química tem relação direta tanto com a qualidade sensorial – cor, textura e sabor – quanto com os efeitos fisiológicos no organismo. A ideia é estudar não apenas os componentes presentes no alimento durante o cultivo como também as transformações que eles sofrem durante o envelhecimento, armazenamento e processamento”, explicou Nascimento.
No projeto liderado por Mercadante, o objetivo é identificar carotenoides (pigmentos que conferem cor vermelha, alaranjada ou amarela aos alimentos) presentes em frutas da biodiversidade brasileira e descobrir se proporcionam benefícios à saúde. A pesquisadora vem desenvolvendo novas metodologias para facilitar esse tipo de análise.
Já na pesquisa coordenada por Eduardo Purgatto, da FCF-USP, estão sendo comparadas três variedades de pitanga. Embora sejam da mesma espécie – Eugenia uniflora – uma apresenta cor amarela (conferida pelo betacaroteno), a outra roxa (por causa das antocianinas) e a terceira e mais comum, vermelha (graças ao licopeno).
“Os três pigmentos têm ação biológica diferente, embora sejam todos antioxidantes. A antocianina tem sido estudada por sua ação anti-inflamatória. O consumo de licopeno já foi associado em estudos anteriores à redução no risco de câncer de próstata e de pulmão. Já o betacaroteno parece ter efeito contra câncer hepático”, afirmou Purgatto.
Com o auxílio de técnicas de transcriptômica (análise de expressão de genes em larga escala) e metabolômica (que faz um amploscreening dos metabólitos produzidos pela planta), os pesquisadores tentam compreender como são reguladas as vias metabólicas relacionadas à síntese dos pigmentos.
“Queremos descobrir se há influência do solo ou do clima ou se foi uma mutação natural que surgiu. Com a compreensão do que influencia o metabolismo de formação de pigmentos, podemos interferir nesse processo e melhorar atributos de qualidade na planta. E também queremos entender o que acontece com esses pigmentos quando a fruta é armazenada ou processada para a produção de suco, por exemplo”, explicou Purgatto.
Impactos na saúde
Investigar como os compostos bioativos dos alimentos, particularmente os polifenóis, agem no organismo desde o nível celular e como são absorvidos e metabolizados é o foco do pilar “Alimentos, Nutrição e Saúde”, coordenado pelos professores Franco Lajolo e Thomas Ong, ambos da FCF-USP.
“Essencialmente, estudamos por que é importante comer fruta e verdura”, brincou Lajolo. “Há estudos epidemiológicos que associam o consumo de vegetais a um menor risco de desenvolver doenças, mas são raros os ensaios clínicos de intervenção, nos quais um alimento é dado ao paciente para verificar seu efeito na saúde e estudar os mecanismos envolvidos nessa ação biológica”, disse o pesquisador.
O grupo tem estudado diversas variedade de laranja, segundo Lajolo a principal fonte de polifenóis da dieta brasileira, e também frutos regionais como jabuticaba, grumixama e uma variedade de milho-roxo desenvolvida em parceria com a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-USP).
“Isolamos um determinado componente do alimento, damos a roedores e depois estudamos o impacto na urina, no plasma sanguíneo, nos órgãos e eventuais modificações no metabolismo. Tudo ao mesmo tempo. Também fazemos estudos de mecanismos de ação em culturas de células”, contou Lajolo.
Uma vez comprovado o efeito biológico in vivo, disse o pesquisador, será possível aplicar o conhecimento de diferentes maneiras. Uma delas é selecionar variedades de plantas que produzam quantidades maiores do composto bioativo de interesse. Outra possibilidade é desenvolver processos tecnológicos para processar o alimento sem comprometer suas propriedades funcionais. Além disso, torna-se possível calcular quanto é preciso ingerir de um determinado alimento para se obter o benefício à saúde.
“São todos desdobramentos na direção de uma agricultura biomédica”, afirmou Lajolo.
Mais qualidade e menos risco
Assegurar a inocuidade e a qualidade microbiológica dos alimentos ao longo de toda a cadeia produtiva é um dos objetivos do terceiro pilar do CEPID, intitulado “Qualidade e Segurança dos Alimentos”, coordenado pelas professoras Mariza Landgraf e Bernadette Dora Gombossy de Melo Franco, também da FCF-USP.
Um dos projetos dessa subárea está focado em vegetais orgânicos e busca bactérias patogênicas como Escherichia coli produtora de toxina Shiga (STEC) e também as do gênero Salmonella, associadas a quadros severos de diarreia.
“Escolhemos orgânicos porque, normalmente, os produtores usam fezes de animais como fertilizante. Mas não encontramos STEC em nenhuma das amostras e a ocorrência de Salmonella foi baixa. Acreditamos que isso se deve ao fato de os agricultores adotarem o processo de compostagem, durante o qual a matéria orgânica fica fermentando durante dois ou três meses, acidificando o pH. Isso faz com que microrganismos patogênicos, se presentes, sejam eliminados”, contou Landgraf.
Em outro projeto do grupo, emprega-se microbiologia preditiva e modelagem matemática para estabelecer as medidas de controle necessárias para evitar que a contaminação cruzada durante o manuseio de alimentos prontos para consumo cause danos à saúde da população.
Estuda-se principalmente a bactéria Listeria monocytogenes, que pode causar meningite e encefalite e provocar aborto em pessoas de risco, e que está frequentemente presente no ambiente de produção de alimentos.
Simulam-se em laboratório procedimentos usados em locais de venda desses produtos, como, por exemplo, fatiamento de frios em supermercados e padarias. “Os resultados são empregados para prever o comportamento de microrganismos nesses alimentos e verificar quais medidas de controle são mais eficientes”, contou Landgraf.
“Verificamos que um fatiador contaminado com essa bactéria, que é comum em queijos, pode ser a fonte de contaminação de até 200 fatias de presunto, se a limpeza e a temperatura ambiente não forem adequadas”, acrescenta Melo Franco.
Outros projetos que integram o terceiro pilar se dedicam a avaliar substâncias naturais com ação antimicrobiana que possam ser usadas como aditivos alimentares ou acrescentadas em embalagens para evitar a multiplicação de microrganismos. Alguns exemplos são o limoneno, extraído do óleo essencial de limão, e o eugenol, extraído do cravo.
Os pesquisadores estudam também compostos antimicrobianos produzidos por bactérias naturalmente presentes nos alimentos, como as bacteriocinas, que podem ser ativas contra outros microrganismos indesejáveis.
Inovação
Fortemente interligado aos outros três pilares, “Tecnologia e Inovação” tem a missão de desenvolver processos tecnológicos que possibilitem produzir ingredientes funcionais em larga escala e transformar o conhecimento gerado nas diversas pesquisas do CEPID em produtos. A coordenação é de Carmen Tadini, da Escola Politécnica da USP, e Paulo José Sobral, da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP.
Um dos projetos em fase mais avançada, que já conta com parceria de uma empresa de Ribeirão Preto, visa a obter em escala industrial a farinha de banana verde com alto teor de amido resistente.
“Desenvolvemos um protótipo de um secador híbrido que está em fase de teste e estamos determinando os melhores parâmetros para obtenção dessa farinha, que contém um tipo de amido que não é digerido no intestino delgado, somente no intestino grosso e, portanto, não é convertido rapidamente em açúcar”, disse Tadini.
Estudos coordenados pela pesquisadora Elizabete Wenzel de Menezes, da FCF-USP, mostraram que a farinha de banana verde promove a saciedade, melhora a mobilidade intestinal e favorece o crescimento de bactérias intestinais benéficas à saúde.
“Usamos a farinha de banana verde na produção de barrinhas de cereais, sopas e outras formulações e observamos que ela impede que o alimento cause um pico glicêmico no organismo, um dos fatores que podem favorecer o desenvolvimento de doenças como diabetes”, disse Tadini.
De acordo com Sobral, há ainda uma linha voltada ao desenvolvimento de embalagens bioativas, feitas à base de substâncias naturais como gelatinas e polissacarídeos, que aumentam o tempo de prateleira do alimento e reduzem o risco de contaminação.
“O grande desafio é tornar a embalagem viável economicamente, pois ela não será como o plástico, que serve para qualquer alimento. Será uma embalagem específica para cada produto, com a vantagem de ser biodegradável. E sabemos que há demanda”, disse o pesquisador.
Desafios
Durante a abertura do simpósio, o diretor científico da FAPESP, Carlos Henrique de Brito Cruz, disse que a instituição espera que as pesquisas desenvolvidas no âmbito dos CEPIDs tenham grande impacto científico, econômico e social.
“Nossa expectativa é que os pesquisadores desenvolvam conexões com a indústria e com os setores governamentais relacionados com alimentos. É preciso boa articulação entre os quatro pilares deste CEPID para que seja possível somar resultados”, disse Brito Cruz.
De acordo com Melo Franco, coordenadora do FoRC, fazer a transferência do conhecimento gerado nas pesquisas a para sociedade, e principalmente para a indústria de alimentos, é o maior desafio do grupo.
“No Brasil, temos poucas empresas na área de alimentos com fôlego para investir em pesquisa, desenvolvimento e inovação. As grandes multinacionais trazem produtos desenvolvidos em centros de pesquisa localizados em seus países de origem. As empresas brasileiras têm margem de lucro apertada. Mas já temos algumas negociações promissoras em andamento”, disse Melo Franco.
O evento ainda contou com a participação de membros do Conselho Consultivo Internacional do FoRC, que apresentaram as pesquisas realizadas em suas instituições de origem. Entre eles estavam Didier Attaix (Center for Food Safety and Security Systems), K.P. Sandeep (North Carolina State University), Paul Kroon (Institute for Food Research), Donald Schaffner (Rutger University) e Robert Buchanan (Center for Food Safety and Security Systems da University of Maryland).


RedeNotícia — Muito além da nutrição

terça-feira, 3 de março de 2015

Feedly -Agricultura paulista adota medidas para usar menos água - abimaq

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Com o volume de chuvas de fevereiro acima da
média esperada para o mês, a Sabesp deixou de captar água do segundo
volume morto do Sistema Cantareira. Mesmo assim a secretaria estadual de
Agricultura anunciou ontem medidas para minimizar os efeitos da
estiagem sobre a produção. Pesquisa para culturas mais resistentes a
estresse hídrico, revisão de equipamentos de irrigação, linhas de
financiamento para modernização dos equipamentos e perfuração de poços
artesianos, além da recuperação da mata ciliar são as medidas que devem
surtir efeito no médio prazo. "É fundamental que a população como um
todo — e o agricultor especialmente — entendam que a crise hídrica não é
momentânea: a seca de 2014 é um fenômeno climático que se apresentará
cada vez mais agudo", disse o secretário de Agricultura Arnaldo
Jardim. Segundo ele, a falta de disponibilidade hídrica no Brasil é
reflexo das Mudanças Climáticas e é preciso se preparar para conviver
com essa nova situação. Por isso, disse, as medidas anunciadas fazem
parte dessa nova realidade. "A agricultura não será mais a mesma e, por
isso, deve-se repensar procedimentos, rever métodos de produção e tratar
a água como um bem finito e de absoluta racionalidade", afirmou
Jardim. Das medidas anunciadas, apenas as ligadas aos equipamentos de
irrigação terão efeito imediato."A Câmara de Irrigação da ABIMAQ iniciou
uma força- tarefa para fiscalizar e calibrar os equipamentos de
irrigação",disse Jardim. A secretaria disponibilizou uma linha especial
de financiamento para a modernização desses maquinários. O prazo é de
oito anos, com taxa de 3% ao ano. Paralelamente, o Instituto Agronômico
de Campinas (IAC) estuda novos cultivares que tenham maior produtividade
em função da disponibilidade hídrica menor. "Os resultados foram
satisfatórios para um tipo de feijão que consome menos água e mantém a
mesma produtividade", disse. A outra medida diz respeito ao programa de
recuperação das nascentes de água. O estado já tem projetos-piloto em
Botucatu e Holambra. E também o Programa de Regularização Ambiental
(PRA), sancionado em meados de janeiro pelo governador Geraldo Alckmin,
que é a "adaptação" do processo de implantação do novo Código Florestal
que cabe aos estados. Nele, os proprietários de terra terão de fazer
recomposição de mata ciliar e de reserva legal. O secretário reconhece
que o agronegócio paulista já sofre as consequências da estiagem com a
redução da safra da cana e da produção de grãos. Mas afirmou que apenas
no decorrer de março será possível definir um quadro mais claro. Ele não
descarta medidas drásticas, como restringir a irrigação se a situação
de agravar.
Brasil Econômico, ClipNews






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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Portaria autoriza pagamento a agricultores de 22 cidades — Portal Brasil

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Os pagamentos do benefício Garantia-Safra relativos à safra de 2013/2014 foram autorizados nesta quarta-feira (14) pelo secretário substituto da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário, João Luiz Guadagnin, conforme portaria publicada no Diário Oficial da União.
O Garantia-Safra é uma ação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) concedido a agricultores familiares de municípios sistematicamente sujeitos a perdas na safra devido à seca ou ao excesso de chuvas.
Este ano, 26.848 pessoas de 22 municípios da Região Nordeste foram beneficiados pelo programa. Os municípios são de Alagoas, do Ceará, de Pernambuco, do Rio Grande do Norte e de Sergipe.
Segundo o site do Ministério do Desenvolvimento Agrário, o valor anual do benefício é R$ 850,00 na safra 2013/2014. O pagamento está vinculado ao cumprimento dos requisitos, incluindo o pagamento pelo agricultor do boleto bancário de adesão ao programa.
Também é necessário verificar se houve perda de, pelo menos, 50% da produção de culturas cobertas pelo programa no município devido à seca ou ao excesso de chuvas.
O Garantia-Safra será pago a partir deste mês, nas datas definidas pelo calendário de pagamento de benefícios sociais da Caixa Econômica Federal.
Fonte:
Agência Brasil 




Portaria autoriza pagamento a agricultores de 22 cidades — Portal Brasil

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

RASTREABILIDADE: Frutas, verduras e legumes vendidos a granel ou embalados serão rotulados - Cenário da Notícia em Lucas do Rio Verde e Região

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RASTREABILIDADE: Frutas, verduras e legumes vendidos a granel ou embalados serão rotulados
 O secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto, assinou nesta segunda-feira (15/12) resolução que regulamenta a rotulagem de frutas, verduras e legumes vendidos in natura e a granel ou embalados, que vai garantir a segurança alimentar desses produtos em todo o estado do Paraná. Com essa medida, o estado é pioneiro em garantir a rastreabilidade e a qualidade dos alimentos a granel comercializados no comércio varejista.
 
 
Participação - O ato de assinatura contou com a participação do secretário da Agricultura Norberto Ortigara, o diretor-presidente da Ceasa, Luis Dâmaso Gusi; e do coordenador do Centro de Apoio às Promotorias de Justiça de Defesa do Consumidor do Ministério Público do Paraná, Ciro Expedito Scheraiber; e do promotor de justiça Maximiliano Deliberador.
 
 
Aval - A medida tem o aval da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento e das Centrais Atacadistas do Paraná (Ceasa) na orientação e informação aos produtores e distribuidores até entrar efetivamente em vigor, o que vai acontecer em 1º de julho de 2015.
 
 
Informações - Conforme a resolução assinada nesta segunda, em 180 dias produtos como tomate, banana, laranja, maçã, cebola, repolho, cenoura, couve-flor, uva e morango vendidos embalados ou a granel deverão apresentar rotulagem que indica o produtor, endereço, e-mail, telefone, identificação e CNPJ dos atacadistas.
 
 
Segunda fase- Em um ano após a entrada em vigor da resolução, em janeiro de 2016 será iniciada a segunda fase, e produtos como batata, melancia, mamão, abacaxi, pepino, chuchu, abobrinha, alface, pimentão e aipim-mandioca deverão apresentar a mesma rotulagem.
 
 
Terceiro grupo - Um terceiro grupo, composto por todos os demais produtos comercializados no comércio varejista deverão apresentar a rotulagem no prazo de 540 dias após a entrada em vigor da resolução.
 
 
Rastreabilidade - De acordo com o secretário Michele Caputo Neto, são informações que vão facilitar a rastreabilidade dos alimentos, ação indispensável para a ação da Vigilância Sanitária. Segundo Caputo, entre 26% a 27% dos produtos hortifrutigranjeiros vendidos ao consumidor apresentam níveis elevados de resíduos de agrotóxicos que preocupam as autoridades da SAÚDE. “E a Vigilância Sanitária tem dificuldade de chegar à origem dessa produção por falta de identificação”, explicou.
 
 
Empenho - O secretário garantiu que inicialmente o poder público vai se empenhar em informar e orientar produtores e atacadistas para se adequarem à legislação. Mas avisou que a partir de junho a fiscalização da Vigilância Sanitária estará atenta aos produtos, mesmo aqueles vendidos a granel, sem o acompanhamento do rótulo de identificação de origem. “Precisamos garantir mais qualidade e segurança alimentar ao consumidor”, afirmou.
 
 
Outros dados - O chefe da Vigilância Sanitária da Secretaria da Saúde, Paulo Costa Santana, listou outras informações importantes que devem conter na rotulagem dos alimentos como lotes, data de colheita dos produtos que vão proporcionar opções de escolha ao consumidor entre aqueles com mais qualidade.
 
 
Transparência e segurança alimentar - Para o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, a medida vai aperfeiçoar o comércio de produtos hortifrutigranjeiros por meio da transparência e segurança alimentar. “O Paraná vem procurando incentivar as boas práticas de produção em todas as fases das cadeias produtivas e é importante oferecer boa informação ao consumidor,” afirmou.
 
 
Ações - Ortigara falou das ações da Secretaria da Agricultura para orientar o produtor a reduzir e a racionalizar a aplicação de agrotóxicos para que não fiquem resíduos nos alimentos que prejudicam a saúde do consumidor. “Vamos orientar e informar o produtor sobre o uso adequado de agrotóxicos, devendo aplicá-los somente quando for necessário e, mesmo assim, seguindo orientações seguras para evitar resíduos e contaminações”, explicou.
 
 
Rotulagem - A consolidação da rotulagem dos alimentos, na forma de resolução que permite o acompanhamento do poder público, é resultado de uma ação do Ministério Publico, de 2012, quando foi assinado um termo de cooperação com as secretarias da Saúde, da Agricultura e a Ceasa-PR para identificação e controle de uso indevido de agrotóxicos nos produtos como frutas, legumes e verduras.
 
 
Ampliação - De acordo com o promotor Ciro Scheraiber, agora esse trabalho será estendido a todo o estado do Paraná para proteção do produtor, que terá vantagens em reduzir a aplicação de agrotóxicos, e para o consumidor, que terá à disposição um produto de mais qualidade, resumiu.
 
 
Cumprimento - A norma deverá ser cumprida pelos supermercados, hipermercados, feiras livres, armazéns e também no comércio atacadista e será fiscalizada pelas equipes de vigilância sanitária, a partir dos prazos estabelecidos.





RASTREABILIDADE: Frutas, verduras e legumes vendidos a granel ou embalados serão rotulados - Cenário da Notícia em Lucas do Rio Verde e Região

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Lucro é sete vezes maior com plantio de eucalipto e madeira nobre na mesma área - O correio News

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 Mogno africano



 Mogno africano









Idealizador
do projeto “Dual Forest”, Everton Regatieri, dá as dicas para o
produtor que quer aumentar em sete vezes a lucratividade cultivando
eucalipto e madeira nobre na mesma propriedade.
Se
cultivados juntos, o eucalipto que pode ser usado para energia e o
mogno africano para madeira nobre garantem lucro a curto, médio e longo
prazo, segundo o especialista. A junção é interessante, porque o cultivo
de madeira nobre rende maiores lucros, mas precisa de 15 a 18 anos para
iniciar o corte, enquanto o eucalipto garante receita em menos tempo,
mas exige área extensa de plantio, o que aumenta o custo com o cultivo.
Associar
as duas espécies é uma alternativa viável já que eleva em apenas 20% o
custo médio de produção e faz com que a curto e médio prazos o produtor
quite suas dívidas com o plantio, de acordo com Everton, que falará
sobre o assunto durante o seminário “Biomassa e madeira nobre: novas
oportunidades de negócio”, realizado pelo programa Mais Floresta, nos
dias 13 e 14 de novembro, no auditório da Famasul (Federação da
Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul).
Os
participantes da palestra também terão acesso aos números referentes ao
custo da produção, a rentabilidade do cultivo e poderão conhecer mais
sobre o projeto que pretende ter uma base florestal de 4 a 5 mil
hectares de floresta mista para os próximos cinco anos no Estado,
conforme a Famasul.
Mais Floresta
– Desenvolvido pelo Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de
Mato Grosso do Sul), o programa Mais Floresta, promove ações para
apresentar perspectivas e oportunidades da cadeia produtiva da madeira
com a união de espécies de ciclo curto, médio e longo para produtores
rurais, empresários, investidores, profissionais liberais e técnicos,
além de outros segmentos da sociedade. O objetivo é consolidar o
potencial regional para atividades ligadas à silvicultura no Mato Grosso
do Sul.
O
primeiro dia do evento terá ciclo de palestras realizado na sede da
Famasul. A segunda etapa terá um dia de campo, com apresentação de
máquinas, equipamentos e produtos para o plantio de eucalipto e mogno e
processos de plantio, na sede da Embrapa Gado de Corte. Para mais
informações, acesse www.senarms.org.br/projetos/mais-floresta
Lucro é sete vezes maior com plantio de eucalipto e madeira nobre na mesma área

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Lâmpadas de LED aumentam produção de mini tomates | FarolCom

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Na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, alunos do Grupo de Estudos e Práticas em Olericultura (Gepol), orientados pela professora Simone da Cosra Mello, estudam a eficiência da tecnologia de cultivo protegido com suplementação luminosa no interior do dossel das plantas com lâmpadas de LED em condições tropicais e subtropicais. 
A pesquisa envolve Gustavo Quesada e Renes Rossi Pinheiro, alunos de doutorado do Programa de Pós Graduação em Fitotecnia, Guilherme Shinji Harano e Vinicius Abuno, estudantes de graduação do curso de Engenharia Agronômica da Esalq. 
Resultados preliminares da pesquisa indicam acréscimo em torno de 15% na produtividade do mini tomate cultivar Sweet Grape com o uso das barras de LED.
As mudanças climáticas apresentam-se como uma preocupação a mais para atividade agrícola. Para os produtores de hortaliças, o cultivo protegido tem sido uma alternativa viável para diminuir os riscos por excesso de chuvas, geadas, estiagem e elevadas temperaturas. 
“Essa tecnologia de cultivo vem aumentando significativamente, principalmente nas regiões sul e sudeste, com destaque para o estado de São Paulo”, comenta Simone, professora do Departamento de Produção Vegetal (LPV) da Esalq. 
Segundo a docente, nesse sistema o produtor dispõe de tecnologias como controle dos fatores ambientais no interior das estufas, injeção de CO2, uso de iluminação artificial, manejo da nutrição das plantas com base no controle dos fatores ambientais e maior eficiência no controle fitossanitário.
A professora Simone relata que essa técnica, conhecida como inter-lighting, é novidade no Brasil, utilizada até então apenas em países que se encontram em altas latitudes como é o caso, por exemplo, de grande parte da Europa, Canada e Japão, com a finalidade de aumentar a incidência de radiação fotossinteticamente ativa nos terços médio e inferior das plantas que são conduzidas na vertical. O aumento na produção de frutos por essa técnica tem sido explicado principalmente pelo aumento da eficiência fotossintética da cultura pela distribuição vertical mais homogênea da luz no dossel.
Suplementação luminosa
O estudo conduzido na estufa da Esalq irá avaliar a eficácia e viabilidade da suplementação luminosa por meio da utilização de barras de LED posicionadas no interior do dossel das plantas de tomate, conduzidas com duas, três e quatro hastes. “O primeiro experimento está sendo realizado em ambiente protegido climatizado, composto por sistema de resfriamento evaporativo pad&fan. O cultivo das plantas leva substrato inerte e a nutrição é feita por meio de solução nutritiva aplicada via sistema de irrigação por gotejamento.
As barras de LED, fornecidas em parceria com a empresa Philips, são compostas por 20% de LED’s azuis e 80% de LED’s vermelhos, que emitem 220 µmol de fótons por metro quadro e por segundo; têm 2,47 m de comprimento, 0,76 m de altura e 0,48 m de profundidade e durabilidade de 25.000 horas”. A explicação para essa combinação de cores é que os LED’s vermelhos e azuis emitem comprimentos de onda do espectro luminoso que são empregados no processo fotossintético, processo bioquímico essencial para o crescimento e desenvolvimento das plantas.
Outra vantagem do emprego de LED’s no cultivo protegido é sua baixa temperatura de operação (aproximadamente 25-35ºC), baixa tensão de operação e robustez física. “Uma das principais vantagens dessa tecnologia é poder complementar a radiação solar em regiões com menor incidência de luz ou poder iluminar partes da planta que recebem menor luz proveniente do sol pelo sombreamento, como é o caso do tomate. A medida que a planta vai se desenvolvendo as partes mais baixas da planta recebem menos luz pelo sombreamento do topo da planta. Portanto, o uso de barras de LED colocadas na altura das partes da planta que recebem menos radiação podem aumentar a produtividade porque a planta irá realizar mais fotossíntese e produzir energia para a produção de frutos”, explica a docente.
A primeira parte da pesquisa termina em dezembro e o estudo será conduzido por mais um ano. Até o momento, foi possível quantificar acréscimo em torno de 15% na produtividade do mini tomate cultivar Sweet Grape com o uso das barras de LED. Entretanto, o percentual total de aumento da produção de frutos será determinado no final do período de condução do experimento.
Por Caio Albuquerque, da Esalq em Piracicaba




Lâmpadas de LED aumentam produção de mini tomates | FarolCom

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

HOME MANAGEMENT: Agricultura urbana?

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Você quer ter uma hortinha, mas mora na cidade?

As dicas do Manual de Agricultura Urbana (Em espanhol) podem ajudar.

Nele você encontra orientações seguras de como aproveitar pequenos espaços para produzir alimentos com qualidade e sem agrotóxicos, além de dicas de cultivo muito interessantes, como o manejo de resíduos orgânicos, para geração de adubos naturais, como fazer uma composteiras e muitas dicas mais.

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HOME MANAGEMENT: Agricultura urbana?

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Exportações de trigo do Uruguai para o Brasil crescem 537% - Cenário da Notícia em Lucas do Rio Verde e Região

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Nos oito primeiros meses do ano, o Brasil importou 4,17 milhões de toneladas de trigo por um valor de 1358,9 milhões de dólares. 

O país recebeu 1,93 milhões de toneladas dos Estados Unidos e 1,29 milhões de toneladas da Argentina - este último número mais baixo devido a restrições governamentais. 

Os produtores uruguaios, no entanto, estão se beneficiando com a exportação de trigo para o Brasil. O uruguai ganhou bastante espaço no mercado com a diminuição de exportação argentina. As vendas passaram de 119.692 toneladas em janeiro/agosto de 2013 para 763.002 toneladas no mesmo período deste ano, ou seja, um crescimento de 537%. 

Enquanto isso, os produtores brasileiros contam com um anúncio de leilão de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro) para escoar a produção de trigo nacional. No entanto, a redução de oferta interna também depende de aumento expressivo nas exportações. O Governo Federal já sinalizou que o anúncio será feito em breve. 
 





Exportações de trigo do Uruguai para o Brasil crescem 537% - Cenário da Notícia em Lucas do Rio Verde e Região

quinta-feira, 25 de julho de 2013

GLOBO RURAL - NOTÍCIAS - Geada atinge cafezais do Paraná, mas danos devem ser minimizados

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A condição climática de nebulosidade pode ter minimizado os danos provocados pelas geadas nas lavouras de café do norte do Paraná na madrugada desta quarta-feira (24/7). Para ocorrência de geadas, entre outros fatores, a temperatura deve cair abaixo de 4 graus e a noite deve ter céu claro, sem ventos e baixa umidade do ar.

O meteorologista da Somar Meteorologia, Celso Oliveira, informa que os primeiros relatos de agrônomos da Cooperativa dos Cafeicultores de Mandaguari (Cocari) indicam perdas parciais nos cafezais. "Aparentemente, houve queima das folhas, principalmente na metade superior de algumas plantas. Os técnicos estão 'rodando' pelo campo e informações mais precisas devem chegar ao longo dos dias. Conforme os relatos, o prejuízo pode ter sido minimizado pela condição climática de nebulosidade na noite de ontem (23)", diz Oliveira. Em Mandaguari, a mínima na madrugada alcançou 3 graus negativos, na relva.

Conforme informações da Somar, com base em dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a temperatura mínima na madrugada alcançou 0,5 grau em Ibaiti, 1,5 grau em Maringá e 2 graus em Londrina. O Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) e o Instituto Simepar informaram que permanece o risco de geadas em toda a região cafeeira paranaense na madrugada desta quinta-feira e que o alerta de geada está mantido.

Os produtores paranaenses colhem safra de café estimada em 1,7 milhão de sacas de 60 kg, ou cerca de 3,5% do total nacional. O Estado é o quinto principal produtor do País, atrás respectivamente de Minas, Espírito Santo, São Paulo e Bahia.

São Paulo e Minas

No sudoeste de São Paulo, não há, por enquanto, relatos de danos aos cafezais provocados por geada. A mínima alcançou 2,5 graus em Avaré e 1,5 grau em Ourinhos.

Conforme Oliveira, a tendência agora é de elevação gradual da temperatura. O maior risco de geada ficou para trás, na madrugada desta quarta. A frente fria, no entanto, está estacionada na divisa entre São Paulo e Minas. Deve chover nas lavouras de café da mogiana e do sul de Minas, pelo menos até sexta-feira (26).


GLOBO RURAL - NOTÍCIAS - Geada atinge cafezais do Paraná, mas danos devem ser minimizados

G1 - Crise faz jovens portugueses buscarem trabalho na agricultura - notícias em Agronegócios

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Há cinco anos, a União Europeia enfrenta uma grave crise econômica, com recessão e muito desemprego. Ao lado da Grécia, Espanha, Irlanda e Itália, Portugal é um dos países que mais sofrem com ela.
Os repórteres José Hamilton Ribeiro e Francisco Maffezoli Júnior foram até lá e puderam ver que, para se livrar do desemprego, muitos jovens vão buscar trabalho na agricultura.
Lisboa 2013. Em Portugal tudo é bonito, limpo organizado, mas a crise econômica que atinge quase toda a Europa alcança os portugueses principalmente no trabalho. Entre os jovens, o desemprego é ainda maior.
Em certas regiões do interior verifica-se um movimento de busca de oportunidades na exploração de projetos agrícolas, em certa medida, e ainda, em certa proporção seria uma volta ao campo, atrás de uma situação que no momento a cidade não oferece mais.
A exportação de produtos tradicionais da agricultura portuguesa como vinho, azeite, azeitona e cortiça está em alta. Na feira agrícola de Santarém,  a 81 quilômetros de Lisboa, que se realiza a cada ano, havia expectativa em relação a visita da ministra da Agricultura de Portugal, Assunção Cristas. Em entrevista ao Globo Rural, ela se mostrou otimista. “O setor agrícola e agroalimentar, o ano passado, foi o único setor que cresceu em Portugal. Cresceu quase 3%, quando a recessão da nossa economia foi de menos 3%”, declara a ministra.
“Eu penso que neste momento o campo já está sendo uma boa oportunidade de trabalho e para o futuro vai continuar a ser, porque a demanda de alimentos a nível mundial está crescendo, em Portugal nós temos mercado interno também para conquistar”, comenta Crista.
A ministra Assunção confia a próxima geração vai crescer em um país de muitas oportunidades para todos, como foi o país até cinco anos atrás. Hoje o momento é de preocupação. O desemprego alcança 17% da população, sendo maior entre os jovens. Na faixa dos 15 aos 24 anos passa dos 40%.
“Essa saída para a agricultura será sempre uma saída muito reduzida, face ao volume de jovens que existem desempregados. Nos últimos tempos têm aparecido algumas iniciativas de criação de empresas, muito pequenas, mas tem uma expressão extremamente limitada”, declara Carlos Manoel Gonçalvez, professor de sociologia do trabalho - Universidade do Porto.
Na Cidade do Porto, a segunda maior do país, o Globo Rural teve um encontro expressivo com esses jovens. Inês está terminando o curso de arquitetura. “Acredito que queira arranjar algum emprego na minha área em Portugal. Apesar de não excluir a hipótese de emigrar”, diz Inês.
Dos seis da mesa, três até consideram a possibilidade de deixar o país. Os outros três pensam em uma solução ligada a terra. Armando é formado em informática, está há um ano sem trabalho, e há pouco tempo decidiu fazer um curso sobre gestão de propriedade rural.
“A minha área de agricultura, que eu gosto bastante é hidroponia. No meu caso eu gostava mais das saladas. Não pelo valor em si, mas pela facilidade da plantação de salada em sistemas hidropônicos”, comenta Armando.
O curso que Armando faz transforma jovens formados em outras áreas em agricultores e também ajuda a preparar projetos para o Proder, Programa de Desenvolvimento Rural.
O candidato apresenta um projeto de atividade agrícola. Se aprovado, recebe um financiamento de 60% do valor a fundo perdido, e ainda um bônus pra começar o negócio. Desde o início do ano, 7.300 projetos de jovens agricultores foram aprovados, a maioria, no norte de Portugal.
A 60 quilômetros da cidade do Porto, fica Amarante, de 50 mil habitantes,  conhecida principalmente por causa da festa de São Gonçalo.  Em Amarante funciona a Associação de Agricultores Riba-Douro que examina os projetos agrícolas.
De 2007 até 2011 foram aprovados cerca de 20 desses projetos. De 2012 pra cá, foram aprovados cerca de 50.  “Não há saídas profissionais, mesmo que a pessoas tenham um curso superior. Daí que muitos deles têm terrenos, outros não têm e vão procurar terrenos. A ideia é ficar aqui em vez de imigrar”, explica Lourdes Cardoso, engenheira agrícola responsável pela Riba-Douro.
Jovens de uma forma ou de outra voltando ao campo. Situação diferente da que o Globo Rural mostrou em 1997. Naquela época, o repórter José Hamilton Ribeiro, esteve na região de Mirandela, também no norte de Portugal e encontrou um cenário bem triste.
Por causa do êxodo, que começou no país lá pela década de 60, comunidades rurais praticamente inteiras ficaram abandonadas. Nas vilas só encontramos velhos. “Só ficamos os velhinhos, os novos já estão tudo no estrangeiro. Foram embora porque aqui não se ganha nada”, declarou uma moradora da região.
Na época, Alzira e o marido, que já morreu, ficaram. Ela estava tocando a propriedade de quatro hectares sozinha com muita dificuldade, mas agora recebeu uma ajuda que considera preciosa. O filho Ricardo, que estava estudando fora, voltou.
Ricardo estudava publicidade na Cidade do Porto e deixou o curso na metade. “Enquanto estava na faculdade, vi a crise afetar o país. A dificuldade que estava em encontrar saídas pra nossa área de formação. Pronto, arregacei as mangas e voltei pra agricultura”, explica Ricardo Meneses, agricultor.
Com a volta de Ricardo, a propriedade se transformou.  Antes só se produzia uva de vinho verde, típico da região. Agora, com o financiamento ele plantou kiwi e também está cultivando cogumelo.
O cogumelo chega a pagar as contas do mês, mas o lucro mesmo ele espera que venha da uva e do kiwi. “Neste momento ainda estamos terminando de implementar os pomares de kiwi, mas daqui a quatro, cinco anos, quando estiver em produção, espero obter um rendimento líquido de 25 a 30 mil euros de rendimento. Que serão cerca de 50 a 60  ordenados mínimos portugueses. É um rendimento muito bom para a média de Portugal”, avalia
Em outra propriedade, quatro amigos, três com diploma universitário, formaram uma sociedade e cultivam shitake, um tipo de cogumelo muito apreciado na Europa. O shitake é cultivado em toras de madeira, tanto madeira nativa - quando se pode cortá-la - quando eucalipto. “Nós dividimos a despesa da mão de obra entre nós”, diz Rafael Azevedo, contador e agricultor.
Rafael foi quem chamou os amigos pra se juntar ao negócio. Ricardo Moreira  nunca tinha trabalhado no campo. “Eu estava desempregado. Em contato com outros colegas decidimos produzir algo todos juntos”, diz o agricultor.
Eles também fazem o comércio do cogumelo. Afinal quem produz precisa de quem compre, senão o projeto fracassa. “O mercado na Europa procura muito este produto e eu acredito profundamente que isso vai ter futuro”, comenta Rafael.
Na região do Alentejo está um dos principais investimentos do governo no setor agrícola. A barragem de Alqueva irriga uma das áreas mais secas do país. Espera-se que chegue a ter 120 mil hectares atendidos. A chegada da água abriu novas possibilidades de cultivo e de trabalho.
Marta Marques se formou em química. “Formei, tirei uma pós graduação passado um ano, depois fiz um estágio na parte de laboratório”, conta.
Marta agora está trabalhando na produção de azeitona, mas não como química. Ela ajuda na administração da propriedade do pai, Joaquim. Ele já tinha uma plantação no sistema de sequeiro.
Com a água da barragem, conseguiu mais terras e aos poucos foi ampliando o negócio em parceria com o filho Pedro, que cuida do manejo da oliveira irrigada. “Nós temos 135 hectares e 416 árvores por hectare. Em olival de sequeiro poderemos ter de 80 a 130”, explica.
As azeitoninhas que já aparecem serão desbastadas para as plantas se fortalecerem e criarem no ano que vem uma carga maior. Joaquim Marques que lida com oliveira desde criança está muito contente, porque a plantação agora até permite que a filha trabalhe com ele, ainda que fora de sua formação.
“Foi uma forma de fazer com que ela não ficasse parada em casa. E também como uma forma de moralizar, por serem novos e terem uma atividade. Peço que hoje ela esteja completamente moralizada para a vida”, declara o pai.
O plano da família Marques é construir um lagar, uma fábrica de azeite. Aí sim, com laboratórios e controles, Marta poderá continuar no campo, porém trabalhar na área para qual se formou. A crise, às vezes, abre uma grande oportunidade.


G1 - Crise faz jovens portugueses buscarem trabalho na agricultura - notícias em Agronegócios

segunda-feira, 1 de julho de 2013

ABIMAQ - Por que a agricultura dá certo no Brasil?

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Uma pergunta a ser feita é: O que faz, no mesmo país, o setor agrícola ir tão bem, enquanto a indústria de transformação vive um de seus piores momentos, com perda de competitividade, invasão de produtos importados e, consequentemente, um avassalador processo de desindustrialização?

Certamente muitos dirão que isso ocorre porque o Brasil é um país continental, tropical, de terras férteis e, portanto, com talento para a agricultura. Outros dirão que o preço internacional das commodities, nas alturas, contribui para a competitividade do agronegócio brasileiro. Mas será que é só isso?

É claro que esses fatores contribuem, mas não são só eles, isoladamente, que fazem da agricultura brasileira uma das mais produtivas do mundo. O fato é que existe, efetivamente, uma Política Agrícola que empurra o agronegócio brasileiro, o que está mais do que correto.

O Plano Safra 2013/14, anunciado na primeira semana de junho, é uma clara demonstração de que é possível fazer políticas que possam resultar no aumento de competitividade dos diversos setores da economia.

E as vantagens comparativas são muitas em relação aos demais setores da economia. O volume de recursos para o financiamento rural cresceu 18% e saltou para R$ 136 bilhões.

Os produtores, cooperativas e cerealistas receberão R$ 25 bilhões em financiamentos para construção de novos silos, com juros de 3,5% ao ano e prazo de 15 anos para pagar. Serão destinados mais de R$ 13,2 bilhões para o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural, com taxa de juros de 4,5% ao ano.

As cooperativas receberão recursos de R$ 5,3 bilhões para capital de giro e incremento da competitividade do complexo agroindustrial, com juros de 6,5% ao ano. Para se ter uma ideia, a indústria de pequeno e médio porte no Brasil, que é intensiva em capital de giro, paga de 25% à 50% de juros ao ano.

O Seguro Rural terá dotação de R$ 700 milhões, com subvenção do prêmio entre 40% e 60%. Ainda foram anunciados, no bojo do plano, a garantia de preço mínimo, mais de um R$ 01 bilhão para o Programa Inova Agro e R$ 4,5 bilhões para o Programa Agricultura de Baixa emissão de Carbono, todos com taxa de juros real negativa.

Ainda existem os Programas “Mais Alimentos”, com juros entre 1% e 2% ao ano (Federal) e Pró-trator (esse no Estado de São Paulo), com juros de 0%, que permite ao pequeno agricultor adquirir tratores e implementos para mecanização das pequenas propriedades.

Por fim, temos a EMBRAPA, uma das principais responsáveis por transformar o Brasil em liderança mundial na agricultura tropical, com a realização de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica para o aumento da produtividade e sustentabilidade da agricultura.

Esses são os fatores que fazem, acertadamente, a agricultura brasileira uma das mais competitivas e produtivas do mundo, fazendo com que os resultados desta política permeiem sobre as demais cadeias do agronegócio, com geração de mais empregos e renda. Um exemplo é o setor de máquinas e implementos agrícolas, também representado pela ABIMAQ que, diferentemente dos demais setores, vive um momento de plena produção, fruto de uma eficaz política Agrícola.

Enquanto isso, em uma realidade totalmente adversa, a indústria nacional de transformação, que agrega valor e gera desenvolvimento tecnológico, é obrigada a conviver com o “tripé do mal” (câmbio, tributos e juros) - custo Brasil que torna os produtos brasileiros cerca de 40% mais caros que os produzidos na Alemanha e E.U.A (isso sem comparar com a China, onde a diferença é brutal); câmbio totalmente desfavorável ao processo produtivo; alto custo do crédito e escassez em linhas de financiamentos de longo prazo, uma combinação perniciosa que tira toda a competitividade da indústria nacional.

A seu favor, como efetiva medida de competitividade, a indústria tem apenas o PSI-FINAME, com taxa de 3,5% ao ano e até 10 anos para pagar (porém, metade das empresas não pode usufruir deste incentivo por não possuir CND – Certidão Negativa de Débito – todos impostos em dia). Não fosse isso, a indústria estaria em situação ainda mais grave. Reconhecemos que outras medidas foram implementadas, como a desoneração da folha, o crédito imediato da PIS/COFINS e a redução do IPI. Contudo, essas medidas não surtiram os efeitos esperados e demonstram ser incapazes de reverter o atual quadro de estagnação da indústria de transformação.

Mas ainda é possível reverter esse quadro, com políticas que ataquem as questões estruturais. A exemplo da política agrícola, é preciso construir uma política industrial que seja voltada à ampliação dos investimentos em infraestrutura, para impulsionar a produtividade da indústria. Do contrário, a taxa de investimento (FBCF) continuará em torno dos inexpressivos 18% do PIB. Para se ter uma ideia o mundo investe, em média, 23% do PIB. Ou seja, o Brasil continuará a patinar no que se refere ao desenvolvimento, geração de emprego e de riquezas.

Podemos sim ser um país forte na produção de commodities, mas também acreditamos ser possível produzir bens de alto valor agregado, pois uma atividade não exclui a outra.

Onde uma EMBRAER (será que existe atividade mais complexa do que produzir avião?!) e a agricultura dão certo, porque não podemos ter uma indústria de transformação forte e competitiva, já que não existe país rico e desenvolvido que não possua uma indústria de transformação forte?

O que não podemos é, por exemplo, ser um dos maiores produtores de café do mundo e, ao mesmo tempo, ver a Alemanha, que não possui um pé de café, ser a maior exportadora de café industrializado do planeta.

Caminhos existem, desde que haja vontade política e, consequentemente, uma Política Industrial bem estruturada.

Luiz Aubert Neto

Presidente


Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Grãos disparam na CBOT com clima adverso nos EUA - Notícias Agrícolas

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Cuiabá/MT
Começa nesta quarta-feira (01) e vai até o dia 31 de maio a primeira etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa em Mato Grosso. Aproximadamente 12,5 milhões de bovinos e bubalinos com até 24 meses de idade deverão ser imunizados, segundo o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea). Produtores de todo o Estado, exceto da região do Pantanal, devem vacinar o rebanho contra a doença. A comunicação precisa ser feita ao Indea até o dia 10 de junho. 

Segundo o diretor de Relações Institucionais da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) e presidente do Conselho Fiscal do Fundo Emergencial de Saúde Animal de Mato Grosso (Fesa-MT), Rogério Romanini, o combate à doença é fundamental para o Estado manter seu status de área livre de febre aftosa, reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). 
Os contratos futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago operam com expressiva alta na sessão desta segunda-feira (29). Os ganhos nos principais vencimentos, por volta das 13h13(horário de Brasília), variavam entre 30,25 e 37 pontos, justificados pelas condições de clima adverso nos Estados Unidos. Omercado vem ampliando as altas desde o fechamento do pregão noturno, onde o milho fechou com mais de 10 pontos positivos. 

O avanço do cereal acabou estimulando também uma boa alta para os futuros da soja que, mais cedo operavam próximos da estabilidade e, por volta das 13h15 (horário de Brasília), já subiam entre 18 e 32 pontos nos principais vencimentos. As posições de mais curto prazo registravam os ganhos mais expressivos e o contrato maio/13 era cotado a US$ 14,62. Já a posição julho subia mais de 20 pontos e recuperava o patamar dos US$ 14, valendo US$ 14,02 por bushel.

Acompanhando a soja e o milho, o mercado do trigo também opera com expressiva alta. As posições mais negociadas sobem mais de 20 pontos e também são justificadas pelo atraso do plantio do grão de primavera nos EUA com o frio e as chuvas excessivas. Além disso, as condições adversas também prejudicam as lavouras do trigo de inverno, fator que contribui para o movimento positivo. 

Ao contrário do que indicavam as últimas previsões, o cenário climático para o plantio do grão ainda preocupa e já começa a refletir nas posições negociadas em Chicago. As temperaturas nas principais regiões produtoras seguem baixas, há chuvas excessivas e ainda a previsão de geadas. 

De acordo com Vlamir Brandalizze, consultor de mercado da Brandalizze Consulting, "no milho, normalmente, metade das lavouras já estariam plantadas essa semana, e como há indicativos de muita chuva essa semana e temperaturas ainda muito baixas, ainda devemos ver o plantio lento, deixando o processo todo atrasado". 

Na tarde de hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos)  divulga um novo boletim de acompanhamento de safra e os números deverão confirmar mais uma vez, segundo o analista, esse siginificativo atraso no plantio do grão, que, provavelmente, não deverá passar dos 10% da área enquanto deveria estar em cerca de 30%. 
Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes



Grãos disparam na CBOT com clima adverso nos EUA - Notícias Agrícolas

Estudo identifica o uso da Agricultura de Precisão no Brasil - Tempo real - Economia, Finanças e Negócios | Investimentos e Notícias

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Para promover políticas públicas que impulsione a inovação tecnológica pela adoção de Agricultura de Precisão (AP), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), elaborou um plano de ação que estabelece as etapas do trabalho a ser desenvolvido. A primeira fase já está em andamento com o apoio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e tem a finalidade de identificar quais indústrias, propriedades agrícolas e serviços de assistência técnica, utilizam a ferramenta.
O plano de ação propõe entre outras coisas, a criação de uma linha de apoio para AP, capacitação, difusão e extensão das técnicas, assim como, aprimorar os trabalhos que já são realizados pela Conab. Já está em curso, um levantamento estatístico que avalia o perfil dos agricultores que utilizam a ferramenta, quantos a emprega, qual área utilizada e quantos equipamentos são comercializados no país. No Mapa, os dados são organizados pela Coordenação de Acompanhamento e Promoção da Tecnologia Agropecuária da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (CAPTA/SDC/Mapa) sob orientação da Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão (CBAP).
Criada em setembro de 2012, a CBAP tem o objetivo de difundir e fomentar o conceito e as técnicas da AP. A agricultura de precisão utiliza equipamentos e máquinas que fazem análise de solo e distribuem os insumos em taxas variadas. Sensores de rendimento mostram as áreas com melhor rendimento do solo e orientam para a melhor maneira de plantar. Aparelhos de GPS mapeiam e ajudam a monitorar a propriedade para adubação e uso de agroquímicos em quantidade certa para cada local. Isso evita o desperdício de fertilizantes, otimiza a colheita e proporciona sustentabilidade e competitividade ao pequeno, médio e grande agronegócio brasileiro.
Segundo o secretário da SDC, Caio Rocha, a meta do Mapa é difundir pelas lavouras, as técnicas da Agricultura de Precisão. “Queremos levar esse conhecimento, de forma ampliada e adequada por meio da tecnologia, até os agricultores para que utilizem, cada vez mais, essas ferramentas. Está comprovado que o método melhora a gestão da unidade produtiva, aumentando a competitividade, fazendo uso de técnicas sustentáveis”, disse.
(Redação – Agência IN)


Estudo identifica o uso da Agricultura de Precisão no Brasil - Tempo real - Economia, Finanças e Negócios | Investimentos e Notícias