quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Agronegócio brasileiro vai participar de 10% do comércio mundial - Monitor Mercantil

BY Agro Mecânica Tatuí IN No comments

A participação do agronegócio brasileiro no comércio mundial saltará de 7,04% para 10% até 2018. A meta foi anunciada pela ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento).. O crescimento das exportações do setor, afirmou, será baseado em garantias sanitárias, produtividade e conquista de novos mercados.

Para responder por 10% de todo o comércio agrícola no mundo – que em 2014 alcançou US$ 1,17 bilhão –, o Brasil continuará investindo em negociações comerciais e sanitárias com os 22 principais mercados internacionais que, juntos, representam 75% da atividade comercial mundial.

Fazem parte desse grupo parceiros tradicionais do Brasil e que compõem o chamado “Big 5”, os cinco maiores importadores de alimentos no mundo: Estados Unidos, União Europeia, China, Rússia e Japão. “Somente essas nações são responsáveis por metade de todas as compras mundiais de produtos agropecuários”, disse a ministra, que ressaltou que o país precisará negociar um “mix” de acordos, tanto sanitários quanto tarifários.



Recof-Sped beneficia as empresas exportadoras

Um dos pilares do Plano Nacional de Exportações 2015-2018 é o aperfeiçoamento dos regimes e mecanismos tributários de apoio às exportações. Nesse contexto, a Secretaria da Receita Federal do Brasil iniciou um projeto para a ampliação do acesso ao Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado (Recof). Foi publicada no DOU a Instrução Normativa RFB 1.612, que lança uma nova modalidade de entreposto industrial, o Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado do Sistema Público de Escrituração Digital (Recof-Sped), ampliando substancialmente o rol de empresas que podem se beneficiar do regime.

O novo modelo é uma evolução do Recof, implementado em 1997 pelo Decreto 2.412. Este regime permite que a empresa beneficiária importe ou adquira no mercado doméstico insumos para o seu processo produtivo, industrialize os seus produtos finais e os exporte, sem realizar o pagamento de tributos em quaisquer dessas etapas. Também é possível vender, sem a cobrança de multas ou juros, parte da produção ou mesmo parte dos insumos importados no mercado brasileiro, sendo necessário, neste caso, efetuar o recolhimento dos tributos devidos após a concretização das vendas. Isto propicia um significativo adiamento do pagamento dos tributos, o que alivia o fluxo de caixa das empresas.



AEB abre inscrições para o ENAServ 2016

A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) promove a 19 de abril, em São Paulo, a 7ª edição do Encontro Nacional do Comércio Exterior de Serviços – ENAServ 2016, com o tema “Oportunidades no Mercado Externo de Serviços”. As inscrições, que são gratuitas, já estão abertas e podem ser feitas no site www.enaserv.com.br. Segundo o presidente da AEB, José Augusto de Castro, o setor de serviços apresenta crescente vigor – tem crescido a taxas superiores às do crescimento do comércio de bens – e está diretamente relacionado a importantes fluxos de investimentos diretos, assim como a atividades ligadas à inovação, à indústria e ao agronegócio. “O segmento é relevante para a retomada do crescimento econômico. As novas tecnologias de informação, a redução nos custos de transportes e o incremento dos negócios relacionados ao setor têm criado um cenário positivo para expandir o conjunto de serviços comercializáveis”, afirma.



Abiec promove carne brasileira em países árabes

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) irá levar 18 frigoríficos para participar da Gulfood, maior feira de alimentos do Oriente Médio, que acontece de 21 a 25 de fevereiro em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Fora da feira, a associação realizará dois churrascos para promoção de carnes do país, um em Dubai e outro em Riad, na Arábia Saudita. As empresas de carne bovina que irão participar da feira são Frigosul, Mafripar, Frigol, Cooperfrigu, Agra, Frialto, Plena, Iguatemi, Xinguara, Mataboi, Marfrig, Frisa, Minerva, JBS, Astra, Barra Mansa, Mondelli e Oderich.

“Vamos fazer um evento fora da feira para promover a carne gourmet. O evento será feito com a Associação Brasileira de Angus, pois identificamos a oportunidade de exportação de carne de alta qualidade [para aquela região]”, afirmou Fernando Sampaio, diretor-executivo da Abiec, 



Francal realiza maratona de feiras internacionais

Menos de um mês depois de abrir seu calendário internacional na Expo Riva Schuh, na Itália, a FRANCAL 2016 carimba o passaporte para viver uma verdadeira maratona de feiras mundiais do setor: IFLS, na Colômbia, GDS, na Alemanha, e theMicam, na Itália com objetivo bem definido: trazer mais compradores internacionais e aumentar as oportunidades de negócios para expositores que exportam. Marcar presença, divulgar a qualidade e competividade do calçado brasileiro, fazer um corpo a corpo com compradores do mundo todo e convidá-los a visitar a FRANCAL, estabelecer parcerias estratégicas com câmaras de comércio de mercados potenciais – estas são algumas das ações táticas da feira brasileira em sua passagem por todos estes eventos, visando a potencializar as exportações de calçados.



Orgânicos apostam no aquecimento externo

Com 77 empresas associadas ao Projeto Organics Brasil, o ano de 2015 fechou faturamento em US$ 160 milhões de dólares em exportação e a meta desse ano é crescer de 10% a 15%. Ming Liu, coordenador executivo do Projeto Organics Brasil, comemora o desempenho: “Tivemos um aumento de 15% em relação ao ano anterior e este crescimento reflete a tendência mundial do segmento. Houve uma recuperação em relação a 2013, em parte em consequência da desvalorização da moeda nacional tornando os produtos nacionais mais competitivos. 2015 foi um ano bastante positivo para os orgânicos: o mercado global atingiu a marca de US$ 72 bilhões de dólares, com taxas de crescimento na ordem de 11,5% em comparação com 2014. A grande surpresa em 2015 foi o surgimento da China como o 4º maior mercado mundial de orgânicos, atrás apenas dos Estados Unidos, Alemanha e França”.



Antonio Pietrobelli

editor@exportnews.com.br



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